Entre mundos
1 Prólogo
Estava escuro como breu. A sala estava fria, úmida e vazia, exceto por duas pessoas.
– Tem que ser assim, Andrew, não há outro jeito. – Disse uma voz rouca, por trás de um computador.
– Tem que ter. Nunca há só um caminho.
– Apenas aceite.
– Você sabe quantas pessoas morrerão se isso continuar? Eu posso dá um jeito.
– Você não pode, Andrew, ninguém pode.
– Há um outro mundo.
– Sim, nós sabemos, há vários.
– Há uma garota de outro mundo.
– O que você quer dizer?
– Uma garota em outro mundo tem conexão com esse mundo. Não sei explicar, apenas sei.
– E o que você acha que ela pode fazer? É apenas uma garota! Conexões assim acontecem de épocas em épocas.
– Ainda sim, é raro. Ela não é só uma garota. Confie em mim.
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