Notas iniciais
Oi gente, desculpe pelo tempo que abandonei minhas histórias. Estou fazendo faculdade, então o tempo está corrido. Mas vou aproveitar as férias (até 6 de fevereiro) para colocar tudo em dia. ATENÇÃO!!! * Postarei 1 capítulo por dia! *Em dias que a internet não colaborar, postarei 2 capítulos no dia seguinte. Depois de terminar as duas fanfics principais que faltam, vou postar só one-shots. Então por favor, comentem bastante para me motivar, pois foram todos os comentários que recebi que me motivaram a voltar a escrever. Espero que gostem.

#Capítulo 15#

POV Bella

_Então é assim? Passo um dia fora e vocês fazem a festa sem mim? – Kol se fingiu de magoado.

_Cala a boca, chorão. Você teve nossa mulher pela noite toda e ainda tem coragem de reclamar? Como se eu não tivesse percebido que vocês chegaram quase ao amanhecer. – Klaus olhava o irmão com ciúmes.

_Sem brigas rapazes. Sou de todos, lembram? E já conversamos Klaus, logo será a sua vez de me ter toda pra você, amor.

_Boneca, nos diga o que quer fazer quando os Cullen trouxerem as garotas aqui. – Elijah perguntou sério.

_Os Salvatore conseguem entrar aqui? – olhei para minhas unhas com desinteresse forçado.

_Claro que não, jamais daríamos a permissão. – Klaus se serviu de uma dose de whisky e pegou um copo com suco de uva para mim.

_Deixaremos as portas e janelas bem abertas, quero que eles vejam meu espetáculo.

Sentei-me em frente à lareira e contemplei minha vida, estava tudo tão perfeito. Tenho companheiros incríveis, estou esperando três filhos que estão mudando meu mundo e meu pai terá a eternidade para aproveitar com Rebekah. Quem diria...

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(3 horas depois )

O cheiro de lasanha estava dos deuses, mas nem isso despertou minha fome. Estava preocupada demais com a transformação do meu pai, não queria que isso tivesse acontecido, pelo menos não antes dele estar preparado para a nova vida.

Rebekah desceu correndo as escadas e foi direto para o porão, era onde guardavam as bolsas de sangue. Isso só podia significar uma coisa...

_Meu pai acordou? – perguntei quando ela surgiu na sala.

_Sim, ele parece estar bem desnorteado, mas não parece estar com raiva ou violento. Tenho que alimentá-lo logo, antes que a dor fique insuportável. Prometo que quando ele estiver a par de tudo você poderá conversar com ele.

Odeio esse sentimento de culpa que pesa meu coração, eu não tenho culpa pelo que o destino reservou para mim. O único culpado é aquele Salvatore enxerido, mas ele aprenderá a não mexer com Isabella Swan.

_Venha comer, minha menina. Não adianta nada você ficar amuada nesse sofá, o tempo só demorará mais a passar. – Klaus estendeu sua mão e me puxou para um abraço reconfortante

_Vocês são o meu mundo agora. Obrigada por sempre estarem aqui por mim.

_Você uniu essa família, meu anjo. – senti seu halito quente em minha nuca.

_Você só nos trouxe felicidade, até minha irmã encontrou sua outra metade graças a você. – Elijah fez carinho em minhas costas e beijou minha testa – Não se preocupe, que faremos essa tensão ir embora.

Klaus me carregou até nosso quarto e me deitou na cama com delicadeza.

_Só quero que vocês me amem.

_Isso nós já fazemos, boneca. Mas adoramos demonstrar isso sempre para você.

Eles tiraram meu vestido e babaram ao verem meu corpo coberto por uma calcinha de renda preta.

_Assim você nos mata, Anjo.

Kol tomou meus seios na boca, fazendo meu corpo se contorcer por mais.

_Não se esqueça da gente, meu doce.

Klaus desceu seus beijos pela minha barriga, até arrancar minha calcinha com os dentes e jogar na cara de Elijah.

