Notas iniciais
Estou lutando para reencontrar o ritmo dessa história, espero que as coisas fluam melhor no futuro.

A tensão na taverna era densa, como se o ar carregasse o peso da desconfiança. O brilho das tochas tremulava contra as paredes de madeira escurecida pelo tempo, projetando sombras dançantes sobre os rostos atentos dos soldados-lobos. Sam mantinha a espada erguida, sua lâmina refletindo a luz dourada do sol poente que entrava pelas janelas reluzentemente limpas.

Rachel, no entanto, permaneceu inabalável. Sua pele bronzeada estava marcada por cicatrizes discretas, testemunhas silenciosas de batalhas passadas. O top de couro marrom moldava seu torso forte, enquanto a saia de couro, com aberturas laterais, facilitava seus movimentos ágeis. Quando se moveu, a fenda revelou um short justo por baixo, prático para o combate. Nos pés, sandálias de tiras de couro se ajustavam perfeitamente às curvas definidas de suas pernas.

— Sam — sua voz soou firme, mas sem agressividade — guarde sua espada. Não há perigo aqui.

Sam hesitou. A mulher à sua frente era um mistério, uma tempestade contida. Mas algo na forma como ela falou, na maneira como seu olhar não vacilou, fez com que ele inspirasse fundo e baixasse a lâmina.

Rachel então se virou para os soldados-lobos. Alguns já tinham se levantado, garras afiadas pressionando a madeira das mesas, prontos para reagir. Ela ergueu a mão em um gesto calmo, mas autoritário.

— Continuem com suas refeições e aproveitem a noite.

Por um momento, o silêncio reinou. Então, um dos soldados assentiu, puxando o banco de volta para a mesa. Um a um, os outros seguiram o exemplo, retomando sua refeição. O tilintar dos canecos e os murmúrios voltaram a preencher o salão.

Rachel inspirou fundo e virou-se para Quinn. Olhos escuros pousaram nos da princesa.

— Vem comigo — Seus olhos castanhos, sempre cheios de uma força silenciosa, agora carregavam algo mais: um cansaço profundo, a exaustão de alguém que carrega segredos pesados. Ela pediu, num tom suave. — Quero lhe mostrar algo, é importante.

Quinn hesitou, mas o convite na voz de Rachel era irrecusável. Assentiu, e as duas saíram da taverna, seguidas à distância por Sam, Puck, Brittany e Santana.


O Mercado


Do lado de fora, o fim de tarde tingia o céu de tons dourados e alaranjados. O sol começava a se esconder atrás das montanhas, lançando longas sombras sobre as ruas de pedra. O mercado fervilhava de energia—barracas coloridas exibiam tecidos bordados à mão, frascos de perfumes exóticos, frutas frescas e joias de prata e âmbar. O cheiro de pão recém-assado misturava-se ao aroma amadeirado das especiarias.

Rachel andava com a postura de uma verdadeira líder, sua presença impunha respeito. Aldeões olhavam para ela com admiração, alguns faziam discretas reverências, outros apenas sorriam, acostumados com a visão de sua guerreira entre eles. Comerciantes erguiam produtos na direção dela, declarando que qualquer coisa que desejasse seria um presente, uma honra.

Quinn observava tudo com fascinação. As luzes, os cheiros, a vibração do lugar... Havia uma vida pulsante ali, algo genuíno e acolhedor.

Então, uma risada infantil soou. Um garotinho de cabelos escuros e olhos brilhantes correu na direção delas, segurando algo pequeno entre os dedos. Ele parou diante de Rachel, hesitante, e olhou para Quinn.

— Posso dar um presente para a princesa de cabelos dourados?

Rachel ergueu uma sobrancelha e sorriu suavemente.

— Pergunte a ela.

O menino virou-se para Quinn, que se ajoelhou para ficar à sua altura.

— Claro que pode.

Com um sorriso satisfeito, o pequeno estendeu a mão, revelando uma pulseira de couro trançado, onde pendia um pequeno pingente de lobo esculpido em madeira.

Quinn pegou o presente com delicadeza, os dedos deslizando sobre o trabalho detalhado.

— É linda — disse, genuinamente emocionada. — Deixe-me pagar por isso.

O menino balançou a cabeça com um sorriso travesso.

— Não precisa.

E, antes que Quinn pudesse insistir, ele saiu correndo de volta para seus amigos. Rachel acompanhou a cena com um olhar orgulhoso.


Enquanto seguiam pelas ruas, uma melodia começou a preencher o ar. Um grupo de músicos tocava instrumentos antigos—alaúdes de madeira polida, flautas finamente esculpidas, e um tambor de pele firme que marcava o ritmo da canção.

Os acordes eram animados, e Brittany quase saltou de empolgação. Ela girou nos calcanhares, os olhos brilhando.

— Eu amo essa música!

Sem hesitar, a loira correu para o espaço onde alguns aldeões dançavam e começou a rodopiar no ritmo da melodia. Santana, parada ao lado de Rachel, observava a cena com uma expressão que mesclava desejo e hesitação.

Rachel percebeu. Com um suspiro teatral, revirou os olhos e murmurou:

— Está dispensada.

Santana abriu um sorriso radiante.

— Sim, senhora.

Ela bateu o punho no peito em uma saudação respeitosa antes de sair correndo para se juntar a Brittany.

Rachel observou a felicidade estampada no rosto das duas enquanto giravam ao som da música. A risada de Brittany ecoava pelo mercado, e Santana segurava suas mãos com um olhar tão apaixonado que fez Rachel suspirar.

Ela ouviu então Quinn soltar um leve pigarro para chamar sua atenção.

— Vamos? — a princesa perguntou.

Rachel assentiu e a puxou suavemente para um caminho mais afastado.

Sam, atento, seguiu o movimento, mas Puck tocou seu ombro.

— Deixa — disse, tomando um gole da bebida recém-oferecida por uma bela aldeã. — Ao lado de Rachel é onde Quinn está mais segura.

Sam hesitou, depois assentiu.


À Beira do Rio


Rachel e Quinn caminharam em silêncio, afastando-se da agitação do mercado até chegarem ao rio. A água refletia o brilho âmbar do céu, e o farfalhar das folhas criava uma sinfonia suave com o murmúrio da correnteza.

Rachel parou à beira da margem, observando o fluxo tranquilo do rio. Seu rosto parecia mais sereno ali, mas também mais pesado, como se cada gota da água carregasse memórias que apenas ela conhecia.

Quinn aproximou-se com cautela.

— Rachel… — sua voz foi um sussurro. — Por favor, me explique tudo.

Rachel suspirou, o olhar ainda perdido na correnteza. Então, finalmente, virou-se para Quinn.

— O que você sabe sobre as aldeias de lobos?


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A brisa morna do fim de tarde soprava suavemente quando Quinn, hesitante, olhou para Rachel.


— Eu... não sei muito sobre as aldeias de lobos — confessou. Sua voz era baixa, mas sincera.


Rachel sorriu de leve, sem traços de julgamento. Seus olhos castanhos brilharam sob a luz dourada que ainda restava no céu.


— Vou lhe contar uma história — disse. — A minha história.


Ela inspirou fundo antes de começar, como se estivesse puxando lembranças de tempos distantes.


— Há muito tempo, havia muitas aldeias de homens e mulheres que se transformavam em lobos, metamorfos , como eu. Cada clã tinha suas próprias regras, sua própria cultura, mas vivíamos em harmonia. Até que os trolls chegaram.


A simples menção àquelas criaturas pareceu mudar o ar ao redor delas. Quinn se manteve em silêncio, sentindo o peso da história que estava prestes a ouvir.


— Os trolls eram monstros brutais. Trouxeram destruição e morte por onde passaram. Começaram atacando as aldeias mais distantes. Alguns conseguiram fugir, buscando abrigo em outros clãs, mas nem todas as aldeias estavam dispostas a ajudar. Nosso povo sempre conviveu, mas também sempre brigou entre si. Nunca fomos verdadeiramente unidos. E essa falta de união custou caro.


Rachel desviou o olhar para o horizonte, onde as estrelas começavam a surgir timidamente.


— Uma a uma, as aldeias caíram. As pessoas se espalharam pelo mundo.


Ela fez uma pausa antes de continuar, como se reorganizasse as memórias dentro de si.


— Uma dessas aldeias pertencia ao clã Corcoran. O chefe tinha uma filha, Shelby. Ela era linda... Cabelos escuros, olhos cor de chocolate, e uma voz como a de um rouxinol. Alegre e cheia de vida. Mas tudo mudou quando os trolls atacaram.


Quinn prendeu a respiração.


— O pai dela garantiu que Shelby fugisse com um grupo de aldeões. Eles viajaram por muito tempo até encontrarem refúgio entre o clã Berry, onde um líder forte e justo chamado Avery os acolheu. Ele era viúvo e tinha um filho pequeno, Jesse.


A sombra de um sorriso surgiu no rosto de Rachel.


— Avery se apaixonou por Shelby assim que a viu, mas foi paciente. Ele sabia que ela ainda sofria. E com o tempo, Shelby também se apaixonou por ele... e pelo pequeno Jesse.


A lembrança parecia aquecer Rachel por dentro, mas Quinn sabia que a história não terminaria ali.


— Eles se casaram e, algum tempo depois, Shelby deu à luz a uma menina. Rachel. Eu.


Rachel baixou os olhos por um instante.


— Meu irmão me amava mais que tudo. Era meu protetor. Nossa família era feliz... Mas os trolls não tinham terminado. Eles estavam cada vez mais agressivos e, um dia, chegaram ao território dos Berry.


A dor em sua voz fez Quinn apertar a própria túnica, involuntariamente ansiosa pelo desfecho.


— Meu pai era um grande guerreiro, um grande líder e um homem sábio, fez tudo que podia, mas chegou um ponto em que ele sabia que perderia. Ele garantiu que minha mãe, Jesse, eu e a maior parte do clã fugissemos antes do ataque final. Quando os trolls chegaram, nós já estávamos longe. Meu pai ficou para trás... e morreu lutando.


O silêncio que se seguiu pareceu pesar sobre elas como uma sombra.


— Minha mãe liderou nossa gente até um lugar seguro, longe de tudo. Foi onde crescemos. Jesse treinou para ser o próximo líder. E eu... eu herdei a voz de minha mãe, mas nunca fui feita para cantar. Eu queria lutar, explorar o mundo. Então, quando fiz catorze anos, parti em uma jornada.


O brilho nos olhos de Rachel mudou. Agora, era a faísca de uma guerreira contando sobre sua primeira aventura.


— Viajei com Santana e Puck. Lutamos, amamos, e vivemos coisas que poucos sonhariam. Mas então, descobri que muitos outros clãs não tiveram a mesma sorte que o nosso. Muitos estavam à beira da fome. A destruição dos trolls deixou cicatrizes profundas no mundo.


Ela estreitou os olhos, e Quinn percebeu que agora vinha algo ainda mais intenso.


— Um dia, enquanto estávamos em um desses territórios, chegaram notícias de que dois trolls errantes estavam atacando as aldeias. Partimos imediatamente.


Rachel piscou e, de repente, seu olhar parecia distante. As sombras do início da noite a cobriram como um véu, e quando ela falou novamente, sua voz era carregada de lembranças vivas.


FLASHBACK


O vento cortava a floresta enquanto Rachel cavalgava, sentindo o peso do machado preso às suas costas. Santana e Puck a seguiam, suas expressões tensas. Quando chegaram ao local do ataque, viram uma carroça destruída e um casal de idosos feridos.


Rachel desmontou rapidamente, correndo até eles.


— O que aconteceu? — perguntou, sua voz firme, mas gentil.


A mulher idosa tremia.


— Eles... eles nos atacaram do nada. Jogaram nossa carroça contra as árvores... Brittany tentou ajudar...


Rachel arregalou os olhos.


— Quem?


— Brittany, a elfa. Ela nos viu e começou a atirar pedras nos trolls para distraí-los. Eles a perseguiram...


Rachel cerrou os dentes.


Com a ajuda de Santana e Puck, libertou os idosos, mas o homem não resistiu aos ferimentos. A anciã segurou sua mão com força e implorou antes de morrer:


— Salve Brittany.


Rachel se levantou, os olhos faiscando.


— Eu prometo.


Ela deu um sinal para seus companheiros. Os três se transformaram em lobos e partiram para a floresta.


Seguiram o cheiro dos trolls e, ao chegarem a uma clareira, avistaram Brittany. Cercada. Sem saída.


Os trolls eram enormes, brutais, com pele dura como pedra e dentes afiados. Vendo a aproximação dos lobos, um deles cutucou seu companheiro e com uma voz grotesca falou: — teremos carne de cachorro para o jantar.


O outro, sorrindo uma gargalhada sinistra , ergueu uma pedra enorme, preparando-se para lançá-la sobre os lobos. Mas Rachel foi mais rápida.


Ela atacou, mordendo os calcanhares do monstro. Ele grunhiu de dor e deixou a pedra cair sobre a própria cabeça, quebrando o pescoço no impacto.


Mas ainda havia um.


Santana e Puck lutavam ferozmente contra o segundo troll, mas ele era resistente. Puck já mancava, e Santana estava ensanguentada.


Foi então que Brittany ergueu seu arco e disparou. A flecha atingiu o olho esquerdo do troll, cegando-o parcialmente.


O monstro rugiu, correndo em sua direção.


Santana olhou diretamente para Brittany, pela primeira vez desde que chegaram ali.


E Rachel sentiu algo novo. Um sentimento que não era seu.


Vinha de Santana.


Era algo tão puro, tão intenso, que parecia iluminar o mundo inteiro. Brittany era o sol, e Santana acabara de encontrá-lo.


E o sol estava prestes a ser apagado.


Santana se moveu como uma flecha, cravando-se nas costas do troll. Ele cambaleou, andando cegamente para o penhasco. Rachel prendeu a respiração.


O troll também percebeu o quão perto estava da beira, deu alguns passos para o lado se afastando, e nesse momento teve uma ideia, ele se jogou para trás, esmagando Santana contra o chão.

Um som nauseante de ossos quebrando pode ser ouvido por toda a clareira.


— Santana! — Rachel gritou, seu coração parando por um segundo.


O troll se levantou e sorriu ao ver Santana ferida.


Rachel não pensou. Ela atacou com tudo que tinha, derrubando o monstro para o abismo. Mas, no último instante, suas garras se agarraram à borda do penhasco.


Ela lutava para não cair quando Brittany e Puck chegaram para ajudá-la.


FIM DO FLASHBACK


Rachel ficou em silêncio por um momento.


Quinn a observava, admirada. Como alguém tão pequena poderia acabar com dois trolls?


O silêncio entre elas não era incômodo, mas denso – preenchido pelo peso do passado que Rachel havia desenterrado.


Quinn não sabia o que dizer. Ela sempre soube que Rachel era forte, mas ouvir sobre sua infância, as batalhas contra os trolls, a dor de perder o pai, o luto transformado em coragem... tudo isso fazia com que enxergasse Rachel de uma forma completamente nova.


A guerreira estava sentada em uma pedra na beira rio, os joelhos dobrados, os braços apoiados sobre eles. A brisa da floresta bagunçava os fios castanhos de seu cabelo, e a luz do entardecer desenhava sombras suaves sobre sua pele bronzeada. Seus olhos, fixos no horizonte, pareciam presos em outro tempo – talvez ainda naquele momento, anos atrás, quando segurava a borda do penhasco e sentia a vida por um fio.


