Endless Love

16 1ª Temporada Capítulo 15 - Férias


Notas iniciais
Olá flores lindas. Olha eu aqui e de tarde, mas hoje voltaram as aulas e para alegrar nossas vidas trago um capítulo super lindo/fofo para vocês... Capítulo grande, mas apreciem sem moderação. Nos falamos mais lá embaixo. Capitulo Postado Em: 23/07/12

Os primeiros dias de férias foram bem tranquilos, na sexta-feira fiquei em casa o dia todo, ajudei Sue nos afazeres, inclusive arrumando meu quarto, fazendo uma faxina geral.

No sábado Edward e eu saímos para um programa de casal. E no domingo fui à casa dos Cullen, Jasper também estava lá, almoçamos em família e Esme aproveitou para me mostrar todas as fotos de Edward e Alice desde a infância, foi um programa bem gostoso e agradável.

E ontem apenas fiquei em casa guardando energias para a comemoração de hoje.

— Posso entrar? – Nessie bateu na porta.

— Claro, entra.

— Já está acordada faz tempo? – Questionou ao sentar ao meu lado na cama.

— Uhum. Só estava com preguiça de levantar.

— Queria estar assim, mas não aguentei, pois estou morrendo de ansiedade pelo dia.

— Também estou ela ainda só não se proliferou, mas quero logo sair e aproveitar, pois não é sempre que passamos o 04 de Julho em Nova York.

— Vai ser inexplicável passar o feriado aqui. – Assenti. – Então vamos, levanta dessa cama. Quanto antes nos prepararmos, mais cedo podemos sair. – Nessie está parecendo uma criança na manhã de natal totalmente eufórica e animada.

— Tudo bem. Vou tomar banho e você vai acordar o Emm.

— Ok, vou aproveitar e ligar ao Jake para saber se ele passará aqui para irmos juntos. – Ela saiu do quarto e criando um pouco mais de coragem fui ao banheiro tomar banho e fazer minha higiene matinal.

Depois de sair pensei na roupa para vestir, optei por uma escolha leve e confortável, afinal de contas vou passar o dia rodando por ai e a pé na maior parte do tempo, portanto, não posso ficar me incomodando com roupa.

Ao me aprontar desci seguindo para a cozinha no intuito de preparar o café da manhã. Arrumei rapidamente as coisas e Emm logo apareceu.

— Bom dia maninha.

— Bom dia.

— Cheirinho bom, já falei o quanto você é prendada na cozinha?

— Não precisa puxar o saco Emm, pode comer a vontade. Nessie vem logo antes que seu café esfrie. – Gritei a última parte.

— Já cheguei é que estava no telefone com o Jake. Ele confirmou que vem até aqui para encontrarmos com o resto do pessoal. – Assenti e começamos a tomar café.

Não muito tempo depois à campainha tocou e a Nessie saiu em disparada para atender, voltando com um sorriso enorme, brilho diferente no olhar e o Jake a tiracolo.

— Fala ai Emm. – Eles se cumprimentaram com toques de mãos, depois ele me deu um beijo na minha testa. – Bom dia Bella.

— Bom dia Jake. Senta, toma café conosco.

— Vou aceitar, porque além de não ter comido ainda, conheço seus dotes culinários muito bem para pensar em recusar. – Continuamos comendo e conversando sobre mais alguns programas para fazer durante as férias.

Ao terminarmos, arrumei rapidamente a louça na lavadora e saímos para garagem, Emm dirigirá até a NYU – Universidade de Nova York, onde marcamos de nos encontrar para a programação do dia.

Liguei o rádio enquanto Emm e Jake comentam sobre a liga de basquete e essas coisas, Nessie assim como eu, preferiu o silêncio. O trânsito está um pouco mais tenso, mas nada que Emm e sua direção não consiga burlar.

Ao chegar avistamos um carro modelo esportivo que imaginei ser da Rose, já que ela está encostada nele e o volvo do Edward ao lado, sorri involuntariamente só por me sentir mais perto dele. Sei que só não nos vimos ontem, mas mesmo assim a saudade já é grande demais para o meu próprio bem.

Desci do carro indo direto ao seu encontro me jogando em seus braços que me receberam de modo aconchegante como se soubessem que pertenço a esse lugar. Beijamo-nos, nada exagerado, apenas selando o comprimento de forma carinhosa, mas mesmo assim pigarrearam atrás de nós soltando risadinhas inconfundíveis.

— Muito bom né? Sabemos que não têm tanta saudade assim. – Jake falou.

— Fica quieto Jake, pois lembro muito bem como a Nessie ficou ao te ver de manhã. – Respondi.

— Isso ai Bella. Não sei por que Alice riu se fez uma ceninha igual à de vocês agora pouco quando Jasper chegou. – Rose falou defendendo-me.

— Mas não ficamos com essas caras de bobos como se fosse a primeira vez que nos vemos. – Alice respondeu dando a língua.

— Da um desconto Ali, eles estão começando agora. É bonitinho de ver. – Rose com seu jeito fofo disse me deixando sem graça.

— Obrigada Rose. Só você me entende, por isso é minha cunhada preferida.

— Essa magoou Bella, mas vou continuar te amando mesmo assim, agora chega de enrolar. Como a ótima guia turística que sou, preparei um itinerário fabuloso, peguem. – Ela tirou da bolsa folhetos distribuindo-os entre nós.

— O que é isso? – Emm perguntou.

— É nossa programação de hoje. Eu mesma planejei tudo e montei esses folhetos para que tenham uma pequena noção do que acontecerá.

— Vamos ter que ir a um museu? Ah Alice, além de hoje ser um dia de curtição, estamos de férias. Não gosto de fazer programas do tipo nem obrigado imagina de livre e espontânea vontade.

— Isso é o legal Jake, se não se recordam hoje é 04 de Julho, dia da independência dos EUA, ou seja, não podemos apenas nos esbaldar por ai. Esquecendo o fato histórico por trás de tudo.

— E precisava de tudo isso? Peça? Caminhada? Não da para passarmos o dia rodando e só irmos ao show para ver os fogos? – Emm perguntou.

— Não gente, por favor, vamos fazer algo diferente. Planejei com tanto carinho, pensei em cada detalhe para fazer do nosso dia especial.

Particularmente também não sou a maior fã de museus e essas coisas, mas ao ver a carinha da Alice não pude deixar de pensar que ela planejou tudo para nos proporcionar uma manhã cultural e depois a diversão. Com isso resolvi intervir antes que a pobrezinha chore, já que está com um bico enorme formado.

— Pessoal vamos lá, vai ser legal. Não custa nada fazermos isso, combinamos de passar o dia juntos, mas ninguém pensou em nada e a Ali planejou tudo pensando em nós. – Andei até ela colocando a mão em seu ombro. – Vamos. Ninguém perderá nada, o máximo que pode acontecer é não gostarmos tanto assim, mas ano que vem podemos fazer algo diferente. – Pontuei. – Eu vou com Alice, quem mais vai?

— Claro que vou com vocês, já adorei as programações amor. – Jas também passou as mãos em seu ombro e lhe deu um selinho.

— Obrigada Jas.

— Também vou. Tenho certeza que nosso dia vai ser muito divertido. – Rose disse.

Direcionei um olhar a Edward deixando claro que nós duas precisamos dele.

— É claro que vou. Não te abandonarei irmãzinha.

