Notas iniciais
Oi, gente! Viram que a fic está de capinha nova? Pois é, pois é, pois é! Eu gostei muito, mas estou azucrinando a Miss Queen para mudar uma coisinha ali e outra acolá kkkk Well, sobre o capítulo não vou dizer nada, nada mesmo, apenas que gostei muito de escrevê-lo e que ele se passa algumas semanas depois do anterior. Boa leitura e abizoiem as notas finais, okay?

O dedilhar de Sam no teclado de seu notebook misturava-se com os passos de Dean pela sala principal do bunker. Impaciente, o mais velho tomava alguns goles de um uísque de gosto duvidoso numa tentativa nula de relaxar. Enquanto isso, o mais novo procurava por qualquer pista que pudesse indicar um mísero caso envolvendo um dos demônios que escaparam do Inferno.

Contudo, apesar de ter se empenhado em tal busca durante as últimas semanas, Sam não havia encontrado nada suspeito. E isso deixava tanto ele como Dean profundamente intrigados e inquietos.

Exausto de mais uma pesquisa infrutífera, ele abaixou a tela do notebook e pressionou os dedos nas pálpebras fechadas. Dean, sabendo o que aquilo significava, parou de andar feito barata tonta, abriu um pouco os braços em sinal de incredulidade e resmungou:

— O que diabos eles querem afinal? Por que ainda não saíram das sombras? Centenas de demônios escapam das profundezas do Inferno e não dão qualquer sinal de atividade no mundo aqui fora? Isso não faz o menor sentido.

— Talvez eu esteja procurando nos lugares errados, talvez eles não tenham se manifestado ainda por algum motivo, talvez não sejam demônios comuns, sei lá. — Sam afastou as mãos do rosto e se recostou na cadeira. — Eu também não sei o que pensar, Dean.

Como se pedissem uma solução para todo aquele mistério, ele e o irmão olharam na direção de Bobby que estava sentado em uma poltrona de couro marrom mais afastada, folheando um livro sobre demonologia. Mas este, por sua vez, limitou-se a virar para a próxima página e a dizer:

— Não olhem para mim, eu estou tão confuso quanto vocês, filhos.

Voltando-se para o irmão, Sam arriscou:

— E o Cas? Ele descobriu alguma coisa?

— Não — respondeu Dean, frustrado. — Nem ele nem os outros anjos conseguiram qualquer progresso nisso. Estamos na mesma, completamente estagnados e à mercê desses demônios desgraçados. Awesome! Só que não.

Sentindo o peso de tais palavras, Sam voltou para a pesquisa e Dean acabou com o uísque. Assim que ele colocou o copo vazio sobre a mesa, o mais novo franziu o cenho e murmurou:

— Espera... Eu acho que encontrei alguma coisa.

— Finalmente! — Dean bateu as mãos na mesa, inclinou-se um pouco para a frente a fim de ver o que o caçula estava lendo. Mas na incapacidade de enxergar de onde estava, questionou: — É sobre os demônios, certo? O que aconteceu e onde?

Sam balançou a cabeça negativamente e, ainda com os olhos fixos na matéria de um pequeno jornal, explicou:

— Não é sobre eles, Dean, mas definitivamente pode ser um trabalho para nós. Lembra daquele wendigo que nós caçamos no Colorado uma vez?

O mais velho puxou a informação em sua memória e assentiu:

— Lembro, foi em Blackwater Ridge, Colorado. Nosso pai deu as coordenadas. Por quê?

— Porque está acontecendo algo parecido em Itasca, Minnesota — relatou Sam.

Bobby, até então distraído pela leitura, ergueu a cabeça ao ouvir o nome do lugar. Não era a primeira vez que ele ouvia Itasca naquele dia.

Enquanto ele refletia sobre uma conversa com Claire mais cedo, Sam prosseguiu:

— De acordo com essa notícia, alguns jovens que haviam saído para acampar em uma floresta da região não retornaram. Tudo o que os policiais encontraram, dias depois dos familiares registrarem os desaparecimentos, foram as barracas destruídas, suprimentos deixados para trás, celulares quebrados, mas nada dos jovens. A polícia classificou o ocorrido como um ataque de animal, embora ainda haja muitas perguntas sem respostas.

