Notas iniciais
Me desculpes a demora, mais aí está o capítulo novinho, espero que gostem Nossa mais nova beta é a Anne Cullen. Obrigada flor ;D Espero que gostem do capítulo. Obrigada a todas que comentaram no capítulo anterior.

Seattle, Washington

Isabella Cullen.

“Eu não sei se é realmente uma boa ideia.” Senti o delineado parar na metade do seu caminho e abri os olhos um pouco. Alice me olhava de braços cruzados.

“Ficou maluca? Como assim não é uma boa ideia Bella? Você é absurda!” ela grunhiu arregalando seus olhos e batendo seu minúsculo pé no chão. Mordi meu lábio e olhei desesperadamente em seus olhos. Eu estava tão perdidamente apavorada. Eu nunca tinha ido a um encontro. Com Carlisle foi uma conversa aqui, outra ali e depois partimos pro sexo na sala dele, e em seguidaa, casamento, não teve essa coisa de encontro. Um encontro com Edward Masen, o Dr. Ego grande, isso parecia ridículo pra mim.

“Eu estou nervosa. Eu nem me divorciei ainda. Ele é o meu chefe. Eu tenho um filho você sabe, e se não der certo? Como eu vou encara-lo amanhã? E se ele for um estupido? Amanhã talvez eu possa acordar e me arrepender eu...”

“Por Deus mulher, cale sua maldita matraca. Eu juro Isabella Swan, se você não calar sua maldita boca, eu vou cortar a sua língua fora e você não vai ser capaz nem de ter a sua boca colada na do Dr. Delicia, uma única vez. Você vai a esse encontro, vai dar uma chance a esse médico gostoso. Bella você tem a mínima noção a quantidade de mulheres que gostariam de estar no seu lugar agora? Você vai beija-lo tanto até sua língua ficar dormente, e se não der certo, bem, você tentou, você é uma mulher adulta está na hora de usar suas calcinhas de menina grande. Agora me deixe terminar isso.” Inclinei meu pescoço na maldita cadeira novamente e fechei meus olhos. Eu não deveria ter chamado Alice, mas provavelmente, se eu não tivesse a chamado, eu jamais iria a esse encontro. Eu queria ir, queria muito sair com Edward. Mas eu estava com medo, medo das consequências, medo do amanhã. Ele é o meu chefe! Estamos indo ter um encontro. Um encontro! Inconsequentemente eu sorri, eu nunca pensei que algo assim iria acontecer comigo.

“Você acha que ficou bom?” Alice apareceu atrás de mim, eu a vi pelo reflexo do espelho. Santo Interno, não estava bom, estava magnifico, aquela garota tinha feito um trabalho excepcional. Mas eu queria ficar linda, bonita o suficiente para Edward Masen.

“Você está esplendida, Bella. Ele vai ficar maluco.” Ela juntou suas mãos e deu alguns pulinhos me fazendo rir. Eu estava bonita, realmente, Alice passou muito tempo mexendo no meu rosto, como se eu fosse uma massa de modelar. Ela tinha passado uma maquiagem leve, mas marcante destacando meus olhos, deixando os cílios maiores, passou um batom de um tom claro apenas para dar um contraste. Meus cabelos estavam soltos, com as pontas naturalmente onduladas. Alice escolheu um vestido negro curto, na metade das coxas, ele colava bem ao corpo, principalmente na cintura e nos seios, não tinha decote na frente, mas nas costas ele tinha um grande decote V. E um salto de matar, também preto. Eu estava morrendo em cima daquilo, Alice quase me matou quando sugeri uma simples sapatilha. Mas eu não podia reclamar, eu nunca me senti tão bonita.

“Você está fabulosa Bella, nosso médico vai ter contrações prematuras do ventríloquo.” Eu sorri mordendo meu lábio, ainda me olhando no espelho. Eu não sabia onde ele me levaria, mas Edward era elegante, então eu queria estar tão bonita quanto ele, o que não era possível, mas bem, não me juguem, eu tentei.

“Não está muito exagerado?” Ela revirou seus olhos e bufou. Alice colocou suas mãos nos meus ombros e ainda pelo reflexo do espelho me encarou.

“Você não está menos nem mais do que absolutamente linda Bella, acredite, ele vai adorar.” Respirei fundo três vezes. Olhei apavorada para Alice que me deu seu genuíno sorriso.

“Mamãe, uau, você tá tão bonita.” Noah se jogou na minha cama com sua grande vasilha cheia de salgadinhos, eu o reprenderia, mas se não fosse aquele moleque, eu nunca estaria indo a um encontro com Edward.

“Você acha?” Fiquei de frente pra ele que deu um sorriso fabuloso fazendo meu peito inflar. Eu amava aquele garoto travesso.

“Sim! Por que você vai sair com o Edward? Achei que não gostava dele.” Noah encheu sua boca de salgadinhos e arqueou suas sobrancelhas loiras pra mim. Ele era um garoto espeto, malditamente esperto pro meu próprio bem.

