Entre Médicos
16 Capítulo 16
Notas iniciais
Seattle, Washington.
Isabella Cullen.
“Isabella, eu quero, eu... Queria dizer que... Mas tudo que eu posso dizer é... Eu quero! Quero muito você, eu quero o pacote todo. Tem muitas coisas que vem me atormentando há um tempo, eu passei tempo de mais esperando por uma coisa que não vai voltar, eu passei três anos da minha vida, amargurado e esperando, esperando e nada. Mas agora, agora eu quero tentar com você. Mas você tem que aceitar com o meu pacote também, e ele é bem grande e pesado, tem muitas coisas que eu não esqueci... Coisas do passado que eu... Eu devia ter esquecido, mas eu não posso, não ainda. Eu sou um cara complicado com uma bagagem imensa. Eu tenho pesadelos e lembranças agridoces del... Deles. Eu não estou pronto pra contar, mas sinto que estou pronto pra tentar. Minha mãe vivia me enchendo a cabeça com isso desde que eu me mudei pra cá a um ano. Mas acho que eu nunca tentei porque a pessoa ainda não tinha aparecido, mas eu sinto que você é a pessoa, eu sou uma confusão iminente. Eu não estou inteiro desde... Muito tempo, então se você quiser esse Edward em pedaços, com cacos e me ajudar a reconstrui-lo. Eu sei que você já tem seus próprios problemas mas eu estou lutando comigo mesmo já tem um tempo então...”
Edward tinha a sua respiração pesada enquanto tinha seus olhos na minha direção. Meu coração perdeu uma batida e minhas mãos tremiam. Ele era um homem complicado, muito mais do que eu sequer pudesse imaginar, alguma coisa muito ruim tinha acontecido no passado desse homem. Ele certamente tinha uma bagagem imensa, Edward chegou à minha vida de uma forma muito inusitada, eu o odiava e agora eu o adorava, tudo o que eu pensava era em tê-lo na minha vida, seus braços ao meu redor, sua boca na minha, e suas mãos-de-cirurgião-magicas sobre mim, ou ter uma simples conversa com ele. Edward Masen simplesmente valia muito a pena, não pela beleza física ou por sua pegada excepcional, mas por ele ser o homem incrível que ele me mostrou e eu estava completamente curiosa para desvendar mais desse homem a cada dia. Tudo que eu conseguia fazer era respirar compulsivamente olhando pra ele. Edward mordeu seu lábio e passou a língua sobre ele – ele não sabia o quanto aquilo era sexy – seu rosto claramente confuso. Eu o adorava. “Então?” Edward disse em uma voz sofrida e angustiada. Ele jogou a toalha em cima do meu sofá e passou a mão sobre seus cabelos ligeiramente molhados. Edward deu dois passos na minha direção e pegou minhas mãos tremulas e apertou contra as suas geladas. Eu olhei aquele ato pela segunda vez no dia e tudo que eu podia fazer era suspirar, era como se elas tivessem um encaixe perfeito. “Eu sei que eu provavelmente deixei você mais confusa do que já estava em minha relação, mas Isabella, eu não sou um mostro, e eu quero mostrar isso a você, eu quero tentar ser feliz ao seu lado. Eu quero tentar com você, por que Deus, você é incrível em todos os sentidos humanamente possíveis. E eu sei que você deve estar confusa e achando que eu...” Edward falava absolutamente de mais, eu queria rir, mas tudo que eu fiz foi agarrar o seu suéter com as mãos e puxar seu corpo grande para perto do meu, Edward parou de falar por um segundo e me olhou confuso como eu estivesse prestes a tirar a sua virtude. “Você...” antes que ele começasse com um discurso cheio de palavras bonitas eu o beijei. Edward ficou confuso no inicio, com a boca entre aberta e as mãos paradas no ar. Suguei seu lábio inferior e coloquei meu corpo no seu, quando pedi passagem com a língua, Edward rapidamente apertou minha cintura com suas mãos. Nosso beijo era calmo, lento e apaixonante. Uma de suas mãos subiu até meu rosto fazendo uma leve caricia na minha bochecha enquanto ele sugava minha língua na sua, era como eu tivesse virado um monte de gelatina. Edward se afastou de mim por milímetros de distancia, nós dois estávamos arfando, abri meus olhos e ele olhava diretamente para o meu rosto, fazendo uma varredura rápida, quando nossos olhares se encontram ele deu um pequeno sorriso ainda acariciando meu rosto, deixei meu rosto tombar um pouco para o lado, ele colou nossas testas e segurou lentamente minha nuca. “Isso é um sim?” ele sussurrou roucamente, a mão que segurava minha cintura me colou mais ao seu corpo, ele foi subindo a mão da minha cintura até a base dos seus seios lentamente.
“Com certeza foi.” Subi minhas mãos que seguravam seu suéter firmemente até os seus ombros largos e duros, as desci até seu peitoral definido e sua barriga durinha, soltei um pequeno gemido imaginado esse homem em cima de mim. “Porra de homem gostoso.”