— Parece mesmo wendigo para mim — balbuciou o irmão.

— Sim, é o que parece — concordou o mais novo.

— Eu queria caçar uns demônios, mas se o que temos para hoje é wendigo, por mim tudo bem. Já é alguma coisa — articulou Dean, e olhando para trás, perguntou: — O que você me diz, Bobby? Está afim de uma caçada em família?

O caçador mais velho demorou um pouco para responder, pois estava se perguntando se deveria contar para os dois que tinha quase certeza que a filha e Natalie Jones estavam indo para aquele mesmo lugar, seguindo as mesmas pistas, mas ainda sem saberem o que exatamente iriam enfrentar quando chegassem lá. Quando conversou com Claire mais cedo, ela não entrou em detalhes, por isso Bobby não arriscou qualquer palpite sobre o caso.

Por fim, ele achou melhor não comentar nada sobre tal conversa com Sam e Dean. Quem sabe os quatro se encontrassem e se acertassem de uma vez? Aquela situação já estava lhe dando nos nervos mesmo.

Pensando assim, Bobby finalmente se pronunciou:

— Não, vão vocês. Eu acabei de voltar de Sioux Falls e prefiro me concentrar nos demônios. Eu aviso se encontrar alguma pista que possa nos ajudar com os filhos da mãe que escaparam.

— Tudo bem — concordou Dean, se levantando da cadeira mais animado — Eu vou arrumar a Baby — avisou referindo-se ao Impala, mas o seu olhar vacilou por um instante ao lembrar que era também assim que ele chamava Natalie.

Sam percebeu a oscilação no semblante do irmão, mas não disse nada a respeito. Ao invés disso, levantou também, pegou o notebook e se afastou avisando:

— Eu vou arrumar as nossas coisas e te encontro lá fora.

Assim que o caçula deixou a sala, Dean fez um esforço para afastar Natalie dos seus pensamentos e virou-se, a fim de sair dali também e fazer o que havia anunciado antes.

Contudo, ele hesitou um pouco quando reparou que Bobby o encarava de um jeito um tanto suspeito. Rapidamente, o mais velho tornou a se concentrar no livro repousado em seu colo e desconversou:

— Boa caçada, filho.

O Winchester franziu o cenho desconfiado. Teve a impressão que Bobby estava lhe escondendo alguma coisa, mas preferiu acreditar que só estava sendo paranoico. Talvez Bobby estivesse pensando na Xerife Mills. Ele ficava com uma cara suspeita e engraçada toda vez que voltava de Sioux Falls.

Convencido de que era isso, Dean assentiu com um meneio de cabeça e foi até a garagem do bunker.

Eram pouco mais de dez horas da manhã quando ele e Sam deixaram o lugar para trás e pegaram a estrada rumo à Minnesota.

***

Enquanto isso, em um acostamento de uma estrada em Oklahoma, Mia despertou assustada quando a buzina estridente de um caminhão que passou à toda velocidade por ali invadiu um sonho qualquer que dominava sua mente até então.

Sentado ao seu lado, no banco do carona do Mustang, Castiel reiterou com sua característica calma:

— Eu te disse que estradas não são os lugares mais propícios para se dormir.

Tomada por mais um sobressalto, Mia levou a mão ao coração e olhou na direção do anjo um pouco ofegante. Por um momento, esqueceu-se que Castiel havia feito questão de acompanhá-la naquela viagem de caça. Contra a sua vontade, é claro.

Ignorando a reação da garota, ele prosseguiu:

— Você devia ter parado em um hotel, como eu aconselhei que fizesse. Essa é a sétima vez que acorda assustada com ruídos externos. Por que você é tão teimosa, Mia?

Sentindo uma ponta de indignação se agitar dentro de si — afinal Castiel havia se mostrado mil vezes mais teimoso nas últimas semanas, quando insistiu em visitá-la todas as noites e, principalmente, quando entrou no Mustang na noite anterior, sem qualquer cerimônia, e comunicou que iria acompanhá-la de qualquer jeito —, Mia riu sem humor e rebateu retoricamente:

— Quem pergunta mesmo?

