Notas iniciais
O Nyah! voltou, graças à Deus. Bom vamos lá para mais um capítulo, esse se refere ao primeiro episódio da sétima temporada. É hot, cuidado! rsrsrs Espero que gostem. Boa leitura

Aquela semana havia sido uma loucura no laboratório, eram tantos casos que ele e Sara não tiveram um momento a sós. Mesmo assim ele se esforçara para que aquele dia fosse perfeito. Ele havia arrumado suas roupas e deixado metade do espaço do guarda-roupas para ela, assim como as estantes da sala e do escritório, suas prateleiras de CDs e o armário do banheiro.

Estava tudo pronto para recebê-la, só faltava Sara chegar. Ela já havia enviado seus pertences por uma empresa de mudanças, mas estava aguardando o locatário do apartamento para uma última vistoria e entregar as chaves do imóvel. Ouviu seu telefone tocar sobre a mesa de centro da sala e atendeu com um sorriso quando viu o nome no visor.

– Oi querida.

– Oi Griss, só estou ligando para avisar que deu tudo certo e já estou indo para aí – ele havia pedido que o avisasse quando estivesse saindo de seu antigo apartamento e assim ela o fez.

– Ok querida, venha logo. Estou ansioso esperando por você — desligou o telefone e saiu do apartamento trancando a porta, iria espera-la na garagem.

Sara estacionou o carro na vaga que agora seria sua e viu Grissom encostado em seu próprio carro a esperando. Assim que ela saiu do automóvel ele a tomou nos braços e beijou-a com paixão. Quando se afastaram ele a puxou para o elevador e em instantes paravam em frente a porta do apartamento, ele a abriu e antes que Sara fizesse qualquer movimento para entrar ele a tomou em seus braços.

– Griss! O que é isso? – assustou-se ela.

– É a tradição querida – ele entrou no apartamento com ela no colo. – Bem-vinda ao nosso lar, amor.

Grissom voltou a beija-la apaixonadamente deixando seu corpo deslizar pelo dele até que ela apoiasse os pés no chão.

– Obrigada querido – disse com um enorme sorriso no rosto.

– Bom eu preparei um lanche rápido para nós, depois eu vou ajuda-la a arrumar suas coisas, pois ainda temos muitas coisas para fazer hoje.

– Pensei que só tivéssemos um jantar mais tarde, não me lembro de termos planejado outras coisas. O que mais temos para fazer?

– É uma surpresa que você vai gostar.

Eles lancharam e conseguiram terminar a arrumação rapidamente, devido a organização de Sara ao embalar tudo em seu apartamento. Então, logo já estavam saindo para rua em direção a surpresa que ele lhe preparara. Foram caminhando até o parque perto dali. Era um parque grande, e no centro havia um pequeno bosque que os dois gostavam de frequentar, eles tinham até uma árvore só “deles”, onde sempre se sentavam para namorar, ouvir o canto dos pássaros e ver as borboletas que habitavam o bosque. Foi para lá que eles se dirigiram, quando chegaram a margem do bosque Grissom parou e tirou do bolso da calça um lenço.

– Você confia em mim? – perguntou mostrando a venda.

– Confio minha vida a você – respondeu ela virando de costas para ele venda-la.

Caminharam mais alguns metros com ele a conduzindo por entre as árvores, até pararem e Grissom posiciona-la de frente para algo, que Sara imaginou ser sua surpresa.

– Preparada?

– Sim.

Ele tirou a venda e Sara piscou algumas vezes para focalizar a visão. Então ela viu. Estavam diante da “árvore deles” e Grissom havia esculpido ali seus nomes, Gil e Sara, e abaixo a palavra Forever dentro de um coração. Ela sentiu seus olhos se encherem de lágrimas e tocou a inscrição na árvore. Era um trabalho que com certeza exigira tempo para se feito.

– Gostou? – perguntou inseguro pelo silêncio dela.

– Eu gostaria de encontrar palavras que pudessem exprimir o que eu estou sentindo agora – disse olhando em seus olhos extremamente azuis. – Mas tudo que me vem à cabeça é: Eu amo você, com todo o meu coração, com todo o meu ser.

– Tenha a certeza de que essas são as palavras perfeitas.

Eles se abraçaram beijando-se ardentemente, depois sentaram-se e ficaram ali namorando por um tempo.

