Entre amores de anos!
1 Capitulo Único
Notas iniciais
Boa leitura.
Pov. Bella.
— É serio que você escolheu mesmo essa cidade para passarmos essa temporada? – Falou Anne olhando pela janela da carruagem.
— Londres é um lugar lindo. – Eu respondi com um simples sorriso olhando para o outro lado.
— Sim, mais estamos chegando no Halloween poderíamos esta em um lugar muito mais festivo você não acha? – Eu olhei e ela se encolheu, podia sentir a vibração do corpo dela.
— Londres é ótima! – E eu sorri com sua concordância. – Porem onde vamos ficar?
— Eu ainda não sei. – E sinceramente não sabia, provavelmente ficaríamos em alguma pensão, eu queria um pouco de paz, sem ter que controlar tudo a minha volta. Em meio esse tempo o cocheiro tomou um caminho para um lugar com uma vegetação linda, eu me sentia completamente conectada com o lugar e aquilo me deixava tranquila.
Vejo que a minha senhora esta bastante feliz com o lugar. – Anne cuida do meu bem estar e me conhece melhor que ninguém, sabe meus potenciais e é uma defensora maravilhosa. Quando olho saímos da vegetação e logo vejo uma praça com pessoas indo para um lado e para o outro colocando aboboras com caretas e velas dentro das aboboras. Com a minha sombrinha eu bato no topo da carruagem e ele parou imediatamente, e abriu a porta.
— Ainda não chegamos senhorita. – Ele falou em tom baixo.
— Eu sei quero esticar as pernas um pouco. – Logo atrás de mim esta Anne.
As pessoas estavam com suas crianças com roupas aos frangalhos e com mascaras e sacolinhas na mão, mesmo que Halloween não fosse hoje ele já estavam se preparando para o evento, colocando enfeites e crianças treinado para fazer o famoso: “Doces ou travessuras!” até que um menino loirinho de bochechas rosadas olhar para mim e sorrir, eu sorri de volta e ele se colocou embaixo do meu vestido e ficou sentando se escondendo. E nisso veio um rapaz de cabelo acobreado, levemente bagunçado e suado provavelmente por correr atrás do menino.
— Senhoritas? – Ele fez um pequeno gesto para nos cumprimentar e eu apenas acenei de volta. – Vocês viram um menininho por ai correndo?
— Não! – Decidi entra no jogo.
— Obrigado! – Ele falou não olhando diretamente para mim, só que eu estava olhando diretamente para o seu rosto ele é bastante novo, mais tem um porte de homem que faz qualquer garota delirar, e no calor da idade, a energia dele é deliciosamente contagiante. E ele já ia embora quando eu lhe chamei a atenção.
— Eu não vi nem um garotinho correndo, mais talvez um garotinho se escondendo... – Falei rindo e apontando para baixo da minha saia.
— Eu não acredito? – Ele ficou constrangido e eu lhe estendi a mão e quando ele olhou nos meu olhos eu pude perceber que assim como os outros ele ficou encantando, só que tinha algo a mais nos seus olhos. A saia deixou de cobrir o menininho e começou a rir, e quando ele se levantou para correr Anne segurou o menino, que não ficou feliz com isso e começou a chorar muito alto querendo sua liberdade. Soltei a mão do rapaz bonito e fui ate o menininho.
— Se você parar de chorar eu lhe dou um doce, o que acha? – Ele me olhou e estendeu a mão. Eu coloquei a mão em minha bolsa e tirei de lá um pirulito lhe entregando e ele ficou quieto no colo da Anne.
— Você tem jeito com crianças. – Eu notei a voz grosa e gostosa do rapaz e isso era bom.
— Isso é um tipo de: Obrigada? – Eu falei olhando para ele e ele riu.
— Sim, pode se dizer que sim. – Ele ainda me olhava.
— Meu nome é Isabella Marie Swan. – Lhe estendi a mão e ele como um cavalheiro segurou e depositou um beijo singelo.
— O meu é Edward Antony Masen. – Os olhos dele é um tom de verde que você se perde, a cor do cabelos um marrom tom de cobre e uma elegância apesar de muito novinho.
— Muito prazer senhor Masen, e essa criança? – Ele olhou para o menino que ainda se divertia com o doce.
— É afilhado da minha mãe e ele correu dela. – Ele saiu de perto de me e foi até a Anne e pegou o menino em seu colo. – E a proposito temos que ir mocinho. – O menino não lhe dava muita atenção ele na verdade pouco se importava agora. – Eu fico lhe devendo um enorme favor.
— Cuidado que eu posso cobrar essa divida em? – Ele sorriu e aquilo me fazer ficar completamente arrepiada.
— Pode cobrar senhorita Swan. – Ele foi andando com o menino. E ele saiu das minhas vistas, e eu pensando que eu teria um pouco de sossego, lerdo engano.
— Já vi que você vai deixar mais um coração partido. – Anne me olhou com diversão. – Só cuidado para não transforma isso em um grande problema. – Ela me alertou. – Da ultima vez não deu certo lembra?
— Matei um lobisomem e você ficou dias sem falar comigo por conta disso. – Eu me virei para ela e ela baixou a cabeça. – Só que ele não é da sua raça e ele é humano mas fácil de matar se ele me criar problemas, e humanos se matam por tão pouco. – Dei uma pequeno riso. – Mais fácil ainda de esconder o rastro. – E continuei andando. Até que eu vejo uma grande placa de pensão onde eu e anne nos alojamos e eu estava precisando dormir um pouco e a ultima coisa que eu vi foi os olhos do senhor Edward.
(...)
Algumas horas depois que me acordo eu escuto que vai ter um grande baile na cidade em comemoração a vinda de um barão. E como eu não posso ficar de forma alguma fora dessa comemoração e menos de alguns minutos eu e a Anne estávamos prontas, e alugamos uma carruagem para nos levar até esse tal baile que é na mansão do prefeito da cidade. Assim que eu entrei percebi que os olhares foram direcionados para mim e para Anne. E quando eu já estava entrando Anne avia sido barrada.