Com sua afirmativa olhamos para os três manifestantes do contra que ainda não se pronunciaram.

— E vocês vêm ou não? – Questionei.

— Nós vamos, mas se não for legal ou pior, se for um porre total, vamos nos acertar com você baixinha. – Emm falou já no seu habitual humor e sorrimos.

— Vocês não vão se arrepender, pois pensei nos mínimos detalhes, no final do dia vão até me agradecer. Agora vamos para não perdermos o horário da palestra no museu.

Ri do entusiasmo de Alice que já voltou a todo vapor.

Rose deixou Jas dirigir seu carro para poder ir com Emm, rapidamente passei ao volvo, pois nem por um segundo perderei a oportunidade de estar com Edward e assim partimos.

— Obrigada por nos dar apoio. – Agradeci ao ficarmos a sós.

— Não deixaria Alice sozinha nessa, além do que, já fiz coisas bem piores por ela.

— Um exemplo?

— São tantos. – Sorriu. – Deixá-la me levar aos chás com suas bonecas. Arrumar meu cabelo enchendo-o de presilhas. Obrigar-me a assistir o mesmo filme da Barbie incontáveis vezes. Deixá-la dormir comigo quando estava com medo do escuro.

— Que lindo. Você é mesmo um amor, não que Emm não tenha sido um bom irmão, mas como Nessie e eu temos idades próximas sempre tivemos uma à outra para fazer essas coisas de menina, então ele não sofreu tanto assim em nossas mãos.

— Sempre farei tudo por aquela baixinha, apesar de ser mais velha, sempre fui o protetor. Por isso jamais a decepcionaria e nem a você. – Ele me olhou e corei com a intensidade.

— Obrigada, espero nunca decepcioná-lo também. – Passei a mão em seus cabelos descendo para o rosto onde fiz um leve carinho, ele virou beijando a palma me deixando arrepiada.

Você não vai. É só continuar sendo você mesma que nunca me decepcionará.

Depois desse momento continuamos o caminho em um silêncio agradável, logo estacionamos em frente ao MET – Museu Metropolitano de Artes.

Desci acompanhada de Edward caminhando ao encontro de Alice e os outros.

— Bom gente agora vamos entrar em uma visita histórica. O Museu foi reservado para sessões em que apresentará pontos da independência. E eu prometo que será muito legal. – Ela só faltou dar pulinhos, rindo a acompanhamos.

Na entrada do museu ficamos juntos com mais algumas pessoas que entraram para o tour das nove e meia. A monitora falou sobre o que poderemos ou não fazer e assim iniciamos o passeio.

Foi completamente diferente do que imaginamos, admito. A visita foi ótima, regrada a conversas e palhaçadas dos meninos, em uns momentos notei olhares feios para nós e nossa comitiva da bagunça, mas fazer o que?

Estamos aproveitando a nossa maneira e não desmerecendo a produção do museu que têm artefatos que informaram pertencer às revoluções que produziram a independência.

Estatuas das grandes personalidades e até algumas estatuas vivas que nos fizeram cair na gargalhada. No fim um senhor ainda deu uma pequena palestra falando sobre alguns fatos e acontecimentos.

— Eu adorei. Achei tudo muito interessante. – Rose comentou.

— Também achei ursinha. E se o passeio aparentemente mais chato foi legal, mal posso esperar pelos próximos.

— Vamos torcer para que os outros sejam legais também Emm. Mas já pensou se os ruins forem bons. E o bons, ruins? – Edward disse rindo.

— Fica quieto bobo. Todos serão legais e agora aprecem o passo para chegarmos logo no teatro, não quero perder a peça. – Alice falou.

Como tudo nessa cidade o acesso é rápido, sendo o teatro e o museu perto um do outro. Por isso deixamos os carros estacionados e seguimos a pé até a Metropolitan Opera House. Veremos uma peça baseada no movimento das 13 colônias ao se separarem da Inglaterra.

Ao chegarmos me espantei com a beleza do local, já estudei sobre e até vi em fotos, mas nada é igual a termos o privilégio de ver ao vivo.

Para ver a peça temos que pagar, mas todo dinheiro das arrecadações de hoje são destinados a entidades e fundações.

Entramos e caminhamos até nossos lugares, e como somos muitos e espalhafatosos ocupamos quase uma fileira inteira.

— Bella. – Alice me cutucou.

— Oi?

— Você não acha que estamos mal vestidas, né?

— Claro que não. Porque isso agora? Você é sempre tão segura quanto ao que vestir.

— Eu sei e particularmente estamos um arraso. – Sorri concordando. – Mas tipo, estamos em um teatro. Será que não pega mal? – Pensando por essa lado talvez ela tenha razão.

Olhamos as outras pessoas se acomodando e notei que não estão tão diferentes de nós. Talvez alguma pessoa esteja vestindo algo um pouco mais sério, mas nada que mostre que estamos deselegantes. E tão pouco sabíamos que viríamos ver uma peça, a não ser Alice, porém ela não colocaria uma roupa mais adequada só para vir aqui e depois passar o resto do dia passeando.

Comentei sobre isso com ela que por fim concordou e pudemos nos acalmar.

— Alice.

— Hum?

— Porque você pensou isso?

— É que tem umas meninas há umas fileiras atrás que não param de olhar em nossa direção, ai pensei que poderia ser pelas nossas roupas.

Muito discretamente olhei para trás localizando-as, porém ao observar bem o que estão olhando quase sai do sério.

— Alice. Elas não estão olhando nossas roupas coisíssima nenhuma. Estão de olho é nos garotos!

O que?! — Agora sim todos nos olharam...

— Quieta Alice. Não podemos dar escândalo.

— E o que vamos fazer?

— Nada demais, apenas mostrar que eles já têm dona. — Pisquei e ela entendeu na hora o que devemos fazer.

Aconcheguei-me melhor em Edward o abraçando pela cintura.

— Isso é manha ou carência?

— Nada. Só gosto de aproveitar meu tempo com você.

— Sei.

— Você é tão cheiroso, não canso de apreciar seu perfume. – Falei fungando no seu pescoço e adorei vê-lo arrepiar ao meu toque.

— Sério mesmo que você vai me provocar aqui dentro? Na frente de toda essa gente?

— Estou esperando por uma bela reação. – Falei no seu ouvido.

E assim como queria Edward virou e me deu o maior beijão, que aproveitei até o ultimo segundo, ao terminarmos foi comigo ainda um pouco sem fôlego.

— Agora seja uma boa menina e fique quietinha até sairmos daqui, pois não quero ser expulso e acusado de atentado ao pudor.

— Ok, vou me comportar. – Lhe dei um selinho e virei para trás encontrando as observadoras com olhares impagáveis.

Olhei para Alice que sorriu cúmplice. Nem vi o que ela fez, mas sei que deve ter sido bom também. E por fim conseguimos relaxar e aproveitar a peça.

Assim como no museu, aqui foi muito divertido. Gosto de teatro e a peça foi muito boa, conseguimos aproveitar e ainda tenho certeza que precisarei do conteúdo aprendido no futuro.

Como aqui tem um restaurante lindo e aconchegante decidimos aproveitar para almoçar antes de seguir com as programações.

— Posso saber o porquê da provocação? – Edward perguntou assim que sentamos à mesa a espera de fazer os pedidos.

— Nada, só estava querendo aproveitar com você, mas se não gostou não faço mais.

