Notas iniciais
Oi, fic nova!! Boa leitura!

No reino submarino de Miraculous habitavam as sereias e os tritões, seres honestos e justos, porém eles não podiam viver juntos, eles moravam separados por uma barreira: Tritões de um lado e sereias do outro.

Um dia, uma sereia e um tritão ultrapassam a barreira, se conhecem e se apaixonam.

Desse amor nasceu uma sereinha, eles a chamaram de Marinette, ela tinha cabelos azulados, olhos que pareciam duas safiras e uma cauda tão vermelha e brilhante que qualquer um poderia confundir com um rubi.

Ela foi criada em segredo até completar seus dezoito anos, mas infelizmente o rei de Miraculous descobriu.

Alguns apoiaram Tom e Sabine, dizendo que tritões e sereias poderiam viver juntos, enquanto outros apoiaram o rei e deram início a grande guerra.

Para proteger sua filha, Sabine pegou um baú velho e uma caixinha dada por sua vó e levou a sua filha para longe do campo de batalha:

—Filha, pegue isso e fuja! Você não merece vivenciar essa guerra!

—Mas, mãe, para onde eu vou?

—Esses brincos iram te dar pernas e você poderá viver com os humanos, mas se você tocar na água enquanto estiver usando esses brincos, a sua cauda voltará em dez segundos e as pernas só voltarão quando estiver seca.

—Como assim? E você e o papai?

—Ficaremos para lutar.

—Não posso deixar vocês...

—Você vai! É uma ordem! Nesse baú tem uma coisa que eles chamam de roupa, coloque em seu corpo quando chegar e tente viver junto a eles. Quando a guerra terminar você poderá retornar. – Ela envolve a filha em seus braços. – Eu te amo, filha! Agora vá.

—Mas...

—Vá!

A sereia sai nadando, sentia tristeza pura em seu coração, mas se quisesse sobreviver, seria assim.

Quando avistou a superfície, abriu a caixinha e vestiu os brincos e logo sua cauda vermelha se tornou um par de pernas.

Chegou em uma praia e escondeu-se atrás de uma enorme rocha, colocou no corpo o que havia dentro do baú. Tratava-se de um vestido vermelho com bolinhas pretas, a garota estrava aquilo sobre o corpo, mas se os humanos usavam isso, ela também teria que usar.

Tentou imitar o jeito que as pessoas naquela praia se moviam, usando aquela coisa que eles utilizavam para se locomover no lugar da cauda, a garota pensou “Como é que se chamam mesmo? Ah, pés” Quando ela foi tentar dar o primeiro passo, ela escorregou, bateu a cabeça e desmaiou.

Notas finais
Gostaram? —Obrigada por ler! —Beijinhos de cereja!