Notas iniciais
Oi. Desculpem a demora, mas meu computador pifou e eu não consigo postar pelo celular. A partir desse ano só vou poder postar um final de semana sim e um final de semana não. Nas semanas de prova também não irei postar, sinto muito mais minhas notas são minha prioridade. Boa Leitura.

Estávamos todos na minha garagem treinando. Como não tínhamos recursos para um treinamento digno tivemos que improvisar. O alvo para Mérida, acabou virando um pôster do Justin Bieber, ela parecia estar adorando, já que não excitava em atirar praticamente todas as flechas ou nos olhos ou na testa e era realmente incrível como ela nunca errava o alvo. Jack, estava usando como saco de pancadas uma fronha de almofada cheia de pedras, era uma sena engraçada ver ele socando aquela fronha como se fosse seu maior inimigo, ou seja, o “Bicho Papão”, já que ate hoje ele morria de medo do escuro. Rapunzel, estava improvisando em um canto, fazia aberturas, saltos com piruetas e outras coisas que, só de olhar, já faziam a minha coluna doer. Hic, estava fazendo... fazendo.... alguma coisa no computador e eu, estava atirando em algumas garrafas o que foi muito divertido, já que de vez enquanto elas explodiam, eu realmente adoro explosões.

– Ei pessoal- disse Hic – venham aqui, eu acho que encontrei alguma coisa.

Nos aproximamos e ficamos o encarando, ele realmente parecia ter descoberto algo muito importante.

– Acho que descobri o que exatamente seus pais fizeram.

– O que?- perguntei com uma certa ansiedade, mas não era uma ansiedade boa, era realmente uma ansiedade que continha um pouco de medo- O que?

Ele ficou alternando o olhar entre eu e a tela do computador, o que estava me deixando realmente irritada.

– Fala logo!-falei, que dizer, gritei.

– Parece que seus pais- começou Hic- não fizeram um serviço.

– Mas que serviço?- perguntei.

– Parece que uma morte foi encomendada e eles se recusaram a executa-la.

Fiquei orgulhosa por meus pais não terem feito isso, mas ao mesmo tempo tive um sentimento que não consigo explicar.

– A morte de quem?- perguntou Jack.

– Dos seus pais.- disse Hic.

– Dos meus pais?- perguntou Jack- como assim? Meus pais são só dois jornalistas,

– Na verdade, não- disse Hic- seus pais disseram o porquê estavam se mudando pra cá?

– Sim, a trabalho. – respondeu Jack

– Exatamente- disse Hic- mas, me parece que a ”matéria” deles não iria ser publicada no jornal local e sim nos sistemas de espionagem do pentágono.

– Então, é por isso que vocês fizeram a mudança de madrugada?- perguntei- por isso que você entrou no terceiro mês de aula? Por isso que sua mãe era tão a favor da nossa amizade? Por isso que nós viramos amigos?

Falei quase chorando, mas pelo estado que Jack estava pude perceber que ele estava muito abalado,

– A fala sério!- disse Jack- vocês só podem estar brincando. Os pais da trabalham na máfia, os meus no pentágono e os seus? São super-heróis?

– Jack isso não é brincadeira.- disse Mérida.

– Sério?- disse irônico – aposto que você aceitaria numa boa se te dissessem que seus pais trabalham para o pentágono.

Todos começaram a discutir e eu, ainda estava com aquelas perguntas na minha cabeça. E se Jack fosse um espião também? E se ele realmente não me amasse? Se aquilo tudo não passasse apenas de mais uma missão? E se aquilo tudo que ele me disse na roda gigante não passasse apenas de um texto muito bem decorado? Com todas aquelas perguntas na minha cabeça estava sentindo que meu ar estava prestes a acabar.

– Calem a boca!- gritei.

Após gritar, sai correndo e fui direto ao jardim chegando lá achei que as coisas fossem melhorar, mas a única coisa da qual me lembro antes de alguma coisa me acertando com força na cabeça, foi de ouvir a voz de Jack dizendo alguma coisa que não pude raciocinar

Notas finais
O capitulo esta pequeno, mas é porque estou com pressa. Espero que tenham gostado. Comentem.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.