Eu estava acordando lentamente, dormi como um bebê e sonhei com coisas normais, senti por um milésimo de segundos que tudo o que havia acontecido não passasse de um pesadelo.

Logo voltou a realidade e eu levantei da cama, verifiquei o horário e escutava barulhos de gente festejando e de um leve jazz.

—É muito cedo pra isso.—digo, eram 09hs e alguma coisa.

Bocejo e levanto-me, desligo a TV, havia esquecido ligada. Caminho direto para o banheiro, ainda muito sonolenta escovo meus dentes, olho-me no espelho e me espanto com a visão do meu cabelo, estava muito bagunçado.

*

Estava cheirosa e com cabelo devidamente tratado e arrumado, coloquei um vestido branco bem leve e minha amada jaqueta de couro preta, calcei uma bota cano longo abaixo do joelho com uma meia até a coxa pouco a cima do joelho, tanto a bota quanto a meia eram pretas.

Gostei do que vi no espelho e decidi encontrar a Hayley.

Ela estava arrumando alguma coisa em um baú na grande sala do lugar, desci a escada e fui até ela, tinha bastante gente indo para lá e para cá.

—Oi.—digo. Rebekah também estava lá colocando um vestido branco em um baú.

—Ei...—diz Hayley sorrindo ao me olhar.

—Então menininha, tem planos para hoje?—pergunta Rebekah para mim.

—Eu acho que não? Por que?—falo.

—A bruxa da casa sumiu, Klaus e Marcel estão mandando os vampiros deles procurarem ela, e tenho certeza que vai sobrar pra nós também.—diz Rebekah.

Souto o ar, sinal que eu não estava muito contente.

*

Eu estava com Rebekah na rua mais movimentada de Nova Orleans, onde havia pessoas fantasiadas dançando e curtindo um belo e alegre jazz.

Se fosse em outras circunstância eu iria amar está aqui, na multidão.

Rebekah e eu encontramos o Elijah e o cara que ela me disse ser o Marcel conversando e procurando a menina que desapareceu chamada Davina, logo mais um homem aparece, creio que seja o tal Klaus que tanto falam.

Estávamos chegando até eles.

—Não gosta de festivais?—escutamos o Klaus dizer para o Marcel.

—Não sei por que não...—intrometeu-se Rebekah roubando as atenções dos três homens.

Eu apenas estava ao lado dela quieta e observando um pouco as pessoas.

—Quem não gosta de festivais?—completou a vampira loira.

Marcel a olhou de um jeito diferente, não sei descrever.

—Irmã, veio nos ajudar em nossa busca?—perguntou Klaus meio divertido.

—Não podemos deixar sua arma secreta cair nas mãos erradas.—diz Rebekah no mesmo tom que o irmão.

Eles são parecidos.

—Que ótimo que veio com mais ajuda.—diz Klaus referindo-se a mim.

Como eu estava desconfortável, o único porto seguro era a Hayley e Rebekah para mim no momento.

—Só para registrar estamos prestes a recupera-la.—diz Klaus com seu famoso jeito “eu sou o foda”.

—Eu reconheço esse tom de voz Niklaus.—diz Elijah olhando para o irmão.—Claramente você tem um plano diabólico. Qual.. é?

Klaus da um sorriso para o irmão e sai seguindo em frente, nos deixando apenas segui-lo com o olhar.

Não dava para ver direito com tanta pessoa na frente, mas creio eu que Klaus estava falando com um jovem rapaz.

Logo Klaus começou a falar no celular, os vampiros ao meu lado pareciam ouvir a conversa, mas minha audição de lobo não é nada comparada a deles.

*

Todos se misturaram, eu disse a Rebekah que procuraria pelos becos, eu sabia quem era a Davina, pois á vi no quarto com um rapaz.

Fui andando e andando, nada da bruxinha, uma mulher havia esbarrado em mim enquanto dançava, ela estava bêbada aparentemente, pois o copo de cerveja dela era bem largo.

Aquela cena me lembrou algo... vi alguns homens tocando Jazz, os instrumentos que usavam lembrava-me algo...

