Entre Médicos
22 Capítulo 22
Notas iniciais
Seattle, Washington.
Isabella Cullen
Mexi meu pescoço de um lado para o outro fazendo uma leve careta, meu pescoço doía como o inferno. Eu definitivamente não estaria tão cansada se tivesse cochilado no meu último intervalo. Estupida. Eu estava no hospital há 21 horas consecutivas. Sequer tinha tido algum tempo para um almoço. Trabalhar com o Dr. Sam era excelente, ele era um profissional extremante competente e adorava repassar o seu conhecimento adiante, ele era exigente e bastante mandão. Coloquei minha mão na nuca enquanto mexia furtivamente meu pescoço e apertava o botão do elevador. "Você tem os próximos quarenta minutos de descanso Dra. Cullen. Volte exatamente nesse tempo, sem atrasos, eu estarei esperando por você na cardiologia." Ele estava parado do meu lado, mas não me olhava, Sam estava concentrado de mais mexendo no que quer que fosse no seu celular. Assenti assim que as portas de metal se abriram. Soltei um generoso sorriso ao ver Emmett parado lá dentro, com as costas pregadas na parede de metal, ele olhou pra mim e me deu seu sorriso de covinhas que foi devidamente retribuído. Sam e eu entramos no elevador, ele ficou mais a frente, ainda concentrado no seu telefone. Fui para o lado do meu amigo e ele automaticamente jogou seu braço sobre os meus ombros. Definitivamente eu já tinha me acostumado com aquilo. Era perto das quatro da tarde e ele tinha acabado de chegar, pelas suas roupas casuais.
"Então linda Bella, como anda o nosso pequeno Noah e o seu cão? Fiquei sabendo por ai que você está meio que... enlouquecendo." Enlouquecendo. Essa certamente era a palavra ideal que se encaixa na sua pergunta. Tudo que eu fazia nos últimos dias era enlouquecer. Soltei um pequeno sorriso e suspirei ao me lembrar daquele cachorro. Três dias, esse era o tempo que eu estava convivendo com aquele pequeno relâmpago, ele já tinha me feito tanta raiva em tão pouco tempo. Inferno. Ele tinha rasgado a minha blusa predileta! McQueen era um terrorista.
"Maldição, está um caos. Ele é bagunceiro e absolutamente anti-higiênico." Suspirei fazendo Emmett sorrir. Noah simplesmente venerava aquele cachorro e tudo que eu falava sobre aquele pulguento fazia Noah o defender com unhas e dentes. Mas eu não podia negar, pelo menos não pra mim, ele era malditamente fofo pro seu próprio bem. "E você? Plantão hoje?" Ele balança a cabeça positivamente fazendo uma careta.
"Meu horário é as seis, mas eu estava entediado, resolvi vir para a ação. Você sabe, as provas estão chegando, quando mais experiência melhor." Concordei prendendo meu lábio entre os dentes. O andar do Dr. Sam chegou, então quando o elevador abriu ele saiu sem sequer olhar pra nós. Típico. Mais um andar e as portas de metais se abriram. "Você vem gata?" Emmett perguntou andando de costas e com seu sorriso bonito pra mim.
"Não, vou procurar alguma sala de descanso. Estou com sono e com fome, mas se eu for comer, não vou poder dormir, prefiro os minutos de sono." Emmett balançou a cabeça positivamente e ficou no meio das portas, as impedindo de fecharem, arqueei minha sobrancelha, ele sorriu me lançando uma piscadela. Emmett rapidamente abriu sua mochila e me estendeu uma pequena embalagem.
"São donuts, eu trouxe pra comer mais tarde, mas você parece tão esquelética que me deu pena. Esbalde-se!" Ele me lançou outra piscadela saindo completamente da caixa de metal.
"Obrigada!" Consegui sussurrar antes que as portas se fechassem. Olhei para a embalagem e dei um sorriso pequeno. Deus, eu estava faminta. Certamente eu tinha o melhor amigo que uma pessoa poderia ter. Dois segundos depois o elevador se abre no meu andar. Olho para o relógio de parede ali, apenas para conferir quantos minutos ainda me restavam. Apresso meus passos pelo corredor um pouco vazio, esses corredores geralmente, não tinha muita movimentação, eram onde ficavam as salas de descaço. Caminho apressadamente ate parar na sétima porta. Era onde eu e Edward gostávamos de ficar. Era meio que território de Edward Masen. Dr. Ego e sua mania de marcar território. Abro a porta um pouco apenas para ter certeza que não tinha ninguém ali. Vazia. Dou um longo suspiro e entro, era uma sala pequena e sem graça, como todas as outras, branca, com um beliche, um sofá de três lugares e uma mesa. Me jogo no sofá soltando uma bufada de ar extasiada, sentindo meus pés me agradecerem. Com um pouco de pressa rasco a embalagem que Emmett tinha me dado. Caralho. Cheirava tão bem que tive que fechar meus olhos em deleite. Eram três donuts, um de chocolate e dois de morango – meus prediletos. Tirei uma grande primeira mordida do de morango. Enquanto eu os comia balançava minhas penas livremente totalmente contente e satisfeita. Eu ainda tinha mais uma fodida maravilhosa meia hora de descanso, eu poderia tirar um cochilo, mas muito provavelmente eu acordaria com mais sono do que já estava. Mas eu me sentia tão cansada. Enquanto ainda saboreava meu ultimo donuts de morango, me deito sobre o sofá encarando o teto a cima de mim. Quando termino com os meus doces me sinto bem e satisfeita, eu teria que agradecer Emmett por ter me feito uma menina feliz. Passo minha língua sobre os lábios sorrindo ao sentir uma grande quantidade de açúcar grudada ao redor dos meus lábios. Por Deus, que Noah não me ouvisse, mas não tinha nada mais saboroso que um belo doce. O sofá era tão mais confortável que aquele velho e duro beliche. Eu realmente entendia porque Alice e Mike vivem brigando por um lugar no sofá. Tentei manter meus olhos fechados, mas era completamente frustrante estar tão cansada e não conseguir dormir. Soltei uma praga e esmurrei o sofá, virando-me do lado oposto, ficando de costas para a porta e a cama. Eu realmente estava contando os segundos para ir embora e me embolar na minha macia cama e dormir até o dia seguinte sem qualquer interrupção, restava saber se McQueen seria meu amigo está noite e ficaria com o seu focinho fechado. Deixei meu corpo relaxar um pouco, tentando manter a minha cabeça em coisas boas, como a cirurgia que eu tinha feito horas atrás com o Dr. Sam, aquilo foi divinamente excitante. Eu realmente não sabia quanto tempo depois, mas eu estava quase entrando na inconsciência quando sinto uma mão na minha cintura e alguém beijando o meu pescoço. Me viro no sofá lentamente, eu sabia quem estava ali, aquele cheiro era inconfundível. Edward tinha um sorriso torto e olhar travesso. Ele estava joelhos no chão. “Há quanto tempo você está aqui?” me xingo mentalmente pela minha voz grogue e rouca. Edward se abaixa um pouco apenas para me dar um selinho rápido.