— Bella, te conheço e sei que não faria algo assim sem um motivo maior, além do mais... – Falou aumentando a voz para o pessoal ouvir também. – Vi Alice tendo uma atitude semelhante não muito antes de nós.

— Hey! Porque estão me colocando no meio da conversa de vocês?

— Porque seu irmão está cismado procurando razões por tê-lo agarrado no teatro. Você vê algum mal nisso Alice?

— Eu? Imagina. É perfeitamente normal ficar de carinhos com o namorado.

— Alice, baby. – Jas interviu. – Fala logo o que vocês estavam aprontando porque nem eu estou mais acreditando em você.

— Estávamos marcando território.

— Como assim Alice?

— Você provavelmente não viu Nessie, mas tinham umas meninas sentadas em fileiras posteriores a nossa que não paravam de paquerar os meninos.

— E inocentemente Alice ainda achou que elas estavam olhando nossas roupas. Tem gente que não se toca, com todos claramente acompanhados por nós, ainda sim elas não tiveram receio de ficar olhando.

— E você quem deu a ideia de defender o território, né maninha? – Emm soltou.

— Claro. Você queria o que? Tinha que mostrar a elas que Edward é meu.

— Sou só seu, não se preocupe. – Afirmou. – Mas adorei o pequeno ataque de ciúmes, isso me faz ver que não sou o único que fica louco quando outro vem querer invadir meu território. – Sorri corada e todos riram

Edward me deu um selinho e nos concentramos no almoço, fizemos os pedidos e ficamos a espera da comida quando meu celular começou a tocar, peguei apressada e atendi sem ao menos olhar.

— Alô.

— Filha

— Oi mãe. – Nessie e Emm se animaram.

— Tudo bom meu bem?

— Sim mãe, tudo ótimo. Advinha com quem eu estou?

— Com o Edward. — Ela riu e a acompanhei.

— Sim mãe, também. Mas o pessoal todo está comigo, Emm, Nessie. As meninas e os meninos.

— Que felicidade. E o que vocês estão fazendo?

— No momento estamos em um restaurante, mas estamos passando o dia juntos pelo 04 de julho.

— Bella quero falar com ela. – Nessie falou.

— Eu também. – Emm emendou.

— Mãe, o Emm e a Nessie querem falar com a senhora.

— Põe no viva voz filha, assim mando um beijo para todos.

— Tudo bem, mãe boa ideia. – Tirei o telefone da orelha colocando em cima da mesa já no viva voz. – Pessoal minha mãe no viva voz.

— Oi crianças.

— Oi mãe.

— Oi tia.

— Oi dona Renée.

— Quem me chamou de dona vai tomar uma bronca. Sou mais a Alice que me chamou de tia. Como vai querida?

— Estou ótima e a senhora e o tio Charlie?

— Estamos bem também. E estão aproveitando?

— Sim mãe, a baixinha fez um cronograma para hoje, Já fomos ao museu e ao teatro, pensei que ia ser um porre, mas até agora foi bem legal. – Emm falou.

— Que bom meu filho e a faculdade? O emprego? Seu namoro? Como andam?

— Tudo bem. Já estou de férias da faculdade. E a Rose está aqui mais linda do que nunca.

— Olá querida, vejo que meu filho ainda continua sendo um bom garoto com você, certo?

— Sim, estamos indo muito bem obrigada por se preocupar.

— Imagina, mande lembranças aos seus pais.

— Vou mandar sim. Esses dias eles estavam falando de vocês, que precisam voltar para uma visita.

— É mãe, quando a senhora e o papai virão? Será por esses dias, não é?

— Estamos vendo isso Nessie. Ligo depois para avisá-los. E o resto, tudo bem?

— Sim, tudo ótimo.

E meus genros? Continuam sendo bons rapazes?

— Claro Renée, estamos sim. Pode confiar.

— Eu sei Edward, confio em vocês. Por isso estou tão feliz pelas minhas meninas. Mas agora vou desligar. Liguei mesmo só para desejar um feliz 04 de Julho a todos.

— Obrigado. Igualmente. – Respondemos.

— Cuidem-se e aproveitem o dia, beijos.

— Beijos mãe/tia.

— Manda beijos para o papai mãe. Tchau. – Falei por último desligando em seguida.

Continuamos conversando até nossos pratos chegarem e comemos envoltos a brincadeiras e gargalhadas.

Não demorou muito e saímos do museu voltando até onde os carros estão estacionados.

— Alice, qual é o cronograma de agora? – Jake perguntou.

— Vamos até o local do show e de lá faremos uma caminhada pela High Line e quando acabarmos já ficaremos para ver os concertos e a queima de fogos.

— Maravilha.

Edward e eu seguimos ouvindo música e apreciando as ruas de Nova York mais calmas apesar do feriado. O caminho não foi longo e assim que avistamos a East River procuramos lugares para estacionar e descemos.

— Certo pessoal. A partir daqui podemos caminhar livremente, coloquei essa caminhada na lista porque pesquisei muito e sei que aqui é um belo lugar de apreciação e também bom para relaxar. Assim descansamos um pouco da manhã cheia e também ficamos revitalizados para a noite. Agora vamos indo será uma longa caminhada, mas valerá a pena.

Seguimos em silêncio iniciando o trajeto pela estrada extensa. Edward e eu caminhamos de mãos dadas notando a paisagem que é realmente linda. Um rio passa no meio, as casas parecem bem antigas, mas com uma arquitetura muito bonita e bem cuidada apesar do tempo.

— Está gostando do passeio? – Edward questionou quebrando nosso silêncio.

— Sim, é tudo tão bonito, realmente um bom lugar para refletir.

— Minha mãe gosta bastante desse lugar. Sempre teve grandes ideias ao passar por aqui.

— Realmente é inspirador, Nessie que deve estar aproveitando bastante. – Ele assentiu. – Sempre comemoramos o 04 de julho lá em Jacksonville, mas nunca com algo tão grandioso assim.

— Se acostume, pois qualquer acontecimento é motivo de festa para Alice. Desde pequena ela é assim e isso que você ainda não viu os fogos, são quase tão lindos quanto os do ano novo.

— Mal posso esperar para chegar à noite e ver os fogos bem juntinho de você.

— Eu também. – Paramos no meio do caminho e nos beijamos.

Ficamos um pouco mais para trás em relação aos outros, mas não ligamos, pois queremos aproveitar ao máximo os momentos a dois.

Continuamos o trajeto entre carinhos, comentários sobre o dia e o local.

Voltamos já no finzinho da tarde para onde os shows acontecerão. Acomodamo-nos no meio do pessoal já aproveitando as músicas ambientes.

A noite foi entrando e os shows começando, a primeira a se apresentar foi a Colbie Caillat, trazendo o clima mais tropical com o pôr do sol muito bonito completando seu show.

Logo depois o Bruno Mars assumiu o palco cantando muitos de seus sucessos, embalando-nos com suas músicas românticas, então novamente Edward e eu nos envolvemos em uma bolha só nossa, nos braços um do outro, aos beijos e desfrutando do nosso amor...

Por fim o clima mudou quando o Coldplay chegou.

— Boa noite Nova York. – Gritamos respostas animadas. – É muito bom estar aqui com vocês e nesse momento vamos nos concentrar para ver os maravilhosos fogos. Daqui a pouco voltaremos ao nosso show com força total! Feliz 04 de Julho Nova York! – Gritamos de euforia e viramos para o outro lado para acompanhar a chuva de fogos.