— Empregados pelos fundos por gentileza. – Ele era um homem alto e bruto. Era só o que me faltava ter que lidar com esse tipo de gente.
— Ela entra, eu não fico sem a minha serva. – E realmente não fico, ela me protege de ser localizada, afinal o genes de lobo dela faz com que nem um vidente possa me localizar e o cheiro dela mascara o meu.
— Infelizmente senhora ela não pode... – E nessa hora eu toquei em sua mão e ele olhou nos meus olhos.
— Ela vai entrar e vai ficar ao meu lado. – Seus olhos tinha as pupilas dilatadas e depois que piscou algumas vezes ele sorriu e deixou a anne entrar. – Vamos a um banheiro, preciso mudar seus trajes, não quero ninguém lhe tratando como uma mera empregada. Apesar dela ser minha serva nunca a tratei dessa forma e não seria meros humanos que tratariam ela dessa forma. Depois que entramos no banheiro tinha uma mocinha que estava bastante preocupada.
— Posso te ajudar? – Ela estava pálida. E então passei a ler sua mente: “Ótimo agora que eu vou ser descoberta, não devia ter entrando nessa festa, se os meus pais descobrem que eu estou aqui eu vou ter vários problemas.” Humaninha rebelde.
— Não! Esta tudo bem. – Ela tentou sair do banheiro só que eu segurei o seu braço.
— Posso lhe dar um conselho? – Ela apenas me olhou – Vá para casa, as coisas não são tão simples como você imagina e você pode ter sérios problemas e tenho certeza que você não quer isso não é mesmo? – Ela concordou com a cabeça e lhe fiz um carinho em sua cabeça e ela sorriu e foi embora.
— O que você fez? – E então lhe mostrei o fio de cabelo da menina, e Anne riu da minha astucia, esfreguei até que em minha mão o fio se formou um pequeno pó e soprei em Anne que ficou com a aparência da menina.
— Só não gostei que ela é loira. – Ela fez um pequeno desdém e não tive como me conter e ri. Sai e quando vejo a festa esta completamente maçante até que olho para o lado do salão e encontro meu mais novo brinquedinho o Masen. E quando ele me ver eu me faço de tímida e ele vem ate a minha presença, homens adoram uma mulher frágil, e gamam ainda mais quando elas os dominam na cama.
— Que bom revê-la. – Ele falou fazendo um gesto para pegar minha mão e quando ele a segura para dar um singelo beijo ele demora mais que o normal para fazer isso.
— Eu também, é bom ver um rosto amigo. – Ele sorriu com a minha resposta, e então deixei que sua mente me fosse acessível: “Como é linda, o tudo nela parece ser angelical, ela é delicada e tem uns traços fortes, que Deus me permita tê-la por perto porque estou completamente encantado por essa moça.” Tão fácil quanto respirar.
— Não sabia que você conhecia o Barão. – Eu olhei para ele de forma travessa.
— E na verdade eu não o conheço eu estou de penetra na festa, você não vai me dedurar não é? – Eu falei fingindo preocupada. “A danadinha esta aprontando, e ainda é de fazer travessuras, senhorita você é uma caixinha de surpresas.”
— Desde que eu possa ser o seu acompanhante esta noite eu não vejo problema nem um. – E eu que sou danadinha.
— Esta bem, afinal de contas és o único dessa cidade que eu conheço. – Falei brincalhona e ele sorriu.
— Então me permita te fazer mais sociável. – Me misturar com os humanos? E nessa hora olhei para Anne que tinha um olha de reprovação. Eu só mudei de ideia quando eu vi um par de olhos cor de mel que eu conhecia muito bem. Ele me levou até onde tinha um monte de pessoas e me concentrei para ler a mete de cada um.
A primeira era uma mulher de cabelos da mesma cor do Edward e que logo vi que era a mãe dele: “Que moça bonita, será que é essa a menina encantadora que o meu filho estava suspirando esta manha?” – Eu olhei para o Edward, que fofo suspirando por mim, nada mais que natural.
Depois tinha um homem com os olhos verdes que era idênticos e tão expressivos quanto os do filho em questão: “A moça é um primor, e ele olha para ela como eu olho para minha amada esposa, é filhão você foi fisgado.” – Eu não sei porque isso meio que me inquietou, ter uma vida normal, uma vida com um humano sem minha magia?
E por fim olhei para ele Carlisle que mantinha um sorriso no rosto mas a mente dele era uma mensagem clara: “Minha mente não senhorita Isabella!”
— Esses são: o meu pai e minha mãe os Masen. – Ele olharam e sorriram para mim.
— Senhor e senhora Masen é um prazer conhece-los. – Eu lhe cumprimentei e eles sorriram de volta para mim.
— E esse é um amigo querido, Carlisle Cullen. — Eu sorri e ele sorriu de volta. E ficamos ali por horas conversando, e Edward sempre sendo prestativo e carinhoso comigo, coisa que eu nunca tinha visto na minha vida. E eu estava encantada com o jeito dele, e como ele conseguia me fazer ri. E a noite se passou mais rápido do que eu queria. E Edward fez questão de me levar para a minha casa, e assim que nos deixou depositou um beijo calmo na minha mão.
— Gostaria de levar a senhorita para passear amanha. – E eu não me contive em ler sua mente: “E se eu estiver agindo com muita rapidez? Ela pode pensar que eu só quero me aproveitar dela.”
— Eu adoraria conhecer a cidade em sua companhia. – Ele tinha um sorriso que fez o meu coração disparou e era a primeira vez que isso me acontecia.
(...)