“Eles vão ter um encontro Noah!” Alice pulou no seu lado na cama e bateu palmas.

“Alice!”

“O que é um encontro?” mordi meu lábio e encarei Alice, aquela vadia baixinha levantou as sobrancelhas e deu um sorriso torto. Antes que abrisse a boca para responder Noah ou reprender Alice à campainha tocou. Eu senti minhas pernas bambas e meu coração tão apertado dentro do espaço que ele tinha dentro de mim. Eu me sentia uma adolescente de dezesseis anos saindo com o garoto lindo do time de basquete. Alice ficou de pé e segurou minhas mãos dando um sorriso reconfortante.

“Você nunca foi a um encontro, certo?” Ela arqueou a sobrancelha e eu olhei derrotada para o chão.

“Não.” Aquilo era fodidamente embaraçoso.

“Tudo bem, apenas seja você mesma, tenho certeza que vai dar tudo certo. Agora vá lá e agarre aquele pedaço de Deus do Olimpo.” Eu sorri e mordi meu lábio assim que a campainha tocou de novo. Apressadinho.

“O que é um encontro?” Noah tornou a perguntar tirando minha atenção pra ele.

“Vá Bella, eu explico.” Abri minha boca e arregalei meus olhos em protesto, eu tinha medo do que Alice podia falar para o meu pequeno garoto.

“Filho, mamãe já vai, seja um bom garoto e obedeça a tia Alice. Eu amo você.” Beijei sua testa e coloquei seus cabelos para trás.

“Tudo bem, eu amo você também mamãe.” Noah beijou minha bochecha sujando um pouco, Alice fez uma cara de horrorizada que me fez rir.

“Qualquer coisa você me liga Alice, olha lá o que você vai dizer ao meu filho.” ela revirou os olhos e me rebocou para fora do quarto.

“Agora vá lá e me deixe orgulhosa.” Eu lhe dei um sorriso e respirei fundo algumas vezes antes de caminhar até a escada. Eu tive que me segurar com força e caminhar lentamente. Não seria nada agradável torcer o tornozelo, naqueles saltos fodidos no primeiro encontro. Encontro! Respirei fundo, três vezes antes de caminhar ficando de frente para a porta tentando normalizar a minha respiração. É apenas o Edward, Bella. Antes que ele desistisse e fosse embora abri a porta. Eu perdi a minha respiração quando vi, pela segunda vez, Edward Masen parado na minha porta. Ele era fabuloso. Edward tinha seus cabelos naturalmente bagunçados, uma bagunça bonita, provavelmente ele tinha passados seus dedos sobre os fios muitas vezes hoje. Seu sorriso natural dançava nos seus lábios beijáveis. Edward vestia um terno preto com a camisa de dentro branca, sem gravata, e os primeiros botões abertos, e sapatos sociais pretos que brilhavam absurdamente de mais. Aquele terno certamente foi feito sob medida para o seu corpo perfeito, a calça social agarrava firmemente as suas coxas grossas, assim como a parte de cima, que mostrava e destacava os seus braços firmes. Meu coração perdeu uma batida, minhas mãos soaram e o oxigênio simplesmente tinha sumido. Deus, tão lindo! Edward abriu ainda mais o seu sorriso e me olhou de cima a baixo, me senti completamente despida, corei em 50 tons de vermelho quando ele beijou meu rosto, na bochecha, de uma forma doce e maravilhosa.

“Você está absolutamente linda, Isabella. Boa noite!” Eu sorri e mordi meu lábio. Caralho, ele estava tão cheiroso.

“Obrigada, você também não está nada mal.” Ridícula. Eu era ridícula, inferno. Edward sorriu novamente, mexendo furtivamente os ombros e me entregou um embrulho, como um presente. Arqueei a sobrancelha pra ele que passou as mãos no cabelo novamente.

“Eu trouxe uma lembrança. Sabe, essa manhã eu fui a uma loja de artesanatos e vi isso. Lembrei de você.” Deu de ombros como se fosse algo natural. Deus, Edward Masen estava me dando um presente. Olhei pra ele e o pequeno embrulho. “Espero que goste.” Gesticulou para o embrulho. Com as mãos tremendo e um sorriso pequeno no rosto eu abri o embrulho, lá tinha uma caixa branca, média, como uma caixa de sapato, olhei para Edward que mordia o lábio e me olhava com expectativa. Ele parecia tão adorável, que prendi um sorriso. Assim que abri a caixa, que estava presa á um laço, vi uma escultura de barro perfeita de um útero fecundado, era expendido. Devia estar com uns nove meses, pelo tamanho da barriga perfeitamente feita de barro, era tudo muito bem feito, tinha a forma perfeita do rosto de uma mulher com uma das mãos perfeitamente feitas, sobre a barriga, era perfeito, o útero, o bebê, as ligações, até o cordão umbilical, era como se já estivesse posicionado para o nascimento. “Como você gosta dessas coisas eu pensei que...”

