Notas iniciais
Shipper: Bella/Klaus/Elijah/Kol
Espero que gostem, não vou dar uma quantidade específica de capítulos, essa fic me inspira, então quantos mais comentários, mais capítulos vocês terão.
Quem não gosta de cenas de sexo fica meio difícil kkk

Espero que gostem :)
Bjss

(Isabella/Klaus)

#Capítulo 1#

(POV Bella)

Sabe quando você se sente cansada desde o momento que acorda até o momento que vai dormir? É assim que me sinto, não suporto mais a bipolaridade de Edward, me arrisco até a dizer que ele fez com que todo meu amor por ele escorresse pelo ralo e só sobrasse mágoas e ressentimentos. Sinto até mesmo dor de cabeça em pensar em ir vê-lo, por isso venho evitando estar com ele.

Quero ter uma vida nova, sair dessa maldita cidade que mais parece um ovo, quero conhecer novas pessoas, namorar com um cara que não tem medo de me tocar e beijar até que falte o ar, quero conhecer o que é prazer e curtir minha fase adolescente que nunca tive chance, já que com a mãe e pai que tenho, nunca poderia me dar o luxo de enlouquecer por um dia.

Talvez minha decisão seja impensada e eu, possivelmente, possa vir a me arrepender depois, mas é a única coisa que quero fazer nesse momento. Vou embora de Forks, sem me despedir dos meus amigos e do meu pai, deixarei um bilhete e espero que ele entenda minha necessidade de respirar novos ares, mas não poderia deixar tantas pontas soltas, se quero viver um novo amor, devo deixar os antigos para trás. Sem choro e nem lamentações.

Desde que Phill foi contratado no time New York Yankees, ele vem depositando gordas quantias na minha conta e me deu uma belezinha de quatro rodas de presente de natal, uma BMW conversível preta, devo confessar que não esperava isso do meu padrasto, mesmo ele me tratando como uma filha, o achava bem reservado, percebo que ele sempre gostou muito de mim, e o sentimento é recíproco. Esse dinheiro daria para comprar uma casa em outra cidade e me manter até achar um emprego.

Fui em alta velocidade para a casa dos Cullens, torcendo para que pelo menos Edward estivesse lá, pois se não estivesse, deixaria meu recado com qualquer um.

_Edward! – chamei.

_Oi, amor. Não sabia que viria hoje, já que parece estar me evitando. – seu tom era acusatório.

_Tenho mesmo. Não sei como dizer isso de outra maneira, mesmo sendo algo delicado... Edward, eu não te amo mais e acho melhor terminarmos tudo, já que vou me mudar dessa cidade e quero viver coisas que você não pode me proporcionar. – falei na lata.

_Então é isso? Você chega e diz que quer terminar e acha que está tudo bem?

_Sim. Eu não te amo. Vida que segue. Eu não aguento mais ficar ao lado de uma pessoa como você, indeciso, mimado, egoísta, manipulador...

_Bella, você deve estar confusa, não deixe esses pensamentos dominarem sua mente. – Edward tentou chegar perto de mim, mas me esquivei. – Foi o cachorro que vem colocando isso na sua cabeça? Diga!

_Entenda de uma vez! Acabou, fim, The End, finale, finite.... Droga, não sei mais como dizer que nosso romance durou até mais do que podia. Você não sabe o que quer da vida, mas eu sim, e não tenho uma eternidade para aproveitar. E não fale assim de Jacob! Não tenho cabeça de vento pra me deixar levar por qualquer conversa, e nem tenho falado com ele.

_Não pode me deixar!

_Posso e vou. Uma vez você me abandonou no meio da floresta, pense pelo lado positivo, você está na sua casa, com toda sua família para consolá-lo. Mas não fique na fossa, é só você perceber logo que é um garoto mimado, crescer e encontrar alguém que te aguente, pois eu não sou essa pessoa.