“Eu sou todo seu a partir de agora.” Arregalei meus olhos e arfei quando ele sussurrou no meu ouvido prendendo o lódolo da minha orelha entre os dentes. Eu tinha falado em voz alta, bendito filtro estragado. Edward levou sua mão para aparte de trás da minha cabeça enfiando seus dedos sobre os meus cabelos e os prendendo ali, dando uma leve puxada para trás, fazendo todos os pelos do me corpo se eriçaram. Edward desceu sua boca até o meu pescoço e lambeu ali, deixei a cabeça tombar pro lado dando total espaço a ele. Edward foi descendo seus dentes e sua língua dando pequenos chupões, fechei meus olhos em êxtase, em seguida ele foi subindo até chegar na minha orelha e chupar o lódolo dela. Eu só não derreti e cai no chão como um monte de gosma por que sua mão estava me segurando firmemente. Ele mordeu levemente o meu pescoço abaixo da minha orelha, eu gemi apertando a carne dura do seu abdome como se minha vida depenasse daquilo. Edward grunhiu e tomou meus lábios nos seus, em um beijo firme e duro, nossas línguas brigando por espaço. Seguei a barra da sua camisa e coloquei minhas mãos dentro, sua pele estava quente como o inferno, esse homem pegava fogo, em minutos ele estava gelado como um picolé e agora quente como o inferno. Sua pele era macia e firme, subi minhas mãos até seus gominhos e fiz uma pequena inspeção ali. “Eu quero você, Isabella, sente isso?” Edward pressionou sua dureza a cima do meu estomago e me senti completamente pulsante. “É assim que você me deixa toda vez que chega perto de mim, e hoje eu não gostaria ir embora na mão, literalmente.”. Gemi espalmando minhas mãos no seu peitoral por debaixo da blusa, sentindo seu peito firme e com ralos pelos. “Eu quero você.” ele sussurrou roucamente no meu ouvido descendo suas mãos e agarrando minha bunda firmemente fazendo-me sentir seu pau pressionando meu ventre. Maldito homem quente.
“Eu sou sua.” Ele sorriu voltando a me beijar, Edward me ergueu um pouco e no impulso rodeei minhas penas na sua cintura.
“Onde é o seu quarto?” ele sussurrou enquanto dava leves chupões no meu pescoço, minha cabeça estava tombada pra trás e meu quadril se movia involuntariamente atrás de algum alivio.
“Lá em cima, segunda porta a esquerda.” Consegui dizer em meio aos baixos e pequenos gemidos. Edward voltou a me beijar com a mesma intensidade de antes começando a caminhar. Ele andava apressadamente tropeçando em um ou dois degraus, tentei fazer o mínimo de barulho possível. Quando chegamos na parte de cima ele me prensou em alguma parede e friccionou seu quadril no meu, Edward mordeu meu lábio e em seguida voltou a me beijar. “Noah.” Sussurrei e ele pareceu entender voltando a andar comigo, ele parou de me beijar apenas para se conectar e se achar. Edward abriu a porta do meu quarto e quando entramos ouvi a chave girando. Como ele conseguia fazer tudo isso enquanto me tinha nos braços e me beijava? Eu sequer conseguiria andar. Edward me colocou de pé ao lado da cama e segurou a barra do meu moletom, sua boca grudada na minha em um beijo rápido e rude. Quando pensei que Edward o tiraria, ele apenas coloca suas mãos por dentro, quando suas mãos entram em contato com a minha barriga uma pequena corrente elétrica passou por todo o meu corpo. Edward subiu suas mãos até a minha cintura e lentamente subiu até a base dos meus seios, quando ele percebeu que eu estava sem sutiã, um gemido rouco e baixo escapa dos seus lábios enquanto eles ainda estavam colados nos meus.
“Eu posso imaginar o quanto lindo elas são.” Edward chupa meu lábio descendo sua boca e língua até meu pescoço. Suas duas mãos agarram meus seios livres e eu solto um gemido. Porra, tão bom. Suas mãos grandes se fecharam como conchas sobre eles e os massageia lentamente com a palma das mãos, ele sabia o que fazer com essas malditas mãos habilidosas. Edward rodeou os meus mamilos com os polegares sentindo o qual duro eles estavam. Ele os beliscou lentamente fazendo-me derreter, eles estavam tão sensíveis ao seu toque. “Eu quero muito ver as minhas meninas.” Eu não entendi o que diabos ele queria dizer com aquilo. Edward tirou suas mãos magicas dos meus seios e eu suspirei em protesto, ele segurou a barra da do meu moletom e a ergueu até a cima da minha cintura, ergui meus braços e ele tirou aquela peça desnecessária a jogando em qualquer canto. “Tão linda.” Sussurrou pegando meus mamilos entre os dedos. Edward foi andando comigo até a beirada da cama, ele me pegou no colo e pela surpresa soltei um pequeno gritinho. Edward sorriu e beijou a ponta do meu nariz. Delicadamente ele me deitou no meio da cama ficando por cima de mim, Edward passou um bom tempo olhando nos meus olhos. Era algo tão profundo, tão intenso que eu dei um pequeno sorriso. “Você é linda.” Ele voltou a repetir me beijando lentamente, agarrei as mechas molhadas dos seus cabelos nos meus dedos e ele subiu com as mãos da minha cintura até meus seios. Edward tinha o estranho jeito de mudar do bruto, para o romântico. Eu sempre soube que ele era uma mistura louca e enlouquecedor.