_Sinta esse cheiro, irmão. Ela está pronta para nós, mas antes tenho que prová-la direto da fonte.

Klaus me lambia e mordia meu clitóris, eu não aguentava mais aquela tortura, sua língua me penetrava e me causava sensações deliciosas.

Elijah tirou as roupas, deixando somente a cueca, que não escondia em nada o quanto estava duro por mim.

_Tire isso, e vem foder minha boca. Quero tudo de você.

_Sua provocadora, você não deveria falar sujo quando estamos tentando nos controlar.

_Você não quer me ouvir dizer o que? Que quero engolir sua porra toda? Ou não quer que eu diga que ter três homens na minha cama faz minha boceta arder de tesão? Que adoro quando vocês me chupam e me fodem com força? AHHHHHH!

Klaus e Kol pareciam que tinham ficado malucos com essa conversa suja, suas mãos corriam pelo meu corpo, Klaus enfiava três dedos em mim e apertava meus seios, enquanto Kol chupava meu clitóris e se tocava na minha frente. Eu não conseguia nem respirar direito de tão delicioso era ter meu corpo tomado por eles.

_Você quer meu pau fodendo sua boca? É isso, Boneca? – Elijah arrancou sua ultima peça de roupa e se ajoelhou ao lado do meu rosto. – RESPONDA ISABELLA!

_SIM! Sim, por favor, eu preciso...

Abri minha boca e senti ele metendo seu pau nela, ele não era delicado, e isso me fez muito feliz. Não é por que estou grávida, que quero que eles me tratem como algo quebrável.

_Não aguento mais! – Kol empurrou Klaus para o lado e entrou em mim com força. Oh Deus, como era bom. Suas investidas tocavam um lugar mágico, sentia ele ficando cada vez mais duro dentro de mim e não demorou muito para ele gozar. _ Você é perfeita.

_Saia, deixe-me fazer nossa garota gozar. – Klaus entrou em mim com calma, ele nunca me tomou assim, com delicadeza, ele parecia querer demonstrar tudo o que sentia por mim.

Eu tomava Elijah com fome, queria sentir tudo de todos, me sentia tão mulher, tão completa. Não era o sexo que nos definia, era essa conexão que buscávamos, como se quiséssemos estar colados um ao outro, como se qualquer distancia entre nós fosse demais.

Kol beijava meus pés, como se adorasse uma deusa. Eles estavam me reconfortando, mostrando que tudo acabaria bem no final.

_Receba tudo de nós, minha doce menina. – Klaus sussurrou.

Meu orgasmo me varreu sobre meus pés, estava mole, suada e extremamente realizada.

_Sinto que estou pronta para tudo. – murmurei de olhos fechados.

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#POV KLAUS

Deixamos nossa mulher descansando e fomos nos arrumar, não poderíamos encontrar nosso Sogro/Cunhado cheirando a sexo, mesmo que fosse uma fragrância enlouquecedora para mim.

Quando chegamos em frente ao quarto que agora seria de Charlie, só ouvimos o som de respirações. Mesmo tendo o impulso de abrir a porta, já que toda a casa me pertencia, decidi bater para causar boa impressão.

_Podem entrar – a voz de Rebekah soou pela porta.

Não esperava encontrar Charlie sentado na poltrona com Rebekah sentada em seu colo, eles pareciam perdidos um no olhar do outro.

_Queríamos conversar com você Charlie – Elijah iniciou a conversa.

_Eu iria mesmo atrás de vocês para entender tudo isso, já que Beka parece gostar de me ver confuso sobre a história completa. Mas fico aliviado de vocês não fugirem dessa conversa, mostra que estão sérios em relação à Bella.

_O que você quer saber primeiro Charlie? – perguntei.

_O que aconteceu comigo? – respondeu, depois de pensar nas prioridades.

_Você é um vampiro agora – disse.

_O que Klaus quis dizer é que, depois daquela conversa com Bella, você teve um ataque cardíaco, seu coração não ia aguentar por muito tempo. Rebekah te trouxe para o quarto e te deu sangue, caso o pior acontecesse... E aconteceu. Você morreu e se transformou completamente após beber sangue humano.