_Bella... – ele parecia abismado. Até eu me surpreendi pelo que disse. Acho que guardava mais rancor do que imaginava. Mas ele é um vampiro e se distrai com facilidade, não foi o que ele me disse uma vez? Pois então.

_Passar bem.

Corri para o meu carro e voltei pra casa, agora só faltava arrumar minhas malas com as roupas novas que comprei e deixar um bilhete. Foi muito bom Charlie ter ido a um congresso de delegados, não quero ver seu olhar triste quando souber que sua única filha foi embora, mas agora ele tem Sue para cuidar dele e da casa.

‘Pai, não aguento mais viver em Forks, sinto no fundo do meu coração que meu verdadeiro lugar no mundo não é aqui, por isso estou indo embora.

Te amo e sempre amarei, espero que não fique com raiva de mim, já que essa é a segunda vez que deixo um bilhete e sumo, mas estarei bem, sei me cuidar.

Por favor, não me procure, quando encontrar moradia fixa te mando o endereço, até lá, saiba que você é o melhor pai do mundo.

Com amor,

Isabella Marie Swan.’

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Adeus Forks e bem-vindos a Mystic Falls! Uma pequena cidade na Virgínia, relativamente calma e suburbana, dona de muitas lendas e histórias, quase todas de vampiros e lobisomens, mas pelo sol que recebi em minha pele ao colocar os pés fora do aeroporto, me mostraram que não devia temer que aqui tivesse algo sobrenatural. Venha até mim vitamina D, há tanto tempo esquecida.

Dirigia calmamente pela cidade, tentando achar uma pousada ou hotel para ficar, mas não achei nenhuma, até que decidi para em um lugar chamado Mystic Grill e parece ser bem frequentado pelo tanto de pessoas que entravam e saiam.

Tinha um cara loiro atrás do balcão servindo algumas bebidas, pelo visto achei o ponto de encontro dessa cidade. Sentei-me em um dos bancos e esperei que ele me percebesse ali.

_Em que posso ajudar?

_Quero uma coca cola e uma porção de batatas, por favor.

_Claro. – ele me serviu a coca e em poucos minutos chegou com minhas fritas.

_Nunca te vi por aqui. Se mudou ou está só de passagem? – olhei para ele por um momento e decidi que tenho que me enturmar. Talvez ele me ajude com isso.

_Ainda não sei, mas acho que vou me mudar pra cá. E como você se chama mesmo?

_Ops, desculpa, nem me apresentei. Sou Matt Donovan, ao seu dispor.

_Sou Isabella Marie, mas pode me chamar de Isa. Você sabe onde posso encontrar uma pensão até eu comprar uma casa por aqui?

_Olha, tem um lugar vago na Pensão da Sra. Melark, é próximo daqui e tem um ótimo preço. – ele me deu algumas instruções de como chegar e decidi que já estava na minha hora.

_Obrigada, Matt, mas agora tenho que ir, já está anoitecendo e o cansaço da viagem está pesando sobre meus ombros. Até qualquer dia.

Caminhei até meu carro com uma sensação estranha de estar sendo observada, mas depois de olhar em volta e não nada, achei que era só neura da minha cabeça.

A floresta de Forks era sombria, mas essa não ficava muito para trás se você está dirigindo sozinha e no meio da noite. Tentei diminuir meu medo ligando o rádio, e consegui, estava tocando a musica que mais amava da Katty Parry: Dark Horse.

I knew you were
You were gonna come to me
And here you are
But you better choose carefully
Cause I
I'm capable of anything
Of anything
And everything

Eu sabia que você era
Você viria para mim
E aqui esta você
Mas é melhor você escolher com cuidado
Porque eu
Eu sou capaz de qualquer coisa
De qualquer coisa
E tudo

Meu corpo parecia leve ao cantar, eu me sentia livre como há muito tempo não me sentia, estava tão concentrada nas emoções boas que passavam pelo meu corpo, que tive que frear bruscamente ao ver uma vampira com cabelos selvagens e vermelhos parada a poucos metros de mim.

