Entregue-se Ao Amor
11 Capítulo 10
Notas iniciais
MUSICA: http://www.youtube.com/watch?v=yq3yT8CkPzY
Uma semana depois...
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Isabella se encontrava em um lugar onde a grama era de um verde que ela jamais vira, rodeado por árvores, como uma pequena clareira que mantinha como o centro de tudo uma fonte, onde a cor da água era de um puro azul que poderia virar a cor que viesse a sua mente. Era possível ouvir o canto das fadas ao redor da fonte. Não se podia vê-las, mas seu canto estava ali. Lembrava-se de algumas coisas que sua avó havia dito sobre elas.
Bella sentou-se na beirada da fonte, perdida. Não fazia ideia de onde estava. E então o canto das fadas se misturou com algo muito parecido com risadas. Não eram risadas irônicas e sim risadas “gostosas”.
Se levantando, ela olhou ao redor e entre as árvores viu um vão e uma luz que brilhava mais que o sol. Esguiando-se pelo pequeno vão encontrou um enorme terreno com varias crianças brincando e rindo. Meninas lhe ofereciam chá com a porcelana que provavelmente havia sido descartada pela mãe e os meninos corriam pelo campo.
Logo, um dos meninos lhe olhou e sorriu. Ele lhe lembrava de alguém, mas antes que Bella tenha tido a oportunidade de lhe perguntar qualquer coisa que fosse, algo a puxou e tudo se tornou escuro.
Isabella acordará suada e assustada. Não era a primeira vez que tinha sonhos estranhos, mas nenhum se comparava a esse, cheio de cores e vida. Quando a dama de companhia, Lourdes, entrou em seu quarto para acorda-la e ajuda-la a se vestir, Bella não deu a mínima atenção. Levantou da cama correndo e se vestiu sozinha, esquecer-se-ia das sapatilhas se Lourdes não a lembrasse.
─ Aonde vai com tanta pressa, princesa? ─
─ Preciso ver minha irmã, mas antes tenho que falar com meu pai. Ele tem algo que eu preciso ver. ─
─ Seu pai está tomando café lá em baixo com os outros e a princesa não desceu hoje, pois estava indisposta. ─
─ Indisposta? Bem, obrigada. ─
Bella saiu às pressas e a dama de companhia saiu atrás para não deixa-la se perder. Depois de uma semana de convívio ela já sabia que caminhos seguir. Durante uma semana havia evitado ficar sozinha com Edward, mas era difícil resistir a qualquer aproximação da parte dele. O príncipe nunca havia tomado liberdades depois do incidente no lago, mas não conseguia ficar longe de Isabella.
Ao chegar afoita na sala Bella diz:
─ Papai, preciso falar com o senhor. ─
─ Onde estão seus modos, Isabella. Não lhe ensinaram nada naquela abadia? ─ Responde Charlie, furioso.
─ Me desculpe. Bom dia. ─ Disse Bella olhando para o chão.
─ Bom dia. ─ Todos responderam.
Charlie se levanta e vai até a filha e pergunta:
─ O que houve? ─
─ O senhor poderia me dar o livro que a vovó deixou? ─
─ Pensei que nunca iria pedir, mas por que precisa dele? ─
─ Algo sem importância. Vovó deixou algum tipo de baú juntamente com o livro? ─
─ Sim, mas ninguém consegue abri-lo. Vamos até meu quarto e lhe entregarei tudo. ─
Charlie e Isabella andaram em silencio até o quarto. Não era um caminho muito longo, mas muitas vezes o silencio era desconcertante. Chegando ao quarto, Charlie pegou o livro, o baú de amuletos e pedras e o pequeno e estranho baú que acompanhava o livro da avó de Isabella.
─ Aqui está! Não precisa me devolver, eles são seus. ─
─ O senhor não acha que Tainah e Tanya ficariam magoadas por eu ficar com o livro? ─
─ Claro que não! Tanya nem sabe da existência do mesmo e Tainah nunca teve vocação para essas coisas e jamais se importará se você ficar. ─
Bella assentindo com a cabeça, se dirigiu para seu quarto sem esperar ou acompanhar seu pai. No meio do caminho encontro Lourdes e logo a pegou pelo braço delicadamente.
─ O que foi princesa? ─
─ Preciso da sua ajuda, mas não pode contar a ninguém. Se me ajudar lhe tornarei dama de companhia oficial da rainha assim que me casar e pedirei ao príncipe para lhe arranjar um bom marido, pois sei que está procurando um. ─
─ Obrigada princesa, eu aceitarei, mas já iria ajudar de qualquer modo. Gosto muito da senhora. ─
Isabella sorriu e se juntou a Dama de companhia no chão do quarto.
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Edward, Carlisle e Charlie estavam no escritório real discutindo coisas de homens.
─ E Emmett, onde está? Ele deveria estar por aqui não acham?! ─ Perguntou Edward.
─ Ele está cuidando de minha filha que não estava se sentindo muito bem esta manhã, mas que logo estará agitando o castelo novamente. ─
Assim que Charlie acaba de falar entra Emmett e senta-se na cadeira mais próxima.