“Eu amei.” E eu tinha amado muito! Com um sorriso no rosto abracei Edward pelo pescoço, sorrindo. Era a coisa mais gratificante e linda que eu já tinha ganhado. As mãos dele delicadamente se puseram na minha cintura. Ele tinha um cheiro tão bom, que me permiti fechar os olhos e aspirar todo o seu perfume deslumbrante.

“De verdade?” Me separei dele e voltei a olhar a escultura. Era expendido. Eu estava meio que fascinada, pelo presente, e por quem tinha me dado.

“De verdade! É perfeita.” E era. Ele não chegou com o tradicional buque de flores, nem com chocolates suíços, foi único, único e perfeito pra mim, porque era algo que eu verdadeiramente gostava, e era lindo. Ele coçou a parte de trás da nuca, algo que ele fazia muito, e me olhou, com aqueles incríveis olhos caramelizados e eu tive vontade de beija-lo, nós estávamos tão próximos.

“Gosta de italiano?” Ele ergue suas sobrancelhas e sorriu. Jesus, ele é adorável.

“Eu adoro Italiano.” Edward pareceu soltar o ar que eu nem sabia que ele prendia e suspirou.

“Eu fiz uma reserva em um ótimo restaurante de massas, vamos?” Edward Masen estendeu seu braço pra mim, como eu nunca imaginei que ninguém nunca faria. Coloquei minha escultura na mesa de centro e entrelacei nossos braços. Nós sorrimos um para o outro e saímos. O carro dele estava estacionado em frente a minha casa. Edward abriu a porta do carona pra mim, e a fechou assim que entrei. O carro dele cheirava ao seu perfume amadeirado, era extremamente agradável e arrumado. Santo Deus, eu nunca tinha visto um carro tão limpo e arrumado como o dele. “Noah ficou bem?” perguntou assim que deu partida no carro. Edward mantinha os olhos na estrada, mas tinha o seu sorriso torto.

“Ah sim, ele ficou com Alice, ele me fez um monte de perguntas, mas eu soube despista-lo.” Edward olhou pra mim por uma fração de segundos e assentiu sorrindo.

“Ele é uma criança, sua cabecinha deve estar fervendo de curiosidade. A proposito, ele me ligou hoje pela manhã.” Olhei perplexa pra ele que sorriu. Noah só podia estar de sacanagem comigo, depois da conversa que tivemos eu pensei que ele nunca mais pegaria o meu telefone para fazer uma ligação para Edward.

“E o que ele queria? Eu realmente sinto muito Edward.” Ele arqueou sua sobrancelha e negou balançando a cabeça negativamente.

“Tudo bem, eu gosto de falar com ele, Noah só que queria saber se eu podia ir assistir ao próximo jogo dos yankees com ele, na sua casa, na próxima quarta.” Arregalei meus olhos e fiquei boquiaberta, Noah era extremamente enxerido, Edward sorria despreocupado.

“Eu sinto muito Edward, de verdade, você não precisa fazer isso. De verdade. Eu vou conversar com ele e..”

“Hey, tudo bem Isabella, eu disse que sim, se você não se incomodar é claro. De verdade, tudo bem. Eu gosto dele.” Edward deu de ombros eu respirei fundo e não pude deixar de soltar uma risada.

“Serio, você só pode ter dado alguma droga ao meu filho, ele gosta de você como se o conhecesse desde o nascimento.” Edward não segurou a risada.

“Bem, eu também não sei, mas nós gostamos um do outro, ele é divertido. Acho que nós temos os gostos parecidos. Noah me diverte, não tem que se preocupar.” Bem, na verdade eu tinha, por nada no mundo eu queria que meu filho sofresse, ele já gostava do Edward de mais por um intervalo de tempo muito curto. Isso me assustava. Se alguma coisa desse errado eu não queria que Noah fosse o prejudicado. O resto da viagem, fizemos em silencio, foi estranho. Pelo menos pra mim, se me falassem que isso aconteceria há dois meses eu estaria rindo da cara dessa pessoa, mas eu estava no mesmo carro que o Dr. Ego, indo pra um encontro, e ele era cavalheiro, quem diria?! Ele estacionou em frente ao Romanini Ristorante, era um restaurante na parte sul de Seattle, o lugar de comida italiana mais badalada da cidade, eu já tinha ouvido falar, pelas minhas colegas de faculdade. Bem, o meu orçamento não cobria uma refeição ali. Edward estacionou em frente ao restaurante e assim que tirei o sinto de segurança Edward já estava do outro lado da porta a abrindo pra mim. Deus, o homem era rápido, eu nem tinha o visto sair do carro. Ele estendeu a sua mão pra mim, sorrindo. Eu prontamente a peguei saindo do carro. O manobrista nos deu boa noite e pegou a chave do volvo indo estaciona-lo. Mordi meu lábio olhando para o esplendido restaurante, então agradeci mentalmente por ter chamado Alice para me ajudar, se não fosse ela, eu provavelmente teria vindo de calça, regata e sapatilhas, então eu morreria de vergonha e sequer entraria ali.