— Feliz 04 de Julho. – Emm falou gritando e vindo abraçar-nos.

Cumprimentamo-nos continuando a assistir a queima de fogos.

— Feliz 04 de Julho Bella. – Edward sussurrou no meu ouvido.

— Feliz 04 de Julho. Que esse seja apenas o primeiro de muitos.

— Será, pode ter certeza. – Me aconcheguei mais em seus braços e continuamos curtindo a comemoração.

Quando as luzes terminaram e a euforia diminuiu o Coldplay voltou a dar continuidade ao show pela madrugada adentro...

— Hoje foi realmente ótimo, não pensei que pudesse ser tão bom. – Jake falou enquanto seguimos para os carros.

— Viu Jake seu chato. E você nem queria vir...

— Eu sei prima, desculpe. Da próxima vez seguirei suas ideias sem pestanejar.

— Eu também baixinha. Há tempos que não me divertia assim, apesar de ter que ir trabalhar daqui a pouco, ainda estou muito animado por conta de tudo.

— É isso ai Emm. O dia foi ótimo, porém amanhã volta à rotina, mas como pelo menos estamos de férias dos estudos, poderemos nos ver mais vezes.

— Concordo com a Rose, vamos marcar e sair outros dias, porém infelizmente agora temos que ir embora. – Comuniquei e todos assentiram.

— Tchau Edward. Conversamos mais tarde, ok?

— Sim, durma bem e sonhe com os anjos, ou seja, estarei lá para você...

— Bobo, mas pode deixar que sonharei com você.

Despedimo-nos reafirmando a promessa de reencontro e também celebrando o maravilhoso dia...

***

Enquanto zapeio os canais à procura de algo interessante para assistir ouvi o interfone do portão.

— Eu vejo. – Nessie falou e foi atender.

Continuei no sofá, mas conclui que quem quer que tenha tocado deve ser alguém conhecido, já que ela está demorando a voltar.

— Quem era Nessie? – Questionei ao ouvir seus passos.

— Meu cunhadinho preferido. – Assim que ela terminou de falar Edward apareceu em meu campo de visão.

— Edward, que surpresa. – Corri pra cumprimentá-lo.

Ele me segurou em seus braços e nos beijamos.

— Hã, hã, ainda estou aqui. Vocês sabem, não é?

— Deixa de ser chata Nessie. – Retruquei. – E você? Porque não me avisou que vinha?

— Resolvi agora pouco. Estava sozinho em casa e decidi vir passar um tempo com minha linda namorada e minha cunhada mala.

— Também te amo Ed! — Rebateu.

— Vem, senta aqui. Vamos começar a assistir um filme, nem estava animada, mas agora que você chegou tenho certeza que ficará bem melhor. – Afirmei.

— Sério. Um dia vocês ainda vão morrer com diabetes. Nunca vi tanto doce junto. – Rimos do seu jeito, como se ela não ficasse igual quando está com o Jake.

Edward e eu sentamos no sofá grande, com ele atrás de mim e eu praticamente deitada em seu peito, Nessie ficou nas almofadas que já estava antes.

Apesar da surpresa dessa visita, nossos dias têm sido preenchidos por momentos do tipo, com as férias sendo preenchidas por muitos encontros a dois ou acompanhados por nossos amigos.

O filme, que descobri se chamar Closer, parece meio complexo, mas também interessante, temos apenas que prestar atenção para entender.

Ficamos comentando besteiras um tempo, com Edward fazendo círculos imaginários na minha barriga e eu toda derretida com os carinhos.

Tudo continuou normal até o filme começar a passar cenas boas, com isso estou começando a ficar um pouco tonta de assistir isso acompanhada de Edward, com ele passando as mãos em meu corpo.

Ao perceber meu estado começou a provocar mais, subindo quase até perto do meu sutiã e depois voltando...

— Pessoal, vou subir para tomar banho, depois vocês me contam o final do filme. – Nem dei muita bola para Nessie, só agradeci mentalmente por deixar a sala.

— Você é muito malvado. – Declarei.

— Eu? O que fiz? Estou só vendo o filme, vamos continuar.

Deixei quieto e continuamos assistindo até ele começar a dar pequenos beijinhos e mordidas no meu pescoço e lóbulo da orelha.

Que se dane o filme! Meu namorado delícia está me tocando e eu que não vou perder tempo.

Virei o corpo e o agarrei matando a vontade de beijá-lo intensamente, suas mãos voltaram para dentro da minha blusa e as minhas acariciaram seu rosto.

Quando precisamos de ar nos soltamos sorrindo cúmplices.

— Era isso o que você estava querendo desde o começo?

— Não direi que fiquei triste pela Nessie subir, mas vamos parar de falar e aproveitar. – Calou minha boca com outro beijo e continuamos os amassos no sofá.

Dessa vez coloquei minhas mãos por dentro da sua camiseta acariciando o abdômen perfeito, levantei a peça até tirar do corpo, depois desci beijos por seu pescoço, sugando o mamilo o ouvindo gemer me dando passe livre para continuar.

Passei ao abdômen e arranhei bem em cima de onde a calça começa, percebendo-o bem animado com tudo, então ele me puxou de volta e quase engoliu minha boca no beijo desesperado que demos.

— Qualquer hora dessas você me fará perder a cabeça e ainda ser pego pela sua irmã.

— Vamos para o meu quarto. – Seu rosto demonstrou uma expressão de choque. – Se você não quiser...

— É claro que quero, mas não faremos nada que você não queira.

— Óbvio que não, pois tudo que mais quero no momento é estar com você. – Afirmei.

Sorrindo levantamos do sofá e subimos correndo para o meu quarto, ao entrar tranquei a porta e fui encostada na mesma, Edward já puxou minha blusinha deixando-me apenas com a saia e o sutiã, então me escanchou em seu colo.

Aproveitando o momento repetiu meus toques de outrora, descendo beijos por meu corpo e ao chegar perto dos meus seios puxou as alcinhas com os dentes me fazendo ofegar com a imagem.

Sem demora puxou o fecho e jogou a peça em um lugar qualquer do quarto, começando imediatamente a brincar com meus seios, sugando, beijando e lambendo um enquanto acaricia o outro com a mão. Restou-me, além de gemer alucinadamente, segurar em seus cabelos praticamente implorando para que não pare.

E ele somente fez uma pausa para nos guiar a cama.

Voltamos a nos beijar e passar as mãos por nossos corpos tocando todos os lugares possíveis. Estamos nos movimentando freneticamente, insinuando o ato sexual, tendo como impedimento apenas nossas roupas. E no meu caso uma fina calcinha, já que minha saia subiu toda, então senti a mão de Edward descer até o ponto em que preciso de maior alívio começando a me acariciar.

— Posso sentir o quanto você está molhada para mim.

— Uhum.

— E sinta o quanto estou duro para você, meu bem.

Ele levou minha mão até seu membro que está enorme, louco para sair de dentro da calça. Criei coragem não sei de onde e abri o botão descendo um pouco o zíper da calça para poder acariciá-lo também, ainda que por cima da boxer.

Ficamos nesse joguinho por mais um tempo até voltarmos a nos beijar e dar por entender o fim.

Ajeitamos as roupas e ficamos deitados.

