Entre Irmãos
22 Capítulo 22
Notas iniciais
#CAPÍTULO 22
(POV ELIJAH)
(10h30min — manhã)
Hoje é o dia que levarei minha boneca para sair e não tenho a mínima ideia de onde levá-la! Pelo que meu irmão falou, ele caprichou na coisa romântica, competir em romantismo com ele é difícil, o cara sabe como cortejar uma mulher...
_Por que essa cara de terror, irmão? – Perguntou Rebekah que estava deitada com a cabeça apoiada no colo de Charlie.
_Hoje sairei com Bella, mas não sei onde ela gostaria de ir.
_A leve em um lugar que você goste de ir. Que tal passearem no seu barco, a lagoa está linda hoje.
Ótima ideia, e com isso poderia mostrar um pouco mais de mim mesmo para ela!
_Obrigada Rebekah, você salvou minha vida.
_Cuide dela, rapaz! – Charlie me encarou sério.
_Sempre.
Preparei alguns lanches, bolos e sucos que minha boneca amava e coloquei tudo dentro de uma cesta de piquenique. Sentia que estava esquecendo algo, mas não sabia o que era.
_Amor? – Bella chegou à cozinha coçando os olhos de sono – Está fazendo o que com essa cesta?
_ Nós vamos fazer um piquenique. O que acha? – e se ela não quisesse?
_Sério? Nunca fiz um. – sorriu sonhadora.
Ela abriu a cesta e parecia deliciada com tudo que tinha ali, até passou o dedo no recheio do bolo para provar.
_Só acho que se esqueceu dos pratos, talheres e copos...
Droga! Arrumei o que precisava e decidi por dar um copo de vitamina para aplacar sua fome matinal.
_Essa é uma parte da surpresa, a outra só saberá quando chegarmos ao local.
Assisti ela terminar de tomar e fomos nos arrumar. Coloquei uma bermuda e uma camiseta Polo, preferi não passar perfume para não causar nenhum enjoo em Bella.
_Vamos?
Ela estava simplesmente perfeita usando uma bata verde que deixava bem claro sua barriga e um short folgado.
_Você é a mulher mais linda que já vi. – fiquei apaixonado pelo seu rubor. Ela poderia se transformar na cama, mas ainda era aquela menininha tímida que chegou aqui.
O caminho até a lagoa era relativamente longo já que era quase fora da cidade, e fui com cuidado pelos buracos na estrada de terra.
_Esse lugar é maravilhoso! – murmurou encantada.
Coloquei a cesta sobre a mesa que tinha ali e a puxei em direção ao meu barco.
_Vamos dar uma volta primeiro?
_Esse barco é seu? – perguntou impressionada
_Todos nós temos nossos pequenos luxos que gostamos de manter. No meu caso, adoro barcos e água. Vampiros são bons em água, ficamos mais ágeis e indetectáveis, nosso cheiro se perde e os inimigos ficam confusos.
Liguei o motor e deixei o barco flutuando lentamente.
_Fale mais de você, conte algo que não sei.
_Eu sou um cara de ternos. Atualmente tenho tentado usar roupas da época para não parece tão mais velho que você, mas gosto da elegância que a roupa trás.
_Amo você de terno, você fica tão sério e sexy. Não precisa mudar nem um fio de cabelo por mim. – tem como ser mais apaixonado por essa mulher? – Conte mais.
_Sempre fui o mais doméstico dos meus irmãos. Gosto de ter tudo em seu lugar, que não falte nada na geladeira, odeio comida congelada, mesmo sendo incrível para quem tem pressa, o que não é o meu caso. – Pensei mais um pouco – E, mesmo não sendo religioso, eu tinha fé que teria minha família unida, perdi algumas pessoas pelo caminho, me decepcionei com outras, mas eu sempre acreditei que Klaus mudaria e todos viveriam em harmonia.
Ela me abraçou por trás e beijou minhas costas.
_Eu amo cada detalhe de cada um de vocês e estou muito feliz por estarem se abrindo comigo. E sim, nós somos uma família.
Meus olhos chegaram a ficar marejados, mas não queria chorar na frente dela, não por achar fraqueza, mas sim por não querer estragar o momento. Conduzi o barco para a margem novamente e desliguei o motor.
_Que tal conversarmos mais enquanto você enche nossos filhos de nutriente? – toquei sua barriga que estava roncando.
_Acho uma ideia maravilhosa.
Não sei por que fiquei tão nervoso ao planejar nosso encontro, ela amaria até mesmo se fossemos na lanchonete mais simples da cidade.
Contei como foi minha infância, os lugares que conheci, as brigas que entrei, meus medos e sonhos. Ela sairia daqui me conhecendo profundamente.
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_Mais rápido! Eu preciso! – Ela gemia alto, moendo seu corpo contra o meu.
Eu empurrava meu pau pra dentro de seu corpo com força. Sentia-me em casa ouvindo seus gemidos e me enfiando naquele lugar quente e molhado que pertencia somente a mim e aos meus irmãos. Ela ficava tão excitada com meus toques, implorando sempre por mais, puxando meu corpo para o seu. Ela era fogo puro, mas não podia esquecer que ela estava grávida.
_Será que vou ter que me tocar para conseguir um orgasmo? – provocou.
Porra! Se ela queria que eu a comece forte, então ela conseguiu.
Coloquei-a de quatro sobre a manta e meti inteiro dentro dela. Eu sustentava o seu corpo com os braços, mas não parava nem para deixá-la respirar.
_Era isso que queria boneca? Provocar-me até o limite? Pois conseguiu.
Eu ia tão fundo, que não aguentamos por mais tempo. Nossos corpos tremiam, meu gozo escorria por suas pernas e as respirações eram ofegantes.
_Uau! – riu tremula.
Deitei seu corpo com calma sobre o cobertor e a limpei com minha camiseta.
_Está se sentindo bem? – pousei minha mão sobre sua barriga.
_Maravilhosa. – fechou os olhos com um sorriso satisfeito.
Reparei que não tivemos tempo nem de tirarmos nossas roupas. Em um momento nós estávamos conversando e em outro Bella estava sentada no meu colo implorando por sexo. Só deu tempo de arrancar seu short e empurrar a calcinha para o lado, já que minha bermuda e cueca, minha boneca fez o favor de abaixar na velocidade da luz.
Essa mulher era puro fogo.
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