Edward colocou sua mão na minha cintura e saiu me guiando para a entrada do restaurante, ele tinha sua postura reta, caminhando lentamente e extremamente elegante. Ele parecia um príncipe treinado. O que me veio a pensar que ele vinha de uma família rica. “Dr. Masen, como vai?” Um homem de meia idade nos parou assim que colocamos nossos pés ali dentro. Ele era baixinho, com cabelos grisalhos e um pouco acima do peso, mas era elegante como tudo ali.

“Boa noite Pierre, vou muito bem e você?” Eles deram as mãos e o homem deu um sorriso pra ele me olhando em seguida.

“E essa bela senhorita?” Edward apertou ainda mais minha cintura me trazendo para mais perto do seu corpo, ele tinha uma pegada excepcional.

“Essa é Isabella, uma amiga.” Pierre me olhou de cima a baixo e arqueou uma sobrancelha sorrindo maliciosamente. Sujo.

“Claro, meus parabéns rapaz, ela é linda.” Dei um pequeno sorriso envergonho, geralmente eu não sabia agir quando era elogiada. Edward sorriu, o seu sorriso torto deslumbrante, e balançou a cabeça positivamente rapidamente.

“Obrigada.” Sussurrei educadamente. Eu estava tão próxima a Edward que eu podia sentir a temperatura do seu corpo bem próximo.

“Venha, vou acompanha-los até sua mesa.” Pierre sorriu e saiu andando elegantemente com seu smoking negro pelo salão do local. Lá dentro era deslumbrante, as paredes feitas de vidro de cima a baixo, mesas estrategicamente colocadas. Pessoas elegantes e de classe estavam sentadas, muito bem vestidas. Os garçons passavam toda hora com suas bandejas nas mãos. Pierre nos levou para uma mesa mais afastada, com dois lugares e ao lado da parede feita de vidro, dando uma vista incrível para o Obelisco Espacial e para as luzes da cidade, aquilo era fabuloso. “O garçom já vem atende-los, fiquem à vontade, até mais Edward.” Pierre lhe lançou uma piscadela e nos deixou a sós. Edward, como na minha casa, puxou a cadeira pra que eu sentasse.

“Você vem muito aqui?” Ele se sentou no seu lugar, de frente pra mim e mordeu o lábio.

“Eu meio que janto aqui quase sempre.” Deu de ombros, como se fosse normal, uma pessoa jantar em um restaurante de luxo quase sempre.

“Aqui é incrível.” Olhei ao redor e para a linda visão que aquele local nos proporcionava.

“É sim, eu adoro. Sento nesse mesmo lugar sempre.” Eu sorri, porque Deus, esse homem tinha o seu lugar marcado em tudo lugar, como um cachorro.

“Como o banco da praça?” Ele também sorriu e assentiu. Sua convivência com Sony não fazia bem, ele parecia ter pegado sua mania de marcar território. Mas de alguma maneira incrivelmente estranha, aquilo parecia um pouco adorável pra mim.

“Boa noite, sejam bem-vindos.” Um homem alto e bonito, parou do nosso lado com dois menus. “Meu nome é Joseph, e irei servi-los está noite. Fiquem à vontade eu já volto.” Ele sorriu e nos deixou. Edward nem sequer abriu o seu cardápio, arqueei uma sobrancelha e ele de inclinou na cadeira.

“Como eu já disse, eu venho aqui sempre, então, tenho o meu prato favorito.” Fez uma careta e passou os dedos nas suas madeixas bagunçadas.

“E o que seria?” Coloquei meu cardápio sobre a mesa e me inclinei como ele, colocando os braços em cima da mesa. Foda-se os bons modos e a postura.

“Bem, eu recomendaria, de entrada, bruschetta e ciabatta, como prato principal, um risoto de camarão, um pouco picante, tortelline de bolonha e Spaghetti alla puttanesca, de sobremesa um delicioso tiramisú e gelatto de morango.” Eu não fazia ideia da metade das coisas que ele disse, Edward parecia ainda mais sexy falando italiano. Inferno.

“É o que você vai pedir?” Mordi meu lábio olhando nos seus olhos de fogo.

“É o que eu vou pedir!” Assenti lentamente e levantei as sobrancelhas olhando ao redor.

“Tudo bem então, é o que eu vou querer também.” Edward sorriu e concordou. “Mas se for ruim você vai me pagar por isso. Eu não sei nem o que quer dizer metade do que você disse, então estou confiando em você.” Apontei meu dedo indicador pra ele, eu tinha um sério problema de falta de filtro verbal, eu tinha que tentar manter a porcaria do meu filtro perto dele. Edward sorriu e colocou as mãos sobre a mesa. O seu sorriso era tão bonito.

“Tudo bem, confie em mim, não vai se arrepender.” Levantou as sobrancelhas sugestivamente e mordeu o lábio, eu fazia isso quando estava nervosa, já Edward, parecia fazer isso querendo seduzir, e Deus, ele fodidamente conseguia. Ficamos olhando um para o outro por uma fração de segundos até o garçom vir pegar nossos pedidos. Edward pediu a mesma coisa para nós dois, e um vinho, que eu nunca tinha ouvido falar sobre. “Então Isabella...”