— Você me deixa louco Bella. Não vejo a hora de tê-la completamente.

— Eu também. – O beijei. – Quando estamos juntos sinto coisas que nunca pensei sentir.

— Eu sei o que é isso, porque também sinto.

— Meu corpo diz uma coisa, mas meu coração diz outra. Ás vezes é difícil lidar com essa avalanche de sensações. – Confessei.

— O que você quer dizer exatamente?

— Edward. – Levantei o rosto para olhar em seus olhos. – Você deve imaginar que sou virgem. – Ele apenas assentiu. – Então, tudo é muito novo para mim, quando estou com você penso que só existimos nós no mundo e quero fazer tudo contigo, mas sei que temos muitas coisas ainda a viver e isso vai acontecer na hora certa, entende?

— Bobinha. – Ele beijou minha testa e deitou minha cabeça em seu peito. – É claro que sabia que você era virgem, mas quero que entenda que nosso namoro não é baseado em sexo. Será maravilhoso quando acontecer, mas na hora certa, sem pressão. Não precisa ficar com caraminholas na cabeça por minha causa, pois sei disso tanto quanto você.

O que ele quis dizer com isso?

Mal percebi que pegamos no sono, mas acordei com o barulho do meu celular tocando, procurei o aparelho o achando perdido no chão.

— Alô?

Bella, filha.

— Oi mamãe. Que bom falar com a senhora.

— Sim. Seus irmãos estão em casa?

— Por quê?

— É que tentei no telefone fixo e ninguém atendeu, por isso liguei no seu celular.

Levantei da cama indo ao banheiro para não acordar Edward.

— O Emm está trabalhando e eu estava dormindo, acho que a Nessie pode estar também.

— Oh sim, tudo bem. Volte a dormir então bebê, falo com você depois.

— Não mãe, pode falar.

— Então querida, é sobre nossa viagem à Nova York.

— Vocês já vão vir nessa semana, não é? Que dia? Acho melhor virem de avião, mas se o papai insistir em dirigir tomem cuidado.

— Bella, me escuta. Seu pai e eu não poderemos viajar agora.

— O que? Como assim? Mas porque isso agora?

— É que por incrível que pareça seu pai está com muito trabalho na delegacia e não poderá sair. E eu também estou com alguns compromissos de trabalho até o fim do mês, assim não poderemos ir agora, mas quem sabe no mês que vem ou no seu aniversário.

— Entendo mamãe, tudo bem, não tem problema. Continuaremos nos falando por telefone, manda um beijo ao papai.

Filha, perdão. Queríamos muito vê-los, mas por hora teremos que adiar o reencontro.

— Não mamãe, eu entendo, realmente.

— Obrigada querida, depois conversamos melhor. Beijos e não se preocupe, ligarei para os seus irmãos também. Cuide-se filha. Eu te amo não se esqueça.

— Claro mãe, eu também, tchau. – Desliguei sem esperar mais respostas.

Sem nem entender o porquê comecei a chorar.

Sei que pode parecer egoísmo, mas eles decidiram ir embora, optaram por ter uma vida lá e demos total apoio. Mas agora nem podem vir nos ver por conta do trabalho?

Um pouco mais calma voltei ao quarto encontrando Edward acordado assistindo TV.

— Te acordei. – Falei enquanto limpo o restante das lágrimas.

— Senti sua falta e acordei, mas o que houve? Você está chorando.

— Não é nada.

— Como nada Bella? Vem cá. – Fui para cama deitando ao seu lado, ele me abraçou e ao sentir seu cheiro e calor me senti melhor. – Me conta o que houve. Foi algo que fiz?

— Claro que não, é uma situação familiar. – Ele indicou a cabeça para continuar. – Nossos pais viriam nos visitar esse mês, essa semana para ser mais exata, porém minha mãe acabou de ligar dizendo que estão com trabalho demais e não poderão vir. Quem sabe mês que vem ou no meu aniversário consigam viajar.

— E você ficou triste com isso.

— Sim, pois estou morrendo de saudade deles. – Confessei. – Pode parecer que nos adaptamos muito fácil a essa ausência, mas não é assim. Só nós sabemos o quanto eles fazem falta. Não quero que voltem permanentemente, sei que isso não acontecerá e temos uma boa vida aqui, como eles lá. Mas só queria poder vê-los, dar um abraço no papai, sentar ao seu lado para ver algum programa bobo na TV. Olhar nos olhos da minha mãe e contar o quanto estou feliz por estar com você. – Ele sorriu. – Estava pronta para aproveitar cada momento ao seu lado, mas parece que não vai dar...

— Não pense assim, foi um imprevisto. Aposto que eles estão muito mal também. – Assenti. – Eu vou embora agora para que descanse, mas não fique pensando muito nisso. Seus pais te amam e também sentem sua falta, não tenho dúvida que se pudessem passariam todo o tempo de suas vidas com vocês.

— Eu sei, obrigada por tudo. Manda um beijo aos seus pais, preciso ir vê-los de novo.

— Precisa sim. – Beijou minha testa. – Agora namorada, me leve até a porta para que possa voltar...

Sorri e começamos a nos recompor, ao descermos o deixei na porta com um beijo casto, ele entrou no volvo, abri o portão e ele partiu.

Confesso que achei sua ida repentina estranha, mas ele não é obrigado a ficar aqui aguentando esses dramas.

Subi de volta indo tomar um banho e assim que tirei a calcinha vi o estado deplorável que se encontra...

— É Bella, desse jeito terá que começar a usar várias calcinhas no dia...

Ontem meus irmãos e eu preferimos nem comentar muito sobre o acontecido dos nossos pais, cada um levou de uma forma e deixamos o assunto de lado.

Não podemos fazer nada para mudar, assim o melhor é deixar a história quieta mesmo e quando der nos veremos de novo.

Porém com quem tão pouco falei também foi Edward, desde a hora que saiu daqui não nos falamos mais. Liguei em seu celular, mas não consegui contato, tentei em sua casa, mas Esme informou que ele saiu, porém o pedirá para entrar em contato quando voltar. Assim resolvi deixar o assunto de lado.

Enquanto mexo no notebook meu celular começou a tocar, pela música diferenciada sei quem é.

— Oi Edward.

— Oi Bella. Como você está?

— Estou bem. Mas você sumiu, fiquei preocupada.

— Desculpa linda, mas estava ocupado resolvendo umas coisas.

— Entendo.

— E você não vai perguntar com que estava ocupado?

— Ah, pensei que você não quisesse me dizer, mas agora estou curiosa, o que houve?

— Vamos viajar para Jacksonville?

— Hã? Do que você está falando?

— Isso mesmo que você ouviu. Já falei com meus pais e eles acharam uma ótima ideia. Reservei nossas passagens para hoje à noite, reservei até uma para a Nessie, caso tope ir conosco.

— Não acredito nisso. Edward, você não existe! Mas por quê? Para que?

— Como porque Bella? Vi o quanto ficou mal com a notícia dos seus pais e se eles não podem vir até aqui, vamos nós até lá. Além do mais, preciso ter uma conversa com o chefe Swan e não quero adiar mais.

— Edward...

— Pensa só, vamos viajar juntos, vou conhecer o lugar que você nasceu, vai ser ótimo para todo mundo. Então, aceita ir comigo?

— Claro que aceito. Você não existe mesmo, cada dia mais me apaixono por você, obrigada Edward.