Suas mãos seguraram meus seios com firmeza dando um leve aperto. Arqueei as costas da cama gemendo no meio do beijo. Edward mordeu meu lábio inferior. Ele desceu seus beijos pela minha bochecha, mordeu meu queixo e desceu para o meu pescoço, dando leves mordidas e fazendo uma trilha de fogo com a sua língua até meu ombro. Edward deixou um pequeno beijo no meu ombro e fechei meus olhos em deleite quando finalmente senti seus lábios macios e quentes em contato com meus mamilos endurecidos. Soltei um pequeno gemido e puxei seus cabelos fortemente. Sua boca se fechou ao redor do meu mamilo e deu uma leve sugada me fazendo arquear as costas. Pressionei meus dedos nos seus cabelos o trazendo para mais perto. Em uma tortura longa e prazerosa Edward ficou fazendo círculos ao redor do bico do meu seio com sua língua molhada antes de suga-lo demoradamente. Edward pegou o bico do meu seio entre os dentes e deu uma pequena e leve mordida. Tentei fechar minhas pernas em busca de algum alivio, mas seus joelhos me impediam. Seus lábios rapidamente passaram para o outro seio para dar total atenção a ele também. Edward tomou meu mamilo com a língua enquanto com uma mão ele acariciava o outro. Puxei seu rosto pra cima pelos cabelos e o beijei, tudo que eu queria era um pouco de alivio. Edward me beijava com força. Ele segurou meus seios com ambas às mãos e os apertou. Tirei minhas mãos do seu cabelo e desci por suas costas musculosas e firmes até o cós da sua calça acariciando sua pele exposta, peguei a barra do seu suéter e a puxei para cima. Edward mordeu meu lábio e ficou de joelhos na cama entre minhas pernas, ele era a visão do Deus do sexo, seus cabelos estavam ainda mais revoltos e ele tinha um sorriso sacana no rosto que me deixou ainda mais molhada. Edward rapidamente tirou seu suéter o jogando de qualquer jeito no chão. Santa-mãe-de-Deus, eu nunca me cansaria de olhar pra esse homem. Seu peito subia e descia pela respiração ofegante assim como a minha, ele era tão pálido que sua pele brilhava com a luz dos trovões que iluminavam o quarto. Ele espalmou suas mãos nas minhas pernas ligeiramente abertas e foi subindo do joelho até minhas coxas ainda cobertas pela calça, Edward foi subindo suas mãos de fogo para a minha cintura, barriga e parou em conchas sobre os meus seios. “Eu estou apaixonado por elas.” Sua voz era rouca e eu dei um pequeno sorriso que foi calado pelos seus lábios selvagens e ansiosos.
O contato do seu peito nu espremido contra os meus foi como uma corrente elétrica passando por mim, ele era quente e fazia todos os pelos do meu corpo se eriçarem. Seus beijos foram para o meu pescoço passando sua língua magica e sugando em seguia, aquilo ficaria uma marca, provavelmente. Fechei meus olhos e desci minhas mãos pelas costas musculosas e incrivelmente macias até seu bumbum durinho — ainda coberto pela calça, infelizmente — o apertando e trazendo seu quadril para mais perto do meu. Eu me sentia incrivelmente molhada. Ele voltou a sugar um dos meus seios enquanto suas mãos desciam até o cós da minha calça moletom em ambos os labos descendo-a pelas minhas pernas. Edward voltou a ficar de joelhos na cama para terminar de tirar a minha calça e joga-la de qualquer jeito no chão do quarto. Me senti completamente vermelha enquanto ele me olhava como se eu fosse de comer, com a boca entre aberta e a respiração falha, Edward passou sua língua sobre os lábios e me deu outro de seus sorrisos tortos. “Você devia parar de ser tão gostoso.” Gemi, também ficando de joelhos na cama, Edward puxou minha cintura com força colando meu corpo no dele. Ele enfiou suas mãos na minha nuca pegando um punhado de cabelo e me beijou, com a mão livre ele desceu até meu bumbum o apertando e trazendo pra mais perto da sua ereção. Minhas unhas arranhavam seus ombros e foram descendo até seu tórax abdômen e sua barriga firme. Separei meus lábios dos dele mordendo seu lábio inferior e desci minha boca até seu pescoço o marcando ali também, porque agora ele era meu. Eu nunca me senti tão possessiva dessa forma. Mas quem poderia me julgar? Era Edward Masen afinal de contas.
Meus lábios e língua desceram até seus mamilos rosados e eu rodeei a língua ali fazendo-o soltar um grunhido. Beijei sua barriga e ele segurou meus cabelos e bunda com mais força. Coloquei minha mão sobre o seu pau ainda coberto e apertei enquanto fazia meu caminho de volta até seu pescoço. Maldição, ele era enorme. E senti-lo assim tão duro me fez ficar ainda mais ensopada. Friccionei minhas pernas uma na outra tentando aliviar o tesão. Apertei minha mão com um pouco mais de força sobre sua ereção magnifica e Edward gemeu alto. “Sua provocadora dos infernos. Porra Isabella, eu quero foder você até perder os sentidos.” Eu nunca pesei que o meu nome saído da sua boca na hora do tesão fosse tão excitante. Edward colou suas mãos na minha cintura e me deitou na cama novamente ficando por cima de mim, sua mão acariciou minha coxa e foi subindo até muito perto de onde eu necessitava que ele estivesse, eu estava quente e implorando por ele.
“Por favor Edward, eu... Deus.” Gemi quando seus dedos acariciaram finalmente meu clitóris ainda sobre a calcinha. Seu polegar o acariciava lentamente e tortuosamente enquanto seus lábios desciam pelo meu estomago.
“Molhadinha. Tão quente.” mordi meus lábios com força quando olhei vagamente para baixo e Edward tirava minha calcinha simples e branca com os dentes, aquilo era a cena mais erótica que eu já tinha visto. Ele ergueu seus olhos e me deu um sorriso sexy quando terminou de tirar minha ultima peça de roupa. Edward abriu mais minhas pernas e lambeu os lábios enquanto olhava diretamente nos meus olhos, gemi e agarrei a colcha da cama quando seus dedos passaram por toda a minha boceta espalhando meu prazer, revirei meus olhos em puro prazer e mordi meu lábio com força para não soltar um gemido alto quando senti sua língua trabalhar lentamente e sem pressa sobre o meu clitóris dolorido e sensível. Edward sabia bem o que estava fazendo, ele sugava meus grandes lábios como se beijasse minha boca, arqueei minhas costas quando ele colocou um dedo na minha entrada úmida.