“Bella.” Ele estreitou os olhos e arrumou sua postura na cadeira.

“Perdão, o que?” eu sorri e beberiquei um pouco da água que havia sido servida.

“Bella, me chame de Bella, eu não gosto de Isabella.” Fiz uma careta e ele cruzou os braços, aquilo foi sexy, seus músculos ficaram visíveis sobre o terno colado.

“Não, Bella é fraco, bonito, mas fraco, você combina mais com Isabella, um nome forte e cheio de personalidade, como você.” Eu corei em todos os tons possíveis, porra. Ele me tirava de órbita. “Isabella, me fale mais sobre você. Você não é de Seattle, certo?” olhei para os lados como se procurasse ajuda. Ele queria saber sobre mim? Porra, é claro! Isso que se faz em encontros. Certo?!

“Não, sou de Forks.” Ele fez uma careta, que me dez soltar um pequeno sorriso.

“É o que?” Novamente eu tive que sorrir com a forma que ele disse, como se eu tivesse falado que era de outro planeta.

“Forks, é uma cidade pequena a três horas de Seattle.” Ele assentiu e me analisou por alguns segundos antes de eu desviar o olhar.

“Seu ex-marido é de lá?” Mordi o meu lábio, merda, eu não gostava de falar sobre isso, mas bem, eu queria ser o mais sincera possível com ele. Mas em seguida estreitei meus olhos, como ele sabia sobre Carlisle?

“Sim, eu o conheci aqui, quando eu fazia faculdade.” Edward estreitou os olhos e se inclinou um pouco para frente. “Como você sabia que estava divorciada?” arquei minha sobrancelha e Edward encolheu os ombros com um sorriso bonito.

“Você ficaria impressionada como é grande a proporção da radio-corredor daquele hospital.” Eu sorri, porque sim, eu sabia, mas também estava um pouco apavorada em saber que eles falavam sobre mim. “E sua a família, me fale um pouco sobre eles?”

“Meu pai se chama Charlie, ele é chefe de policia da cidade, ele mora sozinho desde que minha mãe se casou de novo, com outro cara. Renée mora na Florida e é professora de artes. Meu padrasto é um jogador de basebol aposentado e hoje ele vende imóveis. Eu não tenho irmãos. Sempre morei com o meu pai, desde os meus doze anos, quando minha mãe resolveu viajar pelo mundo com o namorado. Charlie sempre me entendeu melhor que ela mesmo, então pra mim foi melhor. Eu morei com ele até meus dezenove anos, depois vim pra Seattle fazer faculdade. Quando me casei, voltamos pra Forks. Então teve a separação e fiquei com Noah na casa ddo meu pai até terminar a faculdade e me inscrever no Seattle Grace.” Edward sorriu e assentiu.

“Você parece ser muito próxima do seu pai, admirável.” Então foi minha vez de sorrir por que Charlie era simplesmente o segundo homem que eu mais amava na vida. Primeiro, vinha Noah e em seguida ele.

“E você?” arqueei minha sobrancelha e ele tossiu um pouco.

“Eu o que?” Edward parecia tão absurdo às vezes.

“Me fale um pouco sobre você, sua família.” Edward olhou para os lados como se pedisse socorro e passou as mãos nos cabelos revoltos.

“Hum, bem, eu sou de Chicago, minha mãe e meu pai são de lá também. Elizabeth, minha mãe, é uma ginecologista, tem a sua própria clinica lá, meu pai, Edward Sênior, é um cirurgião cardiotorácico, ele tem alguns hospitais espalhados por aí. Eu tenho uma irmã mais nova, ela deve ter a sua idade, Irina, ela inevitavelmente também é médica, faz residência cirúrgica em Chicago.” Deu de ombros e desviou seus olhos dos meus, Edward começou a prestar muita atenção aos talheres que estavam postos ao lado do seu prato vazio, ele não parecia confortável falando sobre a sua família, ou sua vida pessoal, eu queria muito perguntar sobre a guerra e os motivos que o fizeram ir, mas ele poderia não gostar e estragar o nosso encontro. Antes que eu abrisse a minha boca grande e língua solta, o garçom trouxe o vinho e nos serviu. Edward tomou uma grande quantidade, em apenas um gole e olhou pra mim. Eu me sentia inebriada com aquele olhar.

“Eu queria levar você ao obelisco espacial, mas eu realmente gosto daqui e como um primeiro encontro decidi traze-la até aqui, mas no próximo, eu vou leva-la lá.” Eu sorri, teríamos um segundo encontro, bem, pelo que dependia do Dr. Ego, sim.

“Aqui é maravilho, eu adorei.” Nosso jantar chegou e eu estava desesperadamente morrendo de fome, o que não era muito educado, mas eu queria atacar tudo de uma única vez, mas como uma bela dama ao lado do maravilho Edward Masen, decidi comer como uma mulher civilizada. E realmente era tudo delicioso, Edward tinha bom gosto culinário. Olhando ali, aquele homem sorridente, com olhares calorosos e bem educado, não parecia nem de perto aquele ogro imbecil que eu conheci no hospital, jamais imaginaria que Edward Masen pudesse ser tão maravilhoso. Aquilo era extremamente chocante.

