Entre Canários e Corujas
19 Katrin e Kubz pt. 2
Antes de tudo, perguntei ao taverneiro sobre a Pomba de Ouro, e todos ali riram, como se fosse piada. O anão no canto, porém, ergueu a voz com uma firmeza quase catafracta, pedindo que levassem a sério o que dizíamos. Contou que também tinha um sonho: tornar-se mestre cozinheiro e fundar um clã de anões. As risadas vieram, mas não de desprezo — descobrimos que aqueles olhares nos olhando eram de amizade, não de ameaça. Nos sentimos acolhidos e nos juntamos a eles na mesa, partilhando histórias, risos e a sensação de que um laço havia começado a se formar.
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