Notas iniciais
A música da fanfic é um oferecimento de Jane Cahill!O Tijuana e os Raimundos(todos Janus) apenas a encontraram na caça às 39 pistas e traduziram para o português!

Madeleine Cahill não conseguia dormir, tamanho era o fedor de sua cela, além de a cama dela ser dura. Era injusto o quarto das empregadas serem tão parecidos com a prisão. Mas aí, ela se lembrou de um cogumelo que, segundo Michael Keller, um servo e amigo de Winthrop Cahill, filho de Luke, exalava um cheiro agradável quando queimada.

Maddy foi testar, acendendo um fogo e queimando o fungo. Realmente exalava um delicioso aroma. Depois, a jovem foi dormir. Após algum tempo, ela foi acordada pela voz de seu irmão.

–É, quem diria que meu filho teria esse talento musical. -Disse Luke, com um tom de voz amigável. –Meus parabéns na sua função como tutora!

–Isso não me parece uma forma agradável de agradecimento. –Disse Madeleine, com algumas gagueiras de nervosismo. Mesmo assim, a voz da Madrigal estava sarcástica. Ela observou que o Lucian estava com um casaco de pele tipo sobretudo, o que o fazia parecer meio homem e meio urso.

–Então, sem dúvidas você tem uma resposta boa sobre essa pergunta: Onde você arranjou o anel?

–Vo-você sabe sobre o anel?– Perguntou Maddy, nervosa.

–Meu pai usava todo dia.- Disse Lucas. –Eu iria pressioná-lo sobre ele. Era um anel diferente, ele dizia. Isso é tudo.- Luke Skywalker Cahill chegou mais perto de Sandra Rosa Madalena. Madeleine. –Ele morreu num incêndio. Tudo que ele tinha, destruído. E agora, esse anel feio aparece numa flauta doce!

Enquanto Maddy Babbit se encolhia de medo, Madeleine Cahill foi mulher e olhou para seu irmão louco (Luke: Isso é jeito de tratar seu avô?)(Katherine: Não, a sua avó aqui diz que deveria ser pior! Ele ajudou a assassinar o próprio pai para ter poder!)(Autora: Ah, vão se lascar!Parem de interromper a narração!)

Posso ver o anel?–Perguntou Madeleine.

–Você acha que eu sou o Homer Simpson?(Luke e Maddy: Agora brisou geral! Deveriam parar de deixar ela se drogar!) Eu nunca seria idiota pra andar com o anel!- O Lucian rosnou.- Você pode me contar quem você é e porque você tem esse anel ridículo(Luke:Esse não é o roteiro original!)(Autora:Mas EU sou a escritora,e acho o anel feio.Então,se eu escrever "anel ridículo",você vai ter que dizer isso.)

–An-antes de você partir,sua mãe tinha omitido algo sobre a condição dela.-Falou Madeleine.

Mesmo na luz fraca,ela podia ver seu olhar afiado como as garras do Wolverine com Adamantium.E frio como comida de boia-fria.-Eu vou lhe escutar por precisamente um minuto.Eu já vou avisando:nada de nonsense!

–Luke...-Madeleine respirou profundamente.-Meu nome não é Babbit.A nossa mãe estava grávida de mim no último dia que você a viu.

A cabeça de Maddie começou a se alterar,mas ela não podia demonstrar.Porém,até Luke se sentia estranho.Ele pegou gentilmente o queixo da irmã e virou de um lado para outro.-Os traços...-Ele disse.-Meu deus,a semelhança...

Perto assim,Maddie podia ver o véu gélido dos olhos de seu irmão desaparecer,o que fez parecer que sua mãe Olivia estivesse lá.Afinal,os sacrifícios que ela tinha feito não tinham sido em vão.

Ela queria abraçar o homem vestido de urso ao lado dela,mas era muito cedo para isso.O laço era frágil e novo.Lágrimas escorriam de seu rosto.Ela se sentiu rindo.De repente,ela viu Luke como um gnomo,e o guarda-costas dele como um leprechaun.-Tenho tanto pra te contar,irmão.

Ela sentiu vontade de dizer gnomo,mas resistiu."Maldito cogumelo!"Pensou ela.

Mas Luke viu as cores alteradas.E mais brilhantes.-Eu sei que tem.-Falou ele,e depois pegou uma das mãos da Cahill.

–Minha mãe e eu vivemos no exílio.Sob nomes inventados.E o pior é que eram nomes sem graça,como Babbit.Mamãe me disse que era pra não chamar a atenção.-E a Madrigal sorriu de uma forma louca,como se estivesse chapada.Depois,ela riu.-Como se fosse fácil chamar atenção na terra dos gnomos.