“Acabei de chegar, é realmente sexy ver você com essas roupas, tão indefesa nesse sofá.” Ele sussurra no meu ouvido prendendo o modulo da minha orelha entre seus dentes. O que diabos ele pretendia? Estreitei meus olhos pra ele. Estico meus braços um pouco, apenas para que a preguiça vá embora. Beijo a sua bochecha e me sento no sofá, trazendo minhas penas para cima. Bato com a mão no acento vazio ao meu lado e Edward fica de pé, sentando-se ao meu lado. Coloco minhas penas sobre as suas e ele coloca seu braço no meu ombro.
“Sexy? Essas roupas não tem absolutamente nada de sexy, não em mim. Isso não quer dizer que você não fique sexy com elas Dr. Masen!” lhe dou um pequeno sorriso provocante com uma piscadela. Era completamente maluco o jeito que Edward me enlouquecia, e ele sequer precisava me olhar pra isso. Ele estreita os olhos e se inclina na minha direção para pegar os meus lábios nos seus em um beijo rápido.
“Você parece cansada.” Ele sussurra enquanto brinca com meus dedos nos seus. Fecho meus olhos e solto um longo suspiro deixando a minha cabeça descanar sobre o sofá.
“Estou exausta. Deus, eu não durmo a um longo tempo.” Edward sorri e beija a ponta dos meus dedos.
“Então por que você não dorme um pouco? Eu tenho uma boa hora de descaço, durma, eu fico aqui com você.” Então ele me lança o seu sorriso, aquele sorriso que me deixava completamente perdida.
“Dormir? Com você aqui? Isso não me parece muito atraente Masen.” Ele arqueia sua sobrancelha e morde o seu lábio. Porra. Porque diabos ele tinha que fazer isso comigo.
“E o que parece atraente pra você?” Então Edward puxa as minhas penas fazendo com meu corpo fique mais perto do seu, ele coloca uma mecha do meu cabelo atrás da orelha e beija lentamente o canto dos meus lábios. “Você prefere me dizer, ou quem sabe me mostrar?” ele sussurra perto de mais do meu ouvido e desce sua boca para a minha bochecha. Ele realmente sabia fazer uma menina esquecer de dormir. Dou um sorriso pequeno e torto, levo minhas mãos para a sua nuca e acaricio seus fios, apenas para em seguida puxar seus cabelos da nuca possessivamente levando meus lábios para os seus. Céus, três dias longe desse homem e eu já morria de saudade, não era saudável e com certeza não era normal. Mas inferno, eu era uma fodida mulher apaixonada, quem poderia me culpar. Enquanto eu atacava seus lábios, Edward soltava um sorriso ou dois, do que diabos ele estava sorrindo? Mas quando nossas línguas se encontraram tudo que ele fez foi gemer. Não era um beijo calmo ou lento, era rápido, selvagem e muito, muito excitante. Cheio de saudades. Por que sim, eu estava morrendo de saudades dele! "Hummm, você tem gosto de donuts. Morangos, eu amo morangos!" Ele geme puxando meu lábio inferior entre seus dentes o chupando em seguida, como se quisesse pegar todo o meu sabor. "Porra, você tem os lábios doces." Ele volta a gemer, eu não queria que ele falasse, porra não, tudo que eu desejava era sua boca grudada a minha. Mas eu não podia deixar de soltar um sorriso quando ele chupa meu lábio superior e lambe seus próprios lábios em seguida. Tiro minhas penas de cima das dele e fico de joelhos sobre o sofá, ficando um pouco mais alta que ele. Edward olha pra cima, seus olhos eram escuros e brilhosos, seus lábios vermelhos e levemente inchados. Uma terrível tentação. Me aproximo do seu corpo, engatinhando de joelhos. Inferno, eu estava adorando ver ele me olhar assim. Agarro as minhas mãos uma em cada lado do seu jaleco quente e o puxo para mais perto de mim. Edward me dá um sorriso travesso grudando suas mãos na minha cintura. Eu realmente não me lembrava mais o que era cansaço! "Seja uma boa menina e venha se sentar no meu colo." Ele sussurra me puxando um pouco para perto dele. Mordo meu lábio e me abaixo um pouco, apenas o suficiente para ficar com a boca na altura do seu ouvido, puxo seu lóbulo entre os dentes e sinto seu aperto ficar mais forte na minha cintura.
"Então seja um bom garoto e cale a boca." Sussurro passando a minha língua sobre o seu ouvido descendo para o seu pescoço. Porra eu poderia passar o dia cheirando aquele local sem problema algum. Ele cheirava a loção pós-barba. Tão másculo e quente. Beijo o seu pescoço fazendo um lento e longo caminho com a minha língua até a sua mandíbula completamente lambivél. Eu passaria horas naquele local também, ele estava sem barba. Eu amava a sua barba. Mas também amava lamber a sua mandíbula incrivelmente sexy. Segui com meus lábios até os seus e peguei seu lábio inferior entre os meus o chupando lentamente, aproveitando aquele incrível sabor de Edward. Então mais rápido do que eu poderia pensar, Edward com seu aperto forte puxa cada uma das minhas pernas, pela parte de trás dos joelhos, fazendo com que eu as colocasse em cada lado da sua cintura. Então com um aperto forte ele enfia sua mão nos meus cabelos pela nuca e me puxa violentamente para os seus lábios. Sua mão nos meus cabelos não permitia que eu me afastasse um milímetro de distância sequer, com a outra mão ele aperta firmemente a minha coxa me deixando completamente quente. Aperto com firmeza os seus ombros. Edward puxa firmemente minha bunda me chocando contra o seu quadril, sentindo o quanto ele estava duro e pronto. Porra! Nós nunca tínhamos passado de alguns amassos aqui e ali, mas nunca passávamos do limite. Maldição, eu adoraria passar do limite com ele. Me separo dele apenas o suficiente para descer o seu jaleco pelos seus braços e ele parece realmente aprovar o que fiz. Enquanto ele arranca o seu jaleco e o joga no sofá eu rebolo no seu colo, eu me sentia tão fodidamente quente e ensopada por ele. Eu podia sentir o quanto ele estava duro embaixo de mim, o tecido fino das nossas calças eram realmente incríveis.
Agarro os seus cabelos-de-sexo com força e desço meus beijos para o seu pescoço macio e cheiroso. Dou alguns beijos de língua e leve chupadas pelo meu caminho até a sua garganta. Edward solta um gemido rouco me deixando ainda mais molhada. Ele segura com firmeza meu bumbum e ergue o seu quadril fazendo a porra de um excelente atrito. Volto com meus lábios para a sua boca e o beijo forte. Enquanto a sua língua, literalmente fode a minha boca, desço com minhas mãos pelo seu torso até seu abdômen durinho e firme. Infiltro minhas mãos por dentro da sua camisa larga e solto um gemido ao sentir a sua pele quente e altamente firme sobre as minhas mãos. Edward morde com força o meu lábio e uma de suas mãos sobe até o meu seio o apertando com força apenas para em seguida, circular o meu mamilo endurecido com o seu polegar ainda sobre o tecido da minha camisa. Porra. Minha calcinha era um caso perdido agora. Subo com minhas mãos trêmulas até seu peitoral definido e faço todo o caminho de volta. Arranhando a sua pele de leve, sendo saboreada pelo seu gemido rouco. Pego a barra da sua camisa e a subo sobre o seu corpo. Edward para de me beijar e me encara. Ele era a porra de um homem muito excitado. Okay, talvez eu estivesse passando dos limites aqui, mas ele não pareceu se importar quando ergueu seus braços para que eu pudesse tirar a sua camisa e jogá-la no mesmo lugar onde foi parar o seu jaleco. Eu podia olhar para aquele homem sem camisa todos os dias, mas era sempre muito quente e altamente excitante vê-lo dessa maneira. Edward era tão branco que era quase transparente, seu peito subia e descia rapidamente e seus gominhos pareciam tão bons abaixo de mim. Coloco minhas mãos sobre o seu peito definido e desço meus beijos para o seu pescoço, fazendo um lento caminho com a minha língua até seus mamilos. "Isabella..." ele sussurra tentando enfiar sua mão por dentro da minha camisa. Eu o empurro pelos ombros fazendo com que ele solte um gemido.