Andei em direção a o milésimos beco que a Davina poderia está se escondendo e a imagem que vi foi horrível. Um vampiro estava se alimentando de uma mulher, ela estava coberta de sangue e provavelmente morta.

O vampiro olhou-me e soltou a garota deixando o seu corpo cair como se não fosse nada ao chão.

Agora lembro-me, isso é exatamente só que muito mais nítido que acontece em meu sonho, um que sonhei a muito tempo atrás e que só se repetia.

O vampiro sorriu para mim, com aqueles caninos cheios de sangue e com os olhos bem escuros.

—Olá lobinha.—diz ele vindo lentamente em minha direção. Eu estava em pânico, com medo de novamente ser mordida.

—Que pena que é protegida dos originais.—ele diz ameaçadoramente.—se não já teria a cabeça arrancada. Cachorro.

Isso doeu em meu coração, agora não estava com só medo estava com ódio junto.

—Suas palavras não me afetam em nada seu vampiro de merda!—também digo ameaçadoramente, foi surpreendente tanto pra mim quanto pra ele.

Ele me encara por alguns segundos não gostando da minha postura ameaçadora.

Ele chega mais perto.

—Tá se achando de mais.—ele fala e me encosta assustadoramente rápido contra parede, mas antes de mais algum movimento alguém chega e o joga contra a outra parede, fazendo com que quebrasse um pouco os tijolos.

O vampiro enraivecido levanta-se e avista ao meu lado a Rebekah.

—Deveria ter mais cuidado com quem se mete, na próxima eu arranco o seu coração.—diz Rebekah ao vampiro derrotado, parecia que aquela garota não tinha medo de nada.

O vampiro sai rapidamente do lugar.

—Não deveria ter a deixada sozinha nesse caus.—diz Rebekah.

—Obrigada.—digo meio ofegante.

Ela sorri e caminha para fora do beco, eu a sigo.

*

Rebekah e eu estávamos entrando silenciosamente em casa, mas ela me mandou esperar na entrada, escutei gritos, eram do Klaus e logo o sufoco do Elijah, como se estivesse engasgando no seu próprio sangue e por fim depois de algumas conversas o corpo de Marcel caindo no chão.

—Qual é querida, não acredito que estava caindo nessa... é hora das garotas conversarem.—escuto Rebekah dizer.

Eu caminho até onde elas estavam, e que imagem crítica, os três homens estavam desacordados no chão, e onde Elijah estava havia uma poça de sangue.

Segurei-me para não vomitar. Davina olhou para mim e logo para Rebekah.

—Isso é impressionante.—Começa Rebekah.—E bem merecido na minha opinião. Agora antes de me atacar tenho uma surpresinha.

Escuto a zuada do portão da saída ser aberto e fechado, era o amigo da Davina, o que tinha olhando ontem no quarto dela.

—Josh o que você tá fazendo? Sai daqui!—fala Davina preocupada com o amigo.

Rebekah em velocidade vampiresca corre até o Josh e agarra seu pescoço, assustando a todos nós.

—O que tá fazendo?—Josh fala com dificuldade segurando a mão de Rebekah em seu pescoço.

—Se eu fosse como o Klaus, arrancaria a cabeça dele e daria para um vampiro se alimentar e seria o fim do seu amigo.—diz Rebekah virando a cabeça para olhar Davina enquanto Josh tentava tirar a mão dela de seu pescoço.

Logo Rebekah desfaz sua ação de sufoca-lo. O rapaz tenta recuperar seu folego enquanto massageia o local apertado.

—Mas, machucar pessoas é uma coisa tão infantil, como Klaus controlando seu violinista no telhado.—diz Rebekah direcionando o seu olhar para o rapaz em situação nada conveniente.—Embora eu seja muitas coisas.. não sou meu irmão.... Tudo bem Tímot pode descer ninguém vai te machucar.—ela fala para o rapaz em cima de uma barra de ferro bem no auto.

—Ele disse que eu não podia descer dessa viga.—o rapaz com o violino responde.

—Então não desce.. eu sou a única esperta aqui? Pula!—ordena a vampira original.

