Notas iniciais
Olha quem voltou!! Tuts, tuts, tuts! Gente, eu estou tão feliz que consegui escrever alguma coisa, sério! Eu sei que ele está menor que o habitual, mas é por que ele tinha que ser assim mesmo e_e hahaha. Eu achei que meu bloqueio ia perdurar por mais tempo, contudo, eu estava ouvindo uma música do Sleeping At Last e lembrei dos comentários de vocês, isso acabou me dando ideias! Eu queria agradecer a todos que comentaram até aqui, e principalmente aqueles que me incentivam a continuar, sério gente, valeu! Bem, vocês devem estar ansiosos então vou calar a boca. Ah, leiam as notas finais, please!

And we walk together into the light

And my love will be your armor tonight

We are lionhearts

And we stand together facing a war

And our love is gonna conquer it all

We are lionhearts

Lionheart — Demi Lovato

***

Dizem que nossas vidas são feitas de pequenos instantes, momentos que parecem insignificantes, mas que podem mudar nossas vidas para sempre. Dizem que você pode encontrar o amor de sua vida em apenas um segundo. Um segundo podia mudar toda sua vida, sua rota e seus planos.

Havia aqueles que acreditavam que já nascemos destinados para o amor, que o encontrávamos nos pequenos momentos, nos atos mais singelos e puros, e que durante as maiores tormentas, ele seria nosso guia, nosso lar. Muitos diziam que já nascíamos destinados a amar apenas uma pessoa. Mas não qualquer tipo de amor, o amor, aquele sentimento forte, intenso, que parecia sufocar e ao mesmo tempo nos recolher da escuridão com suas mãos delicadas, pronto para nos oferecer o carinho do qual tanto precisávamos, como cegos que procuram por luz.

Aquele sentimento contagiante, que iluminava, podia também muitas vezes tornar-se um peso que poucos eram capazes de suportar. Oliver Queen sabia muito bem, agora mais do que nunca, que nascera para amar Felicity Smoak, que seu coração parecia bater junto ao dela, em uma sincronia perfeita, e que nada nem ninguém seria capaz de mudar isso. Entretanto, amar alguém tanto quanto ele amava aquela mulher era algo que podia tornar-se pesado, ainda mais naquele momento, quando a vida dela estava em perigo, e ele sabia muito bem o que aquilo significava para seu coração.

Ele sentia como se o peso da recente descoberta apertasse suas costelas, tirando o ar de seus pulmões. Não conseguia pensar, seus olhos ardiam, cansados, um nó formava-se em sua garganta e tudo o que ele precisava era de um tempo, mas pedir isso seria um luxo àquela altura do campeonato. Ele precisava dar um jeito na situação, precisava protegê-la, não importava o preço, ele faria qualquer coisa para mantê-la a salvo.

— Oliver, você está quieto — Felicity murmurou, a voz baixa. Ela o observava em silêncio, seus olhos azuis ávidos por qualquer coisa, por algum sinal. Contar para ele havia sido bem mais difícil do que ela esperava, mencionar aquela ligação fez o pânico crescer em seu peito, e grande parte daquele medo era direcionado ao homem na sua frente. Ela não sabia quem havia feito a ligação, mas suspeitava que Cooper tenha sido o responsável pela mesma, e a jovem tinha medo do que ele poderia fazer, de até onde ele seria capaz de ir para destruí-la.

— Pode ser qualquer um dos dois, Felicity — ele não a olhou, parecia preso a seus próprios pensamentos, incapaz de organizá-los de forma racional. — Pode ser Slade ou Cooper — ele apoiou a cabeça entre as mãos, tentando pensar.

Estava sem opções, de qualquer forma. Não conseguia pensar em nada, em nenhuma solução que fosse capaz de resolver seu problema. Preciso mantê-la segura. Pensou, fechando os olhos.

— Vamos voltar para Starling City — ele levantou, sem esperar que ela dissesse qualquer coisa: — Arrume suas malas — mandou.

