Entorpecida - Finalizada
38 Epilogo
Notas iniciais
Epilogo
Point of view Edward
Hoje fazia três anos que todo o tormento da minha vida tinha acontecido lembrar-se do medo que sentir que poderia perder a mulher da minha vida, pra loucuras de Alice, me doeu muito. Não só por não imaginar ate onde ela poderia ir, como também pelo o que aconteceu com ela. Mesmo ela me fazendo todo o mal, nunca desejara isso pra ninguém. Acima de tudo ela ainda é minha Irma.
–Você tem certeza que quer fazer isso mesmo? – Bella me perguntou acho eu pela enésima vez naquele dia, eu tinha decidido que não iria ficar remoendo remorso, isso não me faria bem, nem faria bem a minha família.
–Tenho. Sei que não vai adiantar, mas vai me deixar com o coração mais leve.
–Não quer que eu ou ate mesmo a rose vá com você?
–Não quero você lá e a Rose… não vou força-la a nada, muito menos a isso.
–Ok, você que sabe. Vou levar a Soph pra casa dos seus pais então, agentes se encontra lá? – perguntou pegando a nossa filha ainda adormecida do berço e indo em direção à porta.
–Tudo bem, agente se encontra lá. – falei ainda sentando na poltrona da nossa casa.
Eu tinha certeza do que iria fazer, só não sabia se teria tanta coragem.
[…]
–Então doutor, como ela ta… hoje? – era a primeira visita que eu fazia ali, mas sabia o que acontecia lá por causas das constantes visitas de minha mãe aqui.
–Ela ta como sempre esteve, senhor. Tivemos que ceda-la esta manha, estava muito agitada, mas agora ta um pouco melhor.
–Posso vê-la?
–Sim, por favor, me acompanhe. – o doutor se levantou e me indicando o caminho onde era o quarto, da minha Irma.
Estava no Gutter Lane, um dos maiores hospitais psiquiátricos mais conceituados aqui de Londres, e onde por decreto judicial Alice foi mandada. Ela foi levada a juízo, e foi considerada uma doente mental, sendo mandada para esta clinica. Seria isso ou ela iria passar seus restantes dias numa prisão.
Mesmo que ela merecesse a prisão eu e meus pais decidimos que um tratamento psiquiátrico era o melhor pra ela.
Quase na porta do quarto, quando ele, o medico , puxou meu braço me fazendo encara-lo e me alertou.
–Se algo acontecer, se ela se irritar, o melhor que o senhor tenha a fazer é ir embora, será melhor pra ela e para o senhor também. – assinti em concordância e peguei a na maçaneta da porta, suspirei pegando um pouco de coragem e abri a porta.
Ao entrar, no quarto que estava numa penumbra eram quase quatro da tarde, só a janela do quarto aberto e na mesma, lá estava ela, na sua cadeira de rodas vendo a paisagem do lado de fora.
Era de doer o coração, mas ela tinha procurado por isso, então tentei não me penalizar por isso.
–O que você ta fazendo aqui? – ela perguntou sem se virar, me perguntei como ela sabia quem era.
–Vim visitar você. – falei calmo.
–Pra que? Pra cantar vitoria em cima de mim? Dizer que conseguiu vencer mais uma vez.
–Alice, não é assim…
–CALA A PORRA DA BOCA EDWARD, VOCÊ É O CULPADO POR TUDO O QUE ME CORREU ERA PRA VOCÊ ESTA AQUI E NÃO EU, VOCÊ! – gritou me fazendo encostar-me à parede.
Depois de um tempo, para que ela se acalmasse, voltei a falar.
–Eu não vim aqui pra tripudiar como voce alega que vim fazer e sim pra dizer que mesmo depois de tudo que aconteceu, que você tem o meu perdão. – falei tentando abrevia o Maximo possível meu tempo naquele lugar.
–Perdão não vai trazer minhas pernas de volta, não vai trazer minha vida de volta. Quem tinha que dar perdão aqui era eu e isso voce nunca vai ter de mim. Vá embora e não volte nunca mais, finja que não tem irmã assim como eu penso que sou filha única e que você não destruiu minha vida. — disse apontando na direção da porta. Fiquei parado, com uma grande indignação e incredulo. Ela tinha um grande poder de fazer tudo se voltar do seu jeito.
–Você é indigna ate de pena Alice. Eu remui durante esse tempo que passou. Tres anos! E resolvi colocar a culpa na sua doençã, mas o que voce tem vai alem disso. Eu lavo as minhas mãos. E vou fazer como voce me mandou, ir pra nunca mais volta. Espero que você viva sozinha, assim pode pensar melhor em tudo que você fez, ou não. Não me importo mais, e aparte de agora não me intereça. — depois desse derrame de palavras me senti leve e limpo de tudo o que eu sentia refente a esta mulher. Virei-me e sai do quarto não antes de ouvir seus gritos.