Rebekah vai até debaixo do garoto, esperando o mesmo jogar-se de lá.

Eu estava com muito medo de que esse rapaz morresse bem ali, na minha frente.

O violinista posicionou-se para pular, logo o fez, Rebekah o pegou com sucesso.

O rapaz olhou para cima onde estava e olhou para a vampira, acho que estava agradecido, ele virou-se encontrando a Davina e abraçou a mesma.

—Davina. Como você fez isso?—ele perguntou olhando os corpos dos três homens ao chão.—Como eu cheguei até aqui?

—Eu vou explicar tudo, eu prometo.—diz Davina e se abraçam novamente.

Desfazem o abraço e posicionam os olhares para Rebekah.

—Por que fez isso?—pergunta Davina.

—Parece que tá segurando todas as cartas, mas não sabe em quem confiar.—responde a loira.— Já provei que pode confiar em mim, agora vou mostrar mais uma coisa.

Sinceramente eu estava muito preocupada de que esses três caras acordassem e decidissem nos punir.

—Não vai demorar, traga seus amigos.—completa a Barbie Original saindo.

*

Estávamos no tal Jardim, onde não tinha nada bonito, apenas velas, teias de aranha e muita poeira e vampiros em longa tortura de dessecamento presos em paredes de tijolos.

—Que horror.—pronuncio-me pela primeira vez em muito tempo.

Davina e o amigo dela estavam horrorizados também.

—Ah, não se preocupe eles não estão mortos.—comenta Josh.— só... muito famintos,—ele vê que o garoto estava mais ainda assustado.—é eu não tô ajudando, né?!

Caminhamos mais para dentro. Coisa horrível.

—Acha o meu irmão Klaus horrível? Marcel aprendeu com o melhor.—diz Rebekah.—É assim que ele trata, os quê chama de amigo o que o traem... o máximo que essas pobres almas fizeram não chega nem perto do que o Josh fez.... Olha o Thierry, era o amigo mais confiável do Marcel, Klaus o enganou para quebrar uma das regras do Marcel e o Marcel sabe disso, e ainda sim mantem o Thierry preso aqui, dia após dia, sofrendo.

—Isso é loucura.—diz o violinista, Tímot.

—Por que tá me contando isso?— pergunta Davina.

—Por que precisa saber com quem está lidando.—responde Rebekah.—Em quem confiar.

—Olha é... Davina... vai ficar tudo bem...—diz Tímot indo ao seu lado.

Eu estava próxima do Josh.

—Como se meteu nessa?—pergunta Josh baixo para mim.

—Por causa de boatos, uma Bruxa que agora está morta abriu a boca e falou baboseiras sobre mim e coisa e tal.—digo também baixo, para não interromper a conversa de Rebekah.—E você?

—Estava no lugar errado na hora errada, fui recrutado para ser do bando do Marcel que agora é do Klaus, eeee aconteceu algumas coisas não muito agradáveis e a agora o hibrido original não esta muito feliz comigo.—diz ele.

—Nós somos dois lascados.—afirmo e logo ele também com a cabeça.

Observo o estado de Davina, ela chorava, então o amigo dela fala para ela beber um pouco da água que ele havia bebido.

—Davina, você e eu fomos enganadas e usadas como vantagem pelo Marcel e pelo Klaus, talvez juntas podemos dar o troco.—Rebekah desabafa.

Logo chama a minha atenção o amigo de Davina, que estava passando mal.

—Ei,—digo chegando perto dele.

Ele se curvou até cair no chão de fraqueza e dor.

—Tim?—Davina vai ao seu socorro.

—O que você tem?—pergunto para ele, Davina estava sentada no chão empoeirado ao lado dele.

—Foi o Klaus... ele me forçou... eu não sabia o que ele queria até fazer...—o garoto fala sem muito folego.

—Fazer o que?—pergunta Rebekah.

—Beber...—diz Tímot

O rapaz começou a passar muito mais mal, ele deitou-se no chão agonizando.

—Tim?... Tim?—chama Davina.

—Klaus envenenou a água.—disse Rebekah.

Davina também começou a passar mal.

—Davina?—chama Josh.—Ah não...

