Notas iniciais
Aeeeeeew pessoas, minha primeira história, ela tem mais capítulos no wattpad, mas aqui vai ter atualizações semanais, enfim, esse é o prólogo, e é a primeira história que realmente escrevi na vida, espero que gostem, e digam algo sobre ele.

Era uma viagem escolar para um acampamento no nada como qualquer outra, dentro do ônibus os alunos de diferentes turmas conversavam e se divertiam sem notar a rota estranha que o veículo tomou após perder o sinal do GPS e entrar em uma trilha que se aprofundava na floresta, até que a paisagem mudou para grandes instalações com um símbolo estranho.

— Deve ser alguma escola secreta — um garoto de óculos comentou.

— Tem o símbolo do governo — uma garota decretou.

Todos os alunos se amontoaram nas janelas e quase jogavam outros pela mesma para conseguir um espaço, "Laboratório de pesquisas" dizia uma placa na entrada.

— Olha um soldado voando! — o mais novo da turma gritou quando o ônibus chegava perto da floresta.

— Voando? — todos os outros perguntaram.

Todos correram para as janelas de novo e viram um jovem arremessar soldados com um gesto de mão, e o jovem ao ver o veiculo correu em grande velocidade na direção do ônibus, e dessa vez os alunos se aglomeram do outro lado na tentativa de pular pela janela, mas logo o jovem estava dentro pedindo por ajuda e com uma bala alojada nas costas. Um jovem magrelo, quase raquítico se aproximou e segurou o estranho indivíduo quando este caiu sem forças.

— Me ajudem, eu... preciso fugir... as experiências, cobaias humanas, ma... gia — O jovem dizia com dificuldade e entre suspiros.

— Cobaias? Magias? — O jovem raquítico perguntou — Nós precisamos...

Todos os alunos se jogaram no chão assustados, uma explosão perto do ônibus fez uma grande área tremer, assim como os alunos, que agora estavam todos no chão e tremendo, alguns rezavam para o deus de sua religião, enquanto outros sussurravam sobre o quanto eram jovens para morrer em uma viagem para o meio do nada, a professora aparentemente estava desmaiada em sua poltrona e o motorista aparentemente tinha sido abatido do lado de fora do ônibus depois de correr gritando, o jovem magrelo se levantou rápido depois de se recuperar do susto.

— Fique aqui, preciso encontrar uma pessoa — Disse ele ao jovem estranho- Mia! Onde está você?

— Aqui — Ele ouviu uma voz fraca perto de onde ele estava sentado antes de tudo acontecer.

— Já estou chegando.

O jovem magrelo andou entre os alunos no chão até chegar a garota que falou sobre o símbolo militar, ele então se agachou ao lado dela e ajudou ela se levantar, nesse mesmo momento outra explosão sacudiu o ônibus, seguida de mais duas.

— Mia... o busão logo vai ser atingido — O jovem disse com urgência — Merda, é perigoso ir até a saida.

— Rain — A garota disse baixinho com os olhos marejados — Acho que a gente vai morrer aqui.

— Segura as pontas... — Rain se levantou e subiu no banco — Venha, vou te passar pela janela! — Nesse mesmo momento outras três explosões fizeram os alunos gritarem em pânico.

— Não podemos deixar eles! — Mia se levantou e subiu no banco com Rain.

— Eu sei, mas por momento só posso tentar ajudar você — Rain olhava sério para a amiga — Vamos venh...

No momento em que o mesmo deu apoio para Mia, o ônibus sacudiu violentamente, e ambos caíram e tudo ficou escuro e frio.

Rain acordou depois em um quarto de hospital, não se lembrava de nada do que aconteceu no ônibus depois de tentar ajudar Mia, e ao se lembrar da amiga, o jovem magrelo se levantou rápido e se assustou ao ouvir uma voz.

— Ah, até que enfim você acordou, achamos que por causa da sua magreza você não iria acordar mais — Um homem alto com algumas cicatrizes no rosto e de expressão calma disse — Não sei nem como sobreviveu, com o impacto você devia ter quebrado ao meio — Ele disse analisando Rain.

— O que aconteceu com ela? Meus amigos? O busão? Quem é você? — Rain disse, e o homem deduziu que o mesmo estava tão assustado que não devolveu algum tipo de insulto.

— Não posso — O homem se aproximou e sussurrou — Não nesse hospital público, você só precisa saber que está seguro agora.

— De onde você é?

— Makarov — O homem sussurrou e depois sorriu.

Notas finais
Gostaram? Comentem, critiquem, elogiem, logo os outros treze capítulos estarão aqui também, até a próxima pessoas.