“Edward, por favor, por favor. Eu preciso de você agora. Eu... Oh merda.” Soltei um grunhido quando ele começou a movimentar seu dedo tão lentamente quando ele fazia com sua língua no meu clitóris. Eu sentia que minha alma ia abandonar meu corpo a qualquer maldito momento.
“Por favor, o que?” sua voz era apenas um sussurro no vácuo pra mim. Ele soprou minha boceta sensível antes de voltar seu trabalho com sua língua magica. Edward colocou outro dedo e eu nunca me senti tão excitada antes. Agarrei seus cabelos com as mãos o puxando para mais perto, tentando conseguir algum alivio.
“Eu preciso de você... a-agora Edward, eu... por favor. Porra! Ohhhh.” Travei meus dentes tentando abafar o gemido. Em uma tortura lenta, Edward desceu sua língua para a minha entrada e retirou seus dedos, ele fazia tudo com tanta calma que me tirava o folego. Sua língua substituiu seus dedos-mágicos, quando ele fez movimentos de vai e vem com a língua, revirei meus olhos, não segurei o gemido alto e rouco que escapou dos meus lábios que foi abafado pelo trovão forte que iluminou o quarto. “Tão bom, porra Edward, você é tão bom.” Seu polegar circulou meu clitóris, fazendo movimentos regulares enquanto sua língua me fodia. Senti os dedos dos meus pés se enrolarem na colcha da cama e tremores arrebatarem meu corpo. Ele acelerou os movimentos com seus dedos. Meu baixo ventre formigou e arqueei as costas da cama quando agarrei seu cabelo com força. Revirei meus olhos e tentei abafar o gemido que escapou entre meus lábios. “Edward eu vou...” Quando os franceses comparavam isso como uma pequena morte, eu sempre achei um puta exagero, mas quando gozei, meu corpo todo se curvou na cama e senti como se eu fosse desmaiar a qualquer momento. “Oh meu deus.” Minha respiração e pulsação estavam tão rápidas que eu realmente pensei que eu fosse morrer a qualquer instante. Fechei meus olhos com força e tentei normalizar minha respiração. Meu corpo dava leves tremores e eu me sentia mole. Minha boceta estava sensível, tentei fechar minhas penas, mas Edward continuava com sua cabeça enterrada entre minhas pernas, tomando todo o meu prazer. Eu me sentia desfalecida na cama, ele deu uma ultima chupada nos meus grandes lábios e levantou cabeça, eu tinha meus olhos fechados e os braços jogados à cima da minha cabeça. Senti suas mãos grandes e quentes apertarem a minha cintura e acariciar minha barrigada, elas iam subindo lentamente até os meus seios, abri meus olhos vagamente apenas pra ver seu rosto próximo ao meu e aquele sorriso cafajeste carimbado no seu rosto. Seus lábios estavam vermelhos e molhados. Quente.
“Você é incrivelmente deliciosa Dra. Swan, poso até dizer que fiquei viciado.” Sua voz era rouca e sexy, apenas aquilo era o suficiente para o meu corpo todo dar um leve tremor e meus pelos se eriçarem. Seus polegares voltaram para os meus seios os circulando lentamente, peguei seus cabelos entre meus dedos e puxei seu rosto para o meu. Edward prendeu meu lábio inferir entre seus dentes antes de chupa-lo e me beijar, pedindo passagem com a língua, gemi quando senti meu próprio gosto nos seus lábios gostosos. Desci minhas mãos do seu cabelo até seus braços e ombros, passei minhas unhas nas suas costas definidas até o cós da sua calça tentando desce-las, o que foi inútil, porque eu era completamente atrapalhada. Edward sorriu no meio do beijo e mordeu meu lábio antes de ficar de joelhos novamente, com seu sorriso cafajeste enquanto ele abria o botão da sua calça. Eu não me cansava de olhar pra ele. Quando ele finalmente tirou suas calças as jogando do outro lado do quarto eu não pude conter um gemido ao ver ele com uma cueca boxer branca, completamente colada na sua enorme ereção. Eu já me sentia completamente excitada novamente apenas olhando pra ele. Ele tinha um V no quadril que me deixou fascinada. “Gosta do que vê Isabella?” ele arqueou uma sobrancelha e mordeu o lábio, santo inferno, se ele soubesse o quanto era extremamente sexy quando fazia isso.
“A melhor visão de todas Dr. Masen.” Sussurrei. Olhei para o volume na sua cueca e não pude deixar de reparar uma cicatriz que parecia ser grande descendo até a metade da sua coxa direita e ao lado uma tatuagem, parecia uma dog tag, com alguma coisa escrita, mas eu certamente não perderia meu tempo lendo agora. Mas de qualquer forma, achei sexy.
“Não melhor do que a minha, eu garanto.” Ele meio sussurrou meio gemeu olhando pra mim de cima a baixo com seu olhar de puro fogo. Eu estava com as pernas abertas apenas esperando por ele. Eu já me sentia ensopada novamente apenas em olha-lo.
“Acho que nós estamos perdendo tempo de mais. Eu quero que você me foda Edward, agora.” Edward gemeu apertando seu pau sobre a cueca, ele sorriu e logo abaixou aquela peça inútil fazendo sue pau saltar pra fora e também fazendo meus olhos se arregalarem. “Parece que não é só o ego que é enorme.” Sussurrei comigo mesma mordendo o lábio.