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Sara deu os últimos retoques em sua maquiagem, pegou a pequena caixa quadrada, de madeira, que estava sobre a cama e foi encontrar Gil que estava na sala. Ele estava parado em frente a janela, o terno preto com riscas de giz, a camisa branca e a gravata azul da cor de seus olhos, realçava seu porte altivo e imponente. Ele estava lindo com a barba e os cabelos bem aparados. Virou-se para ela assim que a ouviu chamar seu nome suavemente.

– Gil?

Ele a olhou de cima a baixo, paralisado pela beleza estonteante dela. Vestida com um vestido vermelho vibrante, tomara que caia, longo e esvoaçante. Sandálias de tiras prateada de salto médio e uma delicada corrente de ouro com um medalhão em formato de coração. Linda, maravilhosa. O deixou completamente sem ar.

– Você está deslumbrante, querida. Com certeza não sairei do seu lado esta noite.

Ela riu e se aproximou dele, mostrando a mão que mantinha escondida atrás das costas.

– Comprei este presente para você – disse entregando-lhe a caixa.

Grissom desviou o olhar dela para o presente em suas mãos. Abriu a caixa e leu as palavras escritas em um cartão fixado dentro da tampa da caixa. “Cada minuto que passo com você é o melhor da minha vida. Amo você, Sara.” Olhou para o presente, um relógio com pulseiras de couro, os ponteiros e números eram de ouro assim como um filete dourado ao redor do visor. Tirou-o da caixa e viu suas iniciais gravadas na parte de baixo do relógio.

– Querida... Obrigado... Eu adorei o presente... é maravilhoso.

Ele a abraçou com força e beijou seus lábios com ternura, tentando não borrar sua maquiagem perfeita.

– Agora é minha vez de lhe dar o presente que comprei para você.

Tirou uma caixa retangular de veludo preto de dentro do paletó e entregou a ela. Sara abriu com os olhos brilhantes. Sobre o veludo negro de dentro da caixa descansava uma gargantilha de ouro, com vários pequenos pingentes em forma de gota, também de ouro. Pegou o cartão que havia junto com a gargantilha e leu-o: “Para a mulher que mudou a minha vida, e me ensinou a viver. Com amor, Griss.”

– Oh, Griss. É lindo... eu amei – disse emocionada. – Coloque em mim – pediu tirando o colar da caixa e entregando a ele.

Virou-se de costas e sentiu os dedos quentes roçando sua pele enquanto trocava os colares. Ele depositou um beijo em seu pescoço delicado e ela virou-se em seus braços tomando seus lábios em um beijo ardente e apaixonado, esquecendo-se completamente do cuidado que tivera para fazer a maquiagem e que teria que retocá-la antes de saírem.

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Ele dirigiu até um resort nos arredores da cidade, que se localizava aos pés de algumas montanhas. Havia ali vários bangalôs distribuídos sabiamente em uma área de duzentos hectares de terra, eram perfeitos para manter a privacidade dos hóspedes, que podiam desfrutar do elegante restaurante e de várias outras atrações que o hotel dispunha. Sara não sabia, mas ele havia reservado um daqueles bangalôs para eles, na verdade o mais distante de todos.

– Chegamos – disse ele parando o carro na porta do restaurante.

– Nossa esse lugar é maravilhoso.

– Você ainda não viu nada – desceu do carro enquanto o manobrista abria a porta para ela. Eles entrelaçaram seus braços e foram em direção ao mâitre que checava as reservas na entrada do restaurante.

– Boa noite. Senhor?

– Boa noite. Grissom.

– Aqui está Sr. e Sra. Grissom. Sejam bem vindos – ele chamou um garçom – Jhon irá acompanhá-los até sua mesa e atende-los esta noite.

– Obrigado – disse Grissom que acompanhou o jovem junto com Sara.

O lugar era lindo, suavemente iluminado, a decoração era sofisticada e acolhedora. As mesas exibiam toalhas de linho branco, assim como os guardanapos perfeitamente dobrados ao lado dos pratos de porcelana chinesa, dos copos de cristal e dos talheres de prata. Havia um pequeno e delicado arranjo de flores com uma vela acesa no centro da mesa.

