Notas iniciais
Capitulo mega pequeno eu sei, mas vou compensar, nem postaria hoje, mas uma leitora me pediu então. Boa leitura XD Serio gente comentem mais, a fic tem em torno de 100 acessos por capitulo, e ver que quase ninguem deixa uma opinião desanima, em fim, agradeço as meninas que sempre comentam :D

POV LEON

– Eu tenho direito de ficar – gritei desesperado para o segurança do hospital.

Me sentei no meio fio da calçada.

FLASHBACK ON

Somente eu e o German estávamos na sala de espera, em silêncio total... Quando o médico contou eu, nem sei explicar, entrei em choque e mais de mil coisas se passaram pela minha mente.

Será que era isso que ia fazer eu superar tudo? Será que um filho com ela seria o passaporte para ser feliz para sempre ou traria caos para nós?

Um leve sorriso se formou em meu rosto. Mas German surtou e começou a me empurrar para fora do hospital e dizer que eu não a veria nunca mais.

– A Violetta é maior de idade e não tem que fazer tudo o que você manda! Eu vou ficar com ela e vou cuidar do meu filho! – tentei argumentar.

– Você nunca mais vai vê-la – ele falou isso com tanta certeza que eu me desesperei.

Voltei para casa e descontei minha raiva em alguns móveis. Me sentei na cama e liguei para Violetta, chamou duas vezes e logo desligou. Se repetiu isso varias vezes até que desisti.

Não sabia o que faria sem ela, o que seria sem ela.

POV VIOLETTA

É eu não sabia como seria daqui em diante. Mas a ideia de ser sem o Leon me matava a cada segundo, era torturante.

Quando cheguei em casa, combinamos que o papai e Angie iriam comigo para morar em Madrid, Ludmila acabaria o curso do Studio e iria para lá, Frederico ficar com ela em Buenos Aires durante esse tempo para que ela não ficasse sozinha.

Angie me perguntou varias vezes se eu queria ir e eu só conseguia responder que o Leon concordou que eu fosse, ou seja, ele não se importava comigo ou o nosso filho.

É eu iria embora em uma semana.

E agora meu pai me tratava da mesma forma que me tratava quando chegamos aqui. Eu ainda não havia falado com o Marotti, nem com o Antônio, mas achava ser melhor assim. Simplesmente sumir como se nunca houvesse existido de verdade.

– Violetta, o almoço esta servido — disse meu pai daquela forma fria que fazia tempo que não me tratava.

– Já vou — respondi saindo do quarto.