Entre tapas e beijos
5 Capítulo 5
Elena saiu do banho, pôs sua roupa de treino, um shorts curtinho de laicra preto e o top branco com o símbolo da MHS "Mystic High School" enrolou o cabelo de qualquer jeito em um coque solto e pegou sua mochila com sua água e papéis com coreografias, toalhas e tudo que seria útil. Ela correu até o carro e Alfredo a levou até a escola.
– Que horas posso pegar a senhorita?-
Ela pensou um pouco em uma hora seria o tempo ideal mas ela aproveitou para pedir mais tempo e dar uma corrida em volta do quarteirão.
– Daqui duas horas está otimo- falou forçando um sorriso.
Elena odiava que eles ficassem a controlando mesmo sabendo que eram ordens ela odiava. Se virou e entrou no colégio. Estava tudo apagado, sempre que havia treino as meninas acendiam a luz do corredor principal para fazer o caminho até a parte de trás do colégio para o ginásio.
– Meninas? — Perguntou seguindo em frente no corredor.
– Tem alguém aí?- ela olhava para todos os lados e não via ninguém. Desconfiada ela resolveu tirar a prova se estavam ali ou não. Correu até o fim do corredor e empurrou a porta do ginásio a abrindo. Estava tudo escuro nao se via nada, ela não pensou duas vezes e se virou para ir embora. Foi quando começou a ouvir as teclas das luzes sendo acesas uma por uma, foi aí que clareou tudo. Só havia um problema ela não viu ninguém, não tinha ninguém ali, ela soltou a mochila no chão e deu passos lentos e cautelosos até dentro do ginásio para ter certeza que não estava louca, até porque se tivesse alguém ali já teriam a respondido faz tempo.
– Eu não acreditei em fantasmas a minha infância toda para chegar na adolescência e começar a ter medo disso — resmungou trêmula.
Se virou rapidamente para pegar a mochila e sair correndo dali e bumm, onde estava a mochila? Tinha sumido num passe de mágicas.
– Mas que diabos está acontecendo aqui — sussurrou nervosa.
Olhava em volta e não via nada, a única coisa que clareava um pouco aquele corredor era a luz do ginásio. Então der repente ela se lembrou quando Maddie fora correndo até ela para lhe contar algo.
– Droga, Droga, era isso que aquela pirralha pegajosa queria me contar.- reclamou passando a mão pelos cabelos como se fosse arranca-los. Foi aí que a porta da de uma das salas começou a bater forte, Elena saiu correndo o mais rápido que conseguia quando estava chegando na porta de saída um vulto passou por ela e a fechou e aquilo foi tão rápido que ela não soube nem reconhecer oque era ou oque se parecia. Ela parou em seco, seu coração estava quase pulando pela boca. A única coisa que ela sentiu foi algo forte e quente envolver seu pescoço e a jogar metros longe aonde ela caiu no final do corredor novamente. Ela estava gemendo de dor , sua visão estava embaçada mas poucos segundos para voltar ao normal, foi aí que se esforçou para levantar e correu para a sala que havia batido as portas rezando para que sua bolsa estivesse lá. E estava ela entrou e trancou a porta correu e se jogou no chão ao lado da mochila já a abrindo e indo na discagem rápida. "Mãe" e apertou em ligar.
Ela correu para a janela e a tentou abrir mas estava trancada com cadeados. Foi aí que ela entendeu, a escola também estaria fechada se essa coisa ou pessoa não tivesse uma força sobrenatural para estourar um cadeado facilmente.
– Vai mãe atende, atende.- implorava para si mesmo enquanto escutava as portas dos armários do corredor sendo arranhado por alguma coisa demonstrando que estava se aproximando da sala em que ela estava.
– Filha? Algum problema? Você nunca me liga..-
– Maaae vem pra escola me pegar tem um maníaco atrás de mim- gritou aos prantos ao vê-lo na soleira da porta, em dois segundos ele já arrancara o celular da mão dela e o esbarrou no vidro da janela a quebrando.
Ele estava com uma faca grande na mão e a fitava furioso só o que ela pode ver foi as veias saltando abaixo dos olhos e presas saltando de sua gengiva.
– não não pode ser, não existe essas coisas não — negava aos prantos tentando se soltar daqueles braços fortes que a prendiam contra o chão.
– existe sim Elena Gilbert, e não se preocupe não vou te matar, por agora. — soltou uma voz grossa e com um sotaque estiloso.
– do que você está falando? Quem e você?- Perguntou se arrastando no chão para longe dele.
– Eu sou Enzo, sua mãe vai me conhecer quando chegar aqui e assistir eu te matar, você vai apenas pagar pelo oque sua mãe fez ao meu irmão- contou semi cerrando os olhos e apertando a mão num soco.
– não minha mãe não mata inocentes- gritou.- provavelmente seu irmão era um assassino ou um bandido-.
Ele suspendeu ela do chão a enforcando. — Será que vou ter que calar essa sua boca agora? Pelo jeito a mamãezinha não te contou por completo o segundo trabalho dela. Ele abriu a boca e aquelas presas já estavam de fora mas naquela altura sem oxigênio ela já não conseguia mais nem pensar a única coisa que sabia foi que iria morrer ali. Ficou tudo escuro e sentiu seu corpo se encontrar bruscamente contra o chão.
Carol já sabia do que se tratava quando Elena gritou ao telefone, reuniu o pessoal da delegacia ambos todos fizessem parte do conselho. Então se preparam rapidamente com armas e com balas de verbena. A erva poderosa que deixava vampiros fracos o suficiente por um tempo enquanto faziam a captura e depois o decapitavam e queimavam os pedaços. Claro que depois que tivessem todas as respostas que queriam dessas aberrações que apenas queriam matar pessoas inocentes. Fora isso que aconteceu com o irmão de Enzo, Edward. A equipe da xerife o pegou e executaram o mesmo plano de sempre. Então ela deduziu que Enzo voltou por vingança, sempre volta alguém deles por vingança e ela sempre cuida de todos eles.
Carol foi esperta como sempre e apagaram as luzes da viatura entraram na ponta dos pés, foi aí que Carol viu ele enforcando Elena e mirou no pescoço dele, atirando bala de verbena com silenciador para que ele não se virasse a tempo para pegar a bala. E a bala o penetrou fazendo ele soltar Elena no mesmo segundo em seguida ele tombou no chão rosnando de dor, verbena os queimava por dentro e por fora.
Xerife suspirou pesadamente ao ver que se tivesse demorado 1 segundo a mais sua filha teria sido furada por aquelas presas malditas. Os homens da equipe correram até Enzo e o prenderam com cordas afundadas em água com verbena, na boca fizeram o mesmo, e enfiaram uma estaca de madeira também com Verbena eu seu abdômen. O carregaram dali levando para a viatura.
Carol correu ate a filha e com a ajuda do parceiro a levou para o carro e depois até o hospital. Carol ligou para Alaric e explicou o acontecido, ele se exaltou na hora e saiu gritando com os empregados os chamando de incompetentes que nem cuidar de uma adolescente eles conseguiam. Pegou seu porche e deu a partida cantando pneu até o hospital. Jeremy estava dormindo sem se dar conta de nada.
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