— Não me agradeça. Só fale com a Nessie e arrumem suas malas, pois o voo é às 19h. Meu pai vai buscar vocês e nos deixar no aeroporto. Até daqui a pouco, beijos Bella.

— Beijos. – Desliguei ainda em choque.

Não posso acreditar na sorte que tenho por encontrar alguém como ele.

Ainda suspirando me toquei que preciso me arrumar e avisar a Nessie.

— Nessie, vem aqui. – Gritei.

— Que foi Bella? Para que dos gritos? – Questionou entrando no meu quarto.

— Nessie, nós vamos viajar.

— Como? Para onde? Explica direito.

— Edward acabou de ligar dizendo que vamos para Jacksonville.

— Sério? Que ótimo.

— Você não está entendendo. Quando disse nós, me referi a nós três. Edward reservou uma passagem para você também, ele falou quer conversar com o papai sobre o nosso namoro, mas sei que é só um pretexto. Pois no fundo fez isso porque viu como fiquei mal por conta de não vê-los. Nessie, ele não existe.

— Não mesmo, não acredito. Por isso que ele é meu cunhadinho preferido. – Sorri concordando. – Mas ele fez isso porque te ama acima de tudo.

— Será? – Ela me olhou confusa. – Não que ache que ele talvez não me ame, mas sei lá, ele nunca disse as palavras.

— O que? Como assim?

— Sempre dizemos que nos gostamos ou que estamos apaixonados, mas não é a mesma coisa que declarar amor.

— Realmente não, mas porque você não fala primeiro Bella? Você o ama desde muito tempo e agora que estão juntos ainda também não disse. Vai que ele só está esperando uma confirmação, mas vocês se amam isso é nítido. Vemos em seus olhos o amor que sentem.

— Você está certa. Aproveitarei essa viagem, que é uma completa demonstração de amor, para falar o que realmente sinto. Que o amo com todas minhas forças. Mais até do que a mim mesma. – Confirmei e ela sorriu. – Mas você vai conosco, não é?

— Eu não deveria atrapalhar, mas quero muito ver papai e mamãe, então vou sim.

— Perfeito, então vai se arrumar que o voo é às 19h. Carlisle virá nos buscar para nos levar ao aeroporto. – Expliquei. – Será que deveríamos ligar para nossos pais dizendo que estamos indo? Acho que Edward não fez isso.

— Ah não, vamos fazer uma surpresa. Tenho certeza que eles vão amar. Mas será que o Emm sabe disso?

— É mesmo. Vou ligar para ver onde ele está e contar tudo.

— Certo. E eu vou arrumar minha mala e ligar para o Jake, até já.

Ela saiu e comecei a arrumar minhas coisas, consegui guardar tudo em apenas uma mala, mas contando também com uma bolsa e outra malinha de mão. Não sei quantos dias passaremos lá, tenho que perguntar isso ao Edward, se já comprou as passagens de volta.

Tento falar com Emm, mas só dá caixa postal, talvez ele já esteja vindo, assim espero.

Fui tomar banho e me arrumar, coloquei uma roupa confortável com um casaquinho por cima, apesar de não estar muito frio é melhor prevenir.

Quando terminei de arrumar o cabelo Emm entrou no meu quarto.

— Que bom que chegou. – Disparei. – Tenho que falar uma coisa, espero que não fique chateado por termos decidido sem te avisar, mas é realmente muito importante...

— Bella calma. Sei do que está falando. Quem você acha que ajudou o Edward a arrumar tudo?

— Você? – Ele assentiu. – Emm, obrigada. – O abracei.

— De nada maninha. Não poderei ir por conta do trabalho, mas quando Edward me procurou para ajudar adorei a ideia e sei que vão se divertir, a Nessie também aproveitará e nossos pais vão ficar muito felizes. Quando der os vejo, mas agora o que importa são vocês duas.

— Realmente obrigada. Você é o melhor irmão que poderíamos ter.

— Eu sei que sou irresistível! – Sorrindo nos soltamos do abraço. – Mas já acabaram de se arrumar? Logo eles estão ai.

— Sim, já estou pronta só falta ver a Nessie. Mas Emm, você sabe que dia vamos voltar ou ainda não tem data?

— Pelo que sei acho que terça ou quarta, mas você vê isso depois. Agora pense apenas em aproveitar e mande um beijo enorme aos nossos pais. – Assenti.

Saímos do meu quarto rebocando e assim que passamos na frente do quarto da Nessie ela saiu também pronta.

Descemos juntos e logo meu celular tocou, atendi de pronto e Edward informou que já estão a nossa espera, Emm nos acompanhou até o carro e nos despedimos.

Cumprimentei Edward e Carlisle ainda sem acreditar que estamos mesmo indo. O trajeto ao aeroporto foi rápido, ao chegar fizemos os procedimentos rapidamente, já que Edward fez a compra e o check-in online. Despachamos as malas e confirmamos a passagem. Então nos despedimos do Carlisle e embarcamos.

Nossas cadeiras são juntas, Nessie sentou na janela, colocou os fones e fechou os olhos para tirar um cochilo, comigo no meio logo me aconcheguei em Edward.

— Ainda não te agradeci o suficiente por isso.

— Já falei que não precisa. Será uma viagem de férias para todos. – Afirmou. – E sabe que faria qualquer coisa por você, não se esqueça disso.

— Eu sei, sinto e também sou capaz de tudo por você, sempre. – Declarei e nos beijamos.

Depois ficamos conversando, o tempo de voo não é muito longo, mais ou menos 2h15min de percurso, porém não sei em que momento acabei pegando no sono, mas acordei com Edward chamando Nessie e eu, avisando que já vamos aterrissar e precisamos colocar o cinto.

Assim que desembarcamos pegamos nossas malas e fomos para fora do aeroporto, por ainda ser nove horas tudo se encontra aberto e movimentado.

Demos nosso antigo endereço ao taxista que nos trouxe a nossa antiga casa, tomara que mamãe e papai ainda estejam acordados.

Assim que o táxi parou, pagamos a corrida, tiramos nossas coisas, e Nessie e eu ficamos alguns instantes paradas na frente de casa.

— Quando saímos não pensei que fôssemos voltar. – Comentou.

— Nem eu, mas agora parece certo que eles tenham voltado e a casa continue aqui. Assim sempre haverá um lar para voltarmos e recordar. – Respondi.

— Sim, mas vamos logo. Estou ansiosa para ver a cara dos nossos pais quando nos virem. – Assenti.

Ela foi à frente para tocar a campainha, dei a mão a Edward e seguimos até a porta.

Quem será a essa hora?

Ouvimos a voz do papai de dentro da casa, quando ele abriu acho que tomou um susto porque ficou parado sem dizer nada.

— Oi pai. – Nessie falou, acho que só então ele entendeu que estamos mesmo aqui, pois a puxou para um abraço.

— Minha filha. O que está fazendo aqui? Como veio? – Ele olhou para fora vendo Edward e eu.

— Bella, minha filha. – Soltei minhas coisas e corri para abraçá-lo.

Que saudade dos seus braços, o cheiro da minha infância, o modo confortador que só ele tem.

— Minha linda o que vocês estão fazendo aqui? Renée corre mulher, você está perdendo.