Sem esperar por resposta, ela pegou sua garrafa térmica no painel do carro, a abriu e virou em sua boca. Entretanto, ao perceber que estava vazia, a afastou e suspirou com frustração.

Depois de observar tal cena por alguns instantes, Castiel propôs:

— Se você concordar em parar em um hotel, tomar um bom banho e descansar de verdade, eu posso providenciar mais café. E algo para você comer também.

Embora tivesse ficado tentada com a proposta, Mia permaneceu na defensiva e questionou:

— Por que você está fazendo isso? Por que insiste em ficar por perto depois de tudo? Por que continua... Cuidando de mim?

Sem conseguir evitar, Castiel a fitou com carinho e deixou que a resposta saísse de sua garganta com uma facilidade sincera:

— Você sabe por que.

Sim, ela sabia. E por saber, não conseguiu evitar uma palpitação repentina em seu coração e um calor engraçado em suas bochechas.

Antes que ficasse mais vermelha, Mia fez um esforço para manter o foco da conversa e articulou do jeito mais indiferente que conseguiu fingir:

— Mas acabou, Cas. Você sabe disso, eu já falei milhares de vezes.

Sem pestanejar, o anjo retrucou tranquilamente:

— E eu já falei, milhares de vezes também, que há controvérsias.

Irritada com a insistência do anjo — principalmente porque ele fazia isso e dizia certas coisas de uma forma muito fofa que a deixava ainda mais apaixonada —, Mia soltou o ar com força e tentou encerrar a conversa antes que aquilo fosse longe demais:

— Okay, se eu parar em um hotel, você promete que não falará uma palavra sequer durante o restante da viagem?

— Só se antes você me contar o que exatamente está caçando — replicou ele, estreitando um olhar curioso na direção dela.

Também intrigada, Mia passou as mãos pelo rosto a fim de espantar o resquício de sono e respondeu:

— Eu não tenho ideia. Eu só... Tenho sonhado com essa cidade há algumas noites, com uma placa e flashes sem sentido. Eu chequei as últimas notícias, não aconteceu qualquer coisa de diferente, estranha ou sobrenatural em Paradise Hill nos últimos tempos, mas mesmo assim eu sinto que tem alguma coisa, que eu tenho que ir até lá e descobrir. É por isso que eu não posso parar, Cas. Eu nem devia ter feito essa pausa, aliás. Eu tenho que continuar... É melhor eu voltar para a estrada agora mesmo.

Quando a caçadora, visivelmente agitada e ansiosa, fez menção de afivelar o cinto de segurança, Castiel tocou sutilmente em sua mão, fazendo-a estremecer e encará-lo hesitante, e então sugeriu:

— Me deixe dirigir pelo menos. Você pode descansar enquanto isso.

Mia continuou o encarando por um bom tempo enquanto analisava o comportamento do anjo nas últimas semanas. E era incrível como ele simplesmente não aceitava que ela tivesse colocado um ponto final na relação, e ainda a fazia se questionar sobre tal decisão o tempo todo.

Castiel fazia Mia vacilar e abalava suas certezas toda vez que estava por perto, toda vez que falava daquele jeito manso e atencioso, toda vez que demonstrava cuidado e... Amor por ela.

Mas se um lado de Mia ficava mexido com as tentativas de Castiel de reconquistá-la, o lado orgulhoso não conseguia esquecer o que ele fez no Triângulo das Bermudas, a forma como decidiu o que pensava ser o melhor para ela, a forma como anulou seu direito de escolher, o fato dele ter aceitado o risco de perdê-la por causa de um instinto protetor idiota, o fato dele ter a deixado de fora de uma luta que também era dela. Castiel não tinha esse direito.

Ouvindo mais esse lado do que o primeiro, Mia o encarou duramente e despejou:

— Você devia ir embora. Você devia parar de aparecer para mim, Cas. Quer saber? Quando isso acabar, eu vou encher o Mustang, o ferro velho e a casa do Bobby de sigilos enoquianos. Talvez eu descubra uma tatuagem espanta anjos e faça também. Talvez assim você finalmente me deixe em paz. — Ao perceber que suas palavras não só não surtiram o efeito desejado como ainda fizeram o anjo sorrir contidamente, Mia franziu o cenho e questionou confusa: — Qual é a graça agora?

