Entre Irmãos
28 Capítulo 28
Notas iniciais
#CAPÍTULO 28
(POV Bella)
Eles só podiam estar me torturando, não era possível que de uma hora para outra eles começassem a andar sem camisa! Se fosse até aí, tudo bem, mas eles deixam a calça jeans frouxa, presa pelos ossinhos do quadril, deixando aquele v do pecado aparente, causando um gostinho da quero mais.
Mas vocês sabem o que dizem né? Se não pode com eles, junte-se a eles.
Acordei bem cedo e fui até o quarto dos meus tesouros, dei banho, troquei as fraudas e dei de mamar. Quando eles voltaram a dormir, fui me arrumar para sair.
Estava procurando uma maçã na geladeira, quando Klaus de surpreendeu.
_Onde pensa que vai linda desse jeito, minha doce menina? – me abraçou por trás, sussurrando em meu ouvido e encostando seu membro excitado em mim.
_Hummm. Vejo que você já está bem acordado, amor.
Me abaixei para pegar o que queria, tendo certeza de esfregar minha bunda em sua ereção.
_Diaba – sussurrou segurando meu quadril no lugar.
_Pode me soltar, amor? Tenho que sair para fazer compras. – gemeu frustrado me soltando.
_Você não deveria me provocar assim.
_Você ainda não viu nada – mordi seu pescoço de leve, causando vários arrepios em seu corpo – Tome conta das crianças e não se preocupe, já dei banho e leite.
Empurrei seu corpo para trás vestindo meu casaco.
_Volto logo.
Peguei meu carro e fui até o shopping. Minha primeira parada foi na Victoria's Secret, várias atendentes que já me conheciam vieram oferecer ajuda, mas dispensei, iria escolher a dedo minhas peças.
Peguei uma camisolas pretas, rosas e brancas, com fitas e rendas, umas que me deixavam com cara de menina safada e tudo com muita transparência e pele a mostra. Comprei também hidratante com cheiro de morango e alcaçuz e outro de morango e champagne. Sai satisfeita com minhas novas aquisições. Passei na loja de sapato e comprei vários saltos estilo “foda-me”, que deixavam minhas pernas sexy.
Claro que não podia deixar de comprar várias roupinhas fofas para meus babys, eles estavam crescendo rápido, talvez até mais que o natural.
Quando estacionei em casa, já passava do horário do almoço. Deixei as roupas escondidas dentro do closet e corri para ver como meus vampiros estavam se virando com os filhos.
Pode se dizer que vi a cena mais linda da minha vida! Cada um ninando um bebê, cantando suavemente enquanto faziam massagem com um óleo que a médica receitou. Eles pareciam relaxados em seu sono, só aproveitando a proximidade de pai e filho.
Desci silenciosamente, sem querer atrapalhá-los, tomei uma bolsa de sangue e fui tomar um banho. Uma coisa que gosto é a sensação da água em contato com minha pele, principalmente com minha percepção apurada de vampiro.
Sequei-me com calma, passando meu hidratante novo pelo corpo toda e sentindo como minha pele ficou macia e delicada. Aproveitei que Rebekah e Charlie viajaram para Nova Orleans e já colocaria uma camisola nova, já que estaríamos sozinhos.
Comecei com algo mais doce, uma camisola rosa, delicada.
Fui até o quarto dos meus filhos e o encontrei em silencio com as luzes apagadas. Dei corda na caixinha de musica e uma suave melodia de piano soou pelo ambiente. Era uma sensação tão boa ser mãe, poder cuidar de pessoinhas tão lindas e perfeitas, que são uma parte de nós. Conferi se a babá eletrônica estava ligada e sai do quarto, fechando a porta.
Ouvi som de TV na sala. Baguncei um pouco meus cabelos e fiz cara de cansada. Passe na frente deles para depois deitar de bruços no sofá vago. De olhos fechados, consegui imaginar a expressão deles, já que o ofegar era uma dica da reação que causei.
_O que é isso? – Kol sussurrou em choque.
Abri os olhos, soltando um leve bocejo.
_O que se refere, amor?
_A esse pedaço de pano que não tampa nem um palmo dessa bunda deliciosa. – os olhos deles ficaram negros de desejo.
_Dormi tão mal de noite, achei que poderia ficar confortável em casa e dormir um pouquinho. – fiz um biquinho triste – Mas como vocês não subiam, vim aqui para ter companhia.
Me remexi no sofá, buscando uma posição melhor.
_Você está é querendo nos matar, minha menina. – Klaus me tirou do sofá e me colocou em seu colo.
_Vocês são tudo para mim. Jamais iria querer isso – sussurrei baixinho.
_Essa camisola diz outra coisa, boneca.
Elijah passou sua mão em minha bunda, enquanto Kol destampava meus seios.
Afastei-me dos três, tirando alça por alça, deixando o tecido fino deslizar pelo meu corpo. Toquei meus seios sensíveis e os encarei.
_Pronto, rapazes. Se isso os incomodava, já tirei. – antes que eles pulassem sobre mim, os impedi — Nem pensem, só queria companhia e vocês já vieram me atacando. Vou me deitar. Sozinha!
Sobia as escadas rebolando, não fazendo a mínima questão de me cobrir.
_DIABA! – Klaus gritou.
