Amanhece o dia e Damian leva Victória em seus braços até o quarto do casal e depois do banho coloca a roupa da uma última olhada pra esposa desce pra comer algo para depois sair para a construtora.

Victória acorda um pouco tarde e depois de comer algo vai ate o quarto falar com a irmã.

Isadora: não vai para a construtora hoje?

Victória: hoje eu preferi ficar em casa.

Isadora: então eu vou falar que hoje eu vou sair com Mateus e Fernando com Valentina.

Victória: mas voltam hoje?

Isadora: não maninha — sorri — eu e Mateus vamos passar a noite fora.

Victória: então tudo bem Isa.

Isadora: o Eduardo apareceu pegou a Ana no hospital e foi embora sem da explicação — fala triste.

Victória: ele sabe o que faz — fala serena — Eduardo é adulto, além de ser nosso irmão mais velho.

Isadora: tomara que ele volte logo Victória — ela deita no colo da irmã e fica até dormir.

O dia passou tranquilamente até que a noite chegou algo para Victória e ela vai até o escritório com um lindo arranjo floral nas mãos e chegando lá pega o cartão e lê, mas não gosta do que tem escrito.

Victória: que pessoa sem noção de realidade — vai jogar o cartão mas alguém pega de suas mãos sem ela perceber — o que vai fazer Damian? — o olha em pânico.

Damian: ainda se ver o que estava escrito — não posso ver quem mandou essas porcarias pra minha esposa — olha o cartão e seu sorriso desaparece do seu rosto — o que esse maníaco mandou pra você?

Victória: não sei porque ele mandou isso Damian — estava entrando em desespero — só chegou e eu abri o cartão.

Damian: pois vamos ler o conteúdo — abre o cartão e tira o papel vermelho sangue e as letras douradas e o cheiro de perfume vagabundo que fez ambos sentirem um pouco de náuseas.

Victória: não é necessário nem saudável pra gente.

Damian: minha Victória, queria receber dos seus labios aquele beijo molhado e cheio de luxuria que só você sabe dar, entrar em você e te fazer gemer até não pronunciar sequer um ruído que não seja de prazer, quero nossos corpos suadinhos de prazer e te fazer minha todas as noites...

Victória: acabou com essa pornografia gratuita? — estava aborrecida.

Damian: você deve gostar do que ele escreveu — amassa o papel e joga longe — gosta de receber atenção de outro homem?

Victória: se escuta falando e percebi o tamanho do absurdo.

Damian: adora, o Henrique ou qualquer outro te mandando flores — pega o arranjo e destrói sem pena — você deu confiança.

Victória: agora é você que já está exagerando na desconfiança — fala impaciente.

Damian: e você está disponível pra ele a toda hora? Porque me fala pra te liberar da obrigação de ta comigo.

Victória: se escuta falando seu idiota — estava indo em direção a porta — tem certeza do que me acusa?

Damian: você deu abertura pra ele?

Victória: não é óbvio? — fala debochada — mas se quiser bater na mesma tecla — da de ombro — eu sou inocente e você insiste em me acusar.

Damian: eu já tô cansado dessas mentiras — suspira pesadamente — não percebe o que houve com nos dois depois desse Henrique? E você ainda dá importância pra ele.

Victória: eu dou? E a desconfiança, traição e abandono? Porque foi assim que terminamos há quinze anos atrás — sai andando em direção a sala e seguida por Damian.

Damian: e porque não se separou no término do contrato de casamento? Nunca gostou de mim então porque nunca se separou?

Victória: porque nunca me separei de você Lascurain? — da uma gargalhada irônica — vamos a o teste de memória da família?

Damian: vamos senhora Reyes Mondragón — disse debochado.

Victória: há mais de vinte anos atrás eu engravidei do Arthur faltava poucos meses pro nosso contrato acabar e o que você fez? Me buscou como um louco e me trouxe de Puebla até em casa porque não sabia viver sem mim e isso porque não sabia que estava com o filho na barriga.

Damian: e porque não nos separamos depois? Porque se é um teste de memória eu tenho várias discussões pra lembrar.

Victória: porque você é um touro reprodutor e depois de uma briga você vinha parar no meio das minhas pernas como um animal no ciu doido pra meter com a primeira fêmea que aparecer — andou um pouco pra frente mas depois volta — você é insaciável e insano.

Damian: e essa fêmea era você porque era minha esposa — bate orgulhoso no peito — sou seu MARIDO e você tem obrigação de me dar filhos.

Damian e Victória discutiam na sala enquanto os filhos reunidos no lugar olhavam todos assustados os pais brigando como dois animais raivosos.

Victória: o contrato devia ter uma cláusula, PROIBIDO ENGRAVIDAR NA VIGÊNCIA DO CONTRATO.