"Eu tenho vinte minutos, então apenas fiquei quietinho enquanto eu cuido de você, Dr. Masen." Sussurro no seu ouvido prendendo o lóbulo da sua orelha nos meus dentes.
"Porra..." ele geme mexendo seu quadril. Eu estava no comando agora, e porra, eu nunca me senti tão quente e molhada. Minha boceta pedia por algum alívio e foi isso que ele fez enquanto circulava lentamente o seu quadril embaixo do meu. Rebolo sobre o seu pau coberto enquanto passo minhas unhas sobre todo o seu torso até o início da sua calça, Edward solta um gemido erguendo o seu quadril. Dou um pequeno sorriso enquanto beijo seus lábios, seu pescoço, seu peito, dou uma forte mordido sobre o seu peito penas para que ele fiquei marcado como meu. Edward se remexe embaixo de mim, ele tenta pegar os meus seios, mas seguro seus punhos os levando para perto da sua cabeça. Edward grunhi quando lhe lanço um sorriso torto e me afasto do seu colo, mesmo sentido falta do atrito com seu pau entre minhas pernas. Fico de joelhos no chão e ergo meu olhar para Edward apenas para ver o seu rosto surpreso e boquiaberto. "Maldição Isabella... você... você... vai... porra!" Ele fecha os olhos e aperta suas mãos em punhos quando acaricio sua enorme ereção sobre a calça de malha fina. Inferno, ele estava tão duro e quente. Coloco as duas mãos na lateral do elástico da sua calça, Edward ergue os quadris para me ajudar a descer aquela maldita calça até as suas canelas. Eu o deixo com a cueca apenas para analisar o quando sexy ele fica desse jeito.
"Você é tão gostoso Dr. Masen! Porra. Aquelas malditas enfermeiras e todas as outras vadias desse hospital devem sonhar com você dessa maneira. Eu sou uma vadia sortuda" sussurro depositando um beijo no seu abdômen, círculo o seu umbigo com a língua e desço até o elástico da sua cueca. Porra, de onde tinha saído toda essa coragem?! Edward era estupidamente quente.
"Porra Isabella, meu pau tá tão duro. Tudo que eu quero é foder você, sua provocadora." Ele geme tentando se erguer, eu apenas forço a sua cintura a permanecer sentado e ele o faz. Minha calcinha era uma situação perdida agora. Tento esfregar minhas pernas uma na outra apenas para me dar algum alívio, isso não passa despercebido por ele que solta um gemido e morde seu lábio. Porra de imagem tentadora. É apenas nesse momento de desço meus olhos para a sua cueca boxer banca, não escondendo em nada a sua enorme e gloriosa ereção. Olho para as suas coxas firmes e grossas, com alguns pelos claros. Subo com minhas mãos sobre elas e então volto a reparar a grande cicatriz ali, ela era grande e eu podia ver apenas metade dela. Beijo a parte de dentro da sua coxa bem perto da sua cicatriz. Então lentamente vou subindo meus beijos até depositar outro beijo sobre a sua cicatriz, eu não olho para Edward, mas eu podia facilmente ouvir a sua respiração pesada e ofegante. Ele remexia seu quadril em busca de algum alívio. Oh sim, eu faria isso, em breve. Volto a olhar para a sua evidente ereção e solto um sorriso travesso ao passar a palma da minha mão sobre ele — tão quente e duro — fazendo Edward gemer baixinho. Ergo meus olhos pra ele que me encarava. Ele parecia tão absolutamente sexy daquele jeito. Lhe lanço uma piscadela e abaixo a cabeça apenas para beijar o seu pau ainda coberto pela cueca. "Isabella..."
Ele grunhi parecendo absolutamente louco. Então com uma mão de cada lado da sua cueca a forço para baixo. Edward prontamente me ajuda erguendo o seu quadril. Quando desço aquela peça solto um pequeno sorriso travesso ao ver o seu pau dar um pulo pra fora. Ele estava apontado bem na minha direção. Tão grosso como eu nunca vi, com uma veia pulsando e a sua glande rosada melada. Olho novamente para a sua coxa, agora vendo o tamanho da sua cicatriz, eu realmente nunca tinha parado para reparar. Ela descia do início do quadril até quase metade da coxa. Então ao lado dela, a pequena tatuagem, ela descia do osso do seu quadril até o inicio da sua coxa, também nunca tinha parado para observar o que tinha ali. Não era grande, era o desenho de uma dog-tang, com o desenho da pequena e delicada corrente e com duas pequenas placas.
R.H
28.05.1984
18.11.2012
Em uma delas tinham alguns números, parecia uma dada e na outra apenas duas iniciais com letras bonitas e elegantes. Eu não me apegaria naquilo naquele momento, mas certamente aquilo tinha despertado a minha curiosidade. Era em homenagem a uma mulher? Quem?
Quando sinto que Edward está tentando se levantar olho na sua direção e ele tem o cenho franzido e agora ele parecia desconfortável. Então eu simplesmente empurro o seu quadril novamente e pego o seu pau pulsante em uma das mãos, sinto uma enorme satisfação ao ver os seus olhos revirarem de prazer quando começo a fazer leves carícias de vai e vem. Minha mão não se fechava ao redor do seu pau. Porra ele era tão bonito. Edward em si era bonito. Com o polegar acaricio o seu pré-gozo que escapa da sua glande e espalho pela cabeça do seu pau lentamente o fazendo soltar um pequeno gemido. Então eu lentamente aproximo o meu rosto e ele me encara. Seus olhos eram puro fogo, sua boca estava entreaberta soltando algumas lufadas de ar. Lhe lanço um sorriso torto e passo a minha língua do início do seu pau até a sua cabecinha rosada e inchada. Edward solta um gemido alto e fecha os olhos jogando a cabeça para trás. Dou um pequeno sorriso satisfeito apenas antes de colocar a minha boca ao redor do seu pau indo até o máximo que eu conseguia, dando uma atenção extra a sua glande. "Porra Isabella, a sua boquinha é tão boa ao redor do meu pau." Ele geme erguendo o seu quadril um pouco. Eu provavelmente daria um sorriso satisfeito se minha boca não estivesse ocupada. Então volto a chupa-lo lentamente e onde não cabia na minha boca eu o manuseava com a minha mão.
"Você é mais gostoso do que eu poderia imaginar, Dr. Masen." Sussurro beijando a sua glande. Então com um gemido, Edward agarra os meus cabelos da nuca me levando de volta ao seu pau. Dou um sorriso antes de voltar a chupa-lo, minha mão ia me auxiliando. Porra, ele era realmente grande. Edward move os seus quadris lentamente fodendo a minha boca. Eu me sentia em uma névoa se luxúria. Eu sentia facilmente o quanto molhada eu estava. Termino chupar o seu pau e volto a passar a minha a minha língua sobre ele descendo até as suas bolas firmes e as acariciando com levemente com as mãos. Edward solta um grunhido alto puxando os meus cabelos, aquilo apenas me excitava mais.