Com uma satisfação tangível, o anjo respondeu:

— Você não fez nenhuma dessas coisas nas últimas três semanas, Mia. Você sabe muito bem como me manter longe e mesmo assim me deixa ficar por perto. Você sabe por quê?

Prevendo o que Castiel iria dizer na sequência, a caçadora fechou os olhos e respirou fundo, com raiva por não conseguir encará-lo sem ficar mais vermelha. E embora tivesse tampado os ouvidos com as mãos, ainda assim conseguiu ouvi-lo responder a própria pergunta:

— Porque você ainda me ama. E por mais que não queira admitir, gosta de me ter aqui, por perto, cuidando de você.

O que mais irritava Mia era que o anjo não dizia essas coisas com presunção, ele dizia porque simplesmente era verdade. Incapaz de contrariá-lo, ela abriu a porta do Mustang e saiu nervosa, dizendo:

— Okay, você venceu, você dirige. E nem mais uma palavra até chegarmos em Paradise Hill.

Castiel a observou dando a volta no veículo ao mesmo tempo em que passava para o banco do motorista. E quando Mia entrou pelo outro lado, se acomodou e bateu a porta com força, ele protestou:

— Não era esse o acordo.

Sem querer alimentar a conversa e arriscar ouvir Castiel repetindo aquela ladainha sobre sentimentos de novo e de novo, a garota fechou os olhos, se acomodou melhor no assento e encerrou:

— Não importa, só fique quieto e dirija. E não, eu não quero parar em nenhuma espelunca até chegar ao destino final.

Instantes se passaram e o Mustang não saiu do lugar. Castiel nem ao menos tinha ligado o motor. Mia estava prestes a abrir os olhos e estalar os dedos para apressá-lo, quando sentiu a mão dele puxando e afivelando o cinto de segurança que ela havia esquecido. Com sutileza e zelo.

Mia sentiu um arrepio quando seus braços se tocaram por um instante e pensou em agradecer o anjo pelo gesto de cuidado. Mas se Castiel respondesse de nada, aquilo não iria acabar bem. Ou melhor, iria.

Contudo, a caçadora não podia conceber a ideia de uma recaída naquele momento, muito menos de uma volta definitiva. Estava tudo acabado entre ela e Castiel. Ponto final. E ponto final não é reticências.

Mia ainda repetia isso para si mesma quando o Mustang finalmente voltou para a estrada. E passou boa parte da viagem repetindo em pensamento que sua história com Castiel havia terminado de vez. Até que pegou no sono. E ainda estava em dúvida.

***

Longe dali, ainda no Kansas, Natalie dirigia o seu amado Camaro à toda velocidade por uma estrada cercada de ponta a ponta pela vegetação rasteira. Ela ouvia Hot Blooded no último volume, cantava de um jeito empolgado, batia as mãos no volante simulando uma bateria e ignorava o fato de que aquela música lhe lembrava muito Dean Winchester.

Enquanto isso, Claire, no banco ao seu lado, respondia uma mensagem de Kevin pelo celular. Ele e Chloe haviam chegado em Princeton mais cedo e tinham mandado uma foto. Ao ver o casal representado naquela imagem, inquestionavelmente feliz, a caçadora se lembrou dos bons momentos com Sam.

A saudade logo transformou-se em tristeza, mas Claire disfarçou bem, guardou o celular no porta-luvas e observou Natalie de esguelha. Teve que conter o riso várias vezes, pois a loira não era a pessoa mais afinada do mundo. Longe disso.

Quando a música terminou, Claire tomou a liberdade de abaixar o volume, antes que a amiga se empolgasse com a próxima canção, e puxou assunto:

— O que você acha que nós vamos encontrar em Itasca?

