Entre o ódio e o amor.
3 Capítulo 2.
Notas iniciais

Gajeel estava caminhando para chegar ao prédio da frente, o local de onde havia ocorrido os tiros, mas algo lhe chamou a atenção o barulho dos carros de policia. Eram duas viaturas em uma delas estava o delegado Gray, e em outras estavam outros policiais.
– Ei, cara está tudo bem? – Perguntou gray.
– Sim! Manda teus homens ir atrás da Levy ela está em uma sala lá dentro do prédio, eu vou para o local dos tiros.
– Sozinho? Se eu deixar você morrer minha Juvia jamais te me perdoaria, por deixar o seu melhor amigo de infância morrer. – Gray bufou. – Vocês vão procurar Levy, e eu irei com o senhor Redfox.
Gajeel revirou os olhos. – Eu sei que você me ama Gray,não te culpo por isso, culpo minha beleza.
Dessa vez que revirou os olhos foi Gray. – Fala menos e age mais. Bora.
Ambos partiram para o prédio.
– Levy, tem certeza que já está seguro de sair? – Perguntou Elfman.
– Tenho, eu irei sair, por via das duvidas sempre ando armada também! Você fica caso o gajeel volte diga que fui atrás da diretora, okay?
Elfman balançou a cabeça positivamente.
Levy saiu da sala em posição de ataque, mas logo percebeu que o caminho tava livre, ela precisava chegar o quanto mais rápido á diretoria, Levy tinha um pressentimento, que talvez encontraria alguma coisa de importante.
Chegando na ultima sala, encontrou uma porta semi-aberta, escrito “Diretoria”.
A azulada deu algumas batidinhas e logo ouviu um “entre” abafado.
– Com licença, Mavis. – Disse a azulada, enquanto entrava no local. – Você não deve me conhecer, Sou Levy Mcgarden investigadora sobre o caso, e estou aqui pra..
Mavis a interrompeu. – Eu sei por que você está aqui. Sim, todas elas eram daqui.
Levy a encarou totalmente confusa. – O que?
Mavis deu um leve sorriso. – Então vocês não sabiam... Essas moças que morreram tem uma certa ligação com a escola.. Algumas delas já estudaram aqui, já outras prestaram serviços;
Levy a encarava assustada. – Mavis, então você quer dizer que todas as mulheres/moças assassinadas já estudaram ou trabalharam aqui? – Levy deu um longo suspiro. – Meu Deus.. Estou chocada com tanta informação, Mavis irei te pedir duas coisas a primeira é você poderia ir até a delegacia apenas prestar esclarecimentos e a outra é você poderia fazer uma lista de alunos que estudaram na escola, no mesmo período que eu estudei?
Levy estava meio que confusa, tanta informação, com cinco meses de investigação essa era a primeira vez que conseguia chegar tão perto do assassino. A pequena senhorita Vermilion se levantou, pegou alguns documentos em sua gaveta e entregou para Mavis.
– Esses são os documentos minha jovem. – Disse a mulher. – Eu só preciso te pedir um favor, á meses estou sendo ameaçada por um homem que nem sei quem é, estão ameaçando minha família, por isso nunca entreguei isso á investigador algum, por isso apaguei os registros dessas pessoas do meu colégio, ele sabe de toda minha vida, eu não posso arriscar á falar isso á outra pessoa a não ser você. – A loira suspirou. – Levy esse homem, falou que eu só poderia dizer isso á você e ao investigador Redfox, com toda a certeza do mundo vocês estão correndo perigo assim como eu, não posso ir até a delegacia, lamento.
Levy a encarou assustada. – Então, ele provavelmente nos conhece... Droga. – A azulada apertou os punhos.
Levy ouviu algumas batidas na porta, ou melhor, alguns chutes pra falar á verdade, então sacou á arma e apontou em direção á porta.
– Opa, Opa, eu sei que você me ama, mas não demorei tanto assim. – Disse gajeel levantando as mãos pro alto, logo atrás estava Fullbuster e seus policais. – Encontrei algo.
Levy revirou os olhos. – Eu também.
☺☺
Levy havia prometido á Mavis que não ia a colocar em mus lençóis, afinal, a azulada não poderia colocar Mavis em risco fazendo-a prestar depoimentos, depois do ocorrido McGarden E Redfox seguiram para á delegacia junto com Gray, pois eles tinham ligações no passado, provavelmente os três juntos seriam mais espertos, do que um pensando por si só.
– Então quer dizer que todas as vitimas estudaram ou tiveram algum ligamento com a escola.. – Dizia gajeel, enquanto bebia seu café super amargo. – Droga, como não pensamos nisso?
Levy bebeu um gole do seu café super adocicado, enquanto lia outro bilhete, gajeel quando foi verificar o prédio, pra ver se tinha alguma vitima ou se o atirador tinha deixado rastros encontrou outro bilhete que nele dizia “Estão chegando perto, mas não tão perto, ainda posso ver a chuva.”
Enquanto gray remexia nos papeis que Levy havia pegado com a diretora. – Eu deveria ter percebido alguns nomes me lembram-me pessoas do passado, como á terceira vitima, foi uma peguete minha no passado..
– Deixe juvia escutar isso, ela mata a coitada novamente. – Disse Levy, enquanto soltava um sorriso. – Mas o mais intrigante, por que nós? Será que éramos muito ligado á essa pessoa? Ou será uma coincidência.
–Levy.. – Disse gajeel. – Isso não é mais uma coincidência, eu fiz um levantamento de todas as pessoas que foram na nossa sala desde o primária, tenho certeza absoluta que alguma delas é o assassino.
Levy bebeu as ultimas gotas do café, como se fosse o ultimo que ela tomasse. – Gajeel faça um levantamento com o endereço das pessoas que estudaram desde o primário. Amanha começaremos á visitar alguns amiguinhos..– Levy olhou novamente o papel, e arregalou os olhos. – Como eu não pensei nisso?
– Oe, Oe, baixinha o que houve? Você ficou branca. – Disse gajeel.
– Chuva.. Gray o que te lembra chuva?
Gray pensou um pouco, e logo arregalou os olhos, a garota mais linda do colégio e a mais esquisita também, chorava por tudo, ninguém poderia consola-la apenas ele. Pois ele era feita para ela, e ela era feito para ele. Juvia loxar.
– Juvia.. – Gray também ficou branco. – Eu preciso encontra-la!
Continua... !
Próximo capitulo resgate.
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