Epílogo

24 horas depois...

- Temos que checar todos os lugares onde ele se escondeu antes, mas que seja algo óbvio e procurar por mais pistas. – Eu encarava nesse momento meus familiares e os guardiões mais conceituados para esse resgate. Eles sabiam que nesse momento eu tinha que ser racional, eu sabia que tinha que ser – pelo menos estava me forçando a pensar desse modo. – Eddie, você checou todo o perímetro? – perguntei de modo direto e impessoal, como tinha que ser.

- Sim, ainda dei-me permissão para procurar além e nada. Estou fiscalizando locais fora da corte que estão abandonados e locais perto do hospital. – disse ele em seu tom de guardião. Assenti positivamente. Não poderia esperar menos dele.

- Ótimo. – resmungo de mau humor. – Continue a rastrear. Mãe e os aparentes e pessoas próximas a eles? – pergunta a encarando.

- Seus pais viajaram desde que fora quebrado a compulsão depois de seu sequestro e não voltaram ainda. – disse ela no mesmo tom que eu. Um frio desceu pela espinha e meu estômago revirou ao me lembrar do meu sequestro. E, pensar que meu filho, que eu nem tive chance de conhecer está passando por isso.

- Então, vamos todos continuar a busca. Caso haja qualquer mínimo detalhe que deixamos escapar, e alguém lembrar... Não hesitem em me ligar. No momento, essa reunião está encerrada e todos aos seus serviços. – digo. Quando todos estavam levantando de seus lugares; eu os paro. – Quero agradecer a vocês. Vocês não precisam fazer isso por mim e, por Dimitri... – paro e olho para todos e paro meu olhar sobre Dimitri e sorrio para ele e todos, mesmo que o sorriso não chegue aos meus olhos, e eles entendem. – estão aqui e, acima de tudo, estão nos apoiando. Obrigada. Quem está agradecendo é a mãe que não conheceu seu filho e, não a guardiã, e a garota com fama de rebelde. – termino e saio da sala, sendo seguidas por olhares e por Dimitri logo atrás de mim. Eu queria chorar, mas eu não podia. Não havia mais lágrimas para serem derramadas.

Assim que eu saí da sala eu encarei Dimitri. Ele estava chorando. Está se culpando pelo o que aconteceu ao nosso filho, eu o entendo, mas eu disse que ele não tinha culpa. Mas como ele é o Dimitri, ele sempre arranja um modo para autopiedade. A auto aversão que tem a si mesmo. Dimitri precisa de terapia.

Vê-lo vulnerável derrubou as minhas defesas, ele estava muito abalado. Primeiro aquele maldito sequestro em que não pode acompanhar toda a minha gravidez, depois quase me perde na mesa de parto, e seguida nosso filho nosso pequeno milagre é sequestrado. Dimitri me explicou que não viu nosso filho, porque estava esperando eu acordar para vermos nosso bebê juntos.

Eu o abracei. Passei os braços entorno de seu pescoço o puxando para mim. E ele desabou me apertando contra si, eu o estava confortando e confortando a mim mesma. Eu nunca o havia visto assim e, nunca mais quero presenciar algo assim. Ele não merece... Eu também não. Então, porque estamos passando por tanto sofrimento? Nós sabemos que fora Adrian que raptou nosso Vladimir.

Separamos-nos e o guiei para o nosso apartamento. Chegando lá preparei seu banho de banheira e o chamei. Entramos juntos, mas eu fiquei atrás dele e dei banho nele. Passando a ele todo o carinho e que não havia ressentimento de minha parte. Eu faria a mesma coisa se fosse ele; fato. Ele relaxou e começamos a nos beijar, senti tanta falta dele... Nossas mãos passearam pelos corpos um do outro. Era tão bom.

Logo nos separamos e ele pegou o xampu e lavou meus cabelos como sempre fez. Ele massageou meus ombros e me deu banho como eu havia feito há instantes com ele. Terminamos e nos vestimos, eu iria fazer uma busca. Dimitri estava confuso quando viu que eu estava colocando o meu uniforme, por questão de ser confortável e por seu monocromático, é bom para disfarces. Coloquei meus tênis e o respondi a sua pergunta muda.