“O que você disse?” ele deu um meio sorriso e veio andando de joelhos até o meio das minhas pernas, alisando minha coxa com uma mão, enquanto a outra estava ocupada de mais ao redor do seu enorme pau. Eu não podia deixar de compara-lo com Carlisle, e inferno, a diferença era literalmente grande. Paus não costumavam ser bonitos, mas o dele, como todo ele, era incrível, eu olhava e não conseguia desviar minha atenção. “Eu fico imaginando como deve ser ter meu pau dentro de você. Será que é tão quente e apertado como eu imagino?” aquela voz rouca e incrivelmente orgástica novamente. Como ele conseguia? Eu não sabia! Olhei pra ele novamente, para o seu rosto de Adônis, seu peito definido e largo com algumas pintinhas espalhadas, sua barriga definida e com alguns gominhos, para o incrível V no seu quadril, e agora para a sua tatuagem que agora estava toda descoberta e uma grande cicatriz descendo o osso do seu quadril até quase metade da sua coxa, mas desviei minha atenção para a sua mão manuseando o seu pau que babava. Quando eu tento me levantar para agarra-lo ele vem por cima de mim e me beija. Firme. Duro. Selvagem. Com uma mão eu agarro o seu cabelo enquanto nossas línguas se devoram e com a outra desço até suas costas cravando minhas unhas na sua pele. Tento arquear o quadril, mas ele me prende na cama com a mão firme na minha barriga. “Isabella?” ele lentamente se separa de mim apenas para encostar sua testa na minha, nossas respirações aceleradas e eu completamente excitada por ele em busca de qualquer atrito, mas ele simplesmente impedia isso.
“O que?” levo minha mão até seu ombro, descendo para o seu peito, barriga e finalmente onde eu realmente queria. Segurei seu pau entre minha mão, ela nã fechava ao seu redor, era incrivelmente grosso. Edward fechou os olhos e deu um pequeno gemido, comecei a fazer leves movimentos no seu comprimento. Tão quente e macio.
“Tem um... um, longo, longo tempo desde que não faço isso, então...” ele sussurrou ainda de olhos fechados e respiração cortante. Eu só queria que ele calasse a boca e me comece de uma vez. Mas eu fiquei surpresa.
“Eu também.” Ele deu seu pequeno sorriso e voltou a me beijar. Edward trouxe seu quadril para mais perto do meu, seu peito colocado no meu. Finalmente a cabeça do seu pau entrou em contado com minha boceta necessitada e eu não pude deixar de sorrir e gemer ao mesmo tempo. Edward soltou um urro em satisfação enquanto eu pincelava seu pau em toda a minha boceta da entrada ate meu clitóris dolorido, o melando com o meu prazer.
“Porra, porra, porra, tão molhadinha.” Ele grunhiu saindo de cima de mim rapidamente me fazendo gemer em protesto. Ele ficou de pé e correu até suas calças tirando sua carteira do bolso e completamente atrapalhado enquanto pegava uma camisinha.
“Eu pensei que você não fazia isso há muito tempo.” Edward ficou no canto da cama em pé e nu, enquanto abria o preservativo e o vestia no seu delicioso e bonito pau. Eu acho que eu estava apaixonada por um membro do seu corpo.
“E não faço, mas eu ando preparado desde aquele dia no sofá.” Eu sorri e ele voltou a fica por cima de mim, seus lábios nos meus. Senti seu pau na minha entrada e gemi com o contado em sua boca. Edward sorriu. Senti cada pedaço do seu pau me preenchendo como nunca tinha sido preenchida antes, as paredes do meu sexo se abrindo para acolhê-lo. “Ohhh, maldição, tão apertadinha e quente, Isabella, gostosa pra caralho.” Ele gemeu no meu ouvido. Mordi de leve o seu ombro e rodeei minhas pernas em volta do seu quadril. Edward ficou um tempo parado, para que eu me acostumasse com o seu tamanho. Por mais incrível e excitante que aquilo fosse, foi inevitável não sentir um leve desconforto. Ele saiu levemente voltando novamente, fazendo com que ambos gemêssemos. Ficamos nesse ritmo lento e torturante por um tempo, até que não estivéssemos mais satisfeitos com tanta lentidão. Edward voltou a fazer os movimentos agora com mais força e mais rápidos. Com uma mão ele prendia meus cabelos em punho e com a outra ele segurava meu quadril. Seus movimentos aumentaram, ficando firmes e precisos, minha respiração estava cortante, meus olhos fechados enquanto a sua boca se enterrava em um dos meus mamilos os tomando em seus lábios.
“Tão bom.” Gemi mordendo o lábio, a cada investida eu me sentia mais e mais preenchida, mais e mais excitada. “Mais... mais rápido, por favor... Ohh Edward.” Ele aumentou as investidas indo em uma velocidade forte e rápida. Eu simplesmente viajava, nunca tinha me sentido tão excitada antes. Apertei as paredes da minha boceta ao redor do seu pau. Edward soltou uma praga alta.
“Porra Isabella, mastiga o meu pau” ele grunhiu. Fazia tanto tempo que eu não fazia aquilo, que eu não me lembrava o quanto isso era bom, ou realmente nuca foi tão bom como agora. Edward deu uma leve rebolada fazendo meus olhos rolarem juntos, ele voltou com os movimentos rápidos.
“Você fode tão bem.” Gemi, senti Edward sorrir quando ele enfiou seu rosto no meu pescoço, eu sabia que aquilo aumentaria seu ego ainda mais, se possível. Quando Edward fez aquilo mais uma vez, rebolando e metendo, eu não estava preparada para que ele encontrasse meu ponto G. “Ohhhhh foda-se.” Mordi seu ombro com tanta força que certamente ficaria marca. Os dedos dos meus pés se enrolaram, as pareces do meu sexo se fecharam ao redor do seu pau, senti meu corpo convulsionar sobre a cama e aquela incrível sensação. Gozei forte enquanto ele matinha suas investidas rápidas. Minha mente ficou em branco e senti como se eu estivesse voando. A melhor sensação da vida.
