Na manhã seguinte, tomamos café juntos — pão morno, frutas e o riso de Koda ecoando pela estalagem. Foi então que um senescal ou comerciando, não lembro, homem de fala grave e anéis de silerca, nos abordou. Oferecia pagamento para escoltar uma caravana até o Forte das Terras Marginais. Aceitamos, e nessa jornada conhecemos Basil, um bardo engraçado que via música em absolutamente tudo. Senti que aquele caminho traria mais que moedas, talvez respostas. Subi aos ombros de Koda, que sorria à luz do sol nascente. Partimos todos juntos, rumo ao desconhecido e de olhos atentos para vista da Pomba prometida.