— Eu não tenho ideia. Tudo o que eu sei é que estou louca para matar alguma coisa. Qualquer coisa maligna serve — respondeu Natalie, sorridente e animada com a ideia de caçar, já que não tinham tido sucesso em descobrir qualquer pista sobre os demônios que estavam à solta. — Então, seja lá o que for, está com os dias contados, porque Natalie Jones e Claire Singer estão a caminho!

Em seguida, a loira deu uma piscadela, aumentou o volume do rádio e, para desespero da outra, voltou a cantar a plenos pulmões.

***

Horas depois, Castiel finalmente cruzou uma placa que dizia Bem Vindos a Paradise Hill — População local: 5.372 habitantes.

Passava das oito horas da noite e uma densa neblina comprometia a visibilidade lá fora, mas isso não era um problema para Castiel. Ele seguiu por uma avenida relativamente deserta até avistar a placa luminosa de um hotel e então estacionou.

Assim que o motor do Mustang foi desligado, Mia se mexeu no banco do carona, abriu os olhos lentamente e olhou tudo em volta um pouco desnorteada. Por fim, voltou-se para o anjo e indagou:

— Nós já chegamos? — Depois que Castiel assentiu brevemente, ela fez uma nova pergunta, sem conseguir esconder certo assombro: — Por quanto tempo eu dormi?

Sem consultar nenhum relógio, o anjo foi rápido e preciso na resposta:

— Sete horas, trinta e dois minutos, cinquenta e seis segundos. — Ignorando o queixo caído da garota, Castiel orientou: — Alugue um quarto, tome um banho e vista algo confortável. Eu já volto com o seu jantar.

— Eu não estou com fome — avisou Mia, porém o anjo já tinha ido, deixando apenas uma brisa suave e o barulho de suas asas para trás. — Tudo bem. Neste caso, traga café, alguma guloseima super calórica e obrigada por me deixar falando sozinha — resmungou, antes de sair do carro.

Mia queria seguir o conselho de Castiel e tomar um bom banho, mas assim que entrou no quarto recém alugado, sentiu-se tentada a deitar na enorme e macia cama. Seu corpo estava dolorido da viagem e uns minutinhos deitada ali iriam lhe fazer muito bem.

— Só uns minutinhos — pensou alto, enquanto tirava as botas de qualquer jeito.

Depois de retirar a jaqueta também e jogá-la num canto qualquer, Mia se arrastou pela cama, despencou de bruços sobre os lençóis e fechou os olhos. Era incrível como ainda sentia tanto sono. Rapidamente apagou.

Algum tempo depois, a caçadora acordou ao sentir um toque firme em seu ombro. Assustada com um pesadelo impressionante e muito realista que tivera, ela se sentou depressa e encarou Castiel, enquanto respirava de um jeito ofegante. Estava suada e trêmula. Estava com um medo aterrador.

— O que você viu, Mia? — foi tudo o que o anjo perguntou, a olhando fixamente enquanto sua mão continuava repousada no ombro da garota.

Sentindo a garganta seca, como se tivesse inalado toda aquela fumaça, ela respondeu com a voz entrecortada e o coração apertado:

— Fogo. Muito fogo. Por toda a parte... E você... Você estava no centro de tudo. Queimando em uma armadilha de óleo santo contra anjos. Você estava queimando, Cas. Você estava... Morrendo.

Notas finais
Eita! E agora? Como assim Cas is burning? Será que a Mia teve uma premonição ou foi só um nightmare? Humm... Complicação is coming. Sim, os outros casais estão indo para o mesmo lugar e vão se esbarrar na mesma caçada, maaaaaaaaaaaas isso não significa que vai rolar clima, reconciliação e pegação no meio do mato. Aguardem e verão no que isso vai dar... It's all I can say. Gostaram da aparição do Bobbynho? E de Miastiel discutindo fofamente no Mustang? Ah! Sobre Paradise Hill, eu criei o nome da cidadezinha no meio do nada, nada mesmo, juntando a musiqueta Dark Paradise da Laninha Del Rey com a cidade do game/filme Silent Hill. Oi? Ah... Eu gostei da junção kkkkkkk Bem, contem tudinho o que acharam do capítulo! Eu vou ficar aqui esperando as reviews a la Castiel no meio de uma estrada deserta. Beijos de luz e inté mais!