Depois da explosão...

Arthur:MÃE...MÃE... — gritava desesperado segurando o corpo do pai.

Damian:su...su...sua mãe — ele falava muito fraco — vai Arthur.

Arthur: corre até a mãe — acorda mãe — procurando o furo da bala nela — está aqui — coloca a mão em cima da ferida.

Victória: ta doido de colocar a mão aí moleque — reclama sentido a dor.

Arthur: você está bem mãe?

Victória: pronta pra outra quando tirar essa bala maldita — se senta com dificuldade e pressiona o ferimento — e seu pai?

Arthur: ele está consciente, mas fraco e precisa ir ao hospital.

Victória: ta fazendo o que? Chama uma ambulância ou leva teu pai pro carro.

Arthur coloca os pais no carro e vai correndo até o hospital.

Horas depois sala de espera do hospital...

Arthur: a bala que atingiu a mamãe pegou no ombro, mas passou direto e ela não vai passar tanto tempo no hospital.

Manu: e como está o papai?

Arthur: ele já está medicado e os exames que foram feitos vão ser entregues amanhã.

Cecília: e quando eles recebem alta?

Arthur: o papai vai demorar um pouco porque dependendo do resultado final do exame ele terá que inicia um tratamento por conta da doença cardíaca dele.

Manu: isso é muito sério Arthur? (Fala assustada) o papai vai morrer.

Arthur: não vai minha pequena (abraça Manu) o papai é forte e a mamãe também.

Alejandro: podemos ver a mamãe?

Cecília: uns minutos só pra gente ver que tá tudo bem com ela — fala em tom de súplica — Arthur a gente promete que vai se comportar.

Alejandro: prometo me comportar Arthur.

Arthur: ela deve ter acordado, mas ainda ta fraca por conta da anestesia.

Manu: eu quero a mamãe — fala manhosa nos braços do irmão — por favor Arthur.

Na terapia semi intensiva Damian ainda estava debilitado mas estava consciente.

Damian: oi princesa — olhou Diana sentada ao seu lado — como está?

Diana: não pode se esforçar papai — fala preocupada — você ainda está em observação.

Damian: não vou morrer em um hospital meu amor — rir com dificuldade — e esse coração é forte.

Diana: mas essa droga que o psicopata deu a você atacou seu coração.

Damian: ele vai ficar bem Diana — coloca a mão em cima do peito e da leve batidas.

Diana: disso eu não tenho dúvida — sorri leve — Victória está bem amanhã já está de alta.

Damian: e quando vamos nos ver?

Diana: acho que amanhã a noite se o senhor já estiver de alta.

Quarto de Victória.

Arthur: a mamãe ainda está dormindo então façam silêncio — deixa os irmãos entrarem.

Manu: senta na cama da mãe — ela tá só dormindo Arthur? — fala chorosa — nossa mãe tá bem né.

Victória: melhor impossível meu bebê — abre os olhos e sorri — não é qualquer bala que me derruba.

Manu: mamãe eu tive muito medo de te perder — abraça a mãe.

Victória: sentia um pouco de dor mas disfarça — eu to aqui meu amor — olha os três filhos — vocês vão ficar só me olhando?

Cecília: mamãe! — corre até a cama e abraça a mãe.

Alejandro e Arthur se juntaram ao abraço que durou alguns segundos e logo depois todos sentam ao redor da mãe na cama.

Arthur: como se sente mamãe?

Victória: depois desse abraço muito melhor — falou emocionada — que felicidade ter meus filhos aqui.

Cecília: tive tanto medo de perder a senhora.

Alejandro: ficamos em pânico mamãe.

Manu: não quero mais ficar sem você mamãe.

Victória: já estava chorando — eu nunca ia abandonar vocês meus amores, e não é uma bala que vai fazer isso.

Diana depois de visitar o pai vai até o quarto de Victória.

Diana: eu vim falar com você, mas vejo que está em ótima companhia Victória — sorri ao ver os irmãos — preciso falar algo com você.

Victória: e eu com vc filha — olha os filhos — meus amores, amo muito todos e é um amor maior que eu.

Arthur: isso todos já sabemos mãe — sorri terno.

Diana: esse amor que você tem por eles é algo lindo que nunca tive, por isso sempre me emociono com esse amor.

Victória: Diana, agora que você tem um pai — faz um gesto com a mão a chamando pra sentar a o seu lado.

Diana: ela senta perto de Victória — e junto a esse pai veio uma família linda.

Victória: Diana? Aceitaria um pouco tarde, eu sei, mas você me aceitaria como sua mãe? — já chorava — não quero ser na sua vida a madrasta ou a esposa do seu pai.

Manu: aceita Diana — pede feliz — aceita ela.

Cecília: Diana diz que aceita.

Alejandro: um sim maninha.

Arthur: deixem de colocar pressão, mas seria ótimo você falar que sim Dianita.

Diana: sua filha? — a olha chorando — ter uma mãe de verdade?

Victória: pode me chamar de mamãe? — abre os braços — me diz Diana? Pode?

Diana: vou ter a melhor mãe do mundo — abraça Victória chorando — mamãe.

Victória: a família fica cada vez maior — fala chorando de felicidade — meus filhos.

No dia seguinte a noite Victória entrava no quarto de Damian e não encontra ninguém, se desesperou pelo fato do marido não está na cama e ninguém ter visto ele e então ela senta na cadeira preocupada.

Damian: Victória? — sai do banheiro — o que faz aqui?

Victória: levanta e olha Damian — meu amor? Damian — começa a chorar.

Damian: Victória não chora minha vida — vai até ela é a abraça — eu estou bem meu amor.

Victória: tive tanto medo de não te ver mais.

Damian: você levou um tiro por mim e por nosso filho.

Victória: levaria quantos fossem pra proteger você ou nossos filhos.

Damian: eu queria te perguntar algo?

Victória: o que foi meu amor?

Damian: sei que aqui não é o melhor lugar, mas eu preciso te perguntar algo bem urgente.

Victória: o que quer me perguntar? — curiosa.

Damian: Victória Reyes, você aceita... — é interrompido pelos filhos entrando no quarto.

Arthur: atrapalhando algo? — entrou acompanhando pelos irmãos mais novos.

Damian: não meus filhos — olha Victória e sorri — é... Victória?

Victória: fala meu amor — olha com carinho os filhos e depois olha Damian — então?

Damian: limpa garganta — filhos eu sei que erramos em esconder o fato de ter nos casados por contrato, mas queria pedir perdão.

Victória: também queria meus filhos — fala triste — me perdoa se magoei vocês com palavras que não mereciam escutar.

Arthur: por mim já estão perdoados — sorri.

Alejandro: casal perdoado por mim também.

Cecília: olha que já perdoei os dois.

Manu: fala sério? — abraça os dois — eu amo vocês.

Damian: olha Victória e sorri — então diante dos nossos meninos quero te pedir algo meu amor.

Victória: pode pedir Damian — o beija e lhe dá alguns selinhos — fala minha vida.

Damian: ok amor — se ajoelha — Victória Reyes Mondragón, quer casar comigo?

Victória: olha os filhos e depois Damian — isso é pergunta meu fera? Óbvio que aceito.

Damian: levanta e olha Victória nos olhos — diante dos nossos filhos minha bela, eu Damian Lascurain quero te dizer que te amo e vou te fazer feliz pra sempre.