- Sim, eu vou para um busca. – anunciei. Dimitri Ficou na minha frente quando fiquei ereta. Ele estava avaliando o meu rosto para ver se era alguma piada, poderia até rir da cara dele se não fossem as circunstâncias em que estávamos.

- Rose, você acabou de sair de um coma, seu parto foi cesariana seus pontos ainda estão encaminhando para uma cicatrização, mas você não pode sair por aí. Você precisa de repouso, meu amor. – disse ele calmo, como se estivesse falando com uma criança de cinco anos.

- Camarada, eu vou atrás do meu filho. Você não pode ir, porque está exausto e fraco. Você acha que eu não percebi que está mais magro? E essas olheiras grotescas em baixo dos seus olhos? Você fica! – digo determinada e encerrando esse assunto. Enquanto, ele estava contrariado com minhas últimas palavras.

- Rose... – em um passo estava colada em seu corpo com um de meus dedos em seus lábios. – Eu ficarei bem. A não ser o fato de saber que o meu marido não me ouviu e foi atrás de mim. Saiba que eu ficarei extremamente furiosa. Você está exausto, e precisa descansar. – disse pondo um fim na conversa.

- Vamos comer... Pelo menos mal alimentada você não estará! – disse ele com um meio sorriso. Retribui e fomos em direção a cozinha.

Comi bastante, como não fazia há muito tempo. Dimitri havia feito os pães pretos – que, diga-se de passagem –, não sei o que vai nele. Fazendo-me um belo e grande sanduiche acompanhando por chocolate quente. Comi dois sanduiches e ele também, o chocolate quente estava maravilhoso!

Olhei para baixo e minha camisa do uniforme estava molhada... Droga! Estou cheia de leite e ainda não amamentei o meu bebê! Eu olhei para Dimitri e ele reparou que eu estava estranha e, então mostrei o porquê.

- Você pode pegar a bombinha de leite que está aqui no armário e tirar um pouco. – disse ele. Eu peguei a bombinha e tirei a camisa e o sutiã – ouvi o suspiro de Dimitri ao ver os meus seios. Nós não poderíamos fazer nada durante a quarentena, por causa do resguardo. Meu corpo voltou quase que ao normal.

Foi doloroso o processo por dois motivos: Primeiro que eu não estava habituada e me machuquei um pouco e segundo, por que eu queria estar alimentando o meu bebê. Sabe-se lá onde aquele desgraçado do Adrian estava com o meu bebê! Meu coração se apertou. Dimitri percebeu e ficou atrás de mim alisando meus braços. Dando-me forças.

Terminei e fui pegar outra camiseta preta. Quando o telefone toca, olho para ele e vou em direção ao telefone.

- Hathaway-Belikov. – digo meu mais recente sobrenome.

- Eu estou segurando nosso filho em meus braços querida. Ele é lindo como você! – ouço a gargalhada do outro lado da linha.

- Adrian! Você alimentou nosso filho? – disse eu embarcando na sua viagem.

- Sim, arrumei uma pessoa para cuidar dele, querida. Só que nós estamos sentindo a sua falta! – disse ele em tom acusatório.

- Me diga onde está e eu irei. Eu estou com saudades do nosso filho, meu amor. – disse eu. Minha boca secou e senti náusea ao chamá-lo de “meu amor”.

- Você o deixou para ficarmos juntos? – perguntou-me calmamente.

- Sim. – disse encarando Dimitri. Ele estava me dando sinal para que continuasse. – Minha vida não é nada sem você e o nosso filho. Estou sozinha. O deixei assim que pude, não quero vê-lo nunca mais. – disse engolindo a seco. Minha garganta estava se fechando, estou segurando o telefone com as duas mãos com uma força desnecessária.

