Ensinamentos de um Cafajeste

26 Rachel - O que importa


Notas iniciais
Tem putaria nesse cap, se não gosta recomendo que pule essa parte, ou até mesmo esse cap ehueh - Como vão vocês? (:

A verdade era que o estúdio – ou loft, tanto faz – de Aaron era bem arrumado, mais arrumado do que eu esperava que fosse a casa de um cara solteiro de 23 anos que mora num lugar sem paredes. Sério, o lugar era enorme e o único lugar “privado” ali era o banheiro. Ainda bem, porque seria estranho sabe... Fazer suas higiene em frente a alguém caso houvesse visitas.

– E então? – perguntou Aaron depois que eu analisei o lugar de cima abaixo com os olhos.

– Então o quê?

– O que achou do meu apartamento?

– É bem... – olhei uma parede inteira grafitada e sorri – Aaron.

– Posso considerar um elogio?

– Pode, Pequeno Ron.

Ele riu e me abraçou pela cintura. Estranhamente, mesmo estando tão longe de conhecidos, mal havíamos nos tocado durante o dia, eu só não sabia se isso era bom ou ruim.

Senti os lábios de Aaron em meu ombro e os braços frios e molhados ao redor da minha cintura e lhe dei um tapinha no peitoral.

– Você está molhado, e está me molhando... – ele beijou meu pescoço e eu estremeci. Seus lábios estavam gelados, mas eu ainda pude sentir seu hálito quente quando senti que ele estava sorrindo ao roçar o nariz em meu pescoço – Pare com isso e vá tomar banho Aaron.

– O que acha de vir comigo? – ele desligou as mãos de minha cintura e uma das mãos chegou a minha bunda, mas não me importei porque ele continuava a beijar meu pescoço.

– Não... – gemi em protesto – Vá logo.

– Porque não sweetheart? – ele chupou meu pescoço e passou a língua no lugar depois, apertei seus braços em resposta- Estamos finalmente a sós, não podemos simplesmente curtir?

– Não vou... – inspirei fundo, tentando trazer a lucidez a tona, mas ela negava-se a aparecer – Ser mais uma vadia na sua cama.

– Você não é uma vadia Rachel – ele tirou o rosto de meu pescoço e me olhou nos olhos, para firmar o que dizia -, eu nunca apresentaria uma vadia aos meus pais.

Balancei a cabeça em negação. Ele já estava quase me fazendo ceder, mas não era tão fácil assim, eu não conseguiria...

Me desvencilhei dele e ajeitei meu cabelo nervosa.

– Por favor Rachel – ele sussurrou me segurando pela mão para que eu não me afastasse mais – não agüento mais apenas sonhar com isso, sabe o quanto é frustrante acordar duro depois de ter tido um sonho com você?

Segurei a risada, mas a verdade é que eu não conseguia rir. Nenhum cara nunca tinha chegado tão perto antes, nem pedido isso tão descaradamente.

– Não posso – falei depois de um tempo-, isso é pedir demais de mim Aaron.

– Você... – ele me olhou desconcertado – Você é virgem.

Desviei os olhos para o chão sentindo-me corar. Agora era a hora em que ele ria e dizia que nunca mais ia olhar na minha cara? Acho que sim.

– Desculpe Rach, desculpe por ter pedido isso, eu não tinha ideia – ele me puxou novamente para perto e simplesmente me abraçou, sem segundas intenções-, eu nunca pediria se soubesse que você nunca foi tocada dessa forma – ele afundou o rosto em meus cabelos e eu o abracei de volta, sem mais me importar com o fato dele estar molhado – céus sou tão idiota!

Ri baixinho contra seu peito.

– A virgem aqui sou eu, Aaron.

– Mas isso é especial para meninas, eu devia ser mais... Delicado, desculpe – ele beijou meu rosto e me olhou com um brilho estranho nos olhos, algo como... Admiração? — , mas fique sabendo que eu nunca machucaria você, porém entendo perfeitamente você não querer perder a virgindade com um cara como eu... Droga sweetheart, você merecia um príncipe e não um cafajeste.