Ela não disse nada, apenas levantou-se e foi em direção ao quarto. Subiu as escadas e adentrou no cômodo, onde ele já havia jogado as malas na cama e colocava as roupas dentro das mesmas sem sequer dobrá-las. Ela o observou em silêncio, sem saber o que o falar. O tocou no ombro mas ele parecia afetado, não pareceu ter notado a presença dela:

— Oliver — murmurou, erguendo o queixo dele com o polegar, os olhos dele estavam duros e ele parecia irritado. — Vai ficar tudo bem — murmurou. Ele riu, sem humor e afastou-se dela, sua voz soou dura, gélida:

— Não vai Felicity — ele jogou a blusa dentro da mala e a jovem respirou fundo, mordendo o lábio inferior. — Há alguém querendo te matar e eu não faço a menor ideia de quem possa ser, não faço a menor ideia do que eu posso fazer e eu não aguento mais isso! — Ele gritou e ela estremeceu. A jovem jamais havia o visto tão bravo, tão... Despedaçado.

— A gente vai dar um jeito — ela se abraçou, com força: — Vamos conseguir ajeitar as coisas — murmurou: — Eu vou ficar bem.

— Não há jeito para isso — ele balançou a cabeça, passou a mão pelos cabelos e olhou para os próprios pés, fechando os olhos fortemente, como se assim pudesse anular o mundo ao seu redor: — Não há, por que se for Slade significa que ele irá te encontrar e te matar — a voz dele tornou-se incrivelmente baixa, ele colocou a mão sobre o peito, seus olhos azuis agora pareciam repletos de dor, de agonia, desespero: — E eu não vou deixá-lo fazer isso — fechou os olhos. Respirou fundo. Precisava fazer aquilo, pelo bem dela: — Nós não podemos mais ficar juntos.

Felicity piscou, sem entender. Não podemos ficar juntos. As palavras ecoaram por sua mente. Ela piscou de novo, seus lábios secaram. Sentiu o quarto ao redor dela comprimir absurdamente, conforme uma sensação diferente de todas as outras crescia em seu peito, como um verme comendo-lhe a carne, dolorosamente.

— O que?! — Foi a única coisa que conseguira falar. Encolheu-se, sentindo seus batimentos cardíacos acelerarem, conforme aquele veneno corrosivo percorria suas veias, infectando suas artérias, sua corrente. Seus pulmões comprimiram e ela colocou a mão sobre os peitos, numa fútil tentativa de parar a dor, que agora consumia todo seu peito.

— Não podemos mais ficar juntos — dizer aquilo fez com que Oliver fechasse os olhos. Aquele frio, aquele torpor, agora cresciam por suas pernas, correndo por seus joelhos, e ele sabia que era um mecanismo, uma fuga da dor que ele sabia que uma hora chegaria.

— Você não pode fazer isso, Oliver! — Ela gritou. Não dava a mínima se pareceria descontrolada ou louca, mas ela não o deixaria ir embora: — E eu sei que você acha que estará me protegendo do Slade assim, mas isso não é verdade — seus hormônios explodindo, em uma forma de combater aquela sensação letal que crescia em si mesma: — Eu sou adulta, cacete! Eu escolhi isso, escolhi você e eu não me arrependo! Eu amo você! — Bateu no próprio peito, tentando ao máximo não desabar em lágrimas: — Você não sabe o que é melhor para mim, só eu sei — respirou fundo: — Eu sei o que é melhor para mim... Nós não sabemos quem realmente está por trás disso — piscou, respirando fundo: — Pode ser Cooper — comentou: — Pode me chamar de egoísta, mas eu não te afastaria por isso — admitiu. A dor seria grande demais e a jovem não sabia se seria capaz de lidar com a mesma.

