Encontros e Desencontros

8 Capítulo 8 - O outro lado da história - parte II


Notas iniciais
minhas amigas e meus amigos, me perdoem a demora, mais como eu já disse, estou mto ocupada com as provas da facu e ainda por sima tive o pior fds da minha vida, por isso espero q me perdoem e q eu tenha conseguido fz um bom cap...
boa leitura...

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_Já chega Temari, isso não está dando certo.

_Mas Kevin, eu te amo.

_Pode ser, mais uma namorada como você não dá. Eu quero uma mulher feminina, calma, delicada, que seja meu poço de relaxamento e calmaria, e não uma garota que pensa que o mundo é rock, esportes radicais e que trabalha com algo tipicamente masculino.

_E porque eu não posso ser policial? Isso é puro machismo.

_Pode até ser, mais eu sou assim, e se me você me ama, você tem que mudar.

_Eu amo o que eu faço e as coisas que gosto, eu não posso...

_Você não entendeu, ou é essas coisas ou eu, mas acho bom você escolher bem.

_Está certo... –ela se ergueu da cama e pegou uma pilha de roupas e objetos que o outro arrumava e jogou tudo pela porta de sua casa. –Então dá o fora daqui.

A loira sofreu muito com aquela separação, amava aquele homem de verdade, mas não poderia suportar aquilo, porém, teve de admitir, tinha que repensar algumas atitudes suas, e foi então que decidiu aceitar o convite de Hinata a participar de uma aula de dança que a amiga fazia.

Hinata era bailarina desde criança e por isso pensou que talvez ter o apoio da amiga e se tornar um tanto mais delicada não faria mal nenhum, até mesmo porque, sabia que não tinha gestos muito dóceis e graciosos e ela não queria ficar muito tempo sozinha, mas também não queria se envolver seriamente com ninguém, porque não suportaria ter alguém te mandando, e com aqueles modos rudes seus, não atrairia ninguém.

Bem, passou o tempo de luto e as aulas começaram, ela participava delas com regularidade, e acabou gostando de certa forma, apesar de ainda se sentir um tanto deslocada.

Numa tarde entediada ela trombou com aquele Deus moreno, forte, de olhar desbravador e mãos firmes, que ficou sentado parecendo um tanto triste. Mas ele ficou ali um longo tempo e quando seus olhares se cruzaram, ela sentiu um frio percorrer sua espinha, e pensou que ele poderia ser alguém interessante...

Mas ele sumiu com a dona do estúdio de dança e ela não o viu de novo e até que ficou decepcionada, ele poderia ser alguém com quem testar os conselhos que a amiga lhe dera. Saindo do estúdio, ela se deparou com ele, e ficou nervosa, não sabia o que deveria fazer então Hinata a incentivou a ir falar com ele.

_Mas ele é lindo de mais, não vai dar bola pra uma garota como eu...

_Não seja boba menina, você é linda e precisa dar uma sacudida nesse corpo ou vai acabar mofando, e já rolou um clima com aquele encontrão.

_Você acha?

_Anda, vai lá.

_Então vem comigo, não quero que ele perceba que é uma investida direta.

_Afe... Tá bom, eu vou.

Elas se aproximaram e ela ficou encantada com o jeito dele e comemorou dentro de si pelo convite pra jantar.

A conversa com ele fluía de forma muito natural e agradável, e nem percebeu o quanto a noite se estendeu até se dar conta de como o tempo passava rápido com ele, e foi com grande desafio que convidou ele a ir a seu apartamento. Sabia que ele não estava cansado, com aquele porte físico seria impossível ter se cansado com quatro quarteirões e até achou que ele não entenderia suas segundas, terceiras, quartas... intenções, mas pelo visto entendera, porque não demorou muito a lhe tomar nos braços e ela se entregou sem pensar duas vezes, adormecendo em seus braços, depois de uma noite memorável.

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_Tá brincando que ele acha que você é uma bailarina né?

_Ainda mais uma moça delicada.

_Pois saibam vocês que posso ser muito frágil e delicada, tá.

_Até pode sim, mas não por muito tempo, e depois, você também mentiu.

_Não, ao contrário da Sakura e da Tenten eu realmente sou uma bailarina, ele só não sabe que só nas horas vagas e que eu prefiro um hevy metal.

_Mas então as flores são pra doce e frágil bailarina... Minha nossa...

