Notas iniciais
Gente, sorry, very sorry... Demorou? demorou. Demorou de mais? Demorou... MAAAAAASSSSS.... Agora eu to aqui... Helena tá aí, linda como sempre, fazendo loucuras. Sugestão: Leiam o capítulo escutando: No tears left to cry/ Ariana Grande

— Dessa daí Luzia, vamos.

-Nãããooo...

-Meu pai vai chegar.

-Vai nadaaaa

Bom, essa sou eu tentando tirar uma prima bêbada de cima da mesa. Que ideia maravilhosa essa da festa.

-Luzia, por favor.

-Ahhnnnnn! Tá!

No momento que ela ia descer, o Serial-Killer que eu humilhei hoje mais cedo, chegou por trás e a agarrou pela cintura.

-Ela vai estar ocupada.- Ele falou com um sorriso nem um pouco inocente. Como ela estava bem bêbada, se deixou ser arrastada.

-Não acredito- Resmunguei, vendo que teria que lutar de novo.

Coloquei a mão no meu sutiã, e de lá tirei um pequeno canivete. O abri e joguei no ombro do homem.

-Mas, que...- Não o deixei continuar, peguei impulso, e joguei a minha perna bem na sua cara. Ele soltou a Luzia e deu alguns passos atrás cambaleante.

-Agora você não me escapa...- Falou, pra segundos depois, sacar uma faca e avançar contra mim.

Agarrei seu braço que estava com a faca e o joguei para baixo, deixando-o a centímetros de seu joelho. Aproveitando seu desequilíbrio, lhe dei uma rasteira e vi ele cair no chão com um baque. Fiquei por cima, e ainda segurando sua mão com a faca, comecei a o enforcar.

Depois, não sei mais o que aconteceu. Ele simplesmente trocou nossas posições e ficou por cima. Tirando outra faca da bota que estava usando e a pondo contra o meu pescoço.

-Solte-a.- A voz do garoto de olhos zuis que eu não me lembro o nome se fez ouvir. Ele não soltou, apenas virou a cabeça, de modo que pudesse ver a cara do outro.

-E por que eu f....Awwwnnn!!!- Ele gritou depois que eu agarrei uma de suas orelhas e girei. Foi o suficiente para me soltar. O empurrei para o lado, e sentei em sua barriga, cravando os pés no chão ao lado de seu corpo, logo depois cobrindo sua cara com socos. Quando fui ver, ele já estava inconsciente, e na minha mão, eu não sabia se ela sangue dele ou meu. Me levantei e dei de cara com os olhos azuis mais penetrantes do universo. Não sei por que, mas olhando por esse angulo, o garoto é mesmo um gato, até com a cara de sono que estava. Mas eu não podia demonstrar fraqueza. O empurrei para trás até que ficasse com as costas encostadas na mesa.

-Por que fez isso?- Perguntei gritando

-De nada- Falou simplesmente, para logo depois chegar bem perto de mim, a ponto de ficar com a boca a centímetros da minha, eu? Como a trouxa que sou, não fiz nada. Quando estava quase encontrando seus lábios no meu, cochichou- Agradeça.

Dei um tapa na sua cara, cheguei para trás e o olhei. Dava para ver que ele estava esperando uma reação tipo socos, mas eu falei, o surpreendendo.

-Seu zíper está aberto. — E saí, agarrando minha prima pelo braço no caminho.

Quando cheguei no jardim, logo vi que teria problemas. Lobinho da Bella, e outros dois capangas estavam na frente da porta da entrada pricipal, que logo depois dava para os quartos. Ao que me parece, eu teria que passar vergonha novamente para me livrar dessa situação.

-Fique aqui- falei para minha prima que estava doidona olhando para o teto e rindo.

Saí correndo em direção á eles e falei.

-Pelo o amor de tudo nesse mundo. Virem para lá que eu estou com dor de barriga! Vou ter que fazer no matinho.

-Mas...- Eles me olhavam assustados.

-Mas nada! Vira logo senão faço na calça, anda que acho que é diarréia!- Eles viraram na hora.

Comecei a fazer uns barulhos muito estranhos com a boca, sério mesmo, realmente parecia que eu estava fazendo tudo no matinho.

Continuei fazendo os barulhos, saí correndo agarrei minha prima pelo braço e a puxei. Voltando o caminho, acabei vendo um cocosinho de cachorro, pisei nele, e fui o arrastando até atrás do matinho. Deixei lá, e quando entrei pela porta, gritei:

-Graças a Deus, agora realmente não tem mais nada para sair...- O mais engraçado foi ouvir um deles vomitar...

Consegui chegar ao quarto, a primeira coisa que fiz, foi tacar aquele sapado nojento de cocô no lixo. Logo depois, enfiei minha prima de roupa e tudo debaixo do chuveiro. Mesmo sobre os protestos dela, acabou que consegui deixá-la mais sóbria. Bom, o mais sóbria que minha prima consegue ser.

-Vou dormir ta, gata? Depois você me conta como foi ficar com gatinho de esmeraldas nos olhos

-Safiras.

-Quê?

-Esmeraldas são verdes,safiras são azuis.

-Caramba priminha, já ta falando que os olhos dele são como esmeraldas!

-Safiras!

-Ai é! Desculpa, safiras... Seus olhos que são esmeraldas.

-Vai dormir Luzia!

-Vou!

-Boa noite

-Boa noite safadinha.

Porém, eu não conseguia dormir. Estava com muita coisa na cabeça. Sabia que teria muita coisa para fazer amanhã, como por exemplo, participar da abertura das lutas, onde pelo o menos 10 de 200 vão ser eliminados. Muita gente vai morrer.

Depois vou reclamar com meu pai a ousadia daquele garoto, que por acaso, me encurralou duas vezes e me desafiou, e em ambas, perdeu. Acho que, sinceramente, ele gosta de se humilhar. Também deveria falar dos olhos de safira. Mas, não sei por que, não quero que saia antes... Tenho certeza que ainda tem muita coisa para acontecer, e os olhos de safira( Adorei esse nome, como não lembro o nome dele, vou chamá-lo assim)me parece um bom competidor. Acho que já sei para que estou torcendo.

Notas finais
Como perceberam, esse capítulo foi beeeeeeem menos que os outros, mas... esperam que tenha ficado bom do mesmo jeito!!O quê acharam? Sugestões, comentários, erros, podem falar, sempre bem vindos (Os erros não são bem vindos mas a correção deles sim;);) Capítulo escrito por Cor das palavras...