Depois tudo foi ladeira a baixo ele me levava para passear, me levava para cavalgar o que era ótimo, passávamos horas conversando e isso estava me fazendo conhecer mais dele e eu me tornei tão apegada a ele, queria proteger ele e ao mesmo tempo ele não poderia ficar comigo, afinal de contas sou imortal, sou a criação mais privilegiada da mãe natureza uma bruxa completamente sem um sinal de fraqueza, até ela me mostra como é que se ama. Sim! Eu estou completamente apaixonada por ele.
— Esta com o pensamento distante. – Ele tirou minha atenção quando estávamos na porta da minha casa.
— Eu não queria que fosse embora. – Ele sorriu.
— Eu também não gostaria de ir embora, porém fica mal para você se um homem esta tarde da noite na sua porta. – Eu lá me importava com isso, dentro que algumas décadas todos que eu conheço vão esta mortos mesmo. E quando eu ia lhe da uma resposta eu escuto o som de um assovio alto vindo do campo ao lado da pensão que eu morava. E sei bem que é que esta afim de estragar a minha noite.
— É você tem toda razão. – Ele achou estranho o que é normal eu sempre peço para ele ficar mais um pouco só que eu não posso ser vista com ele.
— Então eu vou indo. – Ele em vez de pegar a minha mão ele se aproximou e eu pude sentir seu cheiro ainda mais forte e deu um beijo na minha testa e novamente eu ouvi o assovio. E ele foi indo e eu esperei e Anne apareceu e foi andando comigo até o som que estava me irritando e isso era pelo bosque a dentro.
— Pensei que nunca mais te veria. – Falou o vampiro maldito do James. – E veio com a cadelinha de estimação, que fofas.
— O que você quer? – Eu não tinha a menor paciência para ele.
— Eu não estou feliz. – Ele me olhou e eu li sua mente: “E o Rosto do Edward estava em sua mente, como um brinquedo.”
— Eu não tenho nada com sua felicidade. – Ele me olhou com um sorriso perverso.
— Mas você pode fazer parte do meu jogo Isabellita. – EU quero matar esse ser. – O seu novo bichinho de estimação pode fazer parte se você me permitir. – Então eu fiz o que não devia ter feito eu li a mente do infeliz, e só conseguia ver Edward sendo torturado, o corpo completamente ferido e ele se deliciando com os gritos de dor do Edward. – Eu não consegui me controlar eu sentia meus olhos queimando de pura raiva, então eu acabei estendendo a mão e ele estava no ar, sentindo usa pele começar a arder, o lugar ao meu redor começou a ficar quente o calor do lugar me dava mais força, eu podia sentir a potencia do meu poder na ponta dos meus dedos. Só que eu não podia acredita no que estava acontecendo e no momento como esse que é ouvir a voz de Edward.
— Senhorita Isabella? – Ele tinha um misto de sentimentos de horror em sua voz, o que me fez me desconcentrar e acabei soltando o James, e em fração de segundos eu vi o James correndo na direção do Edward e antes que ele chegasse perto dele Anne se transformou em lobo e se colocou na frente do Edward que impediu de James machucar o Edward.
— Cansei de você James! – Eu falei e atrás Anne ficou rosnando e eu só via a cara de pânico do Edward. (Eu conseguia ver o medo do James quando ele sentiu o chão tremendo e alguns galhos saíram dos seus lugares e começaram a prender ele no lugar quando mais ele quebrava mais galhos e raízes lhe prendiam em sua volta.) – Acho que agora você conseguiu o que eu tanto queria. Sua morte! – E consegui queima-lo de forma rápida só ouvindo o seu grito de adeus. – Já vai tarde! – Fechei os olhos e me concentrei e então eu pude me senti conectada e as nuvens começaram a se formar e a chuva densa começou a cair apagando de forma gradativa o fogo.
Edward continuava me olhado com medo, sua mente girava em torno de que aquilo não era real, em sua cabeça só passava os nossos momentos e ele se perguntava como aquilo ali era possível.
— Eu posso te explicar. – Eu falei olhando para ele.
— Acho melhor você ficar longe de mim. – Ele dava alguns passos para trás.
— Eu não vou te fazer mal Edward. – Ele me olhou e pensou. ‘Será que ela esta jogando algum feitiço em mim?’ – As coisas não funcionam desse jeito. – Ele arregalou ainda mais os olhos.
— Você pode ler minha mente? – Eu me aproximei dele e afirmei com a cabeça. – Então... O que diabos você é?
— Uma bruxa. – Ele estava na minha frente. E sua mente me surpreendeu : “Só poderia acontecer isso comigo mesmo, me apaixonei por uma bruxa.” – E é a primeira vez que eu me apaixono também. – Ele ficou envergonhado quando olhou para mim.
— Eu ficaria feliz se você não lesse a minha mente por favor. – Ele saiu e viu que a ultima chama se fora, eu me aproximei e coloquei minha mão no chão e a grama começou a ressurgir, com pequenas flores do campo.
— Pelo menos você é uma bruxa, com consciência ambiental. – Ele tentou aliviar a tensão com uma piadinha.
— Na verdade o meu poder vem da natureza. – Ele me olhou surpreso. – Eu preciso saber se eu posso confiar em você Edward. – Ele pensou: “Confiar em mim?” – Afinal de contas se isso se espalha eu vou ter que fazer o que eu não quero. – Edward : “Ela tem medo que eu fale sobre seu... AH nem sei como definir isso, mas é claro que eu não faria isso, se eu fizer ela vai embora e eu não quero ficar longe dela.” – Eu não me contive e acabei chorando, ele é mesmo apaixonado por mim. Ele não quer vantagens, ele só me quer por perto e mesmo com o vestido molhado eu segurei e corri ate ele e lhe abracei e lhe beijei o que eu estava a dias com vontade e ele no começo ficou sem saber o que fazer porem retribuiu.
