Entre Nichirins e Sapatinhos de Cristal

Prólogo

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Era mais uma manhã comum.

Os Hashiras estavam no jardim da Mansão Ubuyashiki, esperando Kagaya aparecer para que pudessem começar a reunião.

Eles estavam tranquilos. Gyomei rezava. Muichiro observava as nuvens. Rengoku e Uzui conversavam animadamente sobre suas missões. Sanemi e Obanai discutiam, pois Obanai estava gadeando a Mitsuri (de novo). Shinobu e Mitsuri conversavam tranquilamente, enquanto Shinobu terminava de fazer uma trança no cabelo de Mitsuri. Giyuu estava quieto, um pouco mais afastado dos outros Hashiras.

Tudo estava simplesmente… normal.

Isso até uma misteriosa fumaça preta aparecer. Da fumaça, aparece uma estranha garota, com largas vestes escuras e um pontudo chapéu de bruxa.

Os Hashiras se assustaram com a aparição repentina da suposta bruxa, mas, antes mesmo que pudessem falar algo ou sacar suas armas de nichirin, um grande portal preto e roxo aparece, sugando todos os Hashiras para dentro, menos Gyomei e Muichiro.

— Não se preocupem, eles voltarão em um minuto. — A suposta bruxa diz calmamente para Gyomei e Muichiro.

A bruxa então pula no portal, e o mesmo desaparece, sem nem sequer deixar rastros. Gyomei e Muichiro ficam lá, extremamente confusos, mas não tem nada que possam fazer.

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Os Hashiras Rengoku, Uzui, Obanai, Sanemi, Mitsuri, Shinobu e Giyuu são sugados por aquele portal misterioso.

No momento, eles estão em um lugar totalmente escuro, como um tipo de void, vazio.

Mas nesse void nós temos várias portas. Todas tem uma plaquinha, mas cada uma tem um nome diferente. Enrolados, Chapéuzinho Vermelho, A Pequena Sereia, Os Três Porquinhos… São todos nomes de variados contos de fadas.

— Muito bem, sejam bem vindos ao Lar dos Contos de Fadas. — A bruxa aparece de repente.

— Quem é você?! — Os Hashiras se viram para ela, assustados. — É um oni?!

— Talvez eu seja. — Ela abre um sorriso malicioso. — Mas não importa, vocês estão sem suas nichirins, então não podem me matar, de qualquer jeito.

Só agora os Hashiras percebem que estão sem suas armas, o que os deixam um tanto mais assustados, mas eles não desistiriam tão facilmente.

— Mas não se preocupem, eu não irei matar vocês. Eu apenas irei brincar um pouco. — A bruxa diz calmamente.

— Brincar? O que você quer dizer com isso? — Obanai pergunta, frio e um tanto desconfiado.

— Simples: Cada uma dessas portas os levas a um conto. Vocês irão entrar em uma porta aleatória, e assumirão os papéis dos personagens do conto. E daí eu só irei os libertar quando o conto acabar. — A bruxa explica.

— E se nós não quisermos participar, hein? — Sanemi pergunta, em um tom desafiador.

— Eu apenas os matarei. E matarei os outros dois Hashiras que ficaram lá fora. E matarei a família Ubuyashiki inteira. — Ela tranquilamente responde.

A resposta da bruxa deixa os Hashiras um tanto nervosos e assustados, mas eles ainda não desistem.

— Você deve estar blefando! — Diz Rengoku.

— Hm, acho que não… Querem arriscar? Lembrem-se que vocês estão desarmados aqui. — A bruxa abre um sorrisinho.

Os Hashiras sentem um frio na espinha. É verdade, eles estão nas mãos da bruxa nesse momento…

— Ok, nós participamos… — Mitsuri diz, dando um suspiro.

— Ótimo! — Responde a bruxa. — Isso será divertido!

— Isso será um saco… — Uzui resmunga, enquanto abre uma porta aleatória e entra nela, sem nem olhar qual era o conto.

Os outros Hashiras apenas seguem Uzui e entram na porta. Menos Giyuu, que continua lá, parado, olhando para a bruxa.

— Olha, eu não vou participar, não. — Giyuu começa a falar. — Prefiro morrer. Não é como se eu fosse o maior fã da vida, e-… — Giyuu é interrompido por Shinobu, que aparece puxando-o pela orelha para dentro da porta.

Agora que os Hashiras entraram, a porta se fecha.

A bruxa se aproxima da porta, lendo o que estava escrito na placa.

— "Cinderela", hm? Isso será divertido…

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Os Hashiras agora estavam em um belo campo florido.

— Ué, onde nós estamos? — Rengoku pergunta, olhando em volta.

— Em um belo campo florido. Você não ouviu a narração? — Uzui responde, revirando os olhos.

— E cadê o conto? — Sanemi pergunta.

— Aqui tem um grande botão vermelho, escrito "começar". — Mitsuri mostra o botão. — E, olha, nós estamos no conto da Cinderela!

— Cinderela? Custava você ter escolhido um conto melhor, Uzui? — Obanai reclama.

— Foi mal, eu não li a placa antes de entrar. — Uzui responde. — Mas, ei, aposto que isso será bem EXTRAVAGANTE!

— Que saco, só vamos acabar com isso de uma vez! — Giyuu reclama.

Giyuu então vai até o botão, apertando-o.

Os Hashiras logo são teletransportados para os papéis que teriam que assumir na história, prontos para começarem o conto.

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Continua…

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.