Notas iniciais
E ai sobreviveram? Aguentão mais uma? kkkkkkkk brinks o cap de hoje não é leve, mais não é tão emocional como o anterior kkkkkk. Vejam o pk... Conversamos la em baixo.

POV BELLA

Depois de descansar durante um tempo no quarto, Rosie voltou quase perto do anoitecer.

–Hey Bella adormecida hora de acordar! – Falou perto do meu ouvido.

–Deixa eu dormi só mais um pouquinho, por favor! – supliquei ainda sonolenta.

–Ata então é assim que você quer conquistar meu primo é? Dormindo o dia todo. – falou me dando uma tapa na bunda.

–Afz… você é chata viu. – falei despertando e sentando na cama.

–Sou uma chata que você ama. – falou sentada na cama oposta a minha. A olhei com caras de poucos amigos. – Ta, desfaz essa cara que já tenho a solução pros seus problemas. – sorri.

–E o que seria?

–Isso aqui! – disse me mostrando um panfleto que estava em suas mãos. Olhei e vi que se tratava de um anuncio de um luau na serra. Encarei-a confusa.

– E o que um luau tem haver com eu conquistar seu primo? — Perguntei Encarando-a confusa.

–Simples você digamos...cativa-lo neste luau‼ vai dar em cima dele, ora. – falou depois de ver que eu não estava entendendo nada.

–Você tem certeza que vai dar certo isso? Sei lá, eu to achando esse plano muito… tosco. – falei meio incerta com relação ao plano dela.

–Ah foi o único que veio na minha mente…, e você quer ou não conquistar meu primo? – me encarou rabugenta.

–Ta bom, tá bom… eu vou nessa festa e seja o que Deus quiser!

Com a decisão já tomada que iríamos pra o tal luau eu teria que me preparar psicologicamente para seduzir Edward Cullen. Bem ai para-se para pensar, você ia toda sexta feira pra baladas e seduzia desconhecidos numa boa, o que pode dar errado em conquistar o gato que nem o Edward. Simples conclusão eu ia pros lugares seduzir desconhecido que eu não tinha nenhum… digamos sentimentos e já agora eu — alem de conhecê-lo — eu tinha certa fixação nele, e não sabia se iria consegui.

19h30...

Já fazia uma hora que estava com praticamente minha mala inteira revidada em cima da cama, não consegui me decidir com que roupa ir. Enrolada em uma toalha e com os cabelos presos, esta com acho eu com a vigésima peça de roupa em frente ao espelho.

–Se você troca de roupa mais uma vez Isabella Swan, eu te quebro na pancada. – Uma Rosálie rosnava parada na porta do quarto.

–Calma Rosie, como você quer que eu seduza seu primo sem uma roupa descente? – perguntei a ela sem tirar os olhos de mim no espelho.

–Não sei, só sei que já to pronta faz horas e você ainda ai se olhando nesse espelho. Você nem calcinha e sutiã colocou ainda. Já estamos atrasadas poxa. Dá pra andar um pouco mais rápido ai, por favor? – pediu, quase suplicando. E eu a olhei de relance e então voltei meu olhar para espelho.

Acabei por fim decidindo que iria por aquela roupa mesmo. Era um shortinho jeans curto que ia ate o meio da coxa e desfiado nas pontas, com uma bata amarela justa nos seios fazendo-os ficar ainda mais salientes. Por fim uma jaqueta jeans escura simples. Fui para o banheiro a fim de colocar a roupa.

–Pronto! Agora só falta o cabelo. – falei depois que voltei do banheiro já vestida e indo de novo pra frente do espelho. Ri quando Rosie bufou e se jogou frustrada na cama. – Calma amiga, já, já chegamos lá.

–Tomara né. – reclamou.

Quinze minutos depois estávamos fechando a porta do quarto e indo para o tal luau, respirei fundo tentando pegar mais um pouco de coragem para o que estava por vim. Quando chegamos lá já tinha um bom par de gente. Juntamos-nos a um grupo em que tinha algumas pessoas da empresa. Sentamos e eu fiquei olhando pra ver se via ele por ali, ate que o avistei se aproximando de Taylor e Bianca que estavam do outro lado da fogueira. Ele conversou um pouco com eles depois olhou pra gente eu disfarcei e comecei a puxar assunto com pessoal, fingindo não perceber que ele vinha em nossa direção.

–Boa noite! – falou e se sentou entre eu e Rosie. Todos responderam um sonoro, boa noite e voltaram a conversar entre si.

–Eu pensei que você não iria vir. – falei de relance pra ele.

–Eu estava me arrumando… e você como esta? – perguntou olhando em meus olhos. Isso me deu um arrepio.