Damian: A MELHOR CLÁUSULA

Victória: então vai a merda — soca o peito dele com força — me dá a separação de vez idiota.

Eles olham os filhos e se olham novamente.

Damian: na frente dos MEUS FILHOS NÃO — a segura pela cintura e sai com ela da casa.

Victória: me solta seu Neandertal — batia nele como podia — não sou sua seu homem das cavernas.

Damian: vamos a casa anexa porque é o único lugar que podemos brigar em paz.

Os dois entram e Victória ainda protestava quando ele fecha porta a solta.

Victória: é um FERA — estava com raiva.

Damian:e você é uma MEGERA — estava em cólera.

Victória: me jura amor eterno e agora tá me acusando de adúltera.

Damian: me fala porque ia casar com o maníaco?

Victória: porque ele me ajudou a sair da cadeia, mas nunca tive nada íntimo com Henrique nesses meses.

Damian: não acredito — sente o rosto arder do tapa que levou dela.

Victória: PRIMEIRO ME LARGA NAQUELA CADEIA IMUNDA PRA SER JULGADA E CULPADA POR ALGO QUE NAO COMETI, SEGUNDO, VOCÊ ME DEIXA QUINZE ANOS NA PRISÃO SOZINHA E AI VEM O HENRIQUE QUE ME TIROU DE LA.

Damian: já pensou que pode ter sido culpa?

Victória: que seja — fala magoada — você me jura amor e me abandona e dúvida do meu amor, respeito e sinceridade.

Damian: segura forte nos braços dela — mas ia casar com Henrique.

Victória: me escuta seu imbecil — se solta brava dele — se fizesse isso entenderia.

Damian: desde o nosso primeiro dia de casamento esse maníaco está com você — pega grosseiro no queixo dela e balança sua cabeça — me traia desde aquela época.

Victória: o que falou? — da um tapa forte na cara nele .

Damian: você é louca Victória?

Victória: ta me achando com cara de prostituta de cadeia ou de adúltera — foi firme nas palavras pra ele sentir sua força — que tipo de mulher acha que sou?

Damian: uma ex presidiária que ia casar com um assassino.

Victória: seu desgraçado — puxa a camisa dele fazendo os botões estourarem e deixar ele de peitoral a mostra — filho da mãe — soca o tórax dele violentamente.

Damian: porque não crava uma faca no meu peito como seu amante fez com Pedro Pérez?

Victória: te odeio — se afasta bruscamente dele — se um dia sentir amor por você hoje eu sinto ódio.

Damian: o que acha que eu sentir por você quando foi presa? — tenta pega nela mas acaba rasgando o vestido dela — ódio e vontade de te matar naquela delegacia.

Victória: mais eu era inocente e você me abandonou seu nojento.

Damian: EU NÃO SABIA

Victória: MAS NÃO PROCUROU SABER SEU IMBECIL.

Damian: NÃO ME CHAMA ASSIM — ele tenta puxar ela pra perto pelo vestido e acaba rasgando ele inteiro.

Victória: sua fera — estava apenas de lingerie agora — e agora? Vai vim pro meio das minhas pernas? Seu animal.

Damian: ja chega Victória — ele tira os sapatos e a meia e depois a calça — ja me encheu o saco.

Victória: você que não suporta a verdade seu touro reprodutor — se aproxima dele — já quer vim sentir minha pele na sua.

Damian: eu te avisei — a pega no braço e a arrasta até a cama — o que quer comigo?

Victória: nada idiota — levanta da cama calmamente — não quero mais nada com você Damian Lascurain.

Damian: não testa minha paciência — arrasta ela e a imprensa na parede com raiva — a que eu não tenho, lembra?

Victória: já vai me atacar seu insaciável?

Damian: você me provoca — com toda força arranca o sutiã dela — gosta de me ter assim.

Enterra a cabeça entre o pescoço de Victória e com as mãos nos seios os apertavam com força e a pressionava na parede com raiva e desejo, seu membro que ainda estava dentro da cueca já estava latejando de tesão e como os corpos de ambos estavam colados ele roçava na barriga dela a provocando.

Victória: me larga tarado

Damian: sou mesmo — continua provocando — e você gosta.

Victória: me deixa sair idiota — nem se mexe direito porque ele não permite.

Damian: não vai sair daqui agora — a suspende pela cintura e a leva pro sofá — você não resiste ao seu touro reprodutor — se livra da cueca e da camisa ficando completamente nú — você nunca vai se livrar de mim.

Victória: pensa que eu vou abrir as pernas pra você — fala entre dentes — nao manda no meu corpo.

Damian: mas vou te calar hoje.

Com uma mão segurando os braços dela acima da cabeça a outra rasga a calcinha dela com uma certa violência... ele senta em cima dela e já a penetrava com raiva ... queria escutar apenas ela gemer em baixo dele e sentir sua hombridade dentro dela.