“Homem, eu nunca comi um tiramisú tão gostoso em toda a minha vida.” Lambi meus lábios e fechei os olhos gemendo um pouco, saboreando o ultimo pedaço da minha sobremesa. Quando abri meus olhos, Edward olhava diretamente na minha boca, minha língua ainda passava sobre meus lábios, tentando pegar qualquer sabor daquela sobremesa magnifica. Minha pele ficou quente sobre o seu olhar.

“Realmente delicioso.” Ele sussurrou tomando mais um gole do seu vinho. “Já provou o Gelatto?” ele mergulhou sua colher na sobremesa gelada e estendeu pra mim, ele iria me dar na boca? Olhei para a sobremesa e pra ele, Edward deu um sorriso bonito e esticou mais o braço na minha direção. Corando como uma adolescente perturbada, abri minha boca e Edward levou a colher até mim, meus lábios rodearam a colher e mais uma fez gemi baixinho. “Você sempre geme quando come?” sua voz era rouca e sexy, eu quase engasguei.

“Quando é algo gostoso...”

Gostoso!” ele sorriu e negou com a cabeça. Pervertido.

“Sim, comida sabe, gostosa, coisas gostosas que dão prazer em colocar na boca e...” Ele levemente gargalhou inclinando a cabeça pra trás colocando as mãos na barriga. Imbecil. Minha língua solta e imbecil.

“Você... Você é um pervertido.” Ele sorriu ainda mais secando os olhos que desciam lagrimas, eu sorri o acompanhando.

“Você que é, todas essas coisas sujas e quentes saíram da sua boca Sra. Eu gemo com coisas gostosas e prazerosas.” Eu queria bater nele.

“Engraçadinho.” Sorri sem humor algum e ele sorriu ainda mais, Edward parecia adorar me fazer passar vergonha. Ficamos mais alguns minutos conversando, sobre amenidades, tínhamos gostos peculiares e bastante parecidos, como para livros e comidas. Falamos sobre tudo, menos sobre o trabalho. Edward era agradável e engraçado, e isso era surpreendente. Eu estava gostando de conhecê-lo. Gostando até de mais.

“Vamos?” Edward tomou seu ultimo gole de vinho e chamou o garçom para que trouxesse a conta. Edward olhou o valor e tirou a carteira do bolso. Olhei furtivamente para o valor e quase desmaiei. Puta que pariu isso era o preço do mantimento mensal da minha casa. Porra. Eu estava tremendo agora.

“Vamos dividir.” Eu surrei mexendo na minha bolsa, Edward entregou o cartão de credito para o garçom e arqueou sua sobrancelha pra mim.

“É um encontro Isabella, eu chamei, eu pago, então fique quietinha.” Ele me deu uma piscadela seguindo por um sorriso. Porra assim ele me desmoronava.

“Então obrigada.” Ele negou com a cabeça sorrindo e finalizou a conta. Eu ainda estava perplexa pelo preço do nosso jantar quando saímos do restaurante. Edward me guiava, com seus dedos longos em encontro com minhas costas nuas, ele os mexia furtivamente de cima para baixo, fazendo os pelos do meu corpo de arrepiarem. O seu carro já nos esperava na porta do restaurante. Edward deu alguns trocados para o manobrista e como da primeira vez, abriu a porta do carro para que eu entrasse, fechou a porta e deu a volta sentando-se no seu acento.

“Então você gostou da comida?” Edward ligou o som e a voz agradável de Ed Sheeran tomou conta do pequeno espaço no carro. Eu dei um pequeno sorriso, porque eu amava esse cara.

“Realmente deliciosa, você tem bom gosto.” Dei de ombros e ele deu uma rápida olhada pra mim.

“Eu com certeza tenho.” Sorriu e passou uma das mãos no cabelo. “Pela forma que você gemia, com certeza estava gostosa.” Eu tive certeza que corei em diversos tons de vermelho, azul e roxo. Edward deu uma pequena gargalhada olhando para a estrada.

Loving can hurt sometimes.” Cataloguei baixinho batucando minhas pernas com o ritmo da musica.

Ed Sheeran, hum, você gosta?” Edward fazia uma pequena careta.

“Bem, eu gosto bastante. Você não?” Edward negou veemente me deixando indignada. “Como não?”

“Não gosto das musicas dele, são melancólicas, e a maioria, só falam de amores fracassados.” Deu de ombros e olhou pra mim assim que parou em um sinaleiro fechado.

“Ele tem boas músicas também, lindas é claro. Aposto que você é daquele tipo de cara cafona, que gosta de clássicos e jazz.” Falei sorrindo e ele arqueou sua sobrancelha pra mim. “Oh. Meu. Deus! Isso é sério? Você gosta?”