— Você não sabe o quanto eu queria isso. – Ele falou quando paramos de nos beijar.
— E porque não o fez? – Eu lhe provoquei.
— Não sei! – Ele sorriu e me beijou novamente, nosso lábios se moviam em sincronia e a chuva que estava fina ainda dava um clima mais gostoso. Uma coisa que eu nunca senti na vida que era uma imensa paz.
(...)
Os dias foram se passando e Edward agora somos namorados, sempre saiamos e namorávamos no bosque, a alguns dias atrás ele me mostrou um riacho, ele ficava meio acanhado porque a Anne sempre estava próxima. Só que ele foi se acostumando com isso eles até eram amigos e isso me deixava completamente feliz afinal Anne era minha melhor amiga. E em um dia que estávamos no riacho e eu estava mergulhando eu pude ouvir a conversa dos dois.
— Porque vocês não se desgrudam? – Perguntou Edward em sua enorme curiosidade.
— Ela foi criada pela minha mãe, ela é filha da mãe natureza. – Ele ficou mesmo surpreso. – Por isso o poder dela vem da natureza, fora que ela é imortal.
— Ela nunca vai morrer? – Ele perguntou.
— Basicamente isso. – Falou Anne rindo. – Eu fico com ela porque apesar de tudo ela que salvou minha vida quando pequena e minha mãe quase foi morta por um vampiro nojento. Porem existe unas regras no mundo sobrenatural, se é que podemos chamar ele assim.
— Que regras são essas? – Ele perguntou.
— Não podemos nos envolver com os problemas de outras espécies. – Ela suspirou – Nada de convívio com os humanos para evitar que eles tenham ciência da nossa existência, ou tudo vira um caus. – Eu nesse momento sai da agua e como estava apenas com algumas pecas de cetim a pouca roupa ficou colada no meu corpo eu vi os olhos do Edward se encherem de luxuria, Anne se levantou e veio ate mim, encostou sua cabeça na minha e eu fiz um pequeno feitiço de ligação então ela poderia ir se eu tivesse em algum perigo ela viria logo em seguida.
— Para onde ela vai? – Edward levou um sustinho quando ela se transformou e foi para o outro lado do bosque.
— Ela foi correr um pouco.- falei ficando em sua frente, e sua mente estava um frenesi, entre me atacar com beijos ou se controlar. – Você homens Londrinos são tão certinhos.
— Como assim? – Ele perguntou quando eu ia me abaixando para ficar a sua altura, e fui fazendo ele ficando deitado na grama.
— Eu não vou quebrar se você me tocar Edward. – Eu fiquei por cima dele.
— Eu sei que você não vai quebrar. – E eu lhe beijei e ele retribuiu, deixando as mãos nas minhas costas e eu coloquei uma de suas mãos em minha bunda. – Bell’s...
— Se deixa levar Edward, eu quero você e você me quer o que tem de errado nisso? – Ele me olhou e me agarrou me colocando deitada na grama, e eu podia sentir ele começando a deixar essa coisa de sociedade certinha de lado e sendo apenas meu. Me beijando e agarrando um dos meus seios levantando minha perna e ficando em sua cintura, pude sentir seu membro duro encostando na minha intimidade, ele estava me fazendo sentir coisas que nunca senti antes, uma vibração com o meu corpo inteiro, meu corpo era completamente dele.
Ele tirou a ultima peça de roupa que tinha no meu corpo e tirou as próprias peças de roupa voltando a ficar comigo e me beijando sempre me abraçando me tocando, me fazendo me sentir completa e desejada e para mim o céu ali seria maior e sem limites...
(Duas semanas depois)
A mãe de Edward estava doente a uma semana atrás e agora o pai dele também estava e ele estava completamente preocupado, estávamos sentados em uma praça e eu tentava consolar o Edward, em meio a tantas coisas ele ainda tentava me da sua atenção.
— Quero te dar uma coisa. – Ele falou tirando do bolso uma caixinha. – A alguns dias mandei o joalheiro fazer esse anel especifico para você. – Quando ele abriu era um anel com uma grade delica de flores.
— Edward. – Ele realmente conseguiu me fazer essa surpresa, a Anne ensinou a ele como bloquear a mente para mim, e eu estava fazendo um grande esforço para manter isso com uma privacidade sua.
— É uma coisa minha pra você. – Ele colocou o anel no meu dedo. – Aceita ser minha mulher para todo sempre? — Ele tinha um sorriso lindo, eu não poderia esta mais feliz.
— Sim claro que sim! – Ele me beijou e isso estava deixando ele pelo menos com alguma paz. Passamos o dia passeando.
— Quem esta cuidando dos seus pais? – Perguntei para manter a intenção.
— O doutor Carlisle, que apesar de novo ele entende de muitas coisas. – Eu não poderia contar a Edward quem realmente era o Doutor Carlisle, e eu até confio nele, ele me ajudou a me livrar dos Valture a alguns anos atrás e é único vampiro que eu vejo que se alimenta de animal não de humanos.
A noite logo chegou e ele tinha que ir para casa e no outro dia ele ia ficar com mãe e o pai, ter noticia só o veria a noite, ele me deixou na porta de casa com a Anne e me deu um beijo e se foi. Quando eu e Anne entramos em casa eu vejo nada mais nada menos que a minha mãe ali.
— Bonito Isabella. – Ela não estava nem um pouco feliz.
— Senhora! – Anne falou fazendo reverencia.
— O que faz aqui? – Ela me olhou.
— Se envolvendo um humano? – Ela tinha uma raiva em sua voz – Sabe que isso não é permitido, eles não são criaturas minhas.
— E eu com isso? – Ela se enfureceu e uma chuva com ventania se instalava no lado de fora.
— Você nunca mais vai ver esse ser. – O que?
— Como assim? – O medo tomou conta de mim.