Damian: admite que eu sou único que você quer

Victória: não vou falar nada imbecil — sentindo as arremetidas dentro do seu corpo ficarem cada vez mais deliciosas.

Damian: aí aí ... sabe que se negar eu fico mais doido Victória.

Victória: não precisa dizer o que eu já sei — já estava difícil não gemer — você é uma fera irracional.

Ele sai de dentro dela e esculta um gemido de protesto que ela deixa escapar.

Damian: não reclama e agora me mostra que é minha fêmea.

Ela fica de quatro no chão
Damian segurou o quadril de Victoria de modo rude, sentindo as imagens das flores passando por sua cabeça. Agarrou se a ela e de uma só vez enterrou seu membro desejoso de ser consumido dentro dela.

Victória: Damian seu idiota... vai devagar porque não sou de elástico.

Damian : Reclamando, Victoria? Achei q você gostasse assim... huuumm... me xinga vai...

Victória: Bruto! Você é um bruto! Eu queria tirar você de dentro de mim — Falou com raiva de si mesma por desejar tanto ser tomada por ele.

Damian a virou para ele e em seus labios um sorriso triunfante...Vendo o gozo...vendo seu prazer...Estava feliz de ser o homem dela.

Damian: Agora me deixe ter um pouco mais de prazer com você... bela.

Vick: Você não vive sem estar dentro de mim... sempre no cio.

Damian gargalhou vendo que ela fechava as pernas para provocá lo

Damian: Não seja rebelde...não vai adiantar — abaixou se e sussurrou no ouvido dela — Posso ficar aqui a noite toda.

E segurando as pernas de Victoria, Damian voltou a penetra la
Desta vez lentamente
Com intensidade fazendo todo seu corpo tremer. Vitoria tinha um homem em casa e ele nunca deixaria ela se esquecer.

Victória: ela levanta sentido as pernas um pouco fracas — vou tomar um banho.

Damian: tem tanto nojo de mim que precisa tomar um banho correndo? — fala debochado.

Victória: se você fosse um homem civilizado faríamos sexo na cama e não rolando no chão como dois animais — entra no banheiro mais deixa a porta aberta.

Damian: serio isso? — ele levanta e se encosta na porta de braços cruzados — mas você adora quando faz no chão.

Victória: me deixa em paz pelo menos no banho? — vira pra ele e o olha com reprovação — da pra ser ou tá difícil?

Damian: você ainda não vai se livrar de mim tão fácil megera.

Ele avança sobre ela e a suspende a colocando sentada na pia e beijando sua boca desesperado descia os beijos até o pescoço... suas mãos buscavam os seios dela com desespero para ser sentido tocados... e seu membro já estava pronto pra invadir a intimidade de Victoria que gemia e não pronunciava nem sequer uma palavra.

Damian: e agora ... quem te calou de prazer?

[...]

Pela manhã Damian e Victória chegaram juntos a mesa de café da manhã e sob os olhares dos filhos que não estavam nada contentes com o que escutaram na noite anterior.

Alejandro: o que aconteceu ontem que vocês brigaram?

Damian: pergunta a sua mãe — toma um gole do café.

Alejandro: mamãe?

Victória: seu pai sabe muito bem porque brigamos — não olhava o filho — e porque falei tudo aquilo.

Arthur: casar por contrato — fala Arthur sério — uma cláusula PROIBIDO filhos.

Damian: isso é entre eu e sua mãe — fala calmo — vocês podem ficar tranquilos.

Victória: nao é a primeira mas vai ser nossa última briga, porque vou me separar do pai de vocês — falava firme.

Manu: NÃO PODE SER — levanta da mesa e sai correndo.

Alejandro: ta vendo o que fizeram? — vai atrás da irmã.

Arthur: parabéns ao casal — fala debochado — vocês sabem como dar uma má notícia aos filhos muito bem.

Victória: Arthur por favor me deixe explicar.

Damian: se porte como um adulto que você parece ser.

Arthur: vocês vão se arrepender — sai da mesa.

Cecília: nem quero escutar nada que venha da boca de vocês.

Diana: com licença

Cecília são as últimas a se levantarem da mesa e sair deixando o casal sozinho na mesa.

Damian: não sei o que falar — passa a mão no cabelo impaciente — o que vai fazer agora?

Victória: nada com você — o olhou com raiva — você não percebeu que por seu ciúme doentio nossos filhos nos odeia.

Damian: a culpa é minha? — bate na mesa com raiva — você deu liberdade pra aquele maníaco vir se meter nas nossas vidas.

Victória: se há quinze anos atrás você tivesse acreditado na minha inocência — levanta da cadeira — eu fui presa inocente e passei quinze anos longe na minha família e principalmente dos meus filhos.

Damian: agora eu sou culpado de tudo?