“E opera também.” Então eu gargalhei um pouco alto de mais, não foi minha intenção, mas Jesus. “Ok, continue rindo dos meus gostos musicas, isso faz do nosso encontro ainda mais adorável.” Ele me acompanhou na gargalhada. Edward e eu passamos todo o resto da viagem mencionando nossos gostos musicas, e tenho que admitir, Edward Masen tem um gosto musical peculiar. “Você parece uma pré-adolescente cheia de hormônios. Pink? Sério?” Ele estacionou o carro em frente a minha casa e se virou no banco ficando de frente pra mim.

“Oh, por favor, não vá me fazer comentar sobre os seus gostos nada modernos, Sr. Eu sou do tempo das cavernas. Mas, Ed, continua tendo o meu coração.” Me gabei sorrindo e Edward saiu do carro dando a volta, e como sempre, a abriu pra mim.

“Fico feliz que Edward’s sejam os seus preferidos.” Edward estendeu a mão pra mim, olhei para a sua mão e para o seu belo rosto. A rua estava escura, apenas a luz fraca que saia dos postes iluminava o seu rosto, mas ele sorria, eu estava tão feliz como em anos eu não me sentia. Eu tive o meu primeiro encontro com Edward Masen. Coloquei minha mão na sua e ele me puxou, forte de mais, fazendo meu corpo bater de encontro ao seu. Perto demais.

“O que eu posso fazer se eles são encantadores.” Coloquei minhas mãos nos seus antebraços e lhe dei uma picadela. Edward não sorriu. Ele colocou meu cabelo atrás da orelha e como a noite anterior, ele passou a ponta dos seus dedos levemente na minha bochecha. Então ele me beijou, simples e fácil. Foi um simples rosar de lábios. Seus lábios macios e quentes se movimentavam lentamente sobre os meus, como se estivéssemos nos conhecendo, as mãos dele pousaram uma em cada lado do meu rosto me fazendo derreter. Foi algo tão doce e singelo que eu sorri, porque eu não podia estar mais feliz. Então ele puxou meu lábio e se afastou ficando a centímetros de distancia e sorriu também tão bonito como sempre. Eu passei minha língua sobre os lábios tentando pegar qualquer sabor dele e entreabri os lábios, apenas para respirar, porque parecia tão difícil gora. Seus olhos foram para aquela direção e com a mão na minha nuca ele se aproximou, ficando tão próximo que todo o calor do seu corpo tomou conta do meu. Seus lábios voltaram a colar nos meus, ele chupou meu lábio inferior e o puxou levemente com os dentes, fazendo-me arfar, sua língua acariciou meu lábio levemente para em seguida o chupar novamente. Edward fez a mesma coisa com o superior e voltou a me beijar, zapeando seus lábios nos meus, ele pediu passagem com a língua e eu prontamente cedi. Quando nossas línguas se encontraram, foi como flutuar, sua língua macia fazia um trabalho incrível na minha. Minhas mãos foram para os seus cabelos que eu sempre quis acariciar e eles eram tão macios como eu imaginava. Edward desceu suas mãos para a minha cintura e me puxou firmemente para mais perto, se possível. Enrosquei meus dedos nas suas madeixas e as puxei com um pouco de força, aquilo pareceu um sinal para que Edward intensificasse o beijo. Ele era um beijador incrível. Nossas línguas travando uma batalha gostosa, eu suspirava cada vez que Edward praticamente fodia a minha língua com a dele. Desci umas das minhas mãos e apertei os músculos das suas costas o trazendo para mais perto. Inferno, Edward era a porra de um homem gostoso. Ele desceu seus lábios para o meu queixo e deu uma leve mordida. Nós dois estávamos arfando. Ele se afastou de mim com a respiração pesada e eu não estava diferente. Meus olhos ainda permaneciam fechados e um pequeno sorriso se formou na parte direita do meu rosto, eu sentia meus lábios inchados e com uma leve ardência, um ardor gotoso. Mais uma vez senti seus doces lábios nos meus, Edward me deu uma série de selinhos demorados e molhados.

“Porra, eu quis fazer isso desde a primeira vez e que eu te vi, e eu estava tão bravo por isso.” Edward sussurrou no meu ouvido, fazendo todos os pelos do meu corpo se eriçarem, ele chupou lóbulo da minha orelha me fazendo segurar um gemido e fechar os olhos. “Pelo menos dessa vez, você não me bateu.” Ele se separou de mim e sorriu.

“Bem, dessa vez você não foi um idiota, prepotente e arrogante.” Edward sorriu mais ainda mordendo seu lábio, ele sabia o quanto aquilo mexia comigo. Seus malditos lábios gostosos estavam incríveis, levemente inchados, molhados e completamente vermelhos.

“Fico feliz que não, vamos, vou deixa-la na porta.” Edward entrelaçou nossos dedos e caminhamos lentamente até a minha varanda, as luzes estavam apagadas o que indicava que Noah e Alice estavam dormindo.