— Você não pode ser mais forte do que eu filha, e você vai me obedecer e nunca mais vai vê-lo. – Quando eu vi estávamos no bosque, no mesmo bosque Edward descobriu o que eu era, no mesmo bosque eu e ele fazíamos amor varias vezes.
— O que você vai fazer? – Eu gritava, quando eu olhei para o lado a Anne estava desmaiada.
— Você me pediu a imortalidade para essa lobinha e eu dei, te dei vida plena desde que você respeitasse as regras. – Ela estava enfurecida. – Eles os humanos tentam me destruir a cada dia, a mim e as minhas criaturas, e você ainda assim se envolve com um deles?
— Mãe por favor não faz nada com o meu Edward. – Eu implorei.
— Seu Edward vai ficar para sempre no seu coração. – Ela estava na minha frente. – Mas vai ser só isso, você vai acordar quando eu me encarregar do seu humano mesquinho. – Ela alisou meu rosto e senti um vento fresco e apaguei.
(Um Mês Depois)
Eu sentia o sol na minha pele, sentia a brisa e o cheiro do local foi como dormi em meio ao um pesadelo e agora acordar e viver dentro de outro pesadelo, Anne estava do meu lado com o pescoço ferido...
— O que aconteceu? – Ela me mostrou o que ficaria uma cicatriz nela.
— Sua mãe descobriu mais uma coisa e antes dela te ferir eu acabei me colocando na sua frente e acabou me machucando. – Ela tinha um sorriso meia boca.
— O que? Oque ela descobriu? — Ela colocou a mão na minha barriga eu pude fechar os olhos e ouvir o coração que batia tão rápido quanto as asas de um passarinho. Meus olhos se encheram de lagrimas. – a quanto tempo ela nos deixou dormindo?
— Há um mês. – Eu tinha medo de perguntar e descobrir o que aconteceu.
— E o que... – Olhei para Anne, que apenas estendeu a mão para mim. E me levantou de onde estava. – fala logo.
— Ele morreu! – Ela tinha a mente bloqueada.
— Me deixa ver. – Ela entendeu o que eu falei respirou fundo e quando eu vi seu tumulo ao lado do tumulo de seus pais eu não me contive em gritar e chorar muito, Londres é conhecido por ser um lugar frio e chuvoso então chuvas repentinas não chama a atenção dos humanos.
— Ele morreu de gripe espanhola igual aos pais dele. – Anne tinha a mão sobre meu ombro. – Ele de uma certa forma vai esta sempre com você. – E nessa hora eu coloquei a mão na minha barriga, eu ia amar e proteger para sempre o meu passarinho.
(Tempos atuais)
— Mãe... – Estava sentada me concentrando e minha filha a minha frente, ela tinha aparência de uma menina de 12 anos ela crescia devagar e por mais que eu tentasse ensinar ela a se conectar com a natureza ele preferia ficar correndo montada nas costas da Anne transformada em lobo.
— Xiiuu! – Falei abrindo um dos olhos e ela fechou os dela imediatamente. Acabei comprando o terreno que cobria o bosque e fiz dali meu templo, nem um humano conseguia ver minha casa só via o bosque que com o tempo foi considerado patrimônio histórico, assim não poderia ser destruído, foi aqui que finquei minhas raízes e não iria para outro lugar.
— Mãe... – Ela me olhou assim que eu abri os olhos. – Eu não aguento mais fazer isso.
— Você precisa aprender a se concentrar ou nunca vai fazer as mesmas coisas que a sua mãe. – Ela me olhou e suspirou.
— Eu posso fazer isso pela manha. – Ela quer deixar de ir para escola só que isso eu não vou permitir ela precisa de um pouco de experiência humana, em nome do pai dela.
— Fazemos um acordo então. – Ela se endireitou para me ouvir com atenção. – Você promete se dedicar tanto nos treinamento como na escola que eu prometo que ano que vem você não será mais obrigada a ir a escola.
— Serio? – Ela falou empolgada.
— Sim! – Eu falei e ela pulou em cima de mim, e ficamos o resto da tarde treinando e brincando e conversando. E quando chegou a noite eu coloquei ela para dormir.
— Mamãe. – Eu estava na porta quase saindo do quarto.
— Diz. – Falei
— Eu te amo muito! – Eu nunca me continha, ela era uma menina doce e um pouco teimosa mas ela era idêntica ao Edward e mesmo depois desses anos eu ainda o amava como da primeira vez.
— Eu também te amo muito minha passarinha. – Ela sempre ria quando eu a chamava assim, entrei novamente em seu quarto e coloquei sua cabeça no meu colo e fiquei lhe fazendo carinho, lembrando do dia que a Lubyanca nasceu, era uma noite de lua cheia e estrelada, Anne que fez meu parto no bosque e minha mãe surgiu depois que com seu nascimento ela chorou e com o poder em seu coração ela estremeceu a terra e amanheceu com um sol lindo e brilhando com a minha felicidade. Minha mãe abençoou a vida da minha filha que agora é um meio-imortal ela demora a envelhecer porem tem uma vida longa. Ela é mais resistente que um humano comum porem pode ser ferida como um, e isso me preocupa as vezes. E quando ela finalmente dormiu eu me levantei e fui ate a sala onde a Anne estava assistindo um filme qualquer.
— Eu vou sair! – falei pegando um casaco
— Eu não... – Ela entendeu que eu queria ficar sozinha e então ela olhou para o calendário. – Okay! Só não demora e cuidado.
— Eu vou ter. – Já fazia anos que o Edward avia morrido, e sempre ia lá colocar rosas em seu tumulo. – Se você soubesse a saudade que você me faz amor. – Eu sentei e chorei e sempre voltava para o bosque e ficava ali lembrando de como ele fazia de tudo para me fazer feliz. Me deitei na grama e fechei os olhos e meu coração em um momento perdeu a batida, algo estava errado, o vento estava frio de uma forma cortante a Lubyanca esta com medo. Minha filha!
