Notas iniciais
Espero que gostem do primeiro capitulo, desculpe algum erro, se quiserem dar sugestão para estar arrumando algo, estou aceitando.

Lá estava Levy em sua sala pensando como tudo chegou á esse ponto, como uma pessoa pode ser tão boa o bastante de não ser descoberto, de não deixar nenhuma pista? Será mesmo que era uma pessoa? Por que um crime desse modo não haver nenhuma evidência, nenhuma prova, é quase impossível! Tanto que ela trabalhou, tanto que ela lutou para conseguir , e agora tudo está caindo cada vez mais, cada dia que passa são mais vitima e menos provas.

Levy ouviu algumas batidas na porta, e logo disse um “entre”.

– Ara, Ara, que desanimação é essa Levy? – Disse a albina, com um sorriso estampado no rosto. – Trouxe um cafezinho para você, Makarov ligou e disse que chegará dentre cinco minutos, e tem uma surpresa pra você.

A pequena pegou a xícara delicadamente, e bebeu recentemente a única coisa que faz bem á ela é o cafezinho da mira-chan, a pequena suspirou. – Aposto que é minha carta de demissão.

A albina sorriu. – Não seja tão negativa, aposto que é uma noticia boa.

Logo a albino se retirou, e deixou á baixinha com os seus pensamentos.

Ouviu novamente algumas batidas.

– Hoje é meu dia, só pode! –Bufou á baixinha. – Entre.

A porta abre e um ser minúsculo entra, Makarov o chefe dos investigadores, e logo atrás dele entra um ser enorme cheio de piercings, com uma cara de mal, Levy engasgou-se imediatamente quando viu o Redfox.

– Ohn.. Levy tudo bem? – Perguntou o pequeno homem.

Gajeel estava com uma expressão assustada, jamais imaginaria que iria rever a baixinha novamente, leve apontou seu dedo para gajeel e berrou. – O que esse animal de duas patas, brutamontes, marginal, faz aqui?

– Olhe como fala comigo sua nanica, esqueceu que sou maior que você? Posso te matar.

Levy segurou sua xícara mirou bem na testa do moreno, e atacou, e acertou em cheio.

– Ei! – Gritou gajeel. – Tá maluca?

– Legitima defesa, você me ameaçou! Acho que já até encontrei o assassino.

– O que você está querendo dizer com isso, nanica...

A mesma cruzou os braços e deu um longo suspiro. – Eu quis dizer, o que eu acabei de dizer.

Makarov apenas forçou um pouco á tosse, trazendo á atenção para si. – Pelo que eu vi vocês se conhecem, então, Gajeel essa é a investigadora que você irá trabalhar no caso do assassino em série.. – O velho suspirou, e fechou os olhos já imaginando os gritos da azulada. – Levy surpresa! Você tem um novo amigo.

Levy começou á tossir, colocou a mão na garganta, e fez drama. – Chefinho querido, como ousa fazer comigo? EU ATUREI ESSE PORCO POR VÁRIOS ANOS– Se alterou, e depois começou á falar manso novamente. – Ele me chamava de baixinha, anão, já tacou tinta azul em mim. VOCÊ NÃO SABE O QUE EU SOFRI, ME MATE LOGO, MAS NÃO ME DEIXE COM ESSE ANIMAL!

O velho levantou-se e caminhou até a saída. – Vocês dividiram a sala, o gajeel já trouxe os instrumentos de trabalho e tudo o que ele conseguiu no caso, ehn.. Espero que você sobreviva Gajeel..

Então, o makarov bateu a porta e saiu correndo, gajeel se jogou na cadeira e suspirou. – Novamente juntos baixinha, acho que é o destino.

Levy passou a mão em seus cabelos se recompondo. – Estou vendo que não tenho outra escolha, não é mesmo, lata de ferro? Então, você conseguiu alguma prova, evidência, alguma coisa?

– Não muita coisa, só consegui o obvio, acho que até você percebeu. – Gajeel suspirou. – Suas vitimas são todas mulheres de 20 á 30 anos, todas tem algo em comum.. – Gajeel fez uma pequena pausa, e Levy continuou.

– Todas elas têm começaram com a letra L, isso deve significar algo? – Disse á azulada, a mesma colocou á mão em frente ao seu rosto, esperando uma resposta talvez.

– Talvez sim, ele odeia alguma mulher com a letra L? Mas seria um motivo muito fútil, que tipo de louco faria isso? – Gajeel mordeu os lábios.

– Eu não sei..

O telefone foi tocada interrompendo á conversa de ambos.

– Detetive Levy McGarden, pode falar.

– Oi levy, aqui é o Gray, na delegacia tivemos mais ocorrências, um corpo de uma mulher aparentemente 25 anos foi encontrado nas margens de um rio, a descrição parece que é do assassino pois tem as mesmas letras “DS” e marcas no corpo.