“Porra, Isabella, eu vou...” mais algumas investidas e ele gozou, Edward manteve sua cabeça enterrada no meu pescoço enquanto eu tinha os olhos fechados e a respiração falha. Nossos corpos suados colados um no outro, ele ainda dentro me mim. E eu simplesmente ainda viajava. “Você é incrível.” ele sussurrou no meu ouvido enquanto saia de dentro me mim, eu ainda me sentia meio grogue. Mas gemi em protesto quando ele fez aquilo. Edward deitou do meu lado e me puxou para que eu deitasse em seu peito. Então eu simplesmente apaguei.
Eu não sabia que horas eram, mas eu ainda me sentia sonolenta, olhei para o lado da cama e não tinha ninguém. Edward estava sentado na beira da cama, de costas pra mim, suas costas largas e nuas balançavam rapidamente como se sua respiração estivesse descontrolada. Eu não fazia ideia de que horas eram, ou por quanto tempo eu dormi. E eu não entendia muito menos o que Edward estava fazendo. Ajoelhei-me no colchão sem me preocupar com a minha nudez e fui engatinhando até ele, coloquei minha mão no seu ombro, Edward virou a cabeça na minha direção rapidamente e soltou um suspiro como se estivesse assustado. Seus olhos estavam miúdos e cheios de olheiras, ele me deu um sorriso que não alcançou meus olhos e passou uma mão nos cabelos. “Edward, tudo bem?” eu tinha feito alguma coisa errada? Um nó incomodo tinha embolado minha garganta.
“Eu só tive um pesadelo, está tudo bem, não se preocupe comigo. Isso sempre acontece.” Deu de ombros e beijou rapidamente minha bochecha. “Vamos deitar, sim?” ele sorriu e ficou de joelho na cama assim como eu, de frente pra mim, ele estava gloriosamente nu, isso em trazia pensamentos. O sequei de cima a baixo e ele sorriu “Por mais que eu queira fazer o que você está penando, você só tem mais duas horas de sono antes de ir para o hospital. Então descanse.” Edward se jogou na cama do meu lado direito e me pegou desprevenida, puxando-me para os seus braços. Soltei um gritinho quando cai com o rosto no seu peito e ele riu. Edward beijou o topo da minha cabeça e me acomodou melhor nos seus braços. Ele tinha razão, eu estava exausta. Ele tinha me cansado.
“Você quer falar sobre o pesadelo?” sussurrei beijando seu torso. Olhei pra ele que negou rapidamente. Balancei a cabeça e deite-me no seu peito novamente fechado os olhos, eu estava com sono. O peito de Edward subia e descia rapidamente, ele estava incomodado com alguma coisa, ele não estava bem. Eu tinha acabado de ter a noite mais incrível da minha vida e parecia que Edward não sentia o mesmo, ele estava angustiado.
“Isabella?” ele sussurrou fracamente, ergui meus olhos e olhei pra ele, Edward me deu um pequeno sorriso e passou a ponta dos dedos na minha bochecha.
“Oi?”
“Me conta uma coisa boa?” Edward perguntou roucamente, sua voz era sofrida e desesperadora ergui meu rosto um pouco e ele me olhava ansiosamente.
“Jacob e eu fizemos uma cirurgia de uma...”
“Não! Não sobre o hospital, me conta uma coisa boa sobre você uma boa história sobre você.” tentei pensar em alguma coisa boa da minha vida, alguma coisa que não relacionasse o hospital. E eu sorri com a lembrança.
“Quando eu tinha sete anos, meu pai me deu uma cabeça de abobora gigante, era Halloween, eu a usei pra pedir doces, mas eu me apaixonei pela cabeça, eu a achava mais bonita que a mim mesma, então eu simplesmente passei dois meses sem tira-la. Foi bizarro.” Senti seu peito se mover lentamente como se ele estivesse rindo. Levantei minha cabeça e olhei pra ele. Edward gargalhava baixinho.
“Cabeça de abobora?” ele perguntou em meio ao sorriso. Eu assenti ao lembrar-me da minha adorável cabeça.
“Sim, ela brilhava e tudo mais.” Edward gargalhou um pouco mais alto.
“Oh meu Deus.” Ele falou indignado.
“Eu a tenho até hoje na casa do meu pai. Pena que não entra mais na minha cabeça. Eu daria para o Noah, como uma herança de família, mas o meu pai se nega.” Sussurrei frustrada e Edward sorriu ainda mais.
“Graças a Deus por isso, coitado do garoto.” Nós dois sorrimos e Edward me abraçou mais próximo a ele. “Obrigado.” Ele sussurrou beijando o topo da minha cabeça. Fechei meus olhos um pouco e fiquei brincando com os ralos pelos no seu peito com meus dedos. Poucos minutos depois, sua respiração estava mais leve. Levantei minha cabeça um pouco, apenas para olha-lo, Edward dormia tranquilamente. Eu sorri e me aconcheguei mais ao seu corpo.
[...]
