Entre Tapas E Beijos

10 Capítulo 9 - Tudo novamente


Notas iniciais
Até que enfim o Dr. Ovaldo chegou, e temos a primeira noite no acampamento ...
DEDICADO A UMA PESSOA EM ESPECIAL, e quando ela ler certamente saberá que foi para ela!

POV Fatinha

Estávamos todos a mesa no colégio, e a Juh já tinha convidado todo mundo para o nosso acampamento, o Baianinho foi o primeiro a aceitar ele amava uma farra, e todos os demais também aceitaram, obaaa todos nós íamos e ia ser super divertido.

Baianinho: AAAh é claro que eu vou, mas eu não tenho uma barraca acho que vou ter que ficar com as meninas. –deu um sorriso malicioso.

Kika: É mais fácil você dormir junto com os animaizinhos que tem na floresta do que com nós. –todas nós rimos.

Ele era muito engraçado, e quando tinha a oportunidade de ficar perto das meninas não desperdiçava mais precisamente de mim, ele vivia atrás de mim sempre dizendo que eu era a musa dele, e isso e aquilo, mas na verdade eu tinha me tornado a musa do colégio inteiro, existia tipo uma rede social para os meninos do colégio e advinha: Minha foto estava como musa do mês, UAU demais mesmo isso, mas eu não me importava muito, é claro eu gostava de abalar, mas quem eu queria abalar mesmo, não sei se tinha conseguido.

Baianinho: AAAh minha musa, você não vai deixar esse menino que te ama tanto ficar sem uma barraca né?

Fatinha: Claro que não, você pode dormir com os meninos. –ele se decepcionou com a minha resposta, até parece mesmo, eu iria ficar com minhas amigas, e quem sabe até com meu romance... Tá isso eu já estava imaginando.

Baianinho: Isso é uma injustiça com a melhor pessoa desse mundo.

2 dias depois

Todo mundo estava tranquilo, só eu que não, hoje o Dr. Ovaldo chegaria e tudo viria à tona novamente, e o Heitor não tinha aparecido na escola ainda, isso já estava começando a me assustar.

Depois da escola fui para meu trabalho, e já estava encerrando meu expediente quando entrou o Bruno acompanhado de um homem alto, bem vestido e bem parecido com ele.

Bruno: Boa tarde! –ele veio me cumprimentando mais com um simples beijo no rosto.

Fatinha: Boa tarde. –abri um sorriso para ele.

Bruno: Bom linda,quero te apresentar meu pai e seu advogado agora Dr. Ovaldo. –hmmm, meu futuro sogro.

Fatinha: Prazer doutor é bom ver o senhor.

Ovaldo: Prazer Maria de Fátima, mas pode me chamar só pelo meu nome, ou como preferir. –e ele sorriu, ele era simpático e eu quase disse para ele, aaaah posso te chamar de sogrinho? Mas eu contive.

Fatinha: Claro, como eu quiser... –eu ri com meus pensamentos.

Ovaldo: Bom, podemos conversar em um lugar mais reservado?

Fatinha: Claro, podemos sim, só vou avisar meu chefe que já estou saindo.

Voltei em poucos minutos, e ele achou melhor que conversássemos em sua casa, eu estava tensa e acho que o Bruno percebeu.

Bruno: Calma minha linda, vai dar tudo certo. –ele sussurrou para mim... ele tinha o poder de me acalmar.

Nós começamos a conversar, o Bruno já havia contado tudo para ele para evitar constrangimentos segundo ele, e realmente o pai dele era muito eficiente e sabia com lidar com a situação, primeiro ele precisava saber ao certo tudo o que tinha acontecido, depois nós fomos a policia, eu imaginava que não era preciso (na verdade eu não queria ir),mas eu não podia ir contra a palavra do advogado, e além do mais agora eu tinha um advogado e não precisava me preocupar.

Nós tivemos que prestar depoimentos, todo mundo, mas como sabíamos quem era o culpado eles iriam direto ao alvo e eu também comentei que o Heitor estava sumido da escola, e eles iriam começar as buscas tanto para achar ele, quanto para achar o Henk e seus amigos.

Aquilo tudo tinha sido horrível, mas era necessário, e agora toda segurança era pouca, todos nós ficaríamos de olhos bem abertos.

Ninguém queria adiar o nosso acampamento e muito menos eu, e o Dr. Ovaldo até achou melhor nós ficarmos nem que fosse 2 dias longe da cidade.

Já era sexta feira, e iríamos viajar a noite, eu tinha trocado de turno com meu chefe, e como ele já sabia de tudo o que estava acontecendo nem me cobrou os dias que eu ficaria fora, o pai dele viria para ajuda-lo nesses dois dias.

Juh: AAAi minha mala não quer fechar !

Alice: MEU DEUS DO CÉU JULIA, AONDE VOCÊ VAI COM 3 MALAS?

Juh: Qual é Alice, você sabe que eu sou assim, agora anda me ajuda fechar antes que meu irmão arrombe a porta.

Bruno: VAMOS JULIA, não quero perder a van. –ele berrou.

Fatinha: Calma Bruno, nós já estamos indo. –eu gritei. –Juh acho melhor você ir logo mesmo.

Juh: Pronto, consegui. Parabéns amiga, mais uma missão impossível resolvida. –disse para Alice.

Alice: Pois é, mais uma, você sempre inventa uma nova.

Quando saímos do quarto, o pai dela e o Bruno tiveram um breve ataque cardíaco com o tanto de malas, só com as delas, porque eu e a Alice levávamos apenas 1 mala cada uma.

Bruno: Se não couber essas suas malas na van, elas vão na sua cabeça, já to avisando.

Ovaldo: AAh filho deixa a sua irmã, e eu já disse pra vocês irem com a minha caminhonete. –ele estava rachando de dar risada.

Bruno: É pai acho melhor mesmo, se não só vai caber a Juh e suas malas na van.

Juh: Chega de blá blá blá, e vamos logo. Obrigado papis pelo empréstimo, tchauzinho e até domingo à noite. Amo o senhor.

Ovaldo: Tchau minha menina, se cuida em amo você. Tchau para todos vocês, e filhão cuida do meu bebezinho ok?! -pois é ele chamava aquela caminhonete monstra de bebezinho u.u.

Bruno: Pode deixar pai... Podemos ir agora? –todos saíram do apartamento, e o pai dele pediu para nós dois esperamos.

Ovaldo: Tome cuidado, muito cuidado, ninguém sabe para onde vocês estão indo, mas mesmo assim todo cuidado é pouco, e eu vou continuar acompanhando o caso de perto tudo bem?

Fatinha: Pode deixar, e obrigada mais uma vez doutor.

Bruno: Pode deixar pai, tomarei muito cuidado. –depois nos despedimos dele e seguimos viajem, aah e agora o Tony e o Marcos o outro amigo do Bruno iriam conosco. Eles foram na caminhonete junto com as nossas malas e barracas, e o resto do pessoal na van.

Chegamos lá em duas horas, e o lugar era lindo, descarregamos as coisas, montamos as barracas, arrumamos tudo e como não tinha mais nada a fazer ascendemos uma fogueira, assamos uns marshmallow, e o Baianinho pegou seu violão e começamos a cantar junto com ele.

Eu olhava cada um que estava na roda, do meu lado direito estava o Bruno e do outro a Alice, e eu estava feliz, me sentia completa com todos eles perto de mim, e sim estava apenas começando o nosso maravilhoso acampamento.

Notas finais
algo me diz que esse acampamento vai ser bom.... kkk
AAah e deixem comentarios.. poxa voces não vao ficar sem as mãos! :D