O conselheiro do rei se enfureceu.-Já não basta trabalhar pro cara que causou a morte do meu pai,ainda tem que zombar de mim?!-Rosnou Luke.Mas ele mesmo estava meio alterado.Viu tudo mais colorido.

–Calma aí,gnomo-rei.-Disse Maddy,entre risadas.-Vou lhe contar a história...

"Ninguém merece!"Pensou o Cahill,mas Simon,seu brutamontes particular,disse:-É,calma aí,chefe.

–Eu e minha mãe tínhamos saído de nossa antiga casa pra despistar o tal Vesgo.(Vesgo,Pânico:Eu nem tinha pensado em nascer nessa época!).E então,fugimos para o Universo dos Gnomos...Era gnomo por tudo que é canto.

Gnomos eu vi lá em marte, gnomos por todas as partes.

Na relva, na selva crescente gnomos em torno da gente.

"E eu tô vendo que meus empregados estão claramente me avacalhando."Pensou Luke Cahill.O mesmo já estava vendo Sininhos(fadas) cintilantes."Sem falar que estou começando a ficar louco com esses cogumelos queimando aqui."

–Parem com isso,seus idiotas!Gnomos não existem.

Eles querem nos ajudar e nós não devemos temer.
Gnomos ensinam a amar, gnomos nos fazem viver.

Madeleine e Simon cantaram.

–É,milorde Gnomo!Relaxa!-Disse Simon.Luke percebeu que ele estava certo.Deveria parar de tentar resistir.A paisagem diante de seus olhos mudou da prisão imunda onde estava para um belo jardim cheio de criaturinhas mágicas.

Daí ele começou a cantar com sua voz surpreendentemente bonita.Não chega a ser um Janus,mas não é de jogar fora.

Eu vi gnomos... ha ha ha ha ha haaaaaaa.
Eu vi duendes.

Depois,foi a vez de Madeleine.

Gnomos não fumam cigarro, cigarro só verde e amarelo.
Gnomos ficam sossegados em baixo de seus cogumelos.
E a população dos gnomos exorbita-se a cada segundo.
Gnomos, querem ajudar, vamos lá dominar os casmurros.

Simon:

Gnomos não nascem do pé, gnomos não brotam do chão.
E a mente fluente é que é seu meio de reprodução.
Gnomos são nossos amigos, gnomos não são perigosos.
Gnomos são inofensivos e amigos dos mais grandiosos.

–Quer dançar comigo,Smurfette?-Perguntou Luke a Maddie,vendo ela como uma mulher linda,loira,azul,de vestido branco.

–Claro,Papai Smurf!-Respondeu a Madrigal.

É,nas brisas de cogumelos,não existe essa de tempo.

No dia seguinte...

Madeleine percebeu que estava abraçada de conchinha com um homem,seus cabelos ruivos em cima de seus próprios ombros.Ela viu Simon caído em um canto.-Sou um tremendo Forever Alone...Aquela ruiva bonita preferiu ficar com um cara que deve ser um tio ou primo dela do que comigo.Sem dúvidas,o Cobra-Humano tem algum parentesco com ela.Mas fazer o quê?Ele é temido por toda a Inglaterra,até pelo rei,e eu sou o badeco dele.

"Tomara que seja efeito da alucinação,e eu não esteja realmente de conchinha com o meu irmão biruta."Pensou a ruiva.

Mas ela estava.-Ahhhhhhhhhhh,estou de conchinha com meu próprio irmão!-Gritou Maddie.

"Irmãos?"Pensou Simon."Então a porra tá muito séria!Mas já vinham sinais disso.No baile do povoado onde eu morava,as meninas convidavam os primos para o baile,e eu ficava alone."

-Smurfette?-Luke acordou com o grito da irmã.O efeito da droga ainda não tinha passado totalmente no conselheiro do rei Henry XVIII.Mas o azul da pele da Smurfette estava dando a um tom humano e caucasiano.Seus cabelos começaram a ficar avermelhados e ondulados.

Ele largou Madeleine subitamente no chão da cela,e se levantou com a mesma velocidade.

-Ela nos drogou!-Gritou Luke.-E se voltou para Maddie.-Você é persistente com essa história,além de ser uma boa atriz.Eu poderia vendê-la pra Globo lá do Brasil,mas...Simon,agende uma execução pública pra Smurfette impostora.Anuncie por todo o país.

-Devo chamar o homem da forca,senhor?-Perguntou o brutamontes.

Não-Disse Cahill,com um sorriso cruel no rosto.-Eu prefiro uma fogueira,como na Idade Média.E um assento na frente.

Além disso,nada mudou.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!