– Claro Gray, estamos a caminho, você poderia dar algumas coordenadas?

– Hai, Hai.

☺☺

Levy e Gajeel chegaram em trinta minutos, O delegado Gray Fullbuster já estudou na mesma classe que os dois investigadores, e sempre soube do ódio que um sentia pelo outro, e se espantou em ver os dois juntos, trabalhando e sem sangue voando pelos ares.

– Pensei que iria morrer e nunca ver isso. – Comentou o Gray, logo Jellal que se tornou um bom policial, e também se estudou na sala de ambos.

– Eu só ainda não atirei nesse ser idiota, por que temos que trabalhar em equipe. – Disse a azulada.

– Eu digo o mesmo. – Resmungou gajeel. – Preciso recuperar minha dignidade como investigador, e a adorável Levy precisa receber méritos como sempre.

– Estou vendo á hora desses dois se matarem. – Resmungou Jellal. – Cuidado em Levy, eu e a Erza éramos assim, mal nos olhávamos que sentíamos vontade de atirar um no outro, e olha só.. hoje temos até uma erzinha em casa.

Levy apenas jogou um olhar ameaçador para jellal.

– Ok, Ok, não se fala mais nisso.

Chegando no local parecia cenas de filmes de terror, tinha muito sangue, mas algo estava diferente, dessa vez a mulher estava sem roupa, estava completamente nua, será que dessa vez eles achariam alguma pista?

Levy olhou para gajeel, e logo ouviu alguns gritos, gritos desesperados.

– Minha filha! Devolvam minha filha. – O que levy mais odiava aconteceu, mais uma chorava vendo sua filha totalmente morta, a mulher tentou passar da fita de isolamento, só que foi impedida por parentes e policais, que tentavam preservar a cena do crime. –ELA TEM QUE ACORDAR! AMANHA É O ANIVÉRSARIO DELA, ELA TEM QUE ESTAR PRONTA PRA FESTA SURPRESA, POR FAVOR, Lucia, acorda. – A mãe batia em sua própria cabeça, se beliscava, se contorcia de dor.

Levy não aguentando ver aquela cena se aproximou da mulher. – Eu.. realmente.. lamento..

A mulher em um ato de desespero, de socorro, agarrou o braço da pequena e apertou. – POR FAVOR! AJUDE MINHA FILHA, PEGUE QUEM FEZ ISSO COM ELA, POR FAVOR!

Levy estendeu seu outro braço e segurou na mão daquela mãe desesperada. – Eu prometo que faria o possível e o impossível para pegar quem fez isso com sua filha, e quando eu pegar eu juro que a justiça vai ser feita.

Levy deu as costas, agora ela estava mais determinada que antes.

– Vamos gajeel. – Cutucou gajeel, que a seguiu.

Gajeel e Levy se encararam por alguns segundos, e por fim passaram á fita de isolamento, gajeel começou á olhar o local do crime, e Levy apenas olhava as pistas no corpo.

Algo estava diferente, o ar estava diferente, algo estava errado do comum.

Levy notou algo estranho na boca daquela mulher, pegou seus dois dedos e apertou as bochechas e abrindo á boca da mesma, e notou um pedaço de papel dentro, calmamente pegou seus equipamentos e tirou o papel, que logo desdobrou e ficou surpresa com o que estava escrito.

“ Para vocês me acharem vão ter que retornar no passado”

– Gajeel corri aqui. – Gritou a azulada.

– O que houve? Se você me atrapalhou por alguma besteira.. Não respondo por meus atos. – Disse ele, Levy apenas o olhou com um olhar superior e entregou o papel.

Gajeel não desgrudou os olhos do papel até ler todo o conteúdo. – Mas que merda é essa...

– Gajeel á cinco meses esse assassino vem matando pessoas e não deixando nenhuma pista, á cinco meses.. Agora esse bilhete, será que estamos falando da mesma pessoa?

O moreno encarou o corpo, e logo encontrou á marca do assassino. – Está escrito DS, se alguém não estiver brincando conosco, é ele! Mas o que ele quis dizer com voltar ao passado?

– á marcas no pescoço dela, provavelmente foi estrangulada igual as outras.. – Disse azulada. – Mas as roupas.. todas rasgadas, não faz o perfil dele estupra-las, até agora ele apenas as matavam.

– Só o legista pode saber se ela foi ou não, talvez ele esteja querendo nos desafiar, talvez nem saiba que eu esteja trabalhando com vocês, talvez tenha feito uma jogada e acertado– Bufou gajeel.

– Talvez, Talvez, essas incertezas me sufocam.

– Calma, calma, baixinha sinto que as coisas estão tomando rumos diferentes, deixem o resto do pessoal chegar, amanha falamos com o legista, e só talvez nossas incertezas possam tornar certezas.

Continua.