— O que é Charlie? Quem incomoda a essa hora da noite. – Quando mamãe apareceu na porta Nessie e eu corremos e a abraçamos juntas. – Meu Deus, minhas meninas o que estão fazendo aqui? Que bom vê-las, deixe-me olhar direito para vocês, já estão tão mudadas. Nessie, minha pequena. Olhe só, posso ver o amadurecimento no seu olhar. E Bella, meu bebê. Vejo uma felicidade nunca antes vivida.

— Mas isso tem nome e sobrenome mamãe. Chama-se Edward Cullen. – Nessie falou, nisso me lembrei de Edward nos esperando na porta.

— Mãe, acho que você não reparou ainda, mas Edward veio conosco.

— Entre rapaz, seja bem-vindo, como vai? – Papai cumprimentou.

— Bem senhor Swan. Sra. Swan, como está?

— Ah querido, muito melhor agora com minhas meninas aqui, mas vamos, entrem. Charlie ajude-o com as malas. Venham meninas, que surpresa maravilhosa foi essa? Vocês aqui essa hora da noite e cadê seu irmão?

— Ele não pôde vir mãe, por causa do trabalho. E como vocês não puderam viajar, viemos vê-los, porque estamos morrendo de saudade.

— Eu também Nessie e sentimos muito por não poder ir visitá-los.

— Entendemos mamãe, mas Edward vendo o quanto ficamos mal, teve a ideia de virmos vê-los. Ele que preparou tudo, só soubemos agora pouco quando me ligou para avisar sobre a viagem. – Informei.

Como ele e papai já guardaram as malas, mamãe aproveitou para abraçá-lo.

— Obrigada Edward, soube desde o início que você era o certo para minha filha. Ela é um pouco teimosa e quis relutar, mas o amor que vejo em vocês é maior do que qualquer birra ou outra coisa, obrigada.

— De nada senhora Swan. É um prazer vir aqui. E além de trazer as meninas que estavam com saudades, queria conhecer o lugar onde Bella nasceu e tinha que falar pessoalmente com o senhor Swan sobre nosso namoro.

— Não se preocupe rapaz, já tinha concordado com esse relacionamento desde o começo, mas acho muito nobre sua atitude de vir até aqui para falar comigo. Saiba que sempre será bem-vindo em nossa casa. E apoio esse relacionamento porque sinto que ninguém pode fazê-la tão feliz, como vejo que você faz. Seja muito bem-vindo a minha casa e a nossa família.

Eles estão querendo me fazer chorar?

Amei ver papai e Edward se dando tão bem logo de cara.

— Edward querido, seus pais sabem que você veio?

— Sim, eles que me ajudaram a organizar tudo.

— Pois então ligue para eles e avise que já chegaram e estão bem. Meninas subam com as coisas para seus quartos, as roupas de cama estão limpas, pois troquei essa semana, tomem um banho e desçam para jantar, aposto que ainda não comeram certo? – Assentimos. – E você Edward, ficará no quarto do Emm, depois desça também para comer. Charlie vá até a cozinha e olhe a comida enquanto arrumo as coisas.

Seguimos para os quartos e ao entrar no meu bateu uma sensação de nostalgia, de outra época quando era apenas uma menina sem saber ao certo o que queria da vida, agora parece que se passaram anos pelo tanto de coisas que já vivi.

Deixei à mala no canto e as bolsas em cima da cama, tirei meu pijama e fui ao banheiro tomar banho, peguei toalha e sabonetes limpos, tomei um banho rápido e logo voltei ao quarto, está meio vazio só com a cama e móveis, já que minhas coisas agora pertencem à casa de Nova York.

Fiquei mais um tempo relembrando coisas do passado, até que decidi ir ao quarto do Emm para ver como o Edward está. Bati na porta do outro lado, ouvindo um entre.

— Posso mesmo?

— Claro.

— Já esta pronto para descer?

— Uhum, só estava terminando de arrumar umas coisas. – Informou. – Esse nem parece ser o quarto do Emm.

— Agora sem suas toneladas de bagunça não parece mesmo, ainda mais com a mamãe cuidando, mas acho que se abrir as portas do guarda-roupa ainda encontrará pôsteres, recortes, entre outros que ele gostava de ter. – Rimos.

— Ok, mas não é o quarto do Emm que estou mais animado para ver e sim o seu.

— Pois está mais do que convidado a passar por lá mais tarde e ver onde é meu outro cantinho.

— Aceito o convite e já estou louco para comparecer, mas acho melhor descermos. Seu pai foi muito bom, mas não vai continuar assim por muito tempo se souber das nossas intenções.

— Não tenho intenção nenhuma, só te convidei para ver o quarto, só isso...

— Sei.

Ele me agarrou e nos beijamos daquele jeito entre o bem e o mal, travando uma briga só nossa, com ganhadores igualitários...

A primeira noite foi muito agradável, com o jantar e depois a escapadinha do Edward para o meu quarto, nem fizemos nada demais, só ficamos conversando sobre nossas infâncias e trocando beijos e carinhos inocentes, até ele decidir ir dormir.

Sábado meus pais trabalharam assim Nessie e eu atacamos de guias turísticas. Mostramos todos os lugares que costumávamos ir, passamos em frente a nossa antiga escola, vimos alguns conhecidos, amigos ou apenas colegas, comemos pela rua mesmo e no fim da tarde passamos pela praia que fica perto de casa, apesar de não ser propriamente uma cidade litorânea, a praia é sempre o maior atrativo por aqui. De noite fizemos sessão de cinema e ficamos assistindo filmes todos juntos.

Já no domingo mamãe fez questão de se mostrar uma boa anfitriã cozinhou peixe ao leite de coco para agradar o mais novo genro preferido, que Jake não ouça isso.

Depois fez questão de mostrar todas nossas fotos de criança, nem Nessie escapou, mas mesmo assim nos divertimos muito.

Em determinado momento da tarde papai chamou Edward para uma conversa a sós, sei que não teve nada demais, mas mesmo assim fiquei curiosa para saber o que tanto conversavam, porém quando voltaram Edward disse apenas que foi uma conversa agradável e assunto de homens, portanto, que não me contaria mais detalhes. Aceitei e passamos o fim da noite sentados na varanda da frente namorando.

Hoje mamãe conseguiu uma folguinha e foi trabalhar só na parte da manhã e a tarde saímos os quatro para ver outros pontos da cidade e ajudar nas compras de casa, já que sempre adorei fazer isso com ela.

E como ponto especial do dia Edward e eu combinamos de sair só os dois para comer e passear.

Arrumei-me de um jeitinho simples e meigo, Nessie ficou o tempo todo falando sobre o que faremos e que preciso abrir o jogo e contar sobre meus sentimentos, concordei, pois estou decidida a falar o que sinto independente da resposta.

Por fim desci encontrando Edward já a minha espera na sala.

— Você está linda. – Elogiou e sorri, provavelmente corando um pouco. – E fica ainda mais quando cora.

— Para, vou ficar sem graça, podemos ir?

— Claro, sua mãe disse que não temos hora para voltar.

— É claro, ela te ama e confia em você.

— Ela sim, mas seu pai disse que temos que estar em casa antes da meia-noite. – Rimos e em seguida saímos.

Papai emprestou o carro, então seguimos a um restaurante pequeno no centro. O jantar foi agradável, apesar de estar ansiosa pelos próximos passos, consegui me controlar até o fim do mesmo.

— Vamos caminhar um pouco na praia? – Perguntei enquanto rodamos pela cidade.