OH meu Deus! Victória me seguiu até aqui. Como fui me esquecer da vampira sedenta por vingança? Isso é tudo culpa dos Cullens.

A porta do meu carro foi arrancada e a vampira me arremessou em direção a uma árvore, o impacto foi tão forte que senti o ar sair dos meus pulmões.

_Sentiu saudades, querida? Pois eu senti. – sua voz mostrava o quão louca ela estava – Foi tão feio você tentar fugir de mim, só estava querendo colocar o papo em dia.

Ela pegou na minha perna e me arrastou pelo asfalto, minha pele ardia e começava a escorrer sangue dos arranhões.

_Por favor... – eu chorava pela dor que sentia. – não me mate.

_Calma, só estamos começando a nos divertir. – ela me largou no chão e pisou na minha perna. Meu grito foi de pura agonia, eu sentia meus ossos senti esmagados sob seus pés. Era tanta dor que podia sentir a inconsciência me tomando, mas antes pude ver um homem saindo do meio das árvores e encarando Victória. Queria dizer para que ele corresse e tentasse se salva, mas a escuridão me impediu.

Make me your Aphrodite
Make me your one and only
But don't make me your enemy
Your enemy
Your enemy


Faça-me a sua Afrodite
Faça-me a sua primeira e única
Mas não me faça sua inimiga
Sua inimiga
Sua inimiga

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(POV Klaus)

Cometi tantos erros na minha vida, errei principalmente com meus irmãos, minha sede de poder fez com que os fizesse perder coisas importantes, agora tento todos os dias fazer com que eles me perdoem, mesmo que eles digam que já me perdoaram, pois confiança é algo difícil de conquistar.

Para os outros continuo o mesmo híbrido cruel, com eles não fiz questão de mudar, ainda sinto uma vontade imensa de matar os Salvatore e Elena Gilbert, pelo menos Elijah percebeu que era ridículo que ele nutrisse uma paixonite por toda doppelganger que surgisse.

Estava caminhando pela floresta quando senti cheiro de sangue e ouvi alguns gritos, algo dentro de mim me impulsionou a correr na maior velocidade possível até lá. A cena que vi fez com que meu rosto se transformasse.

Uma mulher, não, uma menina, estava jogada no chão, toda ensanguentada e machucada enquanto uma criatura de olhos vermelhos estava ao seu lado sorrindo de tudo isso.

_O que você fez com ela? – caminhei em sua direção e parece que ela se assustou com minha aparência.

_O.O que é você?

_Seu pior pesadelo.

Ela tentou fugir de mim, mas eu sou mais rápido e poderoso do que ela. Grudei meus dedos em sua garganta e a hipnotizei para que dissesse tudo o que queria saber.

_O que você é?

_Uma vampira.

_Por que você estava torturando aquela garota?

_Isabella foi a causadora da morte do meu companheiro. Estava me vingando, um companheiro pelo o outro.

Isabella... Um nome lindo. Não gostei nada de saber que ela estava sofrendo por causa de uma vingança, e muito menos da possibilidade de ela ter alguém.

_Ultimas palavras?

_A mate, por favor.

_não sou de fazer favores, vadia.

Já tinha ouvido falar sobre essa espécie de vampiros, mas achava que era um mito. Então a decapitei e ateei fogo em seus pedaços, fiquei apreciando as chamas roxas, quando me lembrei da menina ferida próxima a mim.

Me abaixei até onde ela estava deitada e, depois de garantir que ela não estava mal ao ponto de morrer, dei meu sangue a ela. Pude ver suas feridas se cicatrizando rapidamente, sua perna demoraria mais algumas horas e mais doses de sangue, mas sentia que devia salvá-la.

_Você está segura comigo, Isabella.

