End of The Beggining

1 Capítulo 1 - Happy - Pharrell Williams


Notas iniciais
Oii, esse capitulo ficou fraquinho, mas também começar uma fic dessas com a música Happy é um pouco complicado aushaaushu Prometo melhorar no próximo. Sim o capitulo ficou curtinho, mas é somente uma introdução.
Espero que gostem :3

É isso. Hoje é aquele dia. Sabe, aqueles em que tudo parece colorido, você sorri demais, o mundo parece vibrar com o seus passos e a harmonia da sua vida encontra o tom perfeito? É quase como flutuar. Uma sensação tão positiva, como se você fosse imbatível e nada pudesse te derrubar.

Ninguém seria capaz de destruir seu humor naquele dia. Não. A euforia, o ar, a vida, era como nascer de novo ao acordar! Não, não estou exagerando. A verdade é que esses momentos raros de paz e felicidade plena têm que ser aproveitados.

Meu nome é Brandon, tenho 17 anos. O que é um horror, último ano, correria, pressão. Parece humanamente impossível aguentar. Mas, até que lido bem com isso. Quer dizer, responsabilidade sempre foi o meu forte. Desde pequeno sempre tive que ajudar minha mãe com nosso restaurante, já que meu pai desapareceu há 12 anos sem deixar pistas. É uma droga. Mas foi bom, eu e minha mãe sempre fomos muito próximos, sempre nos apoiando e fazendo de tudo um pelo outro. Eu não queria que as coisas fossem diferentes.

Sempre fui um bom garoto, odeio trazer problemas para a minha mãe. Ela já teve problemas demais. Ainda mais agora que está ficando fraca, ela nunca foi do tipo forte e cheia de saúde. É complicado. Apesar disso ela mantém uma beleza impecável, com seus olhos azuis e cabelos castanhos. Infelizmente não tenho olhos azuis, mas sim castanhos. Meu cabelo curto é levemente repicado para o lado e possui uma tonalidade de castanho escuro. Algumas garotas até diriam que sou bonito, não que eu concorde, é claro.

Bem, o caso é que minha mãe foi visitar minha família pela primeira vez em muitos anos e passar algum tempo por lá. Eu fiquei para cuidar do restaurante sozinho enquanto ela estivesse fora. Hoje ela iria voltar e trazer minha prima de 7 anos com ela, que é praticamente minha irmã, desde que ela nasceu sempre fui muito próximo dela. Ela e minha tia costumavam vir nos visitar quase todo mês, o que sempre alegrava minha mãe.

Estou morrendo de saudades das duas e mal posso esperar para elas voltarem, eu sei que elas também me trariam boas notícias e faríamos uma pequena festa entre nós quando chegassem.

Hoje nada iria me deixar para baixo, meu esforço nesse tempo todo seria recompensado com um momento feliz, a casa estaria mais alegre e tudo iria melhorar cada vez mais. Eu sei que sim.

Fui pra escola de bicicleta, não ficava tão longe da escola. Cumprimentei todas as pessoas na rua, contagiando as pessoas com a minha felicidade. Ao chegar da escola, prendi minha bicicleta para não roubarem e corri para dentro, encontrando meus amigos.

Eu tinha um critério complicado com amigos, normalmente todos gostavam de mim. Só que tinha aqueles considerados “populares” que eram irritantes. Se achavam deuses e imortais. Claro que não eram, mas quem iria contrariá-los? Normalmente chegariam implicando com meus amigos, que não tinham um carisma tão elevado, mas dessa vez minha alegria os contagiou.

Na sala as coisas melhoraram, a menina mais linda da sala, a tímida Melissa veio falar comigo pela primeira vez. Me senti nas nuvens. Faziam-se anos em que eu tinha adquirido uma certa admiração maior que amizade por ela. Ela era definitivamente diferente de todas as outras garotas. Diferente principalmente dela. Katsumi.

-Eaí seus idiotas, como vão? – Gritou Katsumi ao entrar na sala, seu cabelo ruivo estava todo bagunçado e seus olhos azuis eram de puro divertimento.

Revirei os olhos. Aquela menina era sempre escandalosa e tinha como hobbie me torturar. Ela simplesmente não gostava de mim e o sentimento sempre havia sido recíproco. Só que hoje ela não poderia imaginar que meu humor estaria tão elevado.

Ela passou rapidamente pela minha carteira, sentando-se logo atrás, onde era o seu assento. Suas coisas eram jogadas na mesa e logo ela estava sentada em sua carteira com os pés na mesa.

-Olá, Donny, querido, como vai? – Ela disse me chamando pelo apelido que havia inventado. Ignorei como sempre.

O problema dela era que apesar da total falta de esforço, essa garota era um gênio do pior tipo. Era impossível conviver com ela. Ela era arrogante, egocêntrica e competitiva.

Hoje teríamos um projeto e ela gostava de seguir padrões. Ela criava padrões para me irritar, ela quase como se eu fosse o escolhido para boneco de teste. Hoje era o dia de apresentar um grande projeto, então ela escolhia esses dias para perguntar como eu estava e depois me ignorar completamente como se eu não existisse. Precisávamos nos comunicar durante a aula, mas ela insistia em seguir seu padrão e testar meus limites.

Hoje ela não conseguiria.

A aula passou lentamente, logo a hora de apresentar chegou. Eu apresentei meu projeto, mas dessa vez houve algo diferente. Katsumi ergueu a voz olhando fixamente para mim, mas também como se eu não existisse:

-Sua mãe não voltará hoje para casa. Nenhum de vocês voltará para casa.

Dito isso ela pegou sua mochila e se dirigiu para a porta. Eu podia jurar que havia visto um leve tremor em suas mãos.

Sorri novamente. Hoje era um dia feliz. Terminei a apresentação.

Notas finais
Os personagens ficaram bobinhos, mas tudo irá mudar a partir do próximo capitulo, prometo. Mais personagens aparecerão e a trama ficará emocionante. Sim, terá sangue UEHEUEH
Kissus,
Bye Bye (L