_Mais garotas, nós não podemos julgá-la dessa forma, com um pão daqueles, é de se entender que uma mentirinha valha a pena, mas pelo visto ele gostou mesmo de você.

_Mas não era pra vir me procurar assim, não era pra durar, porque não quero compromissos.

_Mas...

_Não quero mais fala sobre isso, sua vez Hina.

_Eu acho...

_Fala logo criatura, acabou minha vez.

_Ai, tá bom, tá bom... Bem, tudo começou...

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O seu ex-namorado terminou com ela porque a achava muito chata com tanta meiguice, e ela se irritava com ele cada vez mais por tentar com que ela fizesse coisas que não queria, e isso não se referia apenas ao sexo. O acumulo de reclamações dele, junto ao seus modos rudes e ela se sentindo muito infeliz, eles acabaram se separaram.

Depois que terminou com ele, Hinata foi assaltada três vezes em um mês, o último bandido lhe disse que eu era o tipo perfeito de vítima, pequena, frágil e meiga, por isso, cansada de ser menosprezada, resolveu dar um basta nisto e começou a ir as aulas de boxe com a Tenten, ela prometeu que a ensinaria a se defender, e realmente ensinou.

Hinata era pequena, rápida e havia tomado gosto pelo poder que parecia assumir quando estava com aquelas luvas e aos poucos, foi ficando mais forte, mais ágil e confiante em si mesma, de tal forma que não demonstrava seu modo meigo e frágil e preferia assim, seria mais difícil a machucar, e foi assim que ela se irritou com um rapaz da academia. Fazia um bom tempo que ele estava dando em cima de Hinata e ela nada, era mais um homem peludo, mal cheiroso e desprezível, do qual ela tentava ao máximo ficar longe, mas ele sempre insistia, até o dia em que ela perdeu a paciência e deu um tapa na cara dele que tentou passar a mão nela.

Estava tão furiosa com aquele disparate de todos os homens acharem que tinham posse sobre ela, que saiu até cega de raiva e acabou trombando com mais um exemplar da raça humana do sexo masculino que por tabela recebeu a repulsa dela.

Mas acontece que as suas valises foram trocadas e ao chegar em casa e procurar suas coisas para o banho, ela conversava com Sakura, e ao invés de seu sutiã rendado, ela encontrou um estoque de camisinhas.

_O que é isso? –indagou Sakura.

_São... São... –ela ficou vermelha imediatamente.

_Minha nossa, pra que isso tudo Hina, com que você está saindo? –a rosada riu, sabia que tinha algum engano naquilo, mas não perdeu a oportunidade de zuar a amiga. –Meninas venham ver isso. –ela gritou.

_Para com isso Sa, isso não é meu. –ela enfiou a corrente de camisinhas na valise novamente.

_O que foi? –indagou Ino chegando com as outras meninas pra ver o que se passava.

_Vocês não vão acreditar no que a Hina anda levando nessa valise.

_O que? –indagou Ino, a mais curiosa de todas.

_Nada.

Elas começaram um reboliço até que Tenten conseguiu pegar a valise e abriu, retirando de lá as camisinhas, cuecas, um macacão preto e laranja, um boné de mesma cor, sapatilhas, também na mesma cor, luvas pretas, lubrificante e mais umas balas de menta.

_Depois de um estripe bem feito, uma festa com essas camisinhas e bala de menta.

_Não se esqueçam do lubrificante. –riu animadamente Temari.

_Isso não é meu! –Hinata estava mais vermelha que uma pimenta malagueta madura.

Elas ainda riram e fizeram varias piadas até a morena guardar tudo de novo.

_Mas se ao é seu, de quem é?

_Eu não... Espera... –ela começou a pensar e se lembrou do loiro de olhos azuis que trombara com ela. –Isso só pode ser daquele sem vergonha, pervertido da academia. Trombei com o safado e devo ter pego a valise dele.

_Aquele gato musculoso e desenhado a mão? Meu Deus, a garota que usa isso com ele é muito sortuda. –riu Tenten à vontade.

Aos poucos elas sossegaram e Hinata pode tomar seu banho pondo um de suas roupas do armário.

No dia seguinte seguiu sua rotina normal e acabou topando com o loiro de novo, desta vez querendo cantar de galo, e aquilo a irritava muito, tinha jurