Entre O Abismo
5 Continuação
Na manhã seguinte acordei com muitas dores no corpo e atrasada, tomei banho rapido, bebi o suco da propria caixa e um pão seco, peguei minha bicicleta e fui correndo para o colegio a sorte que fica perto da minha casa e não ia perder o primeiro tempo. Quando cheguei o professor ainda não tinha chegando pra minha sorte. Sentei, e antes de relaxar minhas pernas as garotas vieram fazer varias perguntas sobre ontem até as que não foram ficarm perguntando. Eu apenas respondi o necessario e fiquei surpresa como se espalhou pelo colegio.
Takuya é bestante popular e muito bonito então era bastante raro uma menina negar algum pedido dele mesmo que fosse pra fazer aquilo... Suzuki uma vez disse que ele ficou com uma garota da sala dela e disse que eles faziam sexo toda vez que se viam e dizem que é assim até hoje, e com todas as meninas acontece a mesma coisa. Por acharem ele muito bonito as garotas acabam cedendo em fazer, depois que acontece ele dispensa como se não fosse nada. Dei sorte em não aceitar seu convite, e ainda melhor, por não sentir nenhum interesse por ele.
Falando em interesse, a noite de ontem não deu pra esquecer fiquei pensando enquanto estava no recreio ele é um misterio, não sei por que mas achei algo forte nele e uma ligação esquisita como se fosse algo meu. Mesmo com seus olhos assassinos sentir nenhum medo neles, posso estar maluca mas sentir que não ia me atacar não naquele lugar. Depois veio a ideia daquele figurino, roupa da era feudal? Orelhas de cachorro (ou lobo), bem, não tinha rabo, e olhos vermelhos feito sangue com certeza havia um evento por perto é cada coisa que vejo nesse lugar....
- O que houve? Você anda pensativa demais. — comentava Suzuki sobre meu comportamento.
- É que ontem... — hesitei um pouco.
— Deixa eu advinhar. — interrompeu — você quer ficar com Takuya? Nem acredito nisso, graças a Deus depois de trezentos anos vai beijar alguem, estou maravilhada...
Continuou tagarelando, sobre Takuya, beijos e seculos.
- Não é sobre o Takuya, é sobre uma outra pessoa
.- Quem então? — ficou seria.- Ontem a noite, quando vinha pra casa vi um garoto muito estranho com roupas tipo ninja da era feudal, e orelha de cachorro e olhos vermelhos e ficou me olhando como se fosse estragular...
- Tá fumando maconha? Colocaram alguma coisa na sua bebida? Tipo metafetamina? Você deve ter deparado com um cara que foi a algum evento otako.
- Sei lá, só comentei. Mas seu olhar era estranho.- Tudo pra você é estranho. Foi a mesma coisa quando você disse que viu um mostro arrastando uma pessoa.
- Naquela epoca eu tinha 5 anos.
- Oh, claro! — suspirou.
Não disse o resto da estoria, se não estaria num maniconio.
Hoje foi um dia bastante cansativo, joguei, corrir e cair na aula de educação fisica. Yamamoto perguntou sobre eu e Takuya, ela é bastante timida mas do que eu, e seu rosto demonstrava que ela gostava muito dele, apenas repeti o que disse para as outras meninas , depois de ouvir o que disse ela ficou muito feliz. E ganhei rivais também principalmente as garotas da sala dele e quando viu nós dois junto no patio (eu acompanha com as meninas), todas ficaram furiosas.
- Não ligue não me. — Naya disse.
- Claro, são um bando de mal comidas. — Tomomo respondeu.
- Todas nós sabemos que elas fazem de tudo pra ficar com ele, até fazer aquilo com a boca elas fizeram. — comentou Suzuki.
- Aquilo com boca? — perguntei meio perdida.
- Esqueci que é ingenua. Desculpe Marie. — disse Naya.
- É tudo verdade o que eu ouvi. Na epoca foi um babado muito forte. — falava Suzuki. — Os comentarios diziam que a Rukia fazia um serviço "extra" com o professor de matematica pra aumentar sua nota e não parou por ai. Um dia uns dos alunos que andava pelo corredor viu ela ajuelhada chupando o prefessor velho de matematica. — ela fez cara de nojo as outras meninas faziam o mesmo.
- Fala serio, logo o velho, se fosse um novinho teria orgulho em fazer. — Tomomo dizia com um risinho nos labios Naya e Suzuki riram do comentario
.- As outras que é do grupinho dela fazia a mesma coisa, só pra ter uma nota alta.
- O clube das chupetinhas. — Naya diziam rindo do proprio comentario.
- Elas realmente não esforça para consegui uma nota alta. — eu dizia depois de ouvir tudo aquilo.
- Isso ai Marie, precisam fazer isso pra subir na vida. Elas gostam do mole.
- Então manda elas sentarem no pudim — disse Tomoko.
- Marie — Naya me chamou — Vê quando sair com o Takuya, não deixa fazer nenhum pedido ele adora avançar o sinal antes do tempo.
- Vocês falam como se eu fosse sair com ele, mas não vou e nem faz meu estilo aquele garoto.
- Muito bem.
Depois, foi ficando tarde e a aula terminara. Fui andando pra casa. Peguei a chave e abri a porta, joguei minha mochila no sofá e fui para varanda sentei no piso de madeira, fechei os olhos e pensei ter notado um vulto passando, abri meus olhos e vi ele parado a alguns metros de mim com aqueles mesmo olhos vermelhos injetado de sangue, só que sua expressão mudara. Estava com cara de deboche.
- Olá.
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