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Passei o resto do dia brincando com meus filhotes, meus vampiros ficaram um pouco comigo, mas eles não conseguiam esconder o olhar de desejo sobre mim.
_Está com soninho, meu homenzinho? – Derek deu uma sorriso banguela, quase desmaiado em meus braços, mas não soltava de jeito nenhum seu ursinho.
Nicholas ficou enciumado e agitou os bracinhos pra mim. Coloquei o irmão no berço e peguei meu nervosinho dos braços de Kol.
_Calma, amorzinho. Mamãe está aqui. – balancei-o suavemente em meus braços, colocando seu paninho favorito em seu rostinho. Sua respiração foi se acalmando, se acalmando, até que adormeceu.
Coloquei-o no berço e fui ver como minha princesa estava. Não é que ela estava com os olhos pesados nos braços de Elijah, mas foi só me ver que suas mãozinhas foram parar em meu decote.
_Está com fome, princesa?
Sentei na poltrona de amamentação e coloquei um seio de fora. Estava tão cheio de leite, que chegava a vazar um pouco.
Lilian sugava o leite com força, talvez se eu fosse humana isso doesse muito, mas como vampira, eu tinha uma tolerância a dor muito maior..
Coloquei-a para arrotar e a deitei no berço. Foi só então que percebi estar sozinha.
Essa tortura estava sendo bem engraçada. Eles não conseguiam nem me ver amamentar kkkkkk.
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(19h00)
Elijah preparou uma deliciosa torta de frango, poderia até lamber o prato para aproveitar todo o sabor.
_Estava maravilhoso. Muito obrigada.
Fui até ele e o beijei lentamente, segurando e bagunçando seus cabelos no processo.
Klaus e Kol se roíam de inveja, já que receberam só selinhos.
Tirei a calça e a camiseta, escolhendo para acabar com eles, uma camisola preta.
Estava no banheiro escovando os dentes, cuspi a pasta e quando levante, encontrei três pares de olhos me encarando pelo espelho.
_Querem usar o banheiro? – permaneceram em silêncio – Já estou saindo.
Nem me movi e Klaus já chutava a porta, trancando-a.
_Você acha mesmo que aguentaríamos muito disso? – apontou para meu corpo.
_Vocês que começaram andando só com calças pela casa.
_Não nos culpe por tentar, Anjo. Mas agora você nos deixou queimando, e terá que nos saciar agora.
Sentaram-me na pia, arrancando minha calcinha em um único movimento.
_Agora só queremos ouvir seus gritos e gemidos e nada mais. – Elijah ordenou sério.
_Mas....
_Calada! – recebi um tapa na coxa.
Minha boca se fechou na hora, mas não pude conter um gemido. Eles estavam tão sexy naquela pose séria.
_Só aproveite – Klaus sussurrou antes de começar a tortura.
Eles tocavam todo meu corpo, descendo beijos por todo meu corpo, tomando meus seios em suas bocas, tocando meu clitóris.
Kol tirou a camisola e abriu minha pernas.[
_Olhem isso irmãos, ela está ensopada e escorrendo. Até o seu buraquinho está brilhando.
Eles me tiraram da pia e curvaram meu corpo sobre ela, fazendo minha bunda ficar empinada.
_Se prepare, boneca. Você vai sair daqui ardida.
Senti chuparam toda minha excitação que escorria, enquanto tocavam minhas duas aberturas. Faz tanto tempo que não era tomada pelos três ao mesmo tempo, queria ser preenchida completamente.
Klaus se deitou no chão e puxou meu corpo sobre o dele, me penetrando com força.
_Ah! – gritei, mordendo seu peito e provando de seu sangue.
Senti Elijah tocando minha outra entrada suavemente, logo substituindo os dedos por seu pau.
Oh! Eu estava tão cheia e apertada. Eles se moviam com dificuldade dentro de mim. Chamei Kol com um dedo e massageei seu membro, ele estava tão duro e quente, na ponta escapava sua excitação, que fiz questão de lamber.
_Engole tudo, anjo. Quero sentir meu pau na sua garganta.
Segurou meus cabelos e começou a socar em minha boca.
Meus gemidos eram abafados, mas os dos meus homens não. Sentia-me mais selvagem cada vez que eles gritavam e falavam o quanto eu era gostosa e perfeita para eles, quando me diziam o quanto eu os deixava duros.
Eu estava muito perto, sentia meu corpo se preparando para o clímax. Grudei na bunda de Kol, o trazendo mais fundo em minha boca.
_Ahhh! Menina gulosa. Quer minha porra. Então toma, gostosa.
Senti seu líquido quente descer pela garganta, deixando um pouco escapar pelo queixo, quando gozei e senti ser preenchida por Klaus e Elijah.
_Oh. – suspirei.
Rodei meu corpo no chão, aliviada pelo gelado do mármore que refrescava meu corpo.
_Não consigo mexer meus músculos – ofeguei.
_Deixe que nós cuidamos de você.
Me banharam e me carregaram no colo até o quarto, onde meu corpo relaxou sobre as cobertas.
_Durma amor. – disse Klaus, cobrindo meu corpo.
_Mas nossos filhos... – murmurei sonolenta.
_ Nós cuidamos dos nossos filhos, descanse.
Quem disse que conseguiria esperar até a lua de mel? Fui ingênua se achei que conseguiria kkkk.
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