Charlie parecia concentrado no que falávamos, ele devia ter percebido suas mudanças internas e externas, já que não nos considerou loucos ou achou que contávamos alguma piada.

_Então você são vampiros? Desde quando?

Elijah contou toda a nossa história novamente até a parte da maldição que nos unia a uma mesma mulher.

_Então é por isso que estão com a Bella? Por obrigação? – Ele parecia ter ficado nervoso. Odeio vampiros jovens por isso.

_Entenda Charlie, qualquer mulher poderia ser a escolhida, mas foi Isa a ser nossa companheira e eu agradeço sempre por isso. Ela é uma pessoa maravilhosa, que nos aceitou independente de nossos defeitos, ela nos completa de uma maneira que jamais poderíamos sonhar. Ela uniu essa família e está nos dando três filhos que iremos amar com a mesma devoção que a amamos. – Às vezes fico aliviado por Kol ter esse lado sensível, facilita demais a minha vida, como agora por exemplo.

_Vocês a amam? – sua pergunta não passou de um sussurro.

Resolvi me pronunciar:

_Sabe quando você chegou nessa casa e seus olhos encontraram o da Rebekah? – ele assentiu – Foi essa a sensação que tive quando vi Isabella. Rebekah contou como conhecemos sua filha?

_Não, ela não conseguiu dizer nada para mim.

_Estava com medo de te perder... – falou baixo e nervosa.

_Estava correndo pela floresta para me acalmar, estava passando perto da estrada quando ouvi um grito. Não sei o que aconteceu, mas eu me senti compelido a correr em direção ao som.

“Minha doce menina estava jogada no chão, gemendo de dor pelos diversos machucados e na frente dela estava uma vampira de outra raça. Eu não podia deixá-la daquele jeito, eu tinha que salvá-la. Eu hipnotizei a vampira e descobri que era tudo por vingança, já que os Cullen tinham matado o companheiro dela. Eu dei meu sangue para ela, cuidei até que seus ferimentos sarassem por completo e ela acordasse. Eu não podia resistir ao seu olhar, a sua voz, ao seu cheiro... Tudo nela fazia minha alma gritar ‘Minha! ’. Eu confirmei com meus irmãos que tinha achado nossa companheira e percebemos que tínhamos que ficar juntos, obrigá-la a escolher um de nós ia quebrá-la e nos quebrar também.”

_Tem muitas coisas que ainda preciso saber... Mas eu abençoo a relação de vocês. Vejo que vocês a amam mais que tudo.

Ufa. Conquistamos o sogrão.

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(00:30h)

POV Bella

Escolhi um vestido preto simples, que não apertava minha barriga, passei uma maquiagem leve e soltei meus cabelos. Estava pronta.

_Eles chegaram – Kol anunciou na porta.

_Ótimo! – sorri

_Não gostei nada de liberar a entrada de Caroline em nossa casa. – Ele parecia incomodado.

_Não se preocupe, ela não irá nos perturbar depois de hoje.

Descemos as escadas e encontramos Alice e Jasper perto da entrada.

_Vejo que cumpriram nosso combinado. Isso me alegra e muito.

_Podemos ir embora? – Jasper parecia querer estar a quilômetros de distância daqui.

_Claro, espero não vê-los novamente. Se me entendem...

_Não nos meteremos novamente na sua vida. – Alice decretou.

_Então podem ir, tenho contas a acertar.

Logo que eles foram, me virei para Klaus e perguntei:

_Onde elas estão?

_No porão.

_Podem trazer as duas aqui amarradas na cadeira? Logo os Salvatore perceberão o sumiço delas.

_Claro, minha menina. Estou ficando animado só de imaginar o que você fará.

Ah amor. Se você imaginasse o que eu farei...

Notas finais
Espero que gostem e desculpem qualquer erro. Espero bastante comentários :D Até amanhã