–Bem… por enquanto parece que estar tudo normal, mas eu espero que mude… pra melhor ate o fim da noite. –De preferência tendo eu e você numa cama, concluir em pensamento. – Então… eu fiquei sabendo que você e a Raquel... terminaram… é verdade? — perguntei como que não queria nada. Precisava de uma certeza com relação a esse assunto.

–É depois daquele circo da reunião achei melhor não ir adiante, sabe – falou me encarando sorridente e despreocupado.

–Que bom… Digo que pena… — me concertei, não queria passar pra ele que era desumana e gostava das desgraças alheias, se bem que dessa desgraça eu adorei. [N/A: Não foi só vc que gostou não Bellinha, eu, a beta e todas as leitoram amaram a derrocada da raquel kkkkkkkkkkk]

Quando mais longe aquele cacatua estiver dele melhor. Ele não falou nada, apenas balançou a cabeça negando com aquele sorriso torto lindo nos lábios. E que lábios. Engatamos numa conversa só nós dois, bem tranquilos. Eu jogava algum charme e sentia que estávamos ficando próximos. Ate que deram a ideia de tocarem musicas ao pé da fogueira. Os músicos da localidade começaram. Eles tocavam lindamente. Todos os presentes ali, batiam palmas outros acompanhavam na musica – quem sabia – quem não sabia só curtia o momento. Ate que um dos rapazes que estavam tocando perguntou.

–Que tal agora, alguém aqui se aventurar? – muitos negaram, mas então o Edward levantou o braço. Eu o olhei curiosa, não sabia que ele tocava – Olha só temos um corajoso ente nós. – O mesmo garoto quem perguntou disse fazendo graça e os demais riram.

–Não sabia que você cantava Edward! – falei antes de ele levantar.

–Tem muitas coisas sobre mim, que você não sabe Bella. – Falou e eu me arrepiei pelo modo misterioso que ele falou. Ele havia pegado o violão e sentado numa banquetinha.

–Bem, não sou profissional mais dou pro gasto. – com esse comentário todos riram inclusive eu. – esta musica é uma composição minha. Então fiquem a vontade pra me jogar tomates no final. – mais outra rodada de risos. Uma coisa que me encantava nele era esse lado extrovertido dele

Ele começou a tocar e a cada verso da musica daquela musica eu me identificava. E tive a certeza que ela era pra mim quando ele fixou seus olhos nos meus. Lacrimas de tristeza caiam pelo meu rosto. Ele sabia que eu me prendia, sabia que eu tinha algo que me impedia de me libertar, de me entregar por completo. Ele sabia, e queria me ajudar, me fazer acreditar que o meu passado já passou e que agora eu deveria seguir em frente.

Nossos olhares não se desgrudaram ao decorrer da musica, e agora eu chorava cada vez mais, mas não era de tristeza, agora eu estava emocionada. Ele estava se declarando pra mim. Ao fundo ouvia os elogios e os acompanhamentos dos demais com as palmas. Ate que chegou um determinado verso da musica em que ele deixou o violão ao lado do banco onde estava, aquela altura os outros músicos já estavam o acompanhado. Ele se encaminhou em minha direção e se ajoelhou em minha frente e cantou segurando uma de minhas mãos.

–Então, se apaixone. Eu sei que você tem sua parede envolvida em torno do seu coração. Você não precisa ter medo algum, oh, meu amor, mas você não pode voar, a menos que voemos juntos, você não pode voar, a menos que voemos juntos, assim cair.

Eu vou te segurar se você cair…

Eu vou te segurar se você cair…

Eu vou te segurar se você cair…


Mas se você abrir suas asas você pode voar para longe comigo, mas você não pode voar, a menos que voemos juntos. Deixe-se cair.

Assim que ele finalizou a musica me joguei em seus braços. Se ele queria que eu me entregasse, então assim seria. O Beijei com toda a paixão que existia em meu coração. Ele alguns segundos depois da minha reação retribuiu com fervor o beijo. Eu não ouvia ou ninguém ao nosso redor. Pra mim, só existia nos dois ali naquele momento. Fomos parando o beijo por ter que precisar de ar. E com isso a realidade do local e das pessoas a nossa volta foi surgindo. Escondi meu rosto em seu pescoço ouvindo sua risada e os aplausos dos demais pelo desempenho dele e – acho eu – pelo grã finale.

–Que vergonha. — sussurrei ainda com o rosto em seu pescoço.

–De que? Você não precisa ter vergonha de nada. – falou alisando meus cabelos. Levantei meu rosto e o encarei.

–Precisamos conversar.