Sorri balançando a cabeça e puxei seu rosto delicadamente para o meu e selei nossos lábios.

– Você seria perfeito para isso Aaron, mas... Não hoje – murmurei quando nos separamos e ele assentiu como se entendesse e eu tirei os fios de cabelo que caíam em sua testa.

Aaron era tão hipnotizante! Os olhos cravados nos meus, como se negasse a desviar o olhar, os lábios tão próximos e as respirações se misturando, aquela maldita roupa molhada que colava em seu corpo e me deixava completamente ciente de seus músculos...

Ele voltou a me deixar e eu correspondi, o beijei ao mesmo nível de luxúria que ele me beijava, Aaron parecia querer dizer o quanto me queria, e eu também o queria, só nunca saberia lhe dizer aquilo.

Suas mãos deslizaram para pouco acima, levantando um pouco do tecido de minha blusa e minha barriga tocou a camisa molhada dele, o que me fez arrepiar.

Deslizei minhas mãos de seus ombros por seu peitoral firme, até a barriga e amassei o tecido em minhas mãos em punho, puxando-o ainda mais para mim enquanto o beijo continuava.

Eu estava com calor, muito calor e aparentemente o corpo frio de Aaron não era o suficiente, eu queria mais, sempre mais dele.

Mal percebi o que eu fazia, quando fui ver eu já erguia a camisa de Aaron e ele me ajudou a tirá-la de vez, enquanto fazia quase imperceptivelmente o mesmo com minha blusa, então quando as blusas já estavam no chão, voltou e me puxar para si, com mais voracidade que antes enquanto uma mão ia diretamente ao meu seio e brincava ali, e a outra deslizava pelas minhas costas, indo até minha bunda, e precisei me segurar para não gemer quando ele apertou meu seio e algo bom se instalou em mim.

O meio de minhas pernas começara a latejar e o calor só crescia. Aaron era como uma droga, eu precisava sempre de mais para me sentir nas nuvens, para me sentir viva. Minhas mãos voltaram a sua barriga e dessa vez foram mais para baixo, para o cós de sua calça, e ficaram ali por um tempo enquanto eu sentia deliciada seus beijos por meu pescoço, e a mãos voltando a subir por minhas costas, indo até o fecho do sutiã, mas não me importei, tudo o que me importava era acabar logo com aquele maldito calor e aquele incomodo no meio de minhas pernas.

Então o gemido escapou involuntariamente de meus lábios quando senti os lábios quentes de Aaron sobre meu mamilo, ele mordiscou, chupou, brincou com ambos enquanto eu delirava e quando desceu os beijou por minha barriga, eu abri o zíper de sua calça e ele a tirou, puxando-me contra o grande volume preto naquela maldita boxer preta que o deixava ainda mais sexy.

– Rach... – ele murmurou contra minha barriga enquanto me puxava em direção a algo no loft.

– Hm?

– Tem certeza de que quer continuar? Não me provoque muito se não for me deixar concluir tudo – pediu e então vi para onde ele me levara, para a cama, mas agora Aaron estava sentado ali, comigo no meio de suas pernas e me segurava perto pelas panturrilhas.

Assim que baixei os olhos, a primeira coisa que vi foi o volume da boxer, que era maior do que eu poderia imaginar até em meus mais pervertidos sonhos. Eu queria, queria muito.

Colei meus lábios aos seus por um momento.

– Confio em você, Balzer.

O sorriso que ele deu depois daquilo foi o mais lindo que eu já vi em toda minha vida.