Em uma pequena concentração eu cheguei na minha casa e encontrei a Anne desmaiada nua, provavelmente ela se transformou só que não conseguiu lutar com quem quer que seja eu subi e encontrei o quarto da minha filha uma bagunça e um papel em cima da cama dizendo: “Será um prazer ter um tesouro pelo outro, louco para te rever! Aro Valture.” Maldito, mil vezes maldito. Eu desci e ajudei a Anne que estava ferida, ela quando acordou me mostrou como eles tinha entrado na casa, eram cinco vampiros, são sempre esses malditos a me tirar a paz.
— O que vamos fazer agora? – Perguntou Anne.
— Preciso saber como vou entrar no castelo deles, só que o mais importante é saber como eu vou sair de la com a minha filha. – Ela me olhou e então me lembrei que da ultima vez quem me tirou daquele maldito lugar foi o Carlisle ele vai poder me ajudar agora. E foi isso que eu fiz junto com a Anne fomos no lago e me concentrei no rosto do Carlisle, eu nunca precisei usar feitiço de localização era a primeira vez e eu consegui com muito esforço ver que na placa tinha escrito o nome Forks. E Anne fez o resto das pesquisas que eram uma cidade pequena dos EUA. E não demoramos muito para chegar nessa cidade tudo foi ate bem rápido, afinal ser uma bruxa tem que me ajudar em muitas coisas.
— E se ele não quiser se envolver Bella? – Anne estava tão preocupada quanto eu.
— Ele não vai poder negar me ajudar ou eu taco fogo em todo o clã dele. – Eu não queria saber como eu ia conseguir a ajuda dele, mais que eu a teria isso eu teria. A casa do Carlisle é bem afastada da cidade afinal vampiros da raça dele não poderia mesmo se misturar tanto com a sociedade. E a casa é mesmo bonita com detalhes feitos de vidro, uma casa bastante aberta para seres que não podem ficar tanto tempo na luz do sol. Então eu fui ate a entrada da casa e aparentemente estava vazia, só que isso não era nem um pouco a realidade do local, senti a presença de alguém atrás de mim e fui rápida em me virar e colocar um homem quase do tamanho de um urso na parede e queimar seu pescoço. E então apareceu uma loira que veio correndo em minha direção só que a Anne a segurou pelo pescoço e a colocou no chão.
— Isabella? – Falou Carlisle, e Anne pensou: O que faço? Olhei para ela e a mesma soltou a loira e eu soltei o grandão, que já estava sem forças.
— Ótima recepção Carlisle. – Eu falei irônica e quando vejo ao seu lado esta uma mulher de cabelo castanhos e todos tinham a mesma coloração de olhos, isso quer dizer que todos se alimentavam de sangue animal. E o grandão pensou: “Quem é essa diabinha?”
— Meu nome é Isabella Swan. – Ele me olhou confuso – E sou uma bruxa e não uma diaba.
— Haa ótimo mais um telepata no recinto. – Ele não parecia feliz com isso. Tentei ler sua mente para ver quem seria o vampiro que tem esse dom só que o grandão estava concentrado demais em sua dor então sua mente não focou muito no rosto da pessoa.
—Em que posso te ajudar Isabella.? – Perguntou Carlisle que estava com uma menina pequena ao seu lado e um rapaz loiro.
—Eu preciso da sua ajuda, uma coisa minha foi roubada e eu quero de volta. – Ele me olhou confuso.
—Porque acha que ele tem que fazer o seu serviço sujo? – perguntou a loira.
—Não fale o que você não sabe, Rosalie. – Ela me olhou espantada.
—Já disse que não gosto quando vasculha a minha mente deixa eles em paz são os meus filhos Isabella. – Falou Carlisle se colocando na frente.
—Suas criações? – Ele tinha uma politica diferente dos outros. – Eu pensei que você se torturasse tanto sobre o que você se transformou que nunca faria isso com alguém Carlisle.
—Isso não é um tipo de assunto que quero tratar com você. – Eu estava ali olhando e vendo com ele defendia os filhos, e eu sentia cada vez mais a falta da minha filha, a única coisa boa que me restou. – Então o que exatamente te roubaram?
—Algo de extremo valor. – Ele ainda não entendia.
—Até onde eu sei você pode conseguir de volta seu tesouro sem o menor esforço porque tenho que me envolver? – Ele questionou.
—Seja clara Isabella. – Falou a Anne.
—Porque estávamos falando da vida de uma outra pessoa, e além disso eu não quero levantar suspeitas. – Ele me olhou. – E foi os Valtures que me roubaram.
—Agora entendi. – Ele suspirou – Só que faz anos que não tenho contato com eles.
—Mas você conhece aquele castelo melhor do que qualquer um. – Fui até ele segurei suas mãos que eram tão frias. – É a única coisa na vida que me mantem verdadeiramente sã nesse mundo. – Carlisle me abraçou e finalmente eu sabia que eu teria a sua ajuda.
—Pode contar comigo. – Ele falou ainda abraçado comigo. – Quando pretende ir?
—Carlisle? – A esposa dele ficou tensa com a possibilidade dele ter que voltar ao castelo dos vampiros malditos.
—Isabella! – chamou Anne completamente pálida.
—O que? – Falei olhando na direção. E não podia ser, era o Edward só que ele não estava sozinho. Uma mulher loira estava com ele. Eu foquei e pude ouvir um trecho da conversa.
—Eu sei que você não quer me magoar Edward, mas eu só quero que você tente. – Ele suspirou, e eu sentia raiva dessa mulher.
—Eu não... – E tão rápido quanto seu pensamento a loira se atacou nos braços dele e o beijou, e aquilo foi como uma faca no meu coração.