Rebekah não acreditaria que seu irmão estava saindo por cima.

*

Rebekah estava conversando com o irmão pelo celular, enquanto Davina ficava cada vez mais debilitada.

Eu e Josh estávamos ao lado da jovem bruxa, tentando dá conforto.

Sangue de vampiro não estava a curando, e Rebekah esclareceu isso ao seu irmão na outra linha.

Rebekah desligou o celular e veio ver como Davina estava, até que a jovem bruxinha não resistiu, acho que a menina faleceu.

Pus a mão na boca em gesto de que estava chocada, esse irmão hibrido é um completo doente. Se a Davina que até então era aliada e decidiu-se virar-se contra ele... será que isso também pode acontecer comigo se ele sentir que eu não estou ao seu lado?

*

De repente Davina acorda, Josh a abraça de imediato, mas apenas só ela acordou, o garoto com certeza iria continuar morto.

A bruxa chama pelo nome do rapaz entre as lagrimas do desespero, foi duro presenciar isso.

**

Rebekah levava a menina em seus braços já que a mesma havia chorado até pegar no sono. Eu a segui é claro, também estava muito abalada, não sabia que essa família era tão complicada.

E eu achando minha vida um inferno, imagina dessa pobre menina.

Estávamos de volta em casa. Avistamos os três vampiros bem no centro do casarão, Marcel veio ao encontro de Rebekah mais Davina.

—Ela tá bem?—pergunta Marcel muito preocupado.

—Tá devastada.—responde a loira.— E exausta... onde é quarto?

—Eu levo.—fala Marcel.—eu levo.

Rebekah entrega a bruxa cuidadosamente para Marcel, Klaus estava observando assim como eu aqueles dois.

Eu estava desconfortável por está tão perto daquele homem, ele era mal e exalava isso agora.

Sim, eu estava com medo.

—Irei indo.—disse baixo a Rebekah.

Ela confirma com a cabeça, eu subo as escadas, e vou direto para o “meu” quarto o mais rápido possível.

*

Que dia de cão!

Joguei-me na cama, já estava pronta para dormir, de pijama e tudo.

—Caramba.—digo lembrando de tudo que havia acontecido hoje, eu que pensava que não iria fazer nada.

Mais o que não estava intendendo era... por que eu tô aqui mesmo? Que grande futuro é esse que eu tenho? Eu só tenho 16 anos, assim como a jovem Bruxa, somos bebês comparado a esses vampiros. Davina tem mais experiência do que eu, eu realmente não pertenço a esse lugar, então por que deveria ficar?

Levantei-me da cama.

—Eu não acredito em destino.—digo sozinha.

Esse papo furado da Agnes que eu sou algo que pode dá o fim nos vampiros é só besteira, eu não sou nada, além de uma garota temendo não ser morta nesse meio de vampiros e temendo a próxima lua cheia.

—Quer saber...— comecei a andar pro lado e pro outro.—eu irei voltar para minha casa, se por sorte não tiver sido vendida.

Comecei a arrumar-me rapidamente, coloquei o mesmo look de hoje, não tinha tempo para escolher.

Já estava descendo as escadas, e indo em direção à porta de saída carregando minha mala/bolça.

Caminhei rápido e o mais silenciosamente para ninguém me pegar no ato.

—Para onde pensa que está indo?—parei imediatamente quando escutei a voz dele poucos passos atrás de mim, sim, era o hibrido psicopata que eu não queria nunca mais encontrar.

Xinguei mentalmente por ter o azar de ter o encontrado.

—Eu não quero confusão.—digo virando-me para ele tentando controlar meu medo, pois ele não passava conforto algum.

—Então aconselho não fazer tal estupidez.—diz ele com os braços cruzados para trás.

—Eu não quero me meter nesse mundo maluco, por favor, deixe-me ir, eu não irei me virar contra nem um de vocês, até em tão não tenho motivos para isso.—falo com esperança de ele me deixar em paz.

—A questão não essa, as bruxas podem pega-la e usa-la como arma.—diz ele.

—E você já não tem a sua? Você é imortal, por que tem tanto medo?—espero que eu não tenha o chateado a ponto dele querer arrancar minha cabeça.