Percebi que seu carro estava sem a porta do lado do carona, mas dava pra dirigir até minha mansão, que não estava tão longe. Uma música estava tocando e nunca imaginei que suas palavras seriam tão verdadeiras.

So you wanna play with magic?
Boy you should know what you're falling for
Baby do you dare to do this
Cause I'm coming at you like a dark horse

Are you ready for
Ready for
A perfect storm
Perfect storm
Cause once you're mine
Once you're mine
There's no going back

Então você quer jogar com magia?
Garoto, você deveria saber em que você está se metendo
Amor, você se atreve a fazer isso
Porque eu estou vindo para você como um cavalo negro

Você está pronto para
Pronto para
A tempestade perfeita
Tempestade perfeita
Porque uma vez que você é meu
Uma vez que você é meu
Não há como voltar


Quando chegamos, levei-a rapidamente para meu quarto, onde preparei uma banheira com alguns sais que melhorariam suas dores musculares.

_Isabella? Isabella. – tentei acordá-la, mas nem a chacoalhando ela abria os olhos. Dei mais sangue para ela e sua perna ficou completamente curada.

Aproveite que ela não iria perceber e a observei... Acho que essa foi a primeira vez que reparei nela de verdade, sem a escuridão me impedindo de vê-la direito, Isabella era perfeita, nunca vi uma mulher tão linda. Sua pele era clara e macia, seus cabelos grandes e castanhos, seu corpo tinha curvas tentadoras que faziam meu corpo reagir.

Não consegui me impedir de tirar suas roupas e deixá-la nua, na minha mente dava a desculpa que tinha que limpar todos os ferimentos já fechados, e as roupas atrapalhariam, e tirei as minhas próprias para que pudesse entrar junto com ela.

Entrei na banheira com Isabella em meu colo, peguei um pouco de sabonete liquido nas mãos e lavei delicadamente seu corpo.

_O que você está fazendo comigo, garota?

Os bicos dos seus seios se arrepiaram com o meu toque, eram tão rosados que dava vontade de morder e chupar, até vê-los ficarem vermelhos. Desci minhas mãos pela sua barriga e rodeei seu umbigo com meu dedo, seu corpo tremeu, mas ela ainda estava inconsciente. Queria que ela estivesse acordada para sentir meu meus dedos penetrando sua pequena bucetinha apertada e molhada.

_Acorda, Isabella. Sinta como meu toque te deixa acesa, veja como seu corpo reconhece o dono.

Minha voz soou muito rouca, mas ninguém pode me culpar, sua bunda pressionava meu pau e sentir meus dedos deslizando pra dentro e pra fora me deixava louco de tesão. Quero me afundar em seu corpo e ouvir seus gemidos, quero sentir suas unhas arranhando minhas costas, quero que ela me chupe e morda deixando marcas por todo meu corpo, me marcando dela, para no fim, gozarmos juntos.

Eu sou a porra de um masoquista, pois não conseguia parar de tocar e beijar essa deusa que se encontra no meu colo, essa bruxa que me enfeitiçou, mesmo sendo uma simples humana.

Sai da banheira, sequei nossos corpos e a vesti com uma camisa de botões. Permaneci nu, já que gostava de dormir assim.

_Durma minha doce menina, quando acordar terá uma grande surpresa.

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(POV Bella)

Será que estou morta? Victória não me deixaria viver por muito tempo. Mas sinto meu corpo todo dolorido e minha mente não está em paz, já que me lembro daquele pobre homem que apareceu no lugar e hora errada.

Algo quente passou pela minha cintura e me apertou, me apavorei na hora, mas decidi não me acovardar e ver em que encrenca estava metida.

A claridade machucou meus olhos, me fazendo gemer de dor.

_Vejo que a bela adormecida resolveu acordar. – uma voz extremamente sensual soou perto do meu ouvido, fazendo todos os pelos do meu corpo se arrepiarem.