—Finalmente eles estão se entendendo. – falou a loira, que percebeu que isso me afetou.
—Ela que o beijou a força. – falou a baixinha.
—Eu espero que você esteja pronto em poucos minutos Carlisle. – Eu falei olhando para Carlisle que entendeu o que estava acontecendo.
—Você... – Ele começou a se lembrar da festa e das vezes que me via andando com o Edward pelas ruas de Londres.
—Isso! E infelizmente ele morreu de gripe espanhola. – E falei antes que ele falasse algo. – E não aquilo não é da minha conta. Se apresse por favor. – Ele entrou na sala e eu me camuflei com a Anne não queria que ele nos visse.
—Que cheiro é esse? – perguntou Edward.
—Ué cadê ela? – falou Alice.
—Isabella? – Ele falou baixinho.
—Quem é Isabella? – Perguntou a loira.
—Para onde ela foi? – Perguntou Edward.
—Eu não sei ela estava aqui agora mesmo. – Ele ficou olhando e Carlisle desceu com uma mala.
—Você vai viajar com Isabella, cadê ela? – E eu vi a loira se irritar.
—Ela sumiu? – Perguntou Carlisle.
—Sim, assim que ela viu o Edward beijado a Tania. – Nomezinho de vaca mesmo.
—Não! Isso é um mal entendido. – falou Edward com tom de preocupado.
—Como assim um mal entendido Edward? – Perguntou a loira com nome de vaca.
—É Edward, explica essa historia de mal entendido. – Ele assim que me viu abriu um lindo sorriso o mesmo sorriso de antes, só seus olhos que não era os mesmos e sua pele que ficou mais branca.
—Bell’s minha bell’s! – Ele veio na minha direção e eu ainda tinha a imagem dele beijando aquela tosca, então me afastei dele indo para o outro lado da sala.
—Então fiquei lendo sua mente: “Ela me beijou, porque acha que gosta de mim mas eu nunca dei a entender isso a ela!”
— “Ela ocupou o meu lugar na sua vida.” e eu permiti que ele lesse minha mente, ele estava empolgado de varias formas.
— “Ninguém jamais ocuparia algo tão precioso em minha vida” – Eu queria beija-lo abraça-lo era tudo que eu sentia falta. – “Eu estou aqui meu amor, faz isso.” Ele estava lendo minha mente safado.
—Bella não temos tempo para isso. – E na mesma hora lembrei da minha Lubyanca.
—Quem é essa menina? – Falou ele em voz alta. E eu fique tensa.
—Gente eu vou ser logo sincero aqui. Dois telepatas dentro dessa casa vai dar ruim. – Falou o grandão.
—Emmett... – repreendeu a Rosalie.
—É serio ursinha, ela estava com cara de brava, depois ficou com cara de apaixonada. O Edward ficou com cara de louco sorrindo que nem um desesperado, depois ficou com cara de mané e agora estamos todos aqui se perguntado que merda aconteceu que estão falando de uma menina! – Ele se jogou em um sofá próximo. – Assim eu enlouqueço. E outra... – Ele se levantou pegou minha mão e foi ate o Edward e pegou a mão dele e levou a gente para o meio da sala. – Agora tenham uma DR descente onde a gente possa ouvir os detalhes desse barraco, porque barraco mental não tem graça. – Ele voltou para o sofá e ficou esperando e eu fiquei de cara feia. – Eu estou esperando. Eu só não pego a pipoca porque eu não como mas pode ir gente, vai lá ele beijo calorosamente a Tania você num vai fazer nada? – Nessa hora Edward jogou um vaso no Emmett que se defendeu com o braço.
— Desculpa Esme depois eu te dou outro. – Ele olhava para ela que apenas faz sinal negativo com a cabeça.
— Quem é essa menina? — Ele voltou para mim.
— É a filha de vocês que esta na mão dos Valtures será que da para gente ir? – Edward ficou em estado catatônico.
— Acho que a Anne tem toda razão, primeiro recuperamos a Lubyanca depois eu te explico como as coisas aconteceram. – Ele ficou contrariado. Então deixei que ele lesse minha mente no meio do caminho sempre segurando a minha mão e me beijando o topo da cabeça sempre que vinha uma imagem minha sofrendo por achar que ele estava morto. Em algumas horas e estávamos na Itália e tínhamos escurecer para poder ir para o castelo e eu fiquei com Edward em um lugar distante dos outros.
— Aqui tem uma paisagem bonita. – quando eu olhei podíamos ver a pequena cidade.
— Verdade. – Eu não sabia o que fazer. – Você ainda usa! Ele olhou para o meu dedo onde tinha o anel que ele me deu a tanto tempo atrás.
— Sim! Eu uso. — Ele me abraçou. – Eu sinto muito por tudo isso.
— Eu sei que você não teve culpa. – eu me deixei ficar ali com ele apesar de ser muito diferente agora. – Eu só quero minha filha de novo nos meus braços.
— E eu prometo que eu vou entregar ela para o lugar que ela nunca devia ter saído. – E ele me virou e me beijou e eu sinto que isso era um recomeço para nos dois. Por fim anoiteceu e fomos para o castelo dos Valtures e quando entramos la fomos recepcionados por Jane.
— Vejo que você não veio sozinha. – Ela tinha um voz de deboche. Então eu fiz com que ela se ajoelhasse na minha frente.
— Olha aqui coisa insignificante você esta achando que é a raça mais forte que existe? – Ela tentava se levantar mais não conseguia. – Eu mato você e todos que estão aqui em um estalar de dedos, porem tem algo que eu quero primeiro. Então me leve ate onde eu quero ir.
— Quando íamos nos aproximando da porta eu conseguia ouvir vozes:
— Vamos sua fedelha, ou você acha que somos burro e que você não sabe manobrar seus poderes. – Falava um dos malditos.