— Você acha que é fácil, Felicity? — Agora ele gritava a plenos pulmões, mas ela estava furiosa demais para se importar: — A Sara morreu por que eu fui um idiota, por que cometi um erro! — Ele não impediu as lágrimas: — Você tem noção do quanto doeu? — Murmurou: — Faz alguma ideia de como foi encontrar a mulher que eu amava caída no chão, em uma poça de sangue? — Sua garganta doía, suas pupilas estavam dilatas, seus olhos vermelhos, tudo que ele sempre guardara a sete chaves agora era gritado para quem quisesse ouvir: — O sangue dela ainda estava quente! Eu implorava para que ela voltasse, mas ela não voltava! Ela não abria os olhos — ele soluçou, as lágrimas caindo por seu rosto, em sua barba: — E ai você apareceu — ele riu, parecendo estar prestes a ter algum surto nervoso: — Você me fez tão bem tão... Feliz — olhou para o teto: — Me fez reencontrar o sentido da vida, me deu razões para continuar tentando — fechou os olhos. — E eu não vou passar por isso de novo, Felicity — ele cedeu: — Eu não quero te perder, eu não posso, você está entendendo?! — Ele gritou de novo.

Então, tudo o que sucedeu foi o mais absoluto silêncio. Ela não soube o que fazer, como agir. Aproximou-se dele o abraçou, sentindo-o apertá-la com força desnecessária, mas ela jamais reclamaria. Jamais. Ela entendia-o muito bem, pois compartilhava dos mesmos receios. Contudo, ela sabia que seria incapaz de ficar longe dele, ainda mais depois da noite anterior. Felicity sabia que encontraria uma forma de fazer tudo dar certo, os dois encontrariam:

— Eu não vou viver sem você — ele a apertou contra si, inalando aquele perfume que tanto amava e só então se perguntou: Será que eu seria capaz de realmente a deixar ir? Ele não fazia ideia se seria capaz de deixar aquela mulher sair de sua vida, e se quisesse ser sincero consigo mesmo, sabia bem que conseguir tal proeza seria algo difícil.

— Não vai precisar — ela prometeu, fechando os olhos. Sentiu o calor do Sol batendo contra seu corpo, e só pôde sorrir, como há muito não sorria.

...

Caitlin fechou os olhos, um sorriso formando-se em seus lábios, quase que instantaneamente. Seu coração acelerou e ela sentia-se como uma jovem adolescente apaixonada. Contudo, com Thomas Merlyn as coisas simplesmente eram tão diferentes...

Não era uma daquelas paixões quentes, que duravam apenas três meses e depois cessavam, era bem mais do que aquilo e ela sabia. Ela jamais sentira algo tão forte, tão intenso e verdadeiro. Era como se algo dentro dela a dissesse que aquele era o homem de sua vida, que era com que ele que ela iria querer envelhecer, ter filhos.

Aquele sentimento era algo que ela nunca pensou que poderia ter, soava como os livros de romance, nos quais o casal se conhecia e instantaneamente, sabia que era amor. Ela era completamente apaixonada por aquele homem, na verdade, não se apaixonar seria uma tarefa bem complicada quando se tratava de alguém como ele. Não se tratava apenas da óbvia beleza, ia bem além do externo, seu sentimento era amplificado pela incrível pessoa que Tommy era.

Ele era alguém com um coração extremamente bondoso, generoso. A vida havia o tirado tantas coisas, entretanto, de alguma maneira, ele jamais permitiu que isso afetasse seu jeito de ser e de agir. Caitlin sabia o quão doloroso devia ter sido perder a noiva, uma mulher a qual ele claramente ainda ama com todo seu coração. Ela suspirou com o pensamento e arrumou seu vestido, a melhor coisa que ela podia fazer era agir como se nada tivesse acontecido.

Ela saiu do quarto e assim que chegou a escada reconheceu a música que havia tocado para Tommy há um mês. Entretanto, era a versão original, de Taylor Swift. Desceu as escadas de mármore e ficou parada, analisando a letra.

— Essa foi a música que você tocou — Tommy murmurou, seus olhos focados em um ponto qualquer.

— Foi sim — confirmou. Só então percebera o quão significativa aquela letra era, o quão verdadeira a mesma parecia ser. O amor que ela tinha por ele estava transcrito ali, claro e vívido, e na época, nem ela mesma percebeu o quão irônico aquilo era.

— Eu queria lhe pedir desculpas — ele falou, passando a mão pelos cabelos. — Pelo beijo — pigarreou. — Eu não sei o que deu em mim — brincou com o botão da camisa salmão que ela havia escolhido para ele: — Não vai se repetir, prometo — garantiu, mas por alguma razão, as palavras deixaram um gosto amargo em sua boca.