- Eu voltei para o lugar onde se deu a origem do nome de nosso filho... Estou na Saint. Vladimir. – disse ele gentilmente. Só consegui me sentir enojada.

Dimitri olhava para mim com ansiedade e vasculhava meu rosto a procura de qualquer informação que lhes desse alguma dica do que Adrian me dizia. Voltei a me concentrar na conversa.

- Meu bem, irei atrás de você o mais rápido o possível. Ninguém irá nos separar dessa vez, nem eu mesma, enfim teremos nosso ‘Felizes Para Sempre’. – disse tentando soar sonhadora e parece que obtive êxito pela sua voz.

- Estamos esperando por você amor. – disse e desligou o telefone.

- Adrian está na Saint. Vladimir, com o nosso filho! – digo e o choque está nas feições de Dimitri. Vamos para o quarto. Eu estou arrumando nossas malas e ele está fazendo ligações. Dispensamos alguns guardiões e nossos amigos vão conosco, além de meus pais.

***

Chegamos a Saint Vladimir de dia. Nós ligamos para Kirova em cima da hora, quando estávamos chegando. Não podíamos deixar que ninguém o informasse. Fizemos uma vasculha rápida. E, de repente houve um estralo na minha cabeça. A cabana. Só de pensar lá, várias memórias invadem minha mente. A primeira vez que eu e Dimitri fomos amor, logo após ele virou strigoi. Minha partida para a Rússia... Balancei a cabeça para afastar esse pensamento.

Está mais do que na hora de eu resolver esse problema de uma vez só. Infelizmente, por mais que eu gostasse de Adrian... Seria eu ou ele. Eu não deixaria que ele chegasse outra vez perto do meu filho, isso é definitivo, assim como... a morte. Arrepiei-me só de pensar que eu estava pensando em matá-lo. Céus! Antes de tudo ele era meu amigo, agora ele é meu inimigo que está desvairado e com um bebê nos braços.

Esperei até a noite – para nós os vampiros –, em que todo estariam dormindo, principalmente, Dimitri e os outros. Eu estou farta de ficar a mercê dele. E por mais que eu tentasse, eu não conseguia parar de gostar dele, mas eu não vou hesitar. Chega!

Dimitri estava dormindo ao meu lado – por um milagre ele não enlaçou a minha cintura! – tranquilamente. Era uma ótima visão do paraíso. Adoro vê-lo despreocupado. Levantei-me rapidamente e sem fazer barulho e coloquei a calça que eu havia deixado propositalmente do meu lado da minha em cima de uma cadeira. Calcei os tênis e saí tentando ao máximo não fazer barulho ao fechar a porta. Andei pelos corredores do prédio de visitantes rapidamente e sem chamar atenção. Graças aos céus Georgina a guarda desse prédio não estava.

Estava perto da floresta quando alguém enlaça a minha cintura e tampa a minha boca. Mordi a mão do meu agressor e ouvi alguém braguejar baixinho em russo. Encarei meu marido e o fuzilei. Droga! Por que ele sempre descobre o que eu vou fazer?

- Por um acaso você não pensou que eu a deixaria fazer isso sem mim, certo? – perguntou ele sarcástico e arqueando a sobrancelha.

- Claro que não... – resmungo. – Façamos assim, eu vou à frente e você fica escondi na porta a qualquer sinal... Eu disse a qualquer sinal, você entra lá dentro e pega o nosso pequeno Vladimir, ok? – digo com voz de comando. Ele hesitou por alguns segundos, e logo depois balança a cabeça concordando com o meu plano.

Seguimos até a cabana, ao avistá-la as lembranças da noite de amor mim e Dimitri me invadi de modo fugaz. Olho para trás e vejo sua expressão saudosa. Ah... Naquele tempo nossa única complicação era ficarmos juntos. Tão rápido quanto veio, as lembranças se dissiparam da minha mente, enquanto eu assumi minha postura de guardiã.