— Claro, está uma noite linda. Será bom caminharmos um pouco. – Ele dirigiu até achar uma vaga, descemos já descalços, porque com certeza o salto da minha sandália não é adequado para andar na areia.

Caminhamos um tempo em silêncio até que iniciei a conversa.

— Quando ainda morava aqui, não pensava que tudo isso pudesse acontecer.

— Tudo o que?

— Tudo. O colégio, nossos amigos, o campeonato, você, principalmente você. – Confessei. – Desde o começo senti algo diferente, mas não queria sentir ou admitir a mim mesma. E até agora não verbalizei tudo que tenho aqui dentro, mas preciso fazê-lo, preciso olhar nos seus olhos e dizer o que realmente sinto. – Paramos de andar e ficamos de frente para o outro. – Eu amo você Edward. Te amo mais do que posso imaginar que seja possível amar alguém. Te amo com meu coração, com meus sonhos. Te amo por inteiro. Amo por tudo que faz comigo e para mim. Te amo por apenas existir. Te amo desde sempre e espero te amar eternamente. E ainda que não sinta o mesmo agora, não me importo. Só não podia continuar com isso aguardado aqui dentro do meu coração. E digo mais uma vez. Eu amo você...

Ele me puxou e nos beijamos.

Diferente de todos os outros, esse tem um gostinho ou sentimento diferente, sendo calmo, mas intenso. Sinto que podemos nos fundir apenas com esse beijo.

Quando nos separamos ele grudou nossas testas e começou a falar.

— Ainda que não sentisse amor por você desde o começo, começaria a sentir agora depois de tudo que ouvi. Bella, você chegou à minha vida como uma avalanche, um terremoto me desestruturando. No começo, também não queria sentir, não queria lutar para entender o porquê de tudo isso, mas nem precisei fazer esforço, pois o amor cresceu aqui dentro sem que percebesse... – Ele colocou minha mão em seu coração. – Você é tudo o que há no meu coração. Minha razão de querer ser alguém melhor a cada dia. De querer crescer e construir uma vida ao seu lado. Amo seu jeito de menina doce e meiga. Amo seu jeito forte e decidido. Amo você como mulher, como minha namorada, amiga e companheira. Descobri com você esse sentimento tão forte que é o amor. Por isso quero que saiba senhorita Isabella Swan. Que eu amo você mais do que a mim mesmo, mais do que posso imaginar, mais até do que posso medir. Só sei que amo você.

Eu te amo. Te amo.

Nos beijamos de novo e ficamos assim por um tempo.

Agora me sinto tão mais leve e feliz em saber que posso dizer que amo e ainda sou amada.

Te amo. – Ele sussurrou no meu ouvido. – Estou adorando poder dizer isso.

— Também estou amando ouvir e dizer. Te amo.

— Sabe de uma coisa? Tenho um apelido para você, algo que será só nosso.

— Qual?

Heart. Porque você é tudo que há no meu coração. A melhor parte de mim, my Heart.

— Que lindo, amei. – O beijei. – Mas sabe, pensando bem acho que tenho um para você também.

— Então diga.

Dream. Porque viver com você parece um sonho, meu maior sonho que virou realidade, my Dream.

My Heart. Desse momento em diante para sempre Heart.

— Para sempre Dream, amo você.

Selamos mais esse compromisso com beijos e depois continuamos a caminhar até decidirmos ir embora.

Quando chegamos foi pouco para meia-noite.

— Pelo menos não infligimos nenhuma regra do seu pai.

— Sim, pode sentir que passou no teste do chefe Swan. O que não muda muita coisa, porque mesmo que eles fossem contra ainda ficaria com você.

— Mas é sempre bom andar dentro da lei, não? – Paramos em frente ao meu quarto para nos despedir. – Boa noite Heart.

— Boa noite Dream. Obrigada por tudo, eu amo você.

Eu amo você. Até amanhã – Nos beijamos.

E quando entrei no quarto foi pronta para sonhar com meu amor, meu melhor sonho...

O último dia da viagem passou calmo, não fizemos nada além de ficar em casa. Na hora de partir ainda teve choro, mas estamos contentes por tudo o que houve.

Já no aeroporto a espera do voo, mamãe me chamou para conversar.

— Querida, já falei com a Nessie, mas agora quero falar com você. – Assenti. – Vocês saíram praticamente duas meninas, mas agora vejo tanto amadurecimento, tanta felicidade. Assim posso deixar meu coração de mãe descansado sabendo que o melhor para vocês é estar lá.

— Sei o que quer dizer mamãe. Voltar só me fez ter mais certeza de onde e com quem é meu lugar.

— E sobre isso, não tenha medo de errar querida. Você e Edward são jovens, têm muitas coisas a viver. Então vivam, arrisquem-se, curtam, amem-se ao máximo, em todos os sentidos. – Fiquei em silêncio refletindo sobre a última parte. – Sim querida, estou falando disso mesmo. Sempre conversamos muito e sei que posso confiar que no momento certo, quando tomarem a decisão de estar completamente com seus parceiros, tomarão as devidas precauções. Mas saiba que pode sempre contar comigo.

— Obrigada mamãe, por tudo. Vou sentir saudades.

— Eu também meu bem, mas deixe que o amor guie vocês. E seja feliz. Até breve. – Nos despedimos quando o voo foi chamado.

Dei um último tchau e segui para o portão de embarque.

Quando entrei no avião não me senti mal por estar saindo de um lugar que sempre considerei minha casa, porque agora estou voltando ao meu verdadeiro lar. Onde encontrei a felicidade e continuarei cultivando-a ao lado do meu amor...

CONTINUA.

Notas finais
N/A: Então meninas o que acharam? Coloquei o 04 de julho porque é uma data que eles comemoram muito nos EUA e deu para trabalhar mais momentos amigos/família que gosto muito em End. E Beward, estão evoluindo, não? Mas o namoro é assim (pelo menos eu acho), as coisas vão aos poucos se ajustando na vida de ambos. E essas declarações, pensem, praia, noite de luar (porque tinha lua nessa noite haha) e os dois finalmente dizendo eu te amo. Lindo, não? Mas quero saber a opinião de vocês, por favor, meninas, comentem. Amo ver que o número de leitores e favoritos aumenta, mas o de comentários diminui, não entendo isso. Já falei, amo todo tipo de review, as supergrandes ou apenas gostei, seja como for só quem escreve sabe o quanto é importante receber um comentário. Então peço mais uma vez, ao acabarem de ler minha nota gigante, deixem uma rewiew, please *-*... Agora recadinhos, meu técnico finalmente acabou (UHU/chora) sendo assim, tenho minhas tardes livres de volta, mas é ano de vestibular, então tenho que estudar, mas penso/rezo/sonho que terei mais tempo para escrever, então logo volto com novo capitulo. Esses dias também postei uma one nova: Call Girl - (http://www.fanfiction.com.br/historia/237204/Call_Girl/). Ela está dividida em duas partes, a primeira já postada e a segunda vem logo mais. E para quem ainda não leu minha outra one: Obsessão - (http://www.fanfiction.com.br/historia/196072/Obsessao). Deem uma passadinha por lá porque por esses dias disponibilizarei um bônus. É isso flores, espero que tenham gostado, comentem, se quiserem/achar que merece recomendem. E nos vemos por ai, sigam-me no twitter: @KNRobsten. ~Kiss K Nanda.