Enfrentando a Realidade 2 temporada ~Voy por ti!
8 "É eu iria embora em uma semana."
Notas iniciais
POV LEON
– Eu tenho direito de ficar – gritei desesperado para o segurança do hospital.
Me sentei no meio fio da calçada.
FLASHBACK ON
Somente eu e o German estávamos na sala de espera, em silêncio total... Quando o médico contou eu, nem sei explicar, entrei em choque e mais de mil coisas se passaram pela minha mente.
Será que era isso que ia fazer eu superar tudo? Será que um filho com ela seria o passaporte para ser feliz para sempre ou traria caos para nós?
Um leve sorriso se formou em meu rosto. Mas German surtou e começou a me empurrar para fora do hospital e dizer que eu não a veria nunca mais.
– A Violetta é maior de idade e não tem que fazer tudo o que você manda! Eu vou ficar com ela e vou cuidar do meu filho! – tentei argumentar.
– Você nunca mais vai vê-la – ele falou isso com tanta certeza que eu me desesperei.
Voltei para casa e descontei minha raiva em alguns móveis. Me sentei na cama e liguei para Violetta, chamou duas vezes e logo desligou. Se repetiu isso varias vezes até que desisti.
Não sabia o que faria sem ela, o que seria sem ela.
POV VIOLETTA
É eu não sabia como seria daqui em diante. Mas a ideia de ser sem o Leon me matava a cada segundo, era torturante.
Quando cheguei em casa, combinamos que o papai e Angie iriam comigo para morar em Madrid, Ludmila acabaria o curso do Studio e iria para lá, Frederico ficar com ela em Buenos Aires durante esse tempo para que ela não ficasse sozinha.
Angie me perguntou varias vezes se eu queria ir e eu só conseguia responder que o Leon concordou que eu fosse, ou seja, ele não se importava comigo ou o nosso filho.
É eu iria embora em uma semana.
E agora meu pai me tratava da mesma forma que me tratava quando chegamos aqui. Eu ainda não havia falado com o Marotti, nem com o Antônio, mas achava ser melhor assim. Simplesmente sumir como se nunca houvesse existido de verdade.
– Violetta, o almoço esta servido — disse meu pai daquela forma fria que fazia tempo que não me tratava.
– Já vou — respondi saindo do quarto.
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