Não podia acreditar no que estava vendo, era o mesmo homem de cabelos castanhos e olhos verdes que surgiu no dia do ataque de Victória.

_O gato comeu sua língua?

_Perdão, mas o que estou fazendo aqui? E quem é você?

_Eu te salvei daquela ruiva maníaca, você estava tão machucada que te trouxe até minha casa. – sua mão passava suavemente pelas mechas do meu cabelo, sem nunca desviar seus olhos dos meus. – você é bem confusa quando acaba de acordar, ou é minha presença que te deixa nervosa?

_Talvez as duas opções.

_Ah! E me chamo Niklaus Mikaelson, mas pode me chamar de Klaus.

Olhei para baixo e percebi que estava somente com uma camisa masculina e minha perna estava completamente curada. Deveria estar em pânico com a ideia de ter sido abusada enquanto estava inconsciente, mas não estava. Acho que bati minha cabeça também.

_Quanto tempo estou aqui?

_Menos de um dia, te trouxe ontem de noite para cá. – sua voz estava calma, como se esperasse algum surto meu.

_Como minha perna se curou tão rápido.

Ele se levantou e não pude conter um gemido ao ver seu corpo forte e nu, senti que meu rosto estava pegando fogo de tanta vergonha. Ele vestiu uma cueca e voltou a se deitar do meu lado.

_Não existe somente um tipo de vampiro, minha doce menina, aquela que você viu é de uma espécie mais fraca do que a minha, já que fui vampirizado por um feitiço lançado por uma bruxa, minha mãe, para que fosse a criatura mais forte que existisse, até mesmo mais forte que lobisomens.

_V.Você é um vampiro? Mas sua pele é quente e macia, seus olhos tem a cor normal e... – coloquei a mão onde deveria estar seu coração e senti os batimentos – seu coração pulsa fortemente em seu peito.

Ele pegou minha mão e deu um delicado beijo, fazendo com que eu sentisse uma corrente passar por todo meu corpo e terminar em minhas partes intimas.

Ele respirou profundamente e vi suas pupilas dilatarem.

_O cheiro da sua excitação é delicioso, você não sabe o quanto fiquei ansioso para que acordasse e pudesse ver a cor dos seus olhos e ver as reações do seu corpo.

“Vamos conversar depois, primeiro deixe que te mostre o quanto é bom sentir esse vampiro aqui te tocando e beijando.”

_Você é maluco? – perguntei, quase desmaiando com seus toques quentes.

_Você me deixou maluco, garota, agora arque com as consequências.

Damn I think I ove her
Shawty, so bad
I’m sprung and I don’t care
She got me like a roller coaster
Turn the bedroom into a fair
Her ove is like a drug
I was trying hit it and quit it
But lil mama so dope
I messed around and got addicted

Droga eu acho que eu a amo
Gata, isso é tão ruim
Estou arqueado e eu não me importo
Ela me tem como uma montanha-russa
Transforma o quarto em uma feira
Seu amor é como uma droga
Eu estava tentando atingi-lo e fechá-lo
Mas essa gatinha é como uma droga
Eu brinquei e fiquei viciado

Klaus tirou a camiseta que cobria meu corpo e começou chupar meus seios, era tão delicioso, era uma sensação tão nova e ardente, que por um momento tentei fugir dele.

_Você me obriga a fazer isso, Isabella. – ele pegou a camiseta do chão e amarrou meus pulsos na cabeceira da cama – Entenda que não tem como fugir de mim, Isa. Agora você é minha. E Sou completamente possessivo com o que é meu.

_Me solta.

_Não. – um rugido saiu de seu peito. – Hoje você saberá que eu sou seu homem.

Olhei profundamente nos olhos de Klaus e o que vi ali me fez ficar mole sobre a cama, era tanto desejo, amor e confusão.

_O que te deixa confuso? – ele aprecia surpreso por eu ter percebido.