"Inferno, eu vou gozar." Ele geme prendendo os meus cabelos em punho. Antes que eu pudesse colocar a minha boca sobre o seu pau novamente, Edward me puxa pra cima. Eu fodidamente tento me abaixar novamente e terminar o que eu tinha começado quando ele me puxa pela cintura fazendo eu cair sobre ele. "Agora eu quero foder você, forte e duro." Ele geme me puxando para um beijo, firme e forte.
"Eu não... eu não tenho tempo." Tento sussurrar e ficar de pé. Mas tão rápido quando meus olhos podiam registar, Edward me empurra fazendo nós dois ficarmos de pé. Se ele não tivesse me segurando pela bunda, provavelmente eu teria caído. Edward novamente infiltra uma das suas mãos no meu cabelo puxando para a sua boca. Ele me empurra apara algum lugar. Eu realmente sequer me lembrava como era andar. Ele tinha uma pegada tão firme, enquanto uma mão apalpava o meu traseiro a outra puxava um punhado dos meus cabelos para mais perto dele. Tiro minhas mãos dos seus cabelos descendo para os seus braços firmes.
"Então é uma rapidinha que teremos Dra. Swan." Ele sussurra enquanto geme no meu ouvido. Então tão rápido quando eu podia imaginar ele abaixa as minhas calças juntamente com a calcinha até os meus joelhos. Okay, eu fodidamente não podia negar, toda essa pressa e loucura, estava me deixando mole de excitação. "Eu vou foder você rápido, mas isso não quer dizer que não será gostoso." Ele sussurra novamente, agora me fazendo derreter nos seus braços quando os seus dedos-mágicos abrem os meus grandes lábios lentamente conferindo o quanto ensopada eu estava. E porra, eu estava escorrendo. "Caralho, molhadinha pra mim." Edward geme tirando os seus dedos de mim, quando eu pensei em protestar ele pega a minha cintura com força me virando, fazendo com que eu fique de costas pra ele.
"Porra Edward." Solto um gemido e fecho os meus olhos quando sinto ele chegar por trás, sinto o seu pau duro no meio das minhas costas e suas mãos subindo até agarrar os meus seios em conchas, com força. Oh inferno. Então ele beija o meu pescoço, dando algumas lambidas e chupadas. Esfreguei minhas pernas umas nas outras, tentado algum alívio. Edward me prensa contra a mesa de metal. Coloco minhas mãos espalmadas sobre a mesa e Edward desce com suas mãos até o meu bumbum, ele agarra a minha bunda forte me fazendo morder o lábio para não soltar um gemido.
"Agora empina essa bundinha gostosa pra mim." Então eu arregalo meus olhos em surpresa quando ele deposita um tapa no meu traseiro. Eu realmente só tinha percebido quando senti o ardor no local, e o barulho da palmada. Oh merda. Aquele homem ia me matar. Deito o meu torso sobre a mesa e empino o meu traseiro pra ele. Minha respiração estava descompensada e tudo que eu queria era que ele me tomasse de uma vez. Edward me deixava absolutamente louca.
"Oh, caralho." Enquanto sem algum aviso prévio ele me fode rápido e forte. Solto um gemido e revido os meus olhos quando sinto ele todo dentro de mim. Tão bom. Edward me completava literalmente em todos os sentidos humanamente possíveis. Então com as mãos firmes na minha cintura ele voltou a sair e entrar novamente, fazendo o meu corpo ir um pouco pra frente e um gemido alto escapar dos meus lábios. Fecho os meus olhos com força apenas apreciando a sensação de ter ele dentro de mim. Tão malditamente bom. Ele entrava e saía rápido e forte. Seus movimentos rápidos e precisos faziam meu corpo deslizar suavemente pela mesa de metal. Soltei outro gemido quando sinto outra palmada no meu traseiro. Forte. Aquilo provavelmente ficaria marcado. Mas era tão bom como eu nunca imaginei que seria. Edward já era tão quente, mas Edward selvagem era melhor ainda. "Oh Edward... isso..." mordo o meu lábio forte tentando controlar outro gemido quando sinto outro tapa, e então sinto as paredes da minha boceta se contraírem ao redor dele, quando ele dá outro tapa.
"Você é tão apertada. Caralho Isabella, gostosa pra caralho. Eu amo foder você." Sua voz é rouca e completamente orgástica. Eu podia sentir o suor começar a descer a minha testa, eu estava quente como o inferno. Edward tira uma das suas mãos da minha cintura o sinto apalpar onde ele tinha estapeado minutos antes, mastigando a pela ardida do meu traseiro com as suas mãos. “Essa sua bundinha me deixa louco pra cassete.” Sinto sua mão acariciado onde ardia com a sua mão, descendo e subindo, me deixando absolutamente maluca, ele desce a mão, apenas para fazer um caminho de fogo até meu clitóris e massagear o meu botão sensível tão rápido e forte quando ele me fodia. Travei a mandíbula e soltei outro fodido gemido. Porra, tão, tão bom.
"Edward eu vou... porra... me fode gostoso... eu vou gozar." Sinto as paredes da minha boceta mastigarem o seu pau e ele aumenta ainda mais suas investidas, meu copo era arrastado na mesa, indo pra frente a cada investida rápida e forte que ele dava.
"Caralho, goza pra mim, inferno você tá mastigando o meu pau." Edward sussurra em meio aos seus próprios gemidos. Fecho meus olhos e tento controlar os meus gemidos de prazer quando sinto o meu baixo vente se contraindo, então com mais duas investidas fortes eu me sinto desfalecer. Um gemido alto escapa dos meus lábios e eu os mordo tentando me controlar. Todo o meu corpo fica dormente e eu reviro os olhos sentido aquela conhecida sensação de êxtase.
"Edward..." eu consigo gemer baixinho enquanto fecho os meus olhos e aproveito aquela fodida sensação incrível. Edward dá mais três investidas e sinto o ele gozar enquanto geme o meu nome e solta um grunhido quente e sexy da garganta. Eu deito a minha cabeça e o meu torso sobre a mesa me sentindo completamente relaxada. Minha respiração era ofegante, e eu sequer conseguia ter controle sobre ela. Muito provavelmente se eu ficasse de pé agora escoaria no chão como um monte de gelatina, minhas pernas estavam moles e trêmulas. Ainda com os olhos fechados e tentando manter a respiração uniforme sinto Edward sair de dentro de mim, eu queria reclamar do vazio que ele deixou, mas eu sequer conseguia falar. Apenas alguns segundos depois eu podia sentir o meu traseiro arder, certamente estaria às marcas das suas mãos ali. Muito provavelmente eu estava em uma posição completamente constrangedora, mas eu ainda estava sentindo o meu cérebro nublado.