─ Como está Tainah? ─ Perguntou Carlisle.
─ Pelo jeito como ela me mandou sair do quarto quando Alice entrou ela está ótima. ─ respondeu, bufando.
Edward não consegue evitar e começa a rir da cara do amigo que fica ainda mais irritado.
─ Vai rindo. Logo será a sua vez e eu irei rir de sua cara Edward quando Bella sair correndo pelo castelo dizendo que você quer... ─
─ Senhores! É de minhas filhas que vocês estão falando, por favor. ─ Resmunga Charlie, fazendo os dois mais jovens se desculparem.
Logo o assunto mudou, e a questão principal virou a busca por territórios que estava acontecendo frequentemente, o vilarejo e até mesmo as mulheres bonitas do lugar.
Edward só conseguia pensar que mal tinha visto Bella o dia todo e que provavelmente nem a veria a noite, pois a mãe lhe avisara que precisaria conversar com sua noiva.
Na sala da Rainha, Esme e Renée conversavam sobre a festa típica dos francos para noivas. Tanya havia dado a desculpa que também não se sentia bem e foi se deitar. Não queria ouvir sobre o quanto a irmã mais nova seria bajulada pelo povo Franco.
No quarto Tainah e Alice planejavam alguma travessura para acabar com o veneno da irmã mais velha e esperavam que desse certo.
─ Não acho que vai acabar com o veneno daquela cobra, mas vai dar uma boa lição nela. ─ Disse Tainah, pensando o quanto Alice era avançada mentalmente para a sua idade.
─ Mas esse é só o começo, Tai. ─
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─ Achei! ─ Grita Bella, depois de passar a tarde folheando o livro antigo de sua avó, enquanto Lourdes procurava um amuleto em seu baú. ─ Conseguiu encontrar o amuleto que lhe pedi? ─
─ É este aqui? Para que a senhora precisa dele? ─
Bella acenou com a cabeça e pegou o amuleto das mãos de Lourdes. Sua avó havia lhe mostrado há muitos anos atrás, mas ela se lembrava exatamente como era e tinha certeza que era o mesmo. Era uma corrente de prata pura e simples, com um pingente em forma de cruz revestida de Ametista.
Ela pegou o pequeno baú da avó e encaixou o amuleto; logo o baú se abriu. Havia muitas coisas ali dentro: pedras, folhas, pós, penas. Isabella procurava por um fragmento de cristal que fosse, pelo menos era o que dizia no livro que era preciso.
Ao encontrar um fragmento de cristal de 10 cm, Bella recorreu ao livro novamente.
Embrulhe o fragmento em
Um pequeno pano branco e o aperte
Firmemente com a mão. Logo repita as
Palavras.
─ Lourdes, você conseguiu o pano branco que lhe pedi? ─
─ Sim, está aqui. Mas o que a senhora vai fazer? ─
Ela apenas olhou para a dama de companhia e colocou o dedo indicador sobre os lábios, pedindo silencio. Lendo o livro, proferiu as seguintes palavras:
Cristal, meu precioso cristal,
Permita-me ver,
Quem vai aparecer,
Permita-me observar,
Quem vai nos encontrar,
Dai-me conhecer,
Quem vai viver.
O que aconteceu depois, ninguém sabe. A dama de companhia achou que Isabella estava concentrada ou até mesmo dormindo sentada. Mas ninguém sabe ao certo o que aconteceu naquela tarde.
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Todas as mulheres estavam na sala da rainha tomando chá, enquanto os homens jantavam na sala de jantar.
─ Isabella, querida, nosso reino possui uma tradição que depois de casada você verá que será muito útil. ─ Diz Esme.
─ E amanhã eu e você iremos até a costureira real fazer seus vestidos de futura esposa e rainha. ─ Diz Tainah.
Bella sorri enquanto todas falavam sobre quais os tons achavam que ela deveria escolher sem nem ao menos deixar que a rainha terminasse de falar.
─ Eu ainda vou poder usar branco mesmo depois de casada? Não é só para mulheres... virgens? ─ Pergunta Bella, timidamente.
─ E para as rainhas. ─ Responde Esme. ─ Agora me deixem terminar de contar a ela sobre o baile ─
─ Baile? ─ Diz Bella.
─ Sim! Nós convidamos todas as moças do reino para um baile, onde apenas moças podem entrar. Cada uma deverá trazer uma camisola feita por elas mesmas. Essas serão as camisolas que você irá usar após seu casamento. É um baile muito divertido e as camisolas sempre são lindas. ─
Um frio percorreu a espinha de Isabella e cada vez ficava mais próximo seu casamento. Em um sexteto de dias estaria casada com Edward Cullen e nada poderia fazer quanto a isso.
Notas finais
Alguma ideia?? Só falar..
Rumo aos 100 reviews, quem sabe uma recomendaçãoo??? HDUSAHDUAS
Sabem o esquema né, mas por favor interajam comigooo!! DHSAUDHSAU
Com amor,
Tainabe
Dessa vez nao tem vestido.. usem a imaginação.. se alguém quiser fazer e mandar eu até publico.. Bjs
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