Pela pequena janela vimos que Adrian não estava ali. Havia uma pequena adolescente perto da cama. Meu filho. Passei tudo para Dimitri, adentrei no quarto e surpreendi a garota deixando-a desacordada. Não podia me dar ao luxo de que ela gritasse. E peguei meu filho... Que é lindo como o pai....

- Aonde você pensa que vai amor? – perguntou-me Adrian. Droga!

***

Repirei fundo.

- A lugar algum amor, na verdade, eu vim para ficar! – disse o encarando e sorrindo para ele.

-Você está ainda mais bela pequena dampir. – disse ele se aproximando rapidamente de mim e pegando uma mexa de meu cabelo e colocando para trás. Sua mão veio passeando do meu maxilar até o meu queixo que ele apertou levemente e o ergueu. Fazendo com que eu o encarasse. – Agora... Diga-me, o que você realmente veio fazer aqui? – perguntou-me tentando me compelir, mas eu estava resistindo a ela.

- Eu estou aqui para me juntar a você e ao nosso filho. – disse suavemente, como se tivesse sido compelida. Vi Dimitri na janela e fiz um sinal com a mão. Ele rapidamente entrou sem ser percebido e, eu fingi não notar sua presença. Logo Adrian estava imobilizado no chão. Eddie apareceu e entreguei meu filho a ele que saiu rapidamente o levando para Lissa.

- Você mentiu para mim outra vez, pequena dampir! Por quê? Por que você não me amar? O que esse cara tem que eu não tenho? – berrou ele revoltado.

Quando Dimitri menos esperou Adrian deu-lhe uma cabeçada e pegou a faca que estava em cima da mesa de centro. Ao contrário do que esperávamos ele se afastou de nós e apontou a faca para o abdômen.

- Você nunca me amou, não é mesmo? – perguntou desesperado. – Responde! – gritou comigo.

Eu o encarei e as lágrimas corriam por meu rosto livremente. Dimitri era um espectador. E por mais estranho que pareça... Sim, eu o amei. Mas não como ele queria que fosse não como um dia eu desejei amar. E olha como ele estava por mim causa? Desarrumado, com as roupas rasgadas; e alucinado.

- Desculpe... – sussurrei para ele. Adrian sem quebrar o contato visual ergue a faca e esfaqueou a si mesmo. – NÃO! – gritei e corri em sua direção. Adrian caiu no chão com as mãos caídas flacidamente ao lado de seu corpo. A faca estava debaixo da cama, longe do seu alcance. Eu chorava desesperada.

- Deixei-me ir... – sussurrou ele fraco. Encarei seus olhos e vi que ele havia voltado a ser o Adrian que era antigamente. Eu o segurava em meus braços como havia feito com Mason há anos atrás. – E... e...eu te amo... – sussurrou e seu olhar perdeu o foco.

- Adrian! Adrian! Pelo amor de Deus! Acorde! – gritava o sacudindo. – Nós daremos um jeito! Acorde! – eu gritava. Selei nossos lábios e levantei. Atravessei o cômodo e abracei Dimitri que me acolheu apertando-me em seus braços e saímos daquele lugar.

***

TEMPOS DEPOIS...

- Vladimir! – gritei. Céus! Por que meu filho foi ter justo o meu gênio? Ele tinha apenas um ano e colocava a casa a baixo.

Logo ouço passos desajeitados em direção a cozinha. Corro atrás do meu bebê e o pego no colo.

- Papa! – disse ele.

Pronto! Meu filho me vê e pergunta pelo pai, aliás, a primeira palavra dita por ele fora ‘papa’. Dimitri ficou emocionada e gravou-o o chamando de papai o dia todo. Christian tirou sarro da minha cara! Toda que ele me vê chama pelo pai. Vladimir é a cara do Dimitri, só que moroi. Quiseram estudar meu filho e eu agi como uma leoa, óbvio. Tatiana era louca ou o quê?