"Você quer que eu pegue uma cadeira de rodas pra você neném?" Abro os meus olhos apenas para ver Edward muito próximo, com seu sorriso torto e lábios vermelhos e inchados, os seus olhos se possíveis, ainda mais claros que nunca. Tão incrivelmente sexy. Eu estava tão drasticamente apaixonada por esse homem. Ele docemente beija a minha bochecha e me estende a sua mão, para que ele me ajudasse a ficar de pé. Mas é quando eu ergo os olhos e olho para o relógio que eu finalmente fico de pé. Tão rápido que quase caiu para trás, então Edward rodeia a minha cintura com o seu braço me puxando para perto do seu corpo do pecado. Ele já tinha subido as calças e tinha a sua camisa nas mãos. Seu peito ainda estava desnudo, e eu abro um sorriso demente ao ver as marcas das minhas chupas e mordidas, pelo seu pescoço. "Acho que você realmente vai precisar de uma cadeira de rodas." Ele sussurra ou meu ouvido, reviro os meus olhos e o empurro de leve. Olho para o seu rosto então tenho a conclusão que foi uma péssima ideia. Ele estava corado, suas bochechas estavam em um vermelho vivo. Edward tinha o seu rosto tão bonito, sexy e relaxado. Seu sorriso fácil e torto nos lábios, olhos incríveis e muito claros, e óbvio, seu cabelo literalmente acabei-de-sair-de-um-sexo-selvagem, completamente desgrenhados com as pontas rebeldes apontados em todas as direções possíveis. "Você tem um belo bumbum, a propósito." ele volta a sussurrar apalpando o meu traseiro – ainda nu – de cima abaixo.
"Deus, você não cansa. Eu estou em cima da hora." Volto a me lembrar do relógio. Ele sorri e se afasta de mim apenas para que eu possa subir as minhas calças. Eu estava me sentido completamente desconfortável e melada. Edward veste a sua camisa e junta seu jaleco no sofá. Porra ele devia ser proibido de andar por aí assim, tão lindo e atraente. Tento organizar os meus cabelos que estavam um ninho graças a Edward e suas mãos. "Eu nem acredito que fizemos isso aqui. Eu me sinto em uma maldita série da abc." Suspiro olhando em volta e não conseguido me sentir culpada. Edward gargalha e me abraça por trás, colocando a sua cabeça no meu ombro.
"Foi quente como o inferno. Bem, pelo menos a minha primeira fantasia com você foi realizada." Ele sussurra no meu ouvido de fazendo arfar.
"Você tem uma lista?" Ouço ele sorrir e assentir.
"Uma lista muito extensa." Edward volta a sussurrar me fazendo sorrir, ele beija a minha bochecha e se afastas. "Agora como o seu superior eu digo que você está atrasada e tem que ir." Reviro os meus olhos e lhe dou um selinho rápido.
"Você é tão sínico. Porque eu me lembro de você dar uma grande lição de moral no Emmett por ele ter usado um dos quartos com as enfermeiras." Edward sorri e coloca uma mecha do meu cabelo atrás da orelha.
"É diferente, ele fazia isso no seu expediente, estamos no nosso momento de descanso, então tecnicamente, não foi enquanto trabalhamos.” Ele me lança uma piscadela e eu só posso sorrir e revirar meus olhos.
“Ainda não me parece coerente. Agora eu tenho que ir ou Sam arranca o meu coração fora.” Sussurro lhe dando um selinho, Edward sorri e antes que eu possa chegar à porta ele puxa o meu braço me fazendo virar na sua direção.
“Vamos embora juntos hoje?” ele pergunta meio incerto, com uma pequena careta no rosto. Dou um pequeno sorriso.
“Claro, Noah vai adorar ter você para o jantar, você aproveita e vê o quanto aquele cão é terrível, então você para de me chamar de exagerada.” Reviro os meus olhos enquanto ele sorri e beija a minha testa carinhosamente. “Agora eu realmente tenho que ir.” Então eu finalmente saio do quarto o deixando para trás. Enquanto eu andava pelos corredores me sentia imensamente incomodada e dolorida. Cinco minutos, isso era o que eu tinha. Então literalmente correndo pelos corredores e escadas, vou até o banheiro mais próximo. Aproveito para me limpar. Me olho no espelho e tudo que eu vejo é um mulher muito bem fodida. Eu drasticamente não queria estar com essa cara, realmente não aqui. Jogo uma água no rosto e no pescoço, amaldiçoado o meu namorado pelas marcas vermelhas no meu pescoço. Meu cabelo estava um ninho, eu podia deixa-los soltos para esconder o pescoço, mas ele estavam uma bagunça iminente. Tento organiza-los o mais comportados possível, não tendo um resultado maravilho, mas eu como estava literalmente em cima da hora, realmente não tinha muito o que fazer. Então os amarro em um coque bagunçado, deixando alguns fios soltos.
Quando chego na cardiologia, eu estava arfante e soada. Realmente não me lembrava de correr tanto. Dr. Sam estava revisando algum prontuário quando me aproximei. Ele me olhou sobre os cílios apenas por alguns segundos. Eu estava dois minutos atrasada. Sem falar qualquer coisa ou me dar alguma bronca ele começa a caminhar, eu começo a segui-lo em seguida. “Drake, 19 anos, dor torácica vaga, com padrão pleurítico e tosse produtiva. Sintomático a cerca de uma hora. A dor é constante com piora a inspiração e localizada no hemotórax direito. Não há histórico de trauma e ele não está dispneico.” Ele lê o prontuário do paciente rapidamente enquanto eu caminho ao seu lado. Sam para em um dos quartos e abre a porta. Na cama tinha um paciente, ele conversava com a senhora que estava sentada em uma poltrona ao seu lado, provavelmente era a mãe. Quando eles notam a minha presença lhes dou um pequeno sorriso. “Essa é Isabella Cullen, ela é interna e ira me auxiliar no seu procedimento, tudo bem Drake?” ele assente positivamente e faz uma pequena careta de dor. “Os sinais vitais estão bons, preção arterial é de 120x60 mmHg, pulso de 80 bpm, frequência respiratório de 30 ciclos/min, SaO2 de 93% e temperatura de 36,8.” Sam não me olhava, mas ele falava direcionado a mim. O garoto nos olhava como se realmente não estivesse entendo muita coisa. “Qual o procedimento que me aconselha Dra. Cullen?” então é nesse momento que ele se direciona a mim, agora me olhando.
“Ele já fez uma radiografia do tórax?”
“Sim, ele revela pneumotórax espontâneo primário de 3cm de diâmetro.” Ele cruza os braços e volta a me encarar.
“Então nesse caso, eu realizaria uma toracentose.” Sam assente com um pequeno sorriso e volta para o prontuário anotando alguma coisa.
“Ótimo, explique o procedimento ao nosso paciente.” Ele não volta a me encarar, apenas Drake e a mulher que estava com ele me olham em expectativa. Lhes dou um pequeno sorriso.
“PEP, como chamamos, significa a presença ou acúmulo de ar na cavidade pleural, como consequência da solução de continuidade da integridade das pleuras. O espaço pleural, primariamente virtual, que se situa entre o pulmão e a parede torácica, mais precisamente entre os folhetos pleurais, visceral e parietal, se torna real devido à interposição gasosa. Esporadicamente pode haver a formação de gases no interior da cavidade pleural proveniente de fermentação pútrida. Então nesses casos é recomendável fazer uma toracentose. É um procedimento rápido e simples que será um escape para o ar preso.” Drake assente lentamente como se não tivesse entendido muita coisa.
“Mas ele vai ficar bem?” a mulher fica de pé e mexe suas mãos em sinal de nervosismo. Lhe dou um sorriso reconfortante.
