Notas iniciais
Olá meninas! Aqui estou eu para postar o último capítulo desse ano. Agradeço os reviews lindo e maravilhosos que vocês tem me mandado. Desejo um ano de 2014 cheio de bênçãos, amor, alegria, paz e saúde a todas. Agora vamos lá, esse capitulo se refere àquela maravilhosa cena na qual Grissom diz a frase que todas as GSRs adoram: You make me happy. Boa leitura.

– E aí, você já esteve em um lugar assim antes?

– Trabalhei em um assassinato em Nowt Kit* uma vez.

– Não, você sabe do eu estou falando.

– Como cliente? Não.

– Nunca pagou por sexo?

– Não, acho a ideia muito... fria.

– Ah é? Por que?

– Sexo deveria oferecer a oportunidade de conexão entre as pessoas, mas o sexo pago faz exatamente o oposto disso. Para mim sexo sem amor não tem sentido, deixa você triste.

– Eu tenho certeza que eu não deixo você triste.

– Não. Você me faz feliz.

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Estavam todos na sala de descanso, haviam acabado de encerrar o caso do boxeador Feliz e Jim tentava conter as risadas enquanto lhes contava sobre os depoimentos que recolhera naquele caso. Os meninos estavam as gargalhadas, Sara e Cath riam mais discretamente e Grissom, embora mais contido, tinha um sorriso largo no rosto.

– Eu só sei – dizia Jim – que toda vez que eu tinha uma confissão e ia prender o suspeito, o Dr. Robbins me ligava e dizia que o que o suspeito havia feito a vitima não havia sido a causa da morte. Acho que esse cara teve mais causas da morte do que cabe no relatório do Legista e com certeza foi o Feliz mais infeliz de quem já investiguei a morte.

Mais uma onda de risos tomou conta da sala, depois mais calmos começaram a se despedirem.

– Bom, depois de um caso desses, eu realmente preciso de um descanso. Até mais – disse o capitão, saindo.

– Eu também já estou indo, vou levar Lind na escola – Cath se despediu e saiu.

Os meninos também se foram para um descanso bem merecido, restando apenas Sara e Grissom na sala.

– Nós também já podemos ir – disse ele encarando-a.

– Não – ela falou rápido levantando-se e olhando para a porta atrás de si, apoiou as mãos na mesa e inclinou-se para ele fitando intensamente seus olhos. – Eu preciso de uma hora de vantagem – completou em tom baixo.

Grissom ergueu as sobrancelhas, depois semicerrou os olhos.

– Sara o que você está aprontando?

– Nada – respondeu com a expressão mais inocente do mundo.

Ele olhou para a porta garantindo que não havia ninguém ali, ouvindo aquela conversa.

– Querida na última vez que lhe fiz essa pergunta e você me deu essa resposta, nós acabamos fazendo amor dentro do carro, no alto de uma colina no meio do deserto.

Ela corou e riu, abaixando a cabeça por alguns segundos. Gil ergueu-se e pousou a mão sobre a dela, discretamente.

– Mas eu vou pagar para ver – ele sussurrou em seu ouvido e saiu.

Sara sentiu um arrepio percorrer seu corpo e sorrindo foi para seu carro. Logo já ganhava as ruas de Vegas em direção a pequena loja pela qual havia passado no dia anterior. Estacionou o carro e entrou na loja, uma vendedora veio atendê-la.

– Olá senhora. Em que posso ajudá-la? – perguntou solicita.

– Oi. Eu quero um daqueles conjuntos ali – ela apontou para o manequim na vitrine.

– Ótima escolha, seu marido vai adorar. Em qual cor e tamanho?

Sara respondeu e em seguida já saia da loja com uma sacola nas mãos e um sorriso nos lábios.

Quando chegou em casa foi direto para o banheiro, tirou as roupas e entrou no chuveiro. Tomou um banho relaxante, lavou os cabelos, depois saiu e passou óleo corporal por toda sua pele, deixando-a macia e cheirosa. Secou os cabelos e escovou-os até que ficassem brilhantes. Foi para o quarto, tirou o roupão que usava e colocou as peças que havia comprado, estava terminando de passar perfume quando ouviu a porta do apartamento sendo aberta. Deu uma última olhada no espelho e foi ao encontro dele. Ela chegou a tempo de vê-lo trancando a porta.

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Grissom estava ansioso, aquela hora que ela lhe pedira de “vantagem” parecia interminável, mas por fim, depois de ter visto passar cada segundo, ele entrava em casa tentando imaginar o que ela estaria aprontando. Ele trancou a porta e virou-se, vendo na sua frente o resultado daquela longa uma hora de espera. Sentiu seu coração pulsar como um louco dentro de seu peito, sua garganta seca, a boca aberta em surpresa e uma ereção que já dava sinal sob sua calça.

– O que você acha? – perguntou Sara, dando uma voltinha para que ele visse todo o conjunto.

Ele fechou e abriu a boca novamente, mas as palavras se recusavam a sair. O que ele poderia dizer? Ela estava maravilhosa, linda, sexy. O conjunto tinha o corpete justo e transparente, com alguns bordados que deixavam parcialmente à mostra as auréolas rosadas de seus mamilos eriçados e era curto o suficiente para que ele tivesse uma visão perfeita da calcinha minúscula, em estilo fio dental, que mal cobria o necessário e era de um tom de vermelho vibrante, que lhe obscurecia a mente. Ela o deixara atordoado, sem fôlego, completamente excitado diante daquela visão do paraíso.