–SAIAAA DAQUI, ESPERO QUE VOCE MORRA, NÃO SÓ VOCÊ COMO AQUELA MOSCA MORTA QUE VOCE DIZ AMAR, SEJA INFELIZ E DESEJO TUDO DE RUIM E PESSIMO PRAQUELA COISINHA QUE VOCE CHAMA DE FILHA!!!
Ainda senti o impeto de voltar e quebrar a cara dela por falar da minha filha — que não sei e nem quero saber como ela sabia sobre ela — e sobre minha mulher, mas decide que ela ja passa por castigos ate demais, e não ira sujar minhas mãos com ela.
Quando Rose me salvou naquele dia atirando em Alice, ela acabou atirando em sua coluna, fazendo-a perder os movimentos das pernas. Alice agora era uma invalida paraplegica, sem amor e sem ninguem e ainda por cima num manicombio. Ri com a constantação da grande vida que ela tem e tera daqui por diante.
Quando soube disso na época, achei que foi bem feito, mas com o tempo vi que não valia a pena desejar o mal pros outros, mesmo que estes outros tenham feito um grande mal, assim como Alice fez pra mim. Como foi ingenuo de pensar em perdua-la. Pelo menos agora eu sei que esse sentimento não é uma coisa ruim de se senti, não em relaçao a alice.
Fui em direção a nova casa de meus pais aqui em Londres, depois de tudo e como eu e Bella moraríamos aqui junto com Sophia, e como avos corujas que eram, eles decidiram se mudar também, alem de que Alice também ficaria internada aqui, então juntou o útil e o agradecível.
Os pais da Bella aproveitaram o embalo e vieram também. O que deixou a Bella mais alegre do que pulga em pele de cachorro.
Outra coisa que deixou tanto eu como Bella alegres, foram que finalmente minha prima conseguiu enforcar o Emmett o levando pro altar, pra quem dizia que nunca ia pisar em um a não ser se fosse a casamentos dos outros, ou batizados como foi quando eles batizaram Sophia.
Essa é outra que só traz alegria pra todos. Esperta que só enche a casa de luz e esperanças que o futuro pra família Swan Cullen.
Cheguei a casa dos meus pais, e vendo bagunça que tava lá. Sophia levava a todos em suas pequenas mãos, tanto que convenceu aos meus pais que não gostavam de animais a adotar um cachorro. Essa era minha filha e era a única que iria tomar meus pensamentos alem da mãe dela, que alem de tomar minha mente, tomou meu coração e meu corpo pra ela.
–Apreciando a paisagem senhor Cullen? — falando nela...
–Sim! Mas percebi que faltava algo nessa paisagem? — falei me virando sorrindo pra ela.
–E o que seria? — perguntou me abraçando pelo pescoço e ficando a centimentro de mim.
–Você!
–Bobo!
–Por voce!
–Vamos nos juntar a turma? — falou apontando pro pessoal no jardim da casa dos meus pais.
–Sempre... — fui me afastande então ela segurou meu braço me fazendo olha-la. — o que foi?
–Como foi lá? — perguntou e percebi um pouco de tensão em sua voz.
–Não foi. — sua cara ficou confusa. — esquece este assunto, minha prioridade agora é voce, e aquela pequenina lá, que acaba de nos ver e esta correndo pra cá. E é nisso que irei me focar, nada mais sobre este assunto me entereça.
Ela sorriu e assentiu. Nossa filha chegou ate nós. A peguei nos braços e pegando a mão de Bella caminhei junto para minha familia. Pra quem realmente merecia a minha atenção.
Point of view Bella
Nunca iria imaginar que depois de tudo o que passei eu ira ser feliz. Ser realmente feliz. Eu tive que abdicar dos meus pais da minha vida, de quem eu era pelo o que me ocorrei. Me mantive afastada do mundo para que isso não me afetasse mais. Afastei pessoas que me trariam a paz.
Mas quer saber. Faria e viveria tudo de novo. Se fosse pra ter este resultado... Eu tenho uma familia unida e feliz digna de realeza. Pais amavez e lindos por dentro. Uma melhor amiga que foi e é um grade irmã que nunca tive. Um marido que me ama e que faria de tudo e mais um pouco pra que eu vivesse sem dor, sem tristesa. E finalmente a cereja do a minha filha, Sophia, que veio pra agitar e trazer a luz que faltava.
Eu vivia Entorpecida de medos e amarguras e agora sei que este meu entorpecimento virou sorrisos felizes, cheio de amor e uma certeza que não importa o que vinher, nada nem ninguem vai nos por pra baixo.
“Tornei-me tão entorpecido. Não posso sentir você aqui.
Tornei-me tão cansado. Muito mais consciente.
Transformo-me nisso. Tudo o que eu quero fazer.
É ser mais como eu sou. E menos como você é.”
Refrão musica Numb – Link Park
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