“Claro, ele vai ficar, ele não apresenta sinal de febre ou alguma outra alteração.” Sam também sorriu e voltou a tirar as duvidas dos dois.
“Dra. Cullen vai fazer o procedimento, ela é uma profissional excelente.” Era uma coisa simples e fácil, mas eu abri o maior sorriso que eu poderia, geralmente grandes cirurgiões não deixar simples internos nem fazer um curativo.
Era um belo dia!
[...]
Pouco mais das seis da tarde Sam me dispensou. O procedimento com Drake tinha sido bem sucedido e ele estava de observação pelo resto da noite. Ele era um bom garoto e tínhamos feito uma boa amizade. Uma das principais coisas que eu mais adorava na profissão, era os meus pacientes e a o brilho de agradecimento nos seus olhos, aquilo não tinha preço. Eu tinha mais uma boa hora antes de ir embora, então talvez ainda tivesse uma boa coisa pra mim hoje. Fui para o segundo andar, próximo à bancada das enfermeiras tinha uma Alice pequena e brava, conversando ou discutindo com uma enfermeira. Ela tinha seus pequenos braços sobre a bancada e olhos furiosos enquanto sua boca soltava algumas palavras que eu não podia ouvir. Sorri e caminhei em sua direção. A enfermeira, Jessica Stanley revirava os olhos e mal a olhava enquanto digitava em seu computador. Jessica era uma moça bonita, olhos azuis, cabelos castanhos e longos, pele pálida, mas era um inferno em pessoa. “Alice!” lhe cumprimentei assim que cheguei ao seu lado, ela se virou pra mim, com seus olhos furiosos, que logo foram suavizando. Aquela garota era pequena, mas era um demônio brava.
“Bella, Deus, eu estou um estresse em pessoa.” Ela geme passando as mãos nos seus cabelos curtos e fazendo uma engraçada careta.
“Eu percebi.” Esse foi o momento em que Jessica pegou uma pasta em cima do balcão e saiu dali quase como um raio.
“Ela parece que quer me matar. Já não em basta o Sr. Maloren, com cálculos renais ficar me bipando de minuto em minuto querendo a porcaria de uma sopa. Juro por Deus Bella, eu sinto vontade de entupi-lo com cloreto de sódio.” Ela grunhi esmurrando o balcão e bufa. Solto uma pequena risada quando ela bate os pés como uma criança birrenta.
“Você precisa relaxar Alice, James não fez um bom trabalho.” Ela solta o primeiro sorriso desde que a vi, então sinto que alguma coisa boa realmente aconteceu.
“Deus, ele é incrível, nós saímos para jantar, mas não transamos, meio que estamos flertando por mensagens de texto. Ele é tão malditamente incrível. Mas você tem razão, preciso de sexo.” Ela suspira recostando no balcão e cruzando os braços.
“Eu não disse que você precisa de sexo, eu disse que você precisa relaxar.” Então ela me encara e ergue a sua sobrancelha pra mim, Alice olha para um ponto atrás de mim e depois volta a me analisar, me sinto ficar corada pela sua analise.
“Você fala isso porque transou hoje!” então eu me engasgo com a minha própria saliva e dou algumas tossidas.
“Diabos Alice, como você sabe?” então ela abre um enorme sorriso e seus olhos brilham, então é ai que vejo a idiotice que acabo de cometer.
“Bem eu não sabia, mas é só olhar para você, seu pescoço está uma bagunça vermelha e o seu homem está atrás de você quase te comendo com os olhos e aquele cabelo-de-sexo, está literalmente acabei-de-sair-de-uma-foda.” Giro meu corpo apenas o suficiente para ver Edward a alguns longos metros atrás de mim, ele conversava com outro neurocirurgião, eles discutiam alguma coisa enquanto liam um prontuário, eu não podia vê-lo direito, ele estava quase atrás de uma pilastra. Mas porra, ele estava quente, Alice tem razão. Ele ergue os olhos um pouco e olha pra mim dando um sorriso pequeno e significativo que eu logo retribuo, então ele volta à atenção para o outro cirurgião que estava com ele. “Então me conta, foi quente? Aposto que ele te pegou em uma das salas de medicamentos, eu adoraria que James me pegasse em uma dessas salas também. Quero os detalhes sórdidos.” Ele ergue as sobrancelhas maliciosamente e me empurra de brincadeira com o seu ombro. Reviro os meus olhos e não posso deixar de soltar um pequeno sorriso ao me lembrar da minha tarde produtiva.
“Você é maluca Alice, loucamente maluca.” Ela sorri e da de ombros como se concordasse com o eu tinha dito. Peço para Mary a chefe da enfermagem ali, me passar algum prontuário do Dr. Sam, talvez eu pudesse dar uma olhada em algum pós-operatório.
“Hey Bella, olha que cara quente.” Alice puxa o meu braço para que eu virasse o suficiente em direção aos elevadores. Um homem caminhava parecendo um pouco perdido ali. Alice tinha razão, era um belo cara. Então ele foi se aproximando mais, parou em frente a um enfermeiro e pareceu perguntar alguma coisa, o enfermeiro olhou para os lados, parecendo procurar alguém e disse alguma coisa gesticulando a cabeça na nossa direção. Foi quando ele olhou pra mim que senti um longo calafrio. Então ele deu um sorriso torto para o enfermeiro e voltou a caminhar na nossa direção. Ele tinha os cabelos loiros caídos sobre os ombros, era alto e magro, seus olhos eram de um verde frio, seu olhar era duro e me causava medo. Sua pele era levemente bronzeada pelo sol. Ele caminhava como um modelo, lentamente e elegantemente, suas roupas também eram elegantes e provavelmente muito caras. “Eu estou louca ou ele está vindo na nossa direção?” Alice sussurrou quando ele ficou muito perto. Ele tinha um sorriso torto quase maldoso mostrando alguns dos seus dentes brancos. Então ele finalmente parou na nossa frente, o que diabos ele queria conosco? Ele olha pra mim e depois para Alice.
“Olá, eu estou à procura de Edward Masen, e aquele enfermeiro me disse que uma de vocês poderia saber por onde ele anda.” Ele tinha um sotaque do sul arrastado e uma voz doce. Algo nele não me passava confiança. Olhei para Alice um pouco e ela parecia um pouco encantada de mais. Tive vontade de revirar os olhos, Alice não podia ver um cara bonito.
“Oh, ele está ali.” Alice pontou na direção em que Edward estava fazendo o homem ali e eu virar a cabeça na sua direção, Edward ainda estava lá, ainda conversando com o mesmo cirurgião sem olhar pra nós.
“Obrigado.” Ele lançou seu sorriso torto para Alice e me olhou novamente, também sorrindo antes de voltar a andar agora na direção de Edward, ele ia devagar caminhando por trás dele.
“Alice!” lhe repreendi e ela franziu o cenho.
“O que?”
“Você nem sabe quem ele é. Ele nem sequer falou o nome.” Alice revirou os olhos.