– Gil? – aquela voz sensual chamando seu nome sabia o poder que exercia sobre ele.

Ele voltou a olhar para seus olhos e finalmente entrou em ação. Rapidamente ele largou a pasta que trazia nas mãos, tirou a jaqueta e a camisa, se livrou dos sapatos e meias e em seguida da calça. Então começou a caminhar em direção a ela vestindo apenas uma cueca boxe branca, que fazia seu membro excitado parecer ainda maior.

Sara sentiu um frio na barriga. O olhar sexy e o andar lento e sensual o faziam parecer um felino em busca de sua presa. Ele a agarrou pela cintura e suas bocas se encontraram em um beijo selvagem e explorador. As mãos dela deslizaram por seu peito e se enroscaram em seus cabelos grisalhos. Ele a fez dar alguns passos para trás e a pressionou contra a parede do corredor, fazendo-a sentir toda sua excitação. Sara gemeu dentro do beijo e o empurrou.

– Calma querido. A diversão está apenas começando.

Pegando sua mão o levou até o quarto e o fez deitar-se confortavelmente na cama, depois sentou sobre ele. O atrito entre seus sexos por cima das roupas íntimas o fez gemer, sentindo uma necessidade gritante de estar dentro dela. Sara inclinou-se sobre ele e começou a beijar todo seu rosto, passando rapidamente pela boca suculenta ela desceu para o pescoço e o tórax, deixando uma trilha molhada por seu corpo.

Seus dedos brincaram no cós da boxe que ele usava, deslizando-a, logo em seguida, por sua pernas, fazendo surgir sua excitação latente. Ela posicionou-se entre suas coxas e com ambas as mãos começou a acariciar seu membro, desde a base até a ponta intumescida, fazendo-o gemer e sussurrar seu nome. A boca dela brincou por sua pélvis, passaram pelas coxas e por fim engoliu seu objeto de desejo.

As mãos dele agarraram o lençol e Sara olhou para seu rosto contorcido de prazer. Continuou a acaricia-lo com sua boca e língua, sentindo-o crescer e ficar ainda mais tenso. Ela sabia que ele estava próximo do êxtase e iria continua com suas caricias até tê-lo completamente entregue, mas Grissom, em um movimento rápido, pegou-a pelos braços e pressionou-a na cama sob ele.

– Você está me torturando querida e eu não consigo mais aguentar. Preciso estar dentro de você agora – sussurrou em seu ouvido enquanto afastava suas pernas e insinuava-se para dentro de seu corpo.

Com movimentos fortes e profundos ele a fez chegar ao clímax rapidamente e as contrações dela tornaram difícil para ele se controlar por isso saiu de dentro dela, queria fazer o que tinha em mente.

– Não amor, eu...

– Calminha meu bem, ainda não terminamos. Vire-se querida, faremos diferente hoje.

Seus olhares se encontraram por um momento e ela o obedeceu, deitando-se de bruços. As mãos dele deslizaram por suas pernas e pararam em seu quadril. Ele se posicionou entre sua coxas, puxou seu quadril para cima, instruindo-a a apoiar-se apenas com os joelhos e cotovelos na cama. Então voltou a penetra-la, por trás, fazendo com que ela suspirasse e gemesse ao mesmo tempo.

As estocadas, a principio calmas para que ela se acostumasse com a posição, foram aumentando para um ritmo intenso e profundo. Ela movia-se de encontro ao corpo dele enquanto as mãos grandes e firmes dele seguravam sua cintura. Mais uma vez as contrações dela vieram primeiro e dessa vez ele a acompanhou em um clímax que transportou suas almas para um mundo maravilhoso e perfeito, enquanto seus corpos caiam juntos, exaustos e suados sobre a cama. Saindo de cima dela deitou-se ao seu lado, virado para ela, mantendo suas pernas entrelaçadas e uma mão acariciando suas costas. Ela estava de olhos fechados, mas não dormia.

– Você está bem querida?

Sara abriu os olhos e encontrou os dele bem próximos aos seus, os narizes se tocando. Ela acariciou seu rosto e beijou-lhe de leve os lábios.

– Estou ótima. E você como se sente?

– Como o homem mais feliz do mundo. Você me surpreende sabia? Quem vê você lá no laboratório tão concentrada e séria, investigando e revelando coisas o tempo todo, não imagina do que você é capaz entre quatro paredes.

Ela riu diante do comentário dele.

– Obrigada pelo elogio querido. Mas saiba que posso dizer o mesmo de você.

Ele a olhou profundamente nos olhos.

– Eu já disse que você me faz feliz? Tanto que já nem me lembro de como era minha vida antes de você.

– Eu amo você, Gilbert Grissom.

– Eu amo você, Sara Sidle.

Eles se aconchegaram mais um ao outro e foram vencidos pelo cansaço.

Nota:* Não sei se o nome do lugar onde o Gil investigou o crime se escreve assim, se estiver errado, me desculpem.

Notas finais
A propósito acho esse um dos episódios mais engraçados da série. Até a próxima. Bjus