Ele ficou em silencio por alguns minutos, pareceu refletir.

—O que eu vi hoje só prova o quanto eu não estou preparada para isso.—digo.

Ele pareceu lembra-se de algo, e voltou a me encarar.

—Sabe... quando vi você pela primeira vez... pensei que só era mais uma alma que podia ou não ser vitima dos males da cidade, mas logo naquela noite... na noite que você foi mordida por aquele vampiro...

—Foi você?!—o a pontei de leve.—Você salvou minha vida?

Sério mesmo? Mas por que ele faria isso? Ele não é do mal?

—Eu não sabia quem você era, mas até então quando fiz você beber meu sangue eu pude ver em sua mente que você poderia ser a solução e a destruição,—diz ele dando uma momentânea pausa.—desta cidade.

Eu realmente não sabia o que estava por vir, mas como EU poderia ser a destruição de alguma coisa?

—Vocês sempre falam isso! Mas... eu não sou assim, não sou má... não machucaria nem uma mosca.—disse com os olhos cheio d’água.

—As bruxas fariam o possível para você se tornar o seu oposto, só para acabar com todos.—diz ele.

—Como? Através de magia? Nem uma até agora fez nada e garanto que não iram fazer.—falo.

—Você não as conhecem.—ele responde.

—Exato, assim como não conheço você.—digo temendo o pior, mas eu tinha que botar para fora os meus pensamentos.

Ele confirma momentaneamente com a cabeça.

Esse silencio era minha deixa. Virei-me para ir à saída, mas parei e virei-me para ele.

—Obrigada por não deixar aquele vampiro me matar.—digo sincera.

Ele me olha, e logo continuo o meu caminho, mas.. logo sinto algo estranho.

Como se fosse alguém tentando invadir minha cabeça, começou a doer, virei-me para ele.

—Você tá fazendo isso?— vai que é um tipo de tortura que um vampiro pode proporcionar.

Ele me olhou estranho.

—Não.—respondeu.

—Então tem alguém tentando invadir minha cabeça!—falo com certeza.

*

Estava há horas essa confusão em minha cabeça, aguem queria me invadir, e eu com todas as minhas forças tentava impedir. Estava sentada no sofá ao lado de Klaus que havia me oferecido uma bebida alcoólica.

—Não posso beber isso... só tenho 16 anos, e irei perder o controle se ficar bêbada.—digo não aceitando a bebida, e massageando as têmporas.

—Ou poderá confundir quem quer que seja que está invadindo sua mente.—diz ele ainda com o copo na mão.

—Não quero arriscar.—falo.

A dor era muito irritante, ficava mais forte às vezes, isso era sinal que a pessoa estava conseguindo invadir, mas eu logo concentrava-me em bloqueios, como imaginar uma parede de tijolos muito resistente, creio eu que isso o estava impedindo de acessar toda a minha mente.

—Isso só pode ser coisa de bruxa.—diz Klaus.

—A Davina teria sentido.—digo.

—Elas devem ter arrumando um jeito de esconder.—ele fala.

—Droga!, POR QUÊ QUE TEM QUE ACONTECER LOGO COMIGO!!—grito de raiva, estava doendo muito, o feitiço estava me afetando.

—Mas que gritaria é essa?—perguntou Rebekah aparecendo.

—As bruxas estão mexendo com ela.—ouço Klaus dizer.

—Logo agora...—falo entredentes.

—Chame a Davina!—ordena Klaus a Rebekah.

—O que tá havendo?—ouço a voz preocupada da loba gravida.

—Parece que alguém está atacando a lobinha aqui.—diz Rebekah.

—Oh, minha nossa, irei chamar a Davina.—diz Hayley.

—Não! Não...—falo recuperando o folego e levantando a cabeça para encarar as mulheres a minha frente.—não são bruxas, pelo ou menos não as vivas... era um aviso—olho para Hayley— dos ancestrais.

Olho para Klaus que ainda estava sentado ao meu lado.

—Qual é o aviso?—pergunta Klaus.

—Davina tem que morrer.—digo.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.