Lissa há meses atrás assumiu como rainha e faz parte do parlamento. Revogou a lei de que adolescentes de dezesseis anos saíssem das escolas para proteger moroi e está junto com os membros da realeza tentando elaborar uma lei que os moroi interessados possam lutar e aprenderem a usar o seu elemento. Christian é claro está dando o maior apoio e a está ajudando. Os Moroi de vida mais humilde são a favor e ganharam perante a realeza voz, através de Mia Rinaldi, nossa atualmente amiga.

Dimitri assumiu o lugar de Hans na parte Administrativa e, Eddie o ajuda. Aliás, Eddie casou dois meses depois da morte de Adrian, dessa vez com igreja e tudo mais, Jill estava linda de noiva e ambos exalavam amor. A cerimônia fora emocionante e, Tasha pegou o buquê.

Senti mãos gorduchas apertando meu rosto de ambos os lados e encontro os olhos do meu bebê. Ele tem os olhos quentes de Dimitri. Eu sorrio para ele e ele retribuiu. Ouço a porta bater e olho para trás e lá está o meu amor.

- Como estão as minhas joias? – perguntou ele dando-me um selinho e beijando a testa do nosso filho.

- Papa! – grita ele animado jogando os bracinhos para a direção de Dimitri que o pega e o joga para cima.

- Pare de fazer isso com ele Dimitri! – digo com falsa raiva. – Ele acabou de comer! – digo. Para comprovar o fato, nosso filho regurgita nele. Dimitri dá risada. E eu o acompanho.

- Vão tomar banho os dois agora! – digo. Eles sobem e eu os sigo. Ainda sou guardiã de Lissa, faço parte da guarda real. Por enquanto, estou conseguindo ser mãe e guardiã. Lissa está grávida novamente e dessa vez é um menino, Eric. E, por incrível que pareça; quem escolheu foram ela e Jill. Fico feliz, por cada vez mais elas estarem se dando bem.

Entro no quarto e Dimitri está sem camisa. Suspiro com a visão e ele olha para mim e sorri. Não um sorriso qualquer mais um sexy sorriso torto. Ele está tirando a roupa do nosso bebê e, Vladimir ao perceber que vai tomar banho começa a chorar e gritar.

- Não papa! Papa! – ele repete desesperado. Eu me aproximo e ele me vê. – Papa não! Aba não! – choraminga. – Mamã! – estica os braços em minha direção. Dimitri já havia tirado sua fralda. Nós dois paramos onde estávamos e Dimitri me olha. Eu sorriso radiante rasga a minha face. Eu até eles e pego o meu bebê.

- Diga de novo para a mamãe, pequeno?! – peço sorrindo como boba. E ele não me decepciona.

- Mamã... – ele aperta as minhas bochechas. E o beijo em todo o lugar que posso. Ele se agita em meu colo com as leves cócegas que eu estava fazendo com os meus beijos. Eu o abraço e Dimitri nos abraça. -Eu amo vocês! Os homens da minha vida. – digo.

- Eu amo vocês! A mulher da nossa vida. – disse ele nos apertando.

- Mamã!! Papa!! – disse Vladimir.

E então, eu sei a respostas que há meses atrás eu havia me feito. Sim, eu faria tudo de novo! Sofri, chorei e, quando achei que nunca sairia daquela tristeza sem fim e a dor. Mas, agora vejo que só há felicidade daqui pra frente! Eu estou mais madura do que há meses atrás. E mais uma vez nosso amor fora testado e permanecemos juntos. Nosso amor está mais forte do que nunca e temos o maior símbolo do nosso amor; nosso filho. Agora éramos uma família, enfim felizes.

FIM

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NOTA AUTORA

Quero muito agradecer por me ahuentarem e terem paciência nesses quase dois anos. Amei cada review e recomendação de vocês, mas ainda dá tempo de recomendarem! Desculpem-me pelos erros de português!!!

Eu postei You Give Love A Bad Name, e espero pelos reviews e recomendações de vocês!

Obrigada por tudo! Você não sabem o quanto vocês me ajudaram nessa minha caminhada e o quanto escrever e postar essas fic, especialmente essa, foi a minha melhor terapia!

Kissus,

Lin Nasct.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!