“Obrigada Edward, pelo presente e pela noite maravilhosa. Foi incrível.” ele colocou suas mãos grandes e firmes na minha cintura me levando para mais próximo dele.

“Eu que agradeço Isabella, você não faz ideia o quanto isso foi incrível pra mim, espero repetir isso mais vezes. Agora eu vou indo, você acorda cedo amanhã, tenha uma excelente noite.” Edward beijou o topo da minha cabeça e se afastou. Merda, eu queria que ele ficasse grudado em mim à noite toda. Antes que Edward desse as costas o puxei pelo blazer, talvez pela minha força ou por tê-lo pegado desprevenido ele parou bem próximo a mim sorrindo.

“Acho que mereço um beijo de boa noite Dr. Masen.” Edward mordeu o lábio e com uma pegada forte na minha cintura me puxou ficando colado a mim. Enfiei meus dedos nos seus cabelos e o puxei pra mim tomando os seus lábios nos meus, dessa vez não foi tão rude e forte quanto o anterior, eu poderia passar a vida beijando esse homem que não me cansaria jamais. Nossas cabeças se moviam tão lentamente quando nossas línguas, era preguiçoso e o melhor tipo de beijo. O meu coração batia feito um louco no meu peito. Quando o oxigênio se deu por vencido parei o beijo mordendo e chupando levemente o seu lábio inferior. “Agora sim boa noite.” Rodei seu pescoço com meus brços e ele sorriu me abraçando.

“Boa noite.” A voz dele estava rouca e baixinha, eu tive que me segurar para não agarra-lo novamente. Edward me deu outro selinho demorado e molhado, ele se despediu enquanto sorriu e saiu acenando. Quando ele entrou no carro e deu partida um sorriso grande se formou nos meus lábios, meus dedos foram automaticamente para eles que ainda ardiam e tinham o gosto de gelatto de morango e de Edward Masen. Fiquei olhando para a rua, em direção onde ele tinha ido, eu queria que ele não tivesse ido ainda, queria que ele estivesse aqui, porque porra, ele beijava tão bem que eu não reclamaria se ele passasse a noite com os seus incríveis lábios colados nos meus.

Entrei em casa furtivamente e estava tudo escuro. Sorri ao ver a escultura que Edward me deu de presente e a peguei como se fosse o meu bebê, admirei por alguns segundos e subi as escadas devagar para que eles não acordassem. Abri a porta do quarto de Noah e ele dormia enrolado nas suas cobertas de dinossauros, tinha uma quantidade absurda de embalagens de chocolate jogadas pelo chão. Alice! Ela estava deitada em um colchão no chão dormindo profundamente enrolada com edredons. Caminhei até Noah e beijei sua testa, ele se mexeu um pouco e voltou a dormir. Agradeci a Deus por Alice estar dormindo e não me importunar por essa noite, com detalhes e todas essas besteiras. Fechei a porta do quarto e fui até o meu. Eu estava tão feliz como não me sentia em anos. Já era meia noite, então com o sono que eu estava, tirei os saltos foda-me, joguei o vestido em qualquer lugar, tirei a maquiagem, peguei uma camiseta gigante que eu mantilha desde a universidade e me joguei na cama, ao lado, no criado mudo, estava a minha escultura, um sorriso involuntário nasceu no meu rosto, com a ponta dos dedos tracei todos os perfeitos detalhes do meu presente e meus pensamentos foram parar em Edward. Aquilo não era realmente bom, pensar nele o tempo todo. Eu estava apavorada com a possibilidade de me apaixonar por ele, aquilo parecia assustador e tão perto da realidade.

Antes que eu fechasse os olhos e dormisse, meu celular fez um barulho, anunciando mais uma nova mensagem, com os olhos turvos pelo sono abri e quase cortei minhas orelhas com o sorriso. Merda de homem incrível, todo o sono que eu sentia, tinha ido embora no segundo seguinte em que eu li a mensagem, porque não tinha nada que a minha mente quisesse mais do que pensar em Edward, nos seus lábios incríveis, e no quanto ele parecia maravilhoso essa noite.

Fique comigo

E eu serei seu guardião, você será minha dama.

Estou aqui para manter seu corpo aquecido

Mas eu sou tão gelado quanto o vento que sopra

Então me envolva em seus braços

Meu coração contra seu peito

Seus lábios pressionados ao meu pescoço

Estou me apaixonando pelos seus olhos, mas eles ainda não me conhecem.

Boa noite Dra. Swan. Estou ouvindo Ed Sheeran e lembrei de você.

De: Edward Masen.

Notas finais
Gostaram? Odiaram? Por que? Deixem o seu comentário aqui em baixo e deixe uma autora feliz. Faça uma recomendação e me deixe nas nuvens, isso me faria muito feliz. Perdoe-me pela demora e por não ter respondido os cometários, minha vida está uma correria, trabalho, curso, faculdade e de quebra ainda estou cuidando da minha sobrinha, então tenham um pouquinho de paciência e não me abandonem. Comentem e recomendem ai vai, e façam do meu dia mais feliz ;D Beijos flores nos falamos nos comentários.