Eles foram conduzidos para uma sala menor, mais intima e aconchegante, o clima romântico deixou Sara extasiada. Eles sentaram à mesa e o garçom passou a Grissom a carta de vinhos, ele fez sua escolha e o garçom os deixou a sós.

– Gostou do lugar, querida?

Sara observava todo o lugar, tentando absorver tanta beleza.

– É tudo incrível, Gil. Esta noite esta perfeita e você está muito romântico – disse piscando para ele.

– Você ainda não viu nada – repetiu enigmático.

O garçom voltou com o vinho, serviu-os e entregou-lhes o menu. Eles fizeram suas escolhas e continuaram a conversar intimamente. Logo o jantar foi servido e eles degustaram a comida deliciosa em silêncio, apenas trocando olhares e sorrisos cúmplices. Assim que terminaram Gil olhou para a pequena pista de dança que havia no local,onde alguns casais dançavam ao som de uma música romântica.

– Você gostaria de dançar?

– Eu adoraria – sorriu largamente e aceitou a mão que ele lhe estendia.

Dirigiram-se a pista de dança e Gil notou alguns olhares masculinos sobre ela. Não gostou, mas preferiu não pensar naquilo, ela lhe pertencia. Isso que realmente importava. Ele deslizou as mãos por sua cintura e colou seus corpos, enquanto Sara entrelaçou os braços em seu pescoço. Dançaram algumas canções. Sara sentia seu corpo tenso pela excitação, o desejo aflorando em seu corpo quando sentiu o membro rijo dele contra seu ventre.

– Acho melhor irmos para o nosso bangalô, querida – sussurrou sensualmente em seu ouvido e depositou um beijo logo abaixo de sua orelha.

– Nosso bangalô? – olhou-o nos olhos. – Você...

– Sim, vamos.

Minutos depois eles estavam parados à porta do bangalô e Grissom a abriu.

– Feche os olhos, amor.

– Mais uma surpresa, Gil? – fechou os olhos. – Você está me deixando mal acostumada.

Eles entraram.

– Pode abrir agora.

O lugar estava iluminado apenas por velas perfumadas, a cama, grande e alta, estava coberta de pétalas de rosa vermelha e havia vários pequenos buquês daquela flor espalhados pelo quarto.

Não havia divisórias no espaço grande apenas um pequeno balcão de mármore separava a cozinha do restante do aposento. Um sofá junto com uma mesa baixa de centro jazia em outro canto, uma televisão grande afixada na parede, uma poltrona perto da janela e duas portas, uma que dava para o banheiro da suíte e outra para o closet, compunham o restante do ambiente. Sara olhou pra Gil depois de ter admirado todo o lugar de teto alto.

– Gil... isso é... maravilhoso. Você fez tudo isso? – perguntou apontando para as rosas e velas.

– Sim, o gerente é um conhecido e me deu uma ajudinha.

Ele pegou um controle remoto e apertou um botão, uma música suave começou a tocar e ele a tomou em seus braços, mexendo seus corpos no ritmo da canção. Deslizou as mãos pelos braços dela, fazendo uma trilha de beijos por seus ombros e pescoço, até o ponto sensível atrás da orelha. Sentiu ela agarrar sua cintura e gemer.

– Calma querida. Esta noite faremos tudo com muita calma.

Ele beijou seus lábios devagar, degustando cada canto de sua boca suculenta, as línguas travando uma batalha erótica. As mãos dele alcançaram o zíper do vestido abrindo-o delicadamente, deslizou a peça pelo corpo dela fazendo-a cair aos seus pés, deixando-a apenas com a minúscula calcinha vermelha. Gil prendeu a respiração por um momento quando olhou para o corpo dela, seus seios turgidos de desejo.

– Você é linda.

– Você também, mas está com roupas demais – disse ela começando a despi-lo.

Deslizou as mãos por baixo de seu paletó e deixou-o cair no chão, sua gravata teve o mesmo destino. Sara começou a desabotoar sua camisa, cada botão que soltava expunha um pedaço de pele quente do peito amplo dele e ela aproveitava para beija-lo assim que partia para o próximo botão.

Logo a camisa dele também estava no chão e Sara deu atenção ao cinto e ao botão da calça. Grissom tirou os sapatos e um minuto depois estava vestido apenas com sua cueca boxe preta. Deitou Sara na cama delicadamente e segurando um de seus pés retirou uma sandália, depois a outra.