“Você é paranoica Bella, deve ser parente de algum paciente ou coisa assim.” Volto à atenção para o homem que estava cada vez mais perto dele. Edward estava alheio a qualquer coisa. Então ele para, atrás dele, e o analisa de cima abaixo, eu tive vontade de gritar por Edward, alguma coisa estava errada com aquele cara. Ele põe a mão sobre o ombro do Edward, e quando ele se vira para ver quem é, um grande soco é dado no rosto do meu namorado. Todos ficam boquiabertos principalmente eu. Edward cai no chão pela surpresa e eu posso ver o susto estampo no rosto dele, como se Edward estivesse vendo um fantasma, mas tão rápido quando aquela expressão surgiu, a raiva tomou conta do rosto dele, Edward agora parecia furioso e o homem não era diferente. Então Edward fica de pé tão rápido que eu mal pude acompanhar. Então um soco é dado no rosto do homem de cabelos compridos que cambaleia um pouco para trás. O que diabos estava acontecendo aqui? A aglomeração de pessoas começa a surgir e eu caminho na direção deles sendo seguida por Alice.
“Eu te devia esse soco há muito tempo seu grande monte de merda.” Edward grunhi pegando o homem pelo colarinho e tudo que eu podia ver no rosto dele era ódio, o mais puro e profundo ódio. Eu jamais tinha o visto daquele jeito.
“Eu digo o mesmo seu idiota, você não pode simplesmente fingir que nada aconteceu e tentar me ignorar, o passado sempre bate na nossa porta, não é isso que dizem?” ele deu um empurram em Edward, se afastando dele e arrumando a sua roupa. “Nós estamos de volta Edward e você vai nos ouvir, querendo ou não. Seu grande assassino de merda.” Assassino? Vejo Edward arfar e olhar para o chão como uma criança acuada, eu via a cara de dor no seu rosto, não dor física, ele parecia magoado e perdido.
“Fica longe de mim, longe como sempre esteve. Você fala como se eu fosse o errado, mas vocês são os piores Jasper, vocês são um monte de merda.” Jasper? Então novamente outro soco é dado em Edward e ele novamente cai no chão, dessa vez seu nariz e sua sobrancelha estão sangrando. Edward põe a mão no nariz e faz uma careta. Porra. Quem diabos aquele idiota pensa que é? Meu coração perde uma batida ao ver Edward daquela maneira. Porra, o meu homem não. Corro na sua direção e me ajoelho do seu lado, Edward olha pra mim e vejo dor nos seus olhos, como se tudo que ele tivesse tentando esquecer tivesse voltado. Coloco minha mão no seu ferimento e faço uma careta ao ver o corte.
“Assuma as suas responsabilidades Edward Masen. Elas estão de volta.” Edward o olha furioso e tenta me afastar para ficar de pé, vejo seus punhos serrados. O homem chamado Jasper olhava pra mim e depois para Edward claramente confuso. Então os seguranças saem correndo do elevador em direção ao homem.
“Eu quero que vocês tirem esse desgraçado da minha frente.” Edward grunhi ficando de pé. Por alguns segundos eles se encaram antes do homem chamado Jasper virar as costas e sair sendo seguido pelos seguranças. Tinha uma grande aglomeração de médicos e enfermeiros ali, olhando tudo atentamente e boquiabertos. Coloco a minha mão sobre o ombro dele e Edward simplesmente se afasta como se eu o queimasse. Ele limpa o seu nariz com a manga do seu jaleco o sujando com sangue e sai dali sem olhar para ninguém.
“Edward, Edward espera, temos que fazer um curativo nisso.” Corro para poder alcança-lo, mas ele não parecia me querer por perto.
“Eu não preciso de nada. Preciso ficar sozinho!” Caminho rápido até parar na sua frente, ele para de andar e me olha, Edward aprecia querer chorar, seus lindos olhos amarelados estavam mais claros e brilhosos, eu queria abraçar o meu menino assustado. Seguro o seu rosto entre as minhas mãos e lhe dou um pequeno sorriso.
“Edward, está tudo bem, vamos só limpar isso, por favor.” Ele fecha os olhos com força e respira pesadamente. Faço um leve carinho nas suas bochechas com os polegares.
“Eu... Eu quero ficar sozinho.” Ele sussurra, ainda com seus olhos fechados.
“Eu sei que você quer ficar sozinho, Edward, tudo bem, eu só quero ver isso, por favor.” Edward abre os olhos lentamente por um momento e me encara diretamente nos olhos, como se ele pudesse enxergar além de mim. Ele estava ferido, eu não sabia quem era aquele homem, mas certamente machucava muito o meu menino assustado.
“Tudo bem.” ele sussurra assentindo lentamente. Dou um pequeno sorriso e pego suas mãos entre as minhas, logo ao lado tinha uma sala de curativos, entramos em silencio e Edward desconfortavelmente senta-se na maca e olha para o chão. Eu o analiso por pouco segundo antes de ir até o armário pegar as luvas e as colocar. Paro na sua frente e lentamente ergo a sua cabeça apenas para que eu possa analisar seus ferimentos. O corte na sobrancelha não tinha sido profundo, então nada de pontos, seu nariz sangrava, mas também não estava quebrado. Pego os medicamentos necessários e volto parando na sua frente. Edward fecha os olhos quando passo a gaze com o medicamento sobre a sua sobrancelha. Mordo o meu lábio enquanto limpo os seus ferimentos, agora ele tinha os olhos abertos e olhava pra mim atentamente. “Eu... Eu não sou um assassino como ele disse, eu juro que nunca matei ninguém, nunca.” Ele sussurra, Edward parecia tão sofrido falando daquele jeito que o meu coração deu uma leve contração.
“Eu sei Edward, eu confio em você, você nunca faria isso.” sussurro de volta enquanto terminava com o trabalho.
“Eu sei que você provavelmente está confusa, eu queria explicar tudo você agora, mas eu estou uma bagunça, e aqui também não é o lugar. Mas você pode perguntar, eu vou responder o máximo que puder.” Paro com a minha mão e o encaro por um momento. Porra, eu estava morrendo por dentro de curiosidade.
“Aquele é o mesmo Jasper da ligação?” ele assente positivamente antes de suspirar. “Vocês se conheceram na guerra?” Edward da um sorriso fraco e nega.
“Não, eu o conheço desce... Desde muito, muito antes, nós costumávamos ser amigos de infância.” Ele sussurrava olhando para um ponto vazio atrás de mim, nunca nos meus olhos.
“Porque ele te bateu desse jeito? Vocês não pareciam amigos agora.” Edward da um sorriso complemente sem humor e o sinto travar a mandíbula.
“Porque nós não somos amigos. Não somos mais. Ele acha que eu matei uma pessoa, ele me culpa por ter ido naquela fodida guerra comigo. Eles não queriam ir. Eu sempre quis ser o salvador, eu queria salvar o mundo, mas eles não me queriam lá, então para que eu não me fodesse sozinho, eles acabaram indo também. Ouve um bombardeio, tinha fumaça, mortos, uma perna ferida e uma das pessoas mais importantes pra mim estava morrendo. Eu andei com um corpo quase morto nos ombros por três dias, minha perna estava infecionada, eu tinha fome, frio, sede. Então em uma madrugada de novembro eu tive que deixa-lo partir. Então tudo apagou e eu acordei quatro dias depois em um lugar estranho. Eu estivesse desaparecido por três meses Isabella. E quando eu voltei, não tinha ninguém me esperando, ninguém! Eu estava destruído, morto por dentro e traumatizado. Eles tinham ido embora, sem ao menos saber o que tinha acontecido, sem deixar ao menos uma carta ou uma mensagem. Eu estava perdido, morto por dentro até encontrar você um pequeno garoto de cabelos amarelos.” Então eu me sinto perder o ar, tudo estava embolado na minha cabeça, essa historia, e no final essa declaração. Meu homem meio menino tinha sofrido tanto, eu queria saber tudo absolutamente tudo, aquela historia só tinha despertado ainda mais minha curiosidade. "Então de repente ele volta, como se fosse o grande Deus, querendo explicações e exigir alguma merda.” Termino de limpar os seus ferimentos, terminando com um pequeno curativo na sua sobrancelha. Pego as suas mãos entre as minhas e ele me encara. Dou um sorriso pequeno e beijo a sua bochecha lentamente o fazendo suspirar. “Eu tenho medo de perder vocês.” Edward sussurra. Acaricio o seu rosto com o polegar e nego veemente.