Caitlin quis dizer algo. Não fala isso. Sua mente implorou, em um desespero silencioso. Sentiu-se tola, a mais idiota das pessoas. Como pude achar que ele iria simplesmente gostar de mim?! Ele ama outra, caramba!

Não tem problema — garantiu, não obstante, seu peito parecia a dizer o oposto. Ela sabia que sua situação era complicada, estava condenada a amar um homem que jamais sentiria o mesmo por ela. — Precisa fazer essa barba — mudou de assunto, tentando ao máximo esquecer aquela sensação angustiante.

— Depois de seu surto quando me cortei não achei uma boa ideia — ele deu de ombros. — Ia ser bem mais arriscado tentar me barbear — comentou. Ela concordou, estremecendo com o pensamento e murmurou, tentando ao máximo não o tocar:

— Eu irei te levar a um excelente barbeiro — murmurou, não conseguiu resistir, quando percebeu, já estava o tocando onde a barba crescia, sentindo a mesma pinicar em sua palma. Ele fechou os olhos em um ato involuntário, apreciando a delicadeza daquele toque. Aproximou-se do mesmo, não conseguia evitar.

Havia tanto que Caitlin queria que ele soubesse, tanto que ele precisava saber, mas ela não tinha a força e a coragem necessária para dizer tudo aquilo que ela carregava em seu peito, ardendo em chamas. Ela sabia que haveria um momento em que ficar perto dele seria insuportável, ela não conseguiria lidar com ele falando de outra mulher, de como amava outra. Até aquele ponto, havia sido algo tolerável, mas ela sabia que haveria um momento em que ela simplesmente não seria capaz de aguentar tudo aquilo. Mas, ao mesmo tempo, não sabia se seria capaz de o deixar, não quando ele ainda parecia tão frágil:

— Eu gosto do seu perfume — ele comentou, sentiu uma súbita vontade de a beijar a palma da mão e o fez, sem sequer perceber. Ela respirou fundo, sorrindo, e o encarou: — É gostoso — falou, sinceramente.

— Obrigada — não tirou a mão do rosto dele, se dependesse dela, jamais tiraria.

— Você salvou minha vida — ele a deu um beijo na testa: — Eu sei que em algum momento vou precisar deixar você ir embora mas... — as palavras ficaram presas em sua garganta.

Aquela mulher havia o arrancado do Inferno e ele nem sabia como ela tinha tanto efeito sobre ele, sobre sua vida, seu coração. Ao perder Laurel, sentiu como se tivesse perdido o chão, e ela fora aquela o devolvera a ele, da forma mais estranha e sem sentido, ela o dera um apoio que ele não imaginou receber. Há algum tempo, a implora por apoio e falhou em perceber que ela era aquele apoio, que ela era sua salvação. Ele não fazia ideia de como faria sem ela por perto, não conseguia compreender aquele sentimento que crescia em seu peito, florescia em sua alma com tamanho poder, tamanha força.

Ele se considerava um homem de sorte, pois Olvier não tivera tamanho apoio quando perdera Sara, mas ele tinha. Ele sentiu-se egoísta, não deveria querer prendê-la ali, mas no fundo, sabia que seria incapaz de deixá-la ir. Caitlin havia o ajudado mais do qualquer outra pessoa, mais até mesmo do que Laurel Lance e ele ainda não sabia como alguém podia se tornar tão importante como ela havia se tornado.

Seu mundo antes era tingido em tons de cinza, numa eterna escuridão, mas ela conseguiu o iluminar, o acessar quando ninguém mais conseguia. Ela o tirava o torpor, o permitia sentir de novo, tudo. Mas o problema era que ele não conseguia identificar aquele sentimento que pulsava em seu peito, que dominava sua alma de maneira tão intensa.

— Eu não irei a lugar nenhum — ela fechou os olhos. — A menos que você queira — comentou, rapidamente.

É a última coisa que eu quero. Ele pensou, conforme seu coração outrora adormecido agora voltava a bater...

...

Oliver estava sentado na cama, encarando o teto, a aliança ainda estava em seu dedo, brilhando sob a luz da Lua. Aqueles pensamentos ainda corriam por sua mente, perturbando-o.