_Você. Você que me deixa confuso, nunca conheci alguém tão encantadora quanto você, você parece pertencer a mim, seu corpo se entrega por completo... Agora só quero todo o resto. Sua alma e coração.

Fechei os olhos e senti o que ele dizia. Sim, meu corpo reconhecia seu dono.

_Me tome Niklaus Mikaelson. Faça-me sua.

Seus lábios eram suaves sobre os meus, seus toques pareciam percorrer meu corpo em uma missão de reconhecimento, meus suspiros e pequenos gemidos eram combustíveis para ele, já que quando ele esbarrou em meu clitóris e minhas pernas se abriram mais em um impulso, ele olhou nos meus olhos e sorriu.

_O sabor de seus lábios é melhor que mel, agora quero sentir o sabor da sua doce buceta.

Ele lambia e dava pequenas mordidas por onde passava, sua língua circulou meu umbigo me deixando mais excitada. Sua boca parecia beijar minha entrada, sua língua e lábios estavam me fazendo sentir uma coisa estranha em meu baixo ventre, uma necessidade desconhecida, uma vontade de gritar.

_Goza, doce menina. Goza na minha boca.

Ele enfiou dois dedos em mim e continuou a me chupar. Era incontrolável a minha vontade, foi então que tive um orgasmo. Era como se meu corpo flutuasse em espiral de sensações, uma letargia gostosa, mas uma vontade de ter tudo desse homem continuava em mim.

Ele retirou a cueca e se ajoelhou ao lado da minha cabeça.

_Abra a boca, Isabella. – ele pegou seu membro já duro e colocou na minha boca – Quero que você me chupe, quero sentir essa boca quente em volta do me pau. – o gosto não era lá essas coisas, mas por ele faria tudo. Chupei a cabeça do seu membro, provando o líquido que saia da ponta, suguei até onde conseguia e voltei raspando meus dentes. – Minha gostosa, você me deixa louco.

Ele tirou seu membro da minha boca e senti falta do seu gosto, queria mais.

_Abra essas pernas pra mim, doce menina. Vou entrar nessa sua bucetinha apertada, você está pronta pra me receber dentro de você? – eu somente balancei a cabeça, seu jeito de falar estava me deixando envergonhada e excitada a mesmo tempo.

Ele começou penetrando a cabeça, ardia, mas tudo bem, porém, quando ele chegou em meu hímen, senti como se ele estivesse me rasgando ao meio, lágrimas escorriam dos meus olhos. Ele entrava e saia com calma, seu membro era muito grande e o sentia me alargando.

_Só sinta, Isabella. Não pense em nada agora.

E foi isso que fiz, aproveitei. Seu corpo suado colado no meu, seus beijos e chupões no meu pescoço e seios, seus toques em meu clitóris... Ele era um amante perfeito. Cruzei minhas pernas em suas costas e o sentir ir mais fundo dentro de mim.

_Goza comigo, Isabella. Deixe meu pau molhado com o seu gozo, deixa minha porra escorrer para dentro de você, marcando-a de dentro para fora.

Gozamos juntos, meu corpo tremia embaixo do dele, fiquei um pouco sufocada com seu peso, mas era tão gostoso. Klaus se levantou e foi ao banheiro, quando voltou estava com um pano molhado em suas mãos.

_Fique quietinha, vou te limpar, meu amor. – dizer que fiquei vermelha era eufemismo, estava quase roxa.

_Klaus, meus braços estão ficando dormentes. – só agora ele pareceu perceber que continuava amarrada.

_Me desculpe, é que você fica tão linda assim, que me distrai. – ele fez uma cara tão fofa, que nem reclamei. O sono estava sendo mais forte que eu – Durma, meu amor. Logo estará na hora do almoço.

Notas finais
Comentem Para saber se estão gostando. Aceito recomendações kkkk
Semana que vem tem mais.
Bjss :)