Deitando-se ao lado dela, beijou-a, enquanto suas mãos acariciavam seu corpo. Sara contorceu-se sob ele e puxou seus ombros, ela estava fervendo, sentia seu corpo entra em ebulição com os beijos e toques dele, e sabia que ele não estava diferente, pois sentia o membro ereto e duro dele contra a lateral de seu quadril.

Grissom deslizou a boca por seu pescoço e continuou descendo até os seios, tomou-os em sua boca, acariciando os mamilos com a língua. As mãos encontraram seu centro úmido e quente e ele sincronizou os carinhos das mãos e da língua. Sara gemia o nome dele em um prazer descontrolado. Desceu as mãos para seu membro e segurou-o com carinho, a pele quente e aveludada. Gil gemeu contra seus seios. Os carinhos continuaram até não poderem mais suportar a vontade, o desejo de estarem ligados o mais profundamente possível.

– Por favor, Griss...

Ele posicionou-se entre as pernas dela, pressionando sua entrada.

– Olhe para mim querida. Não tire seus olhos dos meus.

Ela obedeceu e sentiu ele a invadindo lenta e profundamente. Um gemido escapou da garganta de ambos. Grissom manteve o ritmo lento compassado e profundo, indo até o fim e se retirando quase por completo de dentro dela. Os olhares ligados tornava o ato ainda mais excitante e prazeroso. Saindo de dentro dela por um momento ele deitou-se de costas, Sara sentou-se sobre ele guardando seu membro completamente. Os olhares voltaram a se encontrar e Gil entrelaçou os dedos nos dela, dando-lhe apoio enquanto ela se movimentava sobre ele.

– Oh Deus! Griss... eu não aguento mais...

– Vamos juntos amor...

Ele sentiu o corpo dela estremecer e as contrações começarem a acariciar seu membro. Virou seus corpos, ficando por cima dela novamente, as mãos entrelaçadas pressionadas contra o colchão, as estocadas intensas e eles explodiram em um clímax glorioso. Gil sentiu sua alma leve, flutuando para um lugar à parte e deixou-se cair sobre ela.

Saciados, suados e cansados, eles ficaram unidos por muito tempo, apenas ouvindo as respirações ofegantes e as batidas fortes de seus corações.

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Sara estava deitada, com a cabeça sobre o peito dele e fazia desenhos assimétricos em seu abdômen, enquanto ele deslizava as mãos por suas costas e braço.

– Griss – ergueu a cabeça olhando-o nos olhos. – Obrigada por tudo isso, eu amei cada minuto desse dia.

– Você merece tudo isso, amor. Por que você me deu muito mais. Você me deu uma vida. Eu que tenho que agradecer.

– Se lembra daquela frase?

– Minha vida começou depois que ouvi sua voz – disseram juntos e ela continuou. – Foi assim para mim.

– Foi assim para mim, também. Eu amo você, Sara.

– Eu amo você, Griss.

Eles se beijaram com paixão, a noite havia apenas começado.

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Sara estava no laboratório, com Warrick sentado à sua frente na sala de convivência, eles assistiam Jim recebendo um premio na televisão, enquanto discutiam o caso que estavam investigando. Grissom entrou na sala com duas caixas de comida nas mãos e um sorriso discreto nos lábios.

– Sanduíche de vegetais para você – entregou-lhe uma caixa, surpreendendo-a.

– Valeu – disse notando sua postura descontraída.

– E para mim? – perguntou Warrick.

– Eu não sabia que estava aqui – respondeu, com um olhar insinuante para sua namorada. – Então desculpe.

Sara encarou aquele olhar e fez um biquinho de lado, disfarçando sua felicidade.

– Cadê o amor, hein? – perguntou novamente Warrick, contrariado.

Sara sorriu. Ah Warrick, se você soubesse como passamos nossa folga de ontem, não faria uma pergunta dessas, pensou tentando se concentrar no caso, em vez das lembranças da maravilhosa noite de amor que passara com Grissom no aniversário de um ano de namoro, no dia anterior.

Sentiu seu corpo se arrepiar com o pensamento, tirou um pedaço de seu lanche e voltou a falar do caso. Teria muito tempo, mais tarde, para reviver aquelas lembranças com seu namorado.

Notas finais
Até a próxima...