Ensaio para o fim do mundo
2 Capítulo 2 começando do começo
Notas iniciais
Faz umas duas horas que eu estava andando pelas ruas de Nova York, esse lugar me lembra muito Tóquio, mas vocês não devem estar entendendo nada (n/s: eu não).Então ta vamos começar do princípio (n/s:não começa do final sua jumentaಠ╭╮ಠ) .OK depois dessa demonstraçõe de carinho centa que lá vem história
Meu nome é Lee Mei, mas pode me chamer só de Mei, eu tenho 18 anos e 1,61 de altura (um toco de amarrar bode) tenho cabelos pretos e olhos azuis, mas não um azul normal eu tenho heterocromia, isso significa que um olho é azul forte e o outro e azul bebê, sou negra, sim negra ficaram espantados né Ha Ha Ha, eu sou a personificação da palavra diferentona, mas vamos parar de falar do meu corpinho (n/s: e bota "inho" nisso). Eu sou japonesa, sim Japão sabe onde é? Então lá mesmo que eu nasci, meu pai é japonês e minha mãe brasileira e dessa mistura nasceu essa coisa de olhos coloridos que sou eu. Não vou falar muito da minha familia quem sabe mais tarde, enfim eu fui para Nova York com meu primo por parte de mãe para ver um evento de games e cultura japonesa, ai você deve esta pensando: quem sai do Japão pra ver coisas sobre o Japão ? Eu les respondo meus caros gafanhotos, EU o/, meus caros ser normal não faz parte da minha vida sabe, eu até tendo mas não dá certo, fazer o que.
Então eu e meu primo Vinicius estávamos voltando para o hotel por volta da meia noite quando veio em nossa direção umas três pessoas com as roupas ragasdas cheias de sangue e com partes dos corpos mutiladas, eu como uma pessoa sensata fiz o que qualquer pessoa faria.
—Caraca maluco, vocês estão perfeitos, esse é o melhor cosplay de zumbi que eu já vi- falei mega empolgada -Vamos tirar uma foto.
Meu primo ficou me olhando com uma cara de quem ia me matar e disse.
—Você ficou maluca Mei- ele praticamente berrou no meu ouvido -Como vamos tirar fotos se você deixou a câmera cair no vaso sua jumenta asiática.
Esse era eu fato a ser esquecido, qualé ate parece que eu sou a unica pessoa que deixa cair uma câmera proficional mega cara em um vaso de banheiro publico? (n/s: é sim) enfim deixa pra lá.
—Calma ia tiú eu já pedi desculpas OK, e não importa agora, a gente tira com meu celular mesmo, e jumenta e você seu pintinho amarelinho- Falei mostrando a lingua para ele, (madura eu né)
Enquanto eu e meu primo trocavamos palavra de amor e carinho os moços do cosplay chegaram perto, e um deles atacou uma mordida no ombro do meu primo.
—Calma ai moço não precisa entrar no personagem não- Berrou o meu primo.
—HaHaHaHa (isso sou eu rindo como uma égua mal parida) em uma hora dessas eu não to filmando- Falei em meio a crise de risos -Faz de novo Tuí pra mim filmar.
—Faz o caralho, ele mordeu de verdade olha aqui ô- Meu primo me mostro o braço, estava sem uma parte do ombro.
—Cama ai moço não precisa está atuação tão realista, não ta concorrendo a o oscar- falei vendo o sangue do meu primo fazer uma poça no chão -Vem pintinho vamos para um hospital antes que você morra.
Nós saímos de lá e os moços do cosplay vieram atrás, mas depois eles se destariram com um cachorro.
—Mei ta doendo muito, parece que meu braço ta pegando fogo- Ele estava ficando pálido.
—Calma, nós já estamos chegando, ate parece que nunca foi mordido por um estranho na rua.
—Não.
—Então como diz o ditado, pra tudo tem uma primeira vez.
Quando nós chegamos no hospital eles levaram meu primo direto para uma sala muito estranha cheia de pessoas com umas roupas amarelas que cobria o corpo todo. Eu fiquei esperando até as quatro da manhã, foi quando o medico chegou e me folau que meu primo não sobreviveu porque perdeu muito sangue, ele também me falou que as pessoas que morderam ele estavam infectadas por um viros que deixa todo mundo loucão de pão de queijo querendo morder até o papa, ta bom não foi bem assim que o medico disse mas foi isso o que eu entendi hehe.
Depois de duas semanas que meu primo foi mordido estouro o apocalipse e a maioria das pessoa estava infectadas.
Agora oito meses depois que meu primo virou petisco de zumbi, cá estou eu andando pelas ruas de uma Nova York pós apocalíptica, sozinha e só com uma coisa na cabeça...
—EU QUERO COMER TOMATE
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