–Eu sei. – falou. Levantamos ainda atraindo um pouco de atenção. Nos viramos e olhamos ao mesmo tempo para Rosie. Que nos encara com os olhinhos brilhando, ela estava quase chora, quer dizer não só ela, mas todos que estavam ali. Ela tentou ate falar, mas o Edward falou, não permitindo que ela falasse nada, ate porque acho que ela não conseguiria pelo jeito que estava emocionada – Depois você fala. Agora eu e Bella vamos conversar, ok? — Ela assentiu freneticamente, e então saímos de la com ele me levando pelo braço.

Fomos caminhando sem rumo pelas instalações do hotel ainda em silencio. Eu não queria quebra-lo, mas pelo visto teria que fazer.

–Edward… eu não sei o que dizer…, eu – comecei a dizer ate que ele parou e me virou para ele me fazendo-me encara-lo.

–Não precisa dizer nada, apenas aceite. – falou acariciando meu rosto.

–Aceitar o que? — falei quase como se fosse um sussurro.

–Aceite, que há um sentimento que nos envolve, aceite que não tem como você ficar longe de mim. — falou colando os nosso corpos.

–Edward…

–Eu sei, eu sei você não quer se envolver. Mas por favor, de uma chance a você mesma. Eu sei que não devia ter acontecido, mas eu me apaixonei por você e… — tampei sua boca para que ele não continuasse e olhei em seus olhos.

–Eu também estou apaixonada por você. – admitir e o ouvir suspirar em alivio. – Olha, como você já deve ter percebido tem uma coisa que me fez ser assim, MAS…- falei um pouco mais algo vendo que ele iria me interromper. – só vou falar o que foi quando a Rosie estiver conosco. – conclui destampando a boca dele.

–Por quê? – perguntou por fim ainda me encarando.

–Porque ela merece saber primeiro, por que ela me conhece há mais tempo que você. E como eu não quero repetir explicação resolvi que vou falar com os dois ao mesmo tempo, mas não hoje, não agora, nem nessa viagem. Quero resolver uma coisa de cada vez. Primeiro nós dois, depois os meus problema. – ele assentiu.

–Então isso quer dizer que… — deixou o assunto no ar.

–Isso que dizer que eu não vou mais impedir o que eu sinto por você– falei sorrindo e vendo o seu sorriso crescer junto com o meu.

–Então quer dizer que eu posso fazer isso.

–Isso o qu…- nem terminei de falar e ele atacou minha boca com volúpia. Entreguei-me ao beijo sem reservas. Coloquei meus braços em torno do seu pescoço e enfiei minhas mãos em seus cabelos sedosos, enquanto ele me abraçava pela cintura fazendo assim nós dois nos colamos cada vez mais.

Com o afobamento em querer saciar nossas vontades um do outro acabamos caindo na grama em um local desconhecido por nós, mas que havia grama, isso era o resultado de andarmos sem prestar atenção por onde andávamos. Começamos a rir feito louco, mas não deixamos de nos beijar. Deitados ali naquela grama a luz da lua que era a única coisa que iluminava o local. Paramos um pouco os beijos e fixamos o olhar um no outro. Ele estava em cima de mim e agora acariciava meu rosto me admirando.

–Você é muito linda. – falou bem próximo dos meus lábios me dando um selinho em seguida.

–Você também é lindo. – vociferei inebriada por ele.

–Eu quero você. – sussurrou enquanto distribuía beijos pela minha clavícula.

–Então me toma. – também sussurrei. – aqui e agora.

–Tem certeza?

–Absoluta!

Ele começou a me acariciar em todos os lugares me beijava com volúpia, enquanto ia tirando peça por peça da minha roupa, tudo isso sem presa e com muito carinho. Estávamos agora somente de peças intimas no meio daquele breu a luz do luar. Ele retirou meu sutiã e admirou por alguns segundos meus seios, antes de ataca-los. A boca dele era macia e gostosa. Dava-me muitos arrepios toda vez que estava em contato com minha pele. Ele foi descendo seus beijos pela minha barriga parando na beirada da minha calcinha e voltava seus beijos pros meus seios. Ele me torturava, e eu só gemia segurando seus cabelos entre meus dedos.

–Edward, por favor! – supliquei entre gemidos.

–Por favor, o que? – perguntou, com a voz maliciosa.

–Quero você!

–Então me diga como você me quer – me encarou.

–Eu quero você dentro de mim. – não precisou falar mais nada, ele foi retirando as ultimas peças de roupa que ainda nos restavam.

Estávamos nós dois nus, como viemos ao mundo. Ele se posicionou entre minhas pernas e foi me penetrando bem devagar. Quando ele se acomodou todo dentro de mim. Gememos ambos de prazer, então ele começou com um vai e vem lento, mas muito gostoso, só que eu precisava de mais, muito mais.

–Mais… rápido… mais… forte… – atendendo ao meu pedido ele começou a estocar com a força e rapidez de um leão, eu gemia quase gritava com o tamanho do prazer que ele me dava. Eu estava num frenesi frenético com o prazer que ele me dava.

