Então acende este cigarro

34 Meu relógio de pulso parou em Abril


Notas iniciais
Olá leitores, tentarei postar com mais frequência Se quiserem ler também alguns dos meus textos, visitem: https://wordpress.com/post/transbordadablog.wordpress.com

O mundo lá fora esta despencando, é verdade
Seja em gotas da tempestade, ou desvalores da nossa sociedade
E oque mais amo, é essa nossa liberdade.

O nosso desleixo em lidar com o amor, tornou tudo mais intrigante
Teus olhos esmeraldas, tão cintilantes, brilham e iluminam toda a extensão do meu quarto, bendito seja teus olhos bipolares
E eu ainda lembro do frio gelado que cobria minha face nas manhãs que você me fazia sorrir
E eu ainda lembro do calor misto ao nublado que tocava delicadamente a minha pele.

Meu relógio de pulso parou em abril, quando as horas pararam de fazer sentido
Conheci só uma pequena parte do seu mundo, e você desvendou cada pedaço do meu
Hoje, você desbrava o mundo
E o meu peito, ainda clama o teu.

O nosso beijo deslizou-se em tão perfeita harmonia que eu ainda me pergunto
O que há em você que as pessoas do mundo não podem me oferecer?
E meu peito vive esmagado, se consolando por ai
Mas aqui habita um vazio que ninguém será capaz de suprir
Acendo um cigarro na tentativa infame de me esvair junto com a fumaça pra perto de ti
Mas percebo, que você nunca saiu daqui.

Notas finais
Se gostou, comente!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.