Sua vida havia passado por tantas mudanças, muitas boas, outras ruins, mas que com certeza o guiaram até Felicity Smoak. Em momentos como aquele, ele acreditava que era uma forma da vida ser irônica, e o mostrar que ainda podia surpreendê-lo. Depois da morte de Sara, jamais pensou que encontraria alguém que pudesse salvá-lo de si mesmo, dos demônios que ele criara. Então ela apareceu, como uma brisa de verão, como uma luz no fim do tudo, o tirou todos os medos, expurgou todos os demônios como ele sabia que ninguém seria capaz de fazer, nem mesmo Sara.

Ali, deitado naquela cama, ele realmente percebeu a profundidade de seu sentimento por aquela mulher. Ela o salvara de todas as maneiras que alguém era capaz de salvar outra pessoa, o tirara o medo, a dor. Ele sabia que no fundo se distanciar apenas os machucaria mais e ele não queria a fazer infeliz, isso era última coisa que ele queria naquele momento. Apenas queria que ela fosse feliz, independente de qualquer outra coisa.

— Posso entrar? — Felicity perguntou, abrindo a porta do quarto. Ele assentiu e ela entrou, fechando a porta atrás de si. — Está mais calmo?

— Sim — ele respirou fundo: — Me desculpe por hoje de manhã eu só...

— Eu sei — ela sentou-se na cama e fez um carinho no rosto dele, aproveitando o momento.

Os olhares se encontram e não havia nada mais para ser dito. Ela estava nas veias dele, percorrendo sua corrente sanguínea, estava em cada batida de seu coração, era sua força, sua luz.

— Eu sei que as coisas estão difíceis, meu amor — encostou sua testa na dele, respirou fundo: — Mas nós só vamos conseguir se estivermos juntos — fechou os olhos.

Ele assentiu. Sabia que ela estava certa, sabia que apenas conseguiria superar aquilo com ela ao seu lado. Sempre que a escuridão ameaçava surgir, ela aparecia, o tirando o medo, o arrancava da escuridão. Eles tinham a mesma história, a qual os unia, e aquele sentimento, que marcava ambos os corações, ambas as almas.

— Acho que você tem razão — ele abriu os olhos. Ela sentiu-se segura diante daquele olhar e sorriu:

— Vai dar tudo certo — garantiu: — A gente vai ganhar essa guerra — o beijou a bochecha e ele sorriu. — Eu vou seu sua armadura — prometeu. E ele achou curioso, pois ela já era fazia um bom tempo.

Ela se assustou ao ouvir seu celular tocando e suspirou de alívio ao ver que era Barry.

— Oi, Bar — disse, animada.

— Oi, Lissy — a voz dele parecia preocupada.

— O que houve? — Perguntou, preocupada.

— Cooper acabou de fugir da cadeia.

Notas finais
E ai gente? Como eu disse, está menor do que de costume mas agora acho que vocês entenderam a razão, e também devo dizer que minha criatividade e imaginação ainda não voltaram completamente à ativa, so... Mas enfim, agora nós temos mais esse pequeno problema haha. Me desculpem, mas novamente eu gostaria de assegurar que sei o que estou fazendo. Gente, eu decidi que a história vai ter um trailer (weeee), e queria saber qual dessas cinco músicas vocês preferem: 1º Heartbeats - Daniela Andrade Link: https://www.youtube.com/watch?v=qZBxUwox3ZE 2º Arctic - Sleeping At Last Link: https://www.youtube.com/watch?v=c8xtGXsueXA 3º Salvation - Gabriele Aplin Link: https://www.youtube.com/watch?v=wWttGChn5ZE 4º The Wreck Of Our Hearts - Sleeping Wolf Link: https://www.youtube.com/watch?v=BsNm54UwWWQ 5º Let It All Go - Birdy + Rhodes Link: https://www.youtube.com/watch?v=6u0DGIh3wLA Por favor, não saiam sem comentar, okay? E quando forem comentar, digam o que acharam do capítulo num geral e façam sua votação na música que vocês acham que se encaixa mais, tá? Beijinhos :3