–Você. É. Muito. Gostosa. – falou fungando em meu ouvido. Eu sentia que estava cada vez mais próxima da borda e o dele também pelo modo como ele se portava. Depois de um tempo não aguentei segurar e gritando me entrei ao meu clímax, ele veio depois de mais duas estocadas. As nossas respirações era tudo o que se podia ouvir ali.

–Se isso for mais um sonho, e não quero acordar. – falei depois de algum tempo.

–Então quer dizer que a senhorita sonhava comigo?! – perguntou em tom de brincadeira e malicia, e eu agradeci aos seus por estar tão escuro, pois assim ele não me veria corar.

–Desde que você entrou na minha vida, eu não parei de pensar em você – revelei.

–Comigo era assim também, na verdade era em todos os lugares em todos os momentos. – também confessou.

–E quando você estava com a Raquel? – perguntei em duvida.

–Eu e ela não chagamos a ter nada e… — ele parou e se retesou.

–E… — falei a fim que ele conclui-se o que ia dizer.

–E nada, deixa pra lá não era nada de importante. – falou tentando se desviar do assunto.

–Edward. Se você quer ter minha confiança não pode haver segredos entre agente, eu sei que escondo algo, mas já te disse que só falarei quando a Rosie estiver também, mas você não tem justificativa de esconder nada de mim. – falei o encarando seria.

–É que tenho medo que você se chateasse comigo. – Falou encarando o nada.

–Que tal você tentar me dizer antes de tirar suas próprias conclusões? – falei puxando seu rosto o fazendo me encarar.

–Tá bem, só não fique brava, ok! Mas eu só tava com a Raquel pra te fazer ciúmes. – falou e escondeu seu rosto no meu pescoço.

–Eu não acredito que você fez isso! – exclamei.

–Por favor, não fica brava. Eu fiz isso tentando chamar sua atenção. – explicou.

–Eu não to brava. – Declarei e ele me encarou.

–Não?

–Não! Eu achei fofo. – gargalhei, eu não sei da onde veio a vontade mas saber que ele estava tentando fazer ciumes em mim era o máximo, meu ego agradecia por isso.

–Fofo? Eu tenho cara do fofo… assim você me faz parecer um fido. – falou horrorizado, mas dava pra perceber que era de brincadeira.

–Ah então você preferia que eu reagisse com braveza? – perguntei.

–Não! – exclamou rápido. – prefiro ser o fido ao invés de você ficar brava comigo, mas se bem que você brava é tão bonita. – Dei uma tapa em seu braço.

–Melhor irmos, já estar tarde e tá ficando frio. – ele assentiu. Saiu de dentro de mim e este ato nos fez gemer em frustração. Enquanto vestíamos as nossas roupas ele falou.

–Eu tava pensado, agora que estamos juntos poderíamos dormir juntos não é?

–Seria uma boa ideia se, não tivéssemos ambos colegas de quarto. – falei explicando como seria impossível isso.

–É só expulsar a Rosie do seu quarto e eu vou pra lá, simples. – o encarei mortificada, eu não tava acreditando que ele disse isso.

–E a onde ela ia dormir gênio? Com o Taylor é que não seria né. — expliquei terminando de colocar a jaqueta.

–É por este lado, você tem razão! Mas, temos uma solução. – ele falou vindo ate mim e enlaçando minha cintura.

–E qual seria? – perguntei colocando meus braços no pescoço dele.

–Poderíamos pedir uma suíte pra nós dois, por minha conta é claro, mas de uma coisa é certa hoje eu não durmo longe de você, nem que caia um dilúvio na terra. Sabe o por quê? – fiz um gesto de pergunta em silencio e ele continuou sussurrando no meu ouvido. – eu ainda não estou totalmente saciado de você.

Depois dessa declaração eu sabia que ele seria o meu tormento carnal.

Continua…

Notas finais
Hei, e ai sobreviveram? Eu sei, eu sei eu sou muito má né kkkkkkkkkkk, descupa meus amores por ter parado ai, mas... eu tinha não foi culpa minha :P mais eu cho que eu vo ta lascada emsmo é no de terça, vc vao me matar tenho certeza... minha beta ja quer adiantar o serviço se ele não me matar até lá... Bjus e ate terça amore ************************************ N/B: Momento Beta supre mega hiper vermelha aqui, não pareço mais sou tímida pra carrai kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Voltando aqui, quem quer matar a Dri pro ter parado na melhor parte??? imagino que não seja só eu, espero que tenham gostado do capitulo, deixe sua opinião sobre o capitulo, oque deve acontecer e oque vc acha que vai acontecer na Fanfic. Beijos e ate próximo Bye o/ :* Comente e se possessível recomende!