Aaron me puxou para seu colo e voltou a me beijar enquanto as mãos lidavam rapidamente com minha calça. Ele beijou-me da boca até o elástico da calcinha, onde ele puxou com os dentes para baixo enquanto pressionava minha intimidade, me fazendo gemer baixinho. Ele tirou a calcinha de vez das minhas pernas, mas ao invés de eu querer me esconder, eu me senti mais bonita do que nunca, o modo como ele me olhava fazia com que eu me sentisse a mulher mais bonita desse mundo simplesmente por um cara como ele, me desejar.

Aaron voltou a me beijar, mais calmamente dessa vez enquanto uma de suas mãos passeava pela minha intimidade, os dedos passeavam pela entrada, brincavam com meu clitóris e me enlouqueciam.

– Aaron – gemi depois de outra brincadeirinha de seus dedos em minha intimidade enterrei uma mão em seu cabelo e o puxei para trás, um sorriso safado surgiu em seu rosto – se planeja me foder, acho bom que faça isso, agora.

Ele riu rouco e selou nossos lábios, então se levantou e tirou a boxer e eu quase tive uma parada cardíaca ao ver realmente seu membro, grande, grosso e duro. Se antes eu já estava molhada, agora eu praticamente transbordava.

E não bastou ver e ouvir minha arritmia, Aaron ainda me provocou, ele massageou o membro mordendo o lábio, com os olhos fixos em mim e gemendo abafado, até que me fez gemer junto só de assisti-lo. Eu o queria logo, dentro de mim. Ele sorriu de canto e pegou na gaveta da cômoda uma camisinha, abriu o pacote com os dentes – sexy! -, e depois que a colocou, voltou até mim. De repente o pânico veio, mas eu não tinha e nem queria mais voltar atrás.

– É só relaxar sweetheart, que não vai doer. Só confie em mim.

– Eu já disse que confio, Ron.

Ele voltou a sorri e afastou meus joelhos com uma mão, enquanto se colocava entre minhas pernas e eu inspirei fundo, ele deu um sorriso confiante e se preparou, então me invadiu, delicadamente.

Uma dor instalou-se em meu ventre, mas Aaron estava parado, não se movia, apenas me olhava atentamente.

– Está doendo? Podemos parar se...

– Aaron! – o interrompi entredentes – Agora que já passamos pelo pior acho bom que me faça gozar seu filho da mãe.

Ele riu e se debruçou sobre mim, alcançando facilmente minha boca, e então começou a se mover, muito devagar enquanto me beijava e eu me agarrava a ele enquanto a dor não passava.

Aos poucos ele foi aumentando o ritmo, gemendo meu nome em meu ouvido, me deixando cada vez mais louca e a dor foi sumindo, dando lugar ao prazer e logo eu gemia seu nome tão alto que não tenho certeza, mas acho que ouvi batidas no teto – cortesia dos vizinhos- algumas vezes enquanto enterrava minhas unhas em suas costas e puxava seus cabelos ferozmente, até que meu ápice chegou e eu gritei seu nome a plenos pulmões, o dele veio logo em seguida e ele gemeu meu nome baixo em meu ouvido e mordiscou o lóbulo de minha orelha, enquanto dava mais uma estocada antes de sair de mim e tirar a camisinha usada e ir jogá-la no lixo, depois Aaron voltou até mim, os cabelos agora molhados de suor, assim como o peitoral e abdômen que eram perfeitamente definidos, o sorrisinho cafajeste no rosto como quem diz que sabe o quanto é gostoso.

Ele veio até a cama e deitou-se ao meu lado, me puxando para seu peito e eu repousei a cabeça ali, cansada e ainda arfando, e senti seus dedos andando por meus frio embaraçados e suados.

– Machuquei você? – ele sussurrou sobre meus cabelos.

– Não – menti.

– Eu sei que sim Rach, desculpe.

– O que importa é que valeu a pena – apoiei o queixo em seu peito e o olhei sorrindo, então me lembrei de algo -, e eu, machuquei você?

– O que importa é que valeu a pena – ele sussurrou de volta e selou os lábios nos meus.

Notas finais
O que acharam? ^-^