— Mas eu não sei. – Ela tinha uma voz firme.
— Então aceite o fato que você vai ser nossa eterna prisioneira porque sua mãe nunca vai achar você aqui. – Ela começou a chorar e eu senti o chão tremendo. – Viu como é mentirosa. – Quando a porta se abriu eu vi Caius dando um tapa no rosto da minha filha.
— COMO VOCÊ SE ATREVE? — Ele assim que me viu deu dois passos para trás e logo em seguida entrou Aro por outra porta, e ficou escandalizado por ver a minha filha no chão, quando ela se levantou para vir me abraçar um homem alto segurou ela. – SOLTA ELA AGORA. – Eu vi que Carlisle fez com que Edward ficasse distante de mim.
— Isabella querida, você nos achou. – Falou Aro.
— Não é difícil achar vermes, se cava um pouco de buraco e se encontra vários. – Fui andando em direção do Aro.
— Eu deixei ela com você Caius mais não te dei esse tipo de autorização. – Ele olhou feio para o irmão.
— E por um acaso eu deixei você roubar ela de mim? – Eu peguei e levantei Aro do chão.
— Se você fizer algo com o meu irmão matamos a fedelha. – Eu virei e olhei para Caius.
— Você ainda ousa me ameaçar? – Eu olhei para minha filha que estava nos braços do brutamontes. E quando estalei os dedos ela estava do lado do Carlisle e do Edward. E fui em direção ao Caius. – Nunca mais me ameace, nunca mais tentem roubar algo que é meu.
— Era na verdade só para chamar sua atenção. – Falou Aro.
— Queriam minha atenção...- Me aproximei de Caius e ele foi ficando de joelhos na minha frente, e quando olhei para minha filha fiz com que ela se virasse e ficasse de costas. – Esta aqui toda a minha atenção. – eu criei um circulo de fogo alto onde só Aro de onde estava conseguia ver o Caius rindo e sorrindo e sorrindo até que seus lábios começaram a abrir e sua boca começou a rasgar e no final da mandíbula. – tem algo que queria me dizer. – E acabei saindo do circulo de fogo e deixando que ele diminuísse cada vez mais ate consumir o caius por completo. E quando ele já tinha virado pó Aro foi despencado no chão.
— Não se esqueça Aro, você só comanda os vampiros porque eu te ajudei no passado. – Ele me olhava com ódio. – não me faça mudar de ideia. – E fui andando em direção a minha filha e finalmente saímos daquele lugar.
(Casa dos Cullen)
Quando eu acordei estava em um quarto diferente e então lembrei que estava na mansão dos Cullen, e agora Edward deve de esta mimando a filha. A nossa menina demorou muito para entender como as coisas aconteceram já que ela ficou tanto tempo longe do pai, e que na verdade eu fiz ela acreditar que ele estava morto por uma coisa que a tempos também eu pensava que isso era verdade.
— Finalmente acordou. – Ele falou com uma bandeja de comida que foi colocada na cama.
— Um você cozinha muito bem para quem não come mais. – Ele me olhou rindo.
— Bom agora tenho duas boquinhas para alimentar. – Eu olhei para ele colocando uma torrada na boca. E na mesma hora entrou nossa filha.
— Mãe... – Ela quando começa com essa manha eu já sei que vai aprontar.
— Fala. – Me virei e Edward ficou só olhando nos duas.
— O tio quer me mostra uma trilha e eu quero muito ir. – Eu olhei e não achava boa ideia.
— Sozinha com o Emmett você não vai. – Eu falei pegando outra torrada.
— Qual é cunhadinha, precisa confiar em mim. – Edward olhou para o Emm e fez um não com a cabeça.
— Seu pai vai com vocês. – Ele me olhou surpreso. – Vocês precisam recuperar o tempo perdido.
— Sabe que sua mãe tem toda razão. – Ele se levantou e começou a correr atrás dela. E quando eu vi que todos tinham ido eu fui ate a sala onde uma pessoa estava sobrando nesse lugar.
— Olá! – cumprimentei sentando no sofá a sua frente.
— O que você quer? – Falou Tania.
— O que eu quero? – Fiz cara de pensativa. – Quero o fim da fome no mundo, quero que acabe a seca em alguns lugares do mundo e principalmente a paz mundial, porem como isso eu não vou ter contento só com a minha paz mesmo.
— Isso implica deixar o caminho livre pra você conquistar o Edward não é? – Ela falou com deboche.
— Querida, deixa só te explicar porque acho que você como loira ta com problemas na massa cefálica, — Ela me olhou com ódio. – Não tem o que conquista, quando não se perdeu. Edward me amou enlouquecidamente ontem e vai ser assim eternamente. Então recolhe sua insignificância e some ou eu faço você sumir e acredite ninguém vai sentir sua falta. – Ela me olhou com um certo pavor. – há vou sair quando voltar não quero nem sentir seu cheiro. Adeus querida!
Demorou um pouco para encontra-los e quando vi estavam sentado vendo uns ursos fazendo migração a Luby estava encantada, e Edward sentiu a minha presença, deixou ela com o Emm e veio ate mim.
— Eu te amo muito sabia? – Ele falou colocando a mão no meu rosto.
— Sim eu sei, e eu te amo muito. – Ele me olhou e me beijou calmamente.
— Casa comigo? – Ele falou bem baixinho.
— Oi? – Fiquei surpresa.
— Não entendeu eu repito. – Ele colocou os lábios bem próximos ao meu ouvido. – Casa comigo senhorita Isabella Swan... – Eu não pude conter minha alegria.
— Sim! Claro que sim. – E eu sabia que a eternidade ao lado do Edward seria uma eterna surpresa.
Fim!
Notas finais
espero que gostem :* Beijo de luz para todas e deixem um comentário e quem sabe eu não traga um bônus!
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