Quinn, sem perceber, sentiu um aperto no peito. Rachel não era só forte. Ela era alguém que carregava marcas invisíveis, cicatrizes que ninguém via, mas que estavam ali, moldando cada parte dela.


Um impulso nasceu dentro de Quinn – um impulso estranho, mas inevitável. Com delicadeza, ela estendeu a mão e tocou a de Rachel.


Rachel piscou, como se estivesse despertando de um transe, e olhou para a mão de Quinn sobre a sua. Seu primeiro instinto foi endurecer – um reflexo natural, como quem já aprendeu a não se permitir ser fraca. Mas então, ao invés de recuar, Rachel virou a mão e entrelaçou seus dedos aos de Quinn.


O silêncio entre elas mudou. Agora, não era mais sobre o passado. Era sobre o presente. Sobre aquele toque inesperado, sobre a conexão que crescia entre as duas de forma silenciosa, mas impossível de ignorar.


Rachel inspirou fundo, fechando os olhos por um instante, antes de voltar a encarar Quinn.


— Eu vou te contar tudo — disse, a voz mais suave agora. — Mas não é fácil.


Quinn assentiu, apertando levemente sua mão.


— Eu posso esperar até amanhã — respondeu, sem hesitação.


Rachel prendeu o olhar nela por um instante a mais. Havia algo ali, nos olhos de Quinn, que fazia seu peito se aquecer – como uma promessa silenciosa.


— Obrigada — murmurou, desviando o olhar antes que sua voz fraquejasse.


O vento soprou entre as árvores, trazendo consigo o som distante da festa que acontecia na vila. Risos, música, passos dançantes sobre a terra.


Rachel se levantou, puxando Quinn consigo.


— Vamos voltar.


Quinn apenas seguiu, sem perceber que suas mãos continuavam entrelaçadas.


[...]


Enquanto Rachel e Quinn caminhavam de volta para a aldeia, o céu já estava pintado de tons dourados e lilases. A música e as risadas da festa se tornavam mais audíveis conforme se aproximavam, mas, por um momento, o mundo parecia silencioso ao redor delas.


Rachel olhou para suas próprias mãos e percebeu como seus dedos ainda estavam entrelaçados aos de Quinn. Era um gesto pequeno, mas que carregava um significado que ela não sabia explicar.


Quinn percebeu o olhar de Rachel e apertou levemente sua mão, sem dizer nada.


Rachel sorriu de lado, um sorriso que Quinn nunca tinha visto antes – um sorriso vulnerável.


Quando chegaram à clareira onde a festa acontecia, viram Puck e Sam disputando quem conseguia beber mais rápido, enquanto Santana e Brittany estavam mais afastadas, sussurrando algo uma para a outra. Santana parecia diferente ao lado de Brittany, mais suave, menos feroz.


Rachel e Quinn se aproximaram do grupo, e Santana ergueu uma sobrancelha ao notar as mãos das duas ainda juntas. Mas, pela primeira vez, ela não fez nenhum comentário sarcástico.


— Finalmente voltaram — disse Puck, erguendo sua caneca. — Perderam minha vitória gloriosa contra esse infeliz aqui!


— Você trapaceou! — Sam retrucou, indignado.


Rachel apenas riu e balançou a cabeça. Pela primeira vez em muito tempo, ela sentia que estava exatamente onde deveria estar.


Quinn olhou para ela de soslaio e, com um tom leve, perguntou:


— Amanhã, você vai continuar sua história?


Rachel a encarou por um instante e assentiu.


— Sim. Mas só se você prometer não fugir depois de ouvi-la.


Quinn sorriu.


— Eu prometo.


E, por algum motivo, Rachel acreditou nela.

Notas finais
Até logo...
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.