“Você não vai nos perder Edward.” Ele suspira e nega voltando a olhar pro chão, como se alguma coisa estive dizendo o contrario na sua cabeça. Alguma coisa estava errada. Tinha muitas coisas que ele ainda precisava me dizer, eu tinha medo do que seria. Quem era a pessoa importante que tinha morrido? Tantas perguntas rodeavam a minha cabeça agora. “Quando você fala eles, quem são Edward?” ele arfa e aperta as minhas mãos sobre as suas.
“Eu tenho que falar com você sobre isso, realmente tenho, mas aqui não é o lugar Isabella, eu também não estou com a cabeça para falar e lidar com isso agora. Mas eu prometo que eu vou te contar, absolutamente tudo.” Droga de homem complicado, aquilo só serviu para me deixar ainda mais confusa, teria uma mulher envolvida nisso? O que diabos estava acontecendo?
“Edward, quem morreu? Eu preciso saber porque...”
“Edward, você está aqui, droga Masen eu viro as costas e você destrói o meu hospital, o que diabos aconteceu?” Aro entra na sala um pouco irado e confuso, Edward me encara como se pedisse desculpas e eu lhe dou um pequeno sorriso.
“Eu vou me trocar, te espero no estacionamento.” Ele assente e antes de sair comprimento o diretor do hospital que estava curioso. Suspiro e tento me organizar enquanto caminho. Porra, ele era confuso, muito confuso. Aquela cicatriz na perna, era sobre o que ele falou do bombardeio? Quem eram essas pessoas? O que mais ele escondia? Maldição eu estava perdida. Eu não sabia se teria mais paciência para esperar Edward me contar o mistério que era a sua vida. Aquilo tudo era de mais pra mim. Porra, eu era uma pessoa apaixonada, muito, muito apaixonada por ele, e aquilo era mal, porque eu não sabia até onde ele gostava de mim. Tudo que eu menos queria era me machucar.
Os corredores eram um enorme cochicho sobre quem era o cabeludo misterioso e o que ele queria com o Hitler. Agradeço a Deus quando chego no vestiário e nenhum dos meus amigos estão por lá. Tudo que eu menos queria era alguém me enchendo de perguntas, eu já tinha as minhas próprias perguntas que estavam acabando comigo. Me troco rapidamente enquanto assimilava e criava algumas situações em que a história do Edward se encaixava. Confusão. Confusão. Isso era a minha cabeça. Assim que estava pronta, caminho quase que correndo pelo hospital, ao chegar no estacionamento encontro Edward com as costas colas na lateral do meu carro, ele já tinha suas roupas casuais e mochila nas costas. Ele parecia perdido enquanto olhava para o céu estrelado a cima de nós. “Hey” ele me encara e sorri, não um sorriso verdadeiro como ele costumava dar, um sorriso triste e pequeno.
“Hey, você pode ir dirigindo eu chego atrás de você em seguida.” Ele beija o topo da minha cabeça e segue para o seu carro que estava do lado do meu. Fico por um momento parada tentado assimilar tudo. Até que desisto e entro carro dando partida. Eu não via o carro de Edward atrás de mim então eu realmente não tinha certeza onde ele estava. Quando cheguei em casa, Noah estava sentado no chão brincando com o seu cão e sequer olhou pra mim, revirei meus olhos e beijei o topo da sua cabeça enquanto jogava a minha mochila no chão. McQueen correu para os meus pés mordendo os meus sapatos e pulando sobre as minhas pernas, porra, ele era tão pequeno que se eu não o visse podia esmaga-lo com os sapatos.
“Mamãe, eu estou ensinando o McQueen a me obedecer, mas é tããão difícil.” Noah resmunga enquanto fica de pé e coloca as mãos na cintura.
“Ele ainda é muito pequeno filho, não acho que ele possa aprender de um dia para o outro. Hey cara, não recebi o meu abraço.” Então ele deu um sorriso travesso e corre para os meus braços, então eu finalmente me senti em casa ao aspirar o seu cheiro de bebê.
“Senti sua falta mamãe.” Beijo o topo da sua cabeça e dou um sorriso.
“Eu também senti meu amor. Muita.” Logo Jane apareceu vindo da cozinha já com sua mochila nas costas, nós conversamos um pouco antes de ela ir embora e se despedir do meu menino. Me joguei sentada no sofá olhando para a pequena bola de pelos que mordia os meus sapatos que ainda estavam nos meus pés, era como se os meus sapatos fossem alguma ameaça. Bobo. A campainha tocou e Noah correu para abrir a porta. Edward estava prado lá e sorriu, verdadeiramente sorriu quando Noah o abraçou.
“Hey Edward, eu estava ensinando o McQueen a ficar sentado, ele não me obedece.” Ele fala frustrando enquanto Edward caminha na minha direção e se joga no sofá ao meu lado. Ele me da um sorriso como se falasse que tudo ficaria bem e pega a bola de pelos que atacava os meus pés colocando ele deitado nas suas pernas de barriga para cima.
“É um longo trabalho Noah, mas você não pode desistir, Sony demorou a me obedecer, mas logo eles aprendem.” Ele sorria enquanto o cachorro tentava pegar e morder os seus dedos. Eu amava o jeito que ele olhava para o meu filho. Eu amava a forma que ele nos tratava e amava a maneira como ele sorria pra mim. Eu não me via mais sem Edward Masen e isso era péssimo.
“O que foi isso com você Edward? Você caiu? Tá doendo? ” Noah perguntou com sua voz infantil enquanto se sentava no braço do sofá ao lado do Edward. Ele me olhou rapidamente e depois voltar a encarar Noah. Edward colocou o pequeno terrorista no chão e puxou Noah para as suas pernas. Ele beija o topo da cabeça do meu filho que estava sorrindo por ter sido pego de surpresa.
“É, eu cai Noah. Mas não se preocupe, sua mãe cuidou de mim e está tudo bem agora.” Ele sussurra olhando diretamente pra mim, então com o outro braço ele coloca sobre os meus ombros e me puxa para perto deles. Então nós estávamos envolvidos em uma bolha. Automaticamente eu passo o meu braço sobre Edward e Noah que sorri e deixa a cabeça descansar no ombro do Edward e com um suspiro cansado eu deito a minha cabeça no seu outro ombro, que beija a cabeça do Noah e em seguida a minha. “Vai ficar tudo bem.” Edward volta a sussurrar com os lábios colados no topo da minha cabeça e eu tento acreditar que aquilo é mesmo verdade. “Vocês são a minha família agora!”
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