Meus olhos presavam. Meu corpo parecia apenas uma pena de tão leve, ainda sonolenta e com um sorriso preguiçoso nos lábios me permiti abrir os olhos lentamente os fechando em seguida por preguiça, mexi na cama e me senti tão bem como eu nunca me senti antes. O que as pessoas falam de uma boa foda é totalmente verídico no final das contas. Eu não me lembro da ultima vez que me senti tão relaxada e feliz. Ainda sorrido olhei para o lado da cama, imaginado ver o homem delicioso que dormiu comigo na noite passada, mas tudo que tinha ali eram lençóis bagunçados e um travesseiro abandonado no meio da cama. Franzi o cenho e me sentei tentando me conectar. Eu sempre era uma fodida bagunça de manhã, e a confusão sempre fez parte das minhas ótimas manhãs. Mas eu sabia que aquilo não era ilusão, eu sabia pelo meu corpo nu, a sensação incrível de paz o cheiro másculo de Edward no quarto e meu corpo dolorido. Ele teria ido embora sem nem ao menos se despedir? Sai da cama coçando meus olhos e olhando ao redor, mas não tinha nenhuma peça de roupa dele ali. Ia caminhando até o banheiro quando ouvi barulhos e risadas vindas da cozinha. Parei na metade do caminho e tentei voltar à realidade de uma vez. Eram barulhos de pratos e eu podia ouvir lentamente a risada do meu filho. Fui até o banheiro apenas para pegar o meu roupão e saí do quarto caminhando lentamente e preguiçosamente. Provavelmente era Jane, mas o que ela estaria fazendo aqui tão cedo? Como eu iria para o hospital as oito eu levaria Noah para a aula tranquilamente. Ela provavelmente tinha esquecido. Desci as escadas ainda tentando acostumar meus olhos com ao maldito claro que vinham das janelas. Cruzei os meus braços caminhando até a cozinha, Jane e Noah em uma cozinha eram capazes de destruí-la. Eles eram terríveis naquele cômodo. Eu estava pronta para xingar e ver uma bagunça iminente, mas tudo que eu vi e fiz, foi sorrir ao ver os meus garotos de costas pra mim, eles estavam mexendo em alguma coisa que tinha sobre a mesa. Edward ainda vestia suas roupas de ontem, Noah ainda estava de pijama de heróis e sorria de alguma coisa que Edward lhe dizia. Eu queria guardar aquele momento pra sempre. “Bom dia.” Sussurrei não querendo atrapalha-los. Edward virou seu pescoço pra mim, dando um bonito sorriso.
“Mamãe, mamãe, bom dia, olha o que o Edward comprou. Você não vai acreditar. Ele trouxe bolo de chocolate, panquecas, pães, suco, café, torradinhas, waffles, bacon e frutas. Não é incrível?” Noah disse cada coisa apontando para a mesa repleta de comida. Noah parecia fascinado, diferente do menino de ontem.
“Uau, ele comprou tudo isso?” ergui as sobrancelhas caminhando até eles, Noah assentiu com um sorriso de orelha a orelha.
“Quando eu acordei, ele tava arrumando a mesa. Aí ele me disse que veio ontem pra conversar comigo, mas eu tava dormindo, aí como tava chovendo muito ele dormiu no sofá e quando acordou foi compra isso pra gente. O Edward é muito legal né? Eu falei pra ele que ele pode namorar você.” Noah falava sem parar enquanto olhava pra mim. Ele enfiou um enorme pedaço de panqueca com morangos na boca e foi para o outro da mesa puxando uma cadeira e ficando de frente pra mim.
“Ótimo Noah, você pediu desculpas ao Edward, certo?” arqueei minha sobrancelha pra ele caminhando para mais perto deles. Noah tentava engolir a sua comida rapidamente para tentar falar me fazendo rir. Tão atrapalhado quando a mãe.
“Nós nos entendemos, certo garotão?” os dois bateram os punhos como sempre faziam e Edward olhou pra mim, seu olhar era puro fogo e malicia, ele ainda deu o seu sorriso molhador-de-calcinhas e me lançou uma pisadela. “Bom dia, Isabella! Você dormiu bem?” ele arqueou as sobrancelhas e deu dois passos para frente, caminhando na minha direção, ele colocou uma mecha do meu cabelo atrás da orelha e beijou minha testa lentamente.
“Muito bem, e você?” ele sorriu se afastando de mim apenas alguns centímetros, mas ainda olhando nos meus olhos fixamente, como se ele visse através de mim.
“Maravilhosamente bem. Como há muito tempo eu não dormia.” Ele levantou as sobrancelhas sugestivamente e malditamente mordeu seu lábio. Ele certamente sabia o efeito que aquilo causava em mim. Fodido homem provocador. Noah parecia aéreo a tudo enquanto devorava um pedaço de bolo e tomava um pouco de suco. Aquele garoto não podia ver um pouco de comida e doce que esquecia do mundo a sua volta.
“Você mal dormiu.” Olhei para o relógio na parede da sala e depois pra ele, era pouco mais de seis da manhã. Edward deu de ombros e se serviu ainda de pé, com uma xicara de café.
“Acredite, isso é mais do que eu dormi em anos.” Ele sorriu tomando um gole da sua bebida e puxando uma cadeira de frente para Noah. “Sente-se!” ele olhou pra mim e apontou para a cadeira.
“Eu tenho que tomar um banho e escovar os dentes.” Falei já dando alguns passos pra trás. Edward sorriu e veio correndo na minha direção me pegando pela cintura e caminhando comigo até a mesa.
“Vamos lá, depois você faz isso, coma conosco, eu tenho que ir embora daqui a pouco, por favor.” Ele fez um biquinho irresistível e apertou suas mãos na minha cintura. Ele sabia convencer.
“Tudo bem.” Ele sorriu, sentei-me e ele puxou a cadeira de volta pra frente, depois sentou-se do meu lado e pegou um enorme pedaço de bolo. Eu sorri, por que Jesus, não tinha nada mais lindo que Noah e Edward comendo juntos, eles pareciam um só, a bagunça de um era a mesma do outro. Eu certamente deveria estar gritando e falando pra eles não fazerem tanta bagunça, mas quem pode me julgar, eles são tão lindos. Me servi com café e peguei algumas torradas com geleia.
“Edward, eu aprendi a escrever o meu nome, você acredita?” Noah falou de boca cheia enquanto erguia a sobrancelha e balançava as pernas embaixo da mesa com empolgação. Eu fiquei surpresa, porque ele não tinha se preocupado em falar sobre isso nem com pai, mas para o Edward, ele contava como se tivesse encontrado a paz mundial.
“Noah, olha a boca cheia.” Ele revirou os olhos e ouvi Edward dar um pequeno sorriso e esticar o braço para afagar a cabeça dele.
“Uau Noah, isso é incrível, parabéns, você parece ser um garoto muito inteligente, quando você conseguir escrever o meu nome, quero ser o primeiro a saber, certo?” Meu homenzinho deu um enorme sorriso e assentiu enfiando mais comida na boca, revirei meus olhos e olhei para lado, onde Edward estava, ele olhava pra mim, com os olhos mais claros que de costume, me fazendo sorrir, eu nunca, jamais, imaginei ter o Dr. Ego assim, tão perto, tomando café da manhã comigo e com o meu filho, e aquilo parecia tão certo, tão perfeito. Quando terminamos, Edward olhou no seu relógio de pulso e foi o primeiro a ficar de pé. “Eu tenho que ir, tenho que tomar um banho antes de ir trabalhar. A gente se vê no hospital?” eu fiquei de pé também e assenti, eu não queria que ele fosse embora. O que diabos tinha acontecido comigo?
“Eu te deixo na porta.” Ele se virou para o Noah que nos olhava fixamente tomando seu ultimo gole de suco.
“Hey, Noah, a gente se vê depois, tudo bem?” Ele sorriu e como sempre bateram os punhos. “Boa aula, garoto.”
“Tudo bem, até logo. Salve um punho de vidas hoje.” Edward abriu um sorriso de orelha a orelha, o meu sorriso predileto, onde seus olhos ficavam tão miúdos que era impossível se serem vistos. Edward deu um beijo no topo da cabeça do meu filho e caminhou até mim.
“Vou fazer o meu possível.” Edward colocou a mão no meu ombro e foi me guiando até a porta de entrada. Ele pegou minhas mãos nas suas e ficou de frente pra mim. “Eu te daria uma carona, como ainda está sem carro, mas eu realmente estou atrasado, eu odeio atrasos.” Ele fez uma careta adorável, bem, eu certamente sabia o quanto ele odiava atrasos.
“Tudo bem, eu pego um taxi, não se preocupe.” Edward assentiu e me deu um selinho, demorado e leve.
“Eu adoraria ficar e beijar você como você merece, mas eu realmente estou atrasado.” Ele me deu outro beijo rápido antes de abrir a porta atrás dele. “A gente se vê mais tarde.” Ele me deu as costas e estava pronto pra sair quando o puxo pela barra do seu casaco fazendo com que ele voltasse.
“Edward?” Ele olhou pra mim confuso. “Obrigada pelo café da manhã. Você é incrível.” Ele sorriu e beijou minha bochecha.
“Não por isso.” Eu o puxei pelo pescoço e o beijei como eu realmente queria, um beijo molhado e lento. Quando nos separamos Edward sorriu, e beijou minha bochecha antes de dar as costas e ir embora. Eu fiquei por um tempo parada ali, olhando ele entrar no seu carro e ir embora. Dando por fim, um sorriso pra lá de idiota.
Assim que fechei a porta, Noah correu para tomar um banho e se vestir, dei uma leve arrumada na mesa e também fui tomar um banho. Depois de quinze minutos Noah gritava na minha porta dizendo que não queria se atrasar. Revirei meus olhos e me vesti rapidamente, arrumando meu uniforme na mochila.
Solicitei um taxi e eu e Noah ficamos do lado de fora esperando. Noah não parava de falar sobre desenhos animados e a sua escola, me fazendo dar algumas risadas com suas histórias absurdas e criativas. Deixei Noah na escola e segui com o taxista até o hospital.
Hoje eu estava tão feliz, que se me deixassem nos toques retais eu estaria sorrindo. Eu estava no meu horário então fui calmamente até o vestiário que estava vazio. Me vesti e fui até a bancada das enfermeiras, as senhoras fofoqueis que parecia ter 70 anos, vulgo, meus amigos internos, estavam feitos em rodinha fofocando e rindo. “Bom dia pessoal.” Emmett deu seu sorriso infantil e beijou minha bochecha. “O que as senhoras fofoqueiras tanto falam aí?” Alice fez uma careta e Mike sorriu.
“Todo mundo tá comentado da festa de aniversario do Dr. Black na semana que vem, e a gente foi convidado, acredita, isso é incrível né?” Mike falava completamente empolgado. Eles pareciam urubus por festa.
“E o segundo, o Dr. Masen hoje é só sorrisos, até parece que teve uma noite regada a foda. Como se ele fizesse isso.” Emmett gargalhou alto sendo seguido por Mike, eles eram tão imbecis. Alice me olhou sugestivamente e eu desviei o olhar dela, cruzei os braços e corei ouvindo os comentários nada agradáveis do provável sexo do nosso chefe.
“Isso aqui não é uma feira, é um hospital, parem de fofocar como velhas e vão trabalhar.” A voz rude e grossa do nosso chefe se foi ouvida, me virei para trás e lá estava ele, sério como uma estatua, mas não menos lindo. Ele me olhou e deu um pequeno sorriso que eu retribui. Seu pager bipou e ele deu uma breve olhada, antes de olhar pra nós um a um, seriamente como se nos mandasse ir trabalhar e saiu correndo para alguma emergência.
“Ele sorriu?” Emmett, Mike e Alice falaram perplexos juntos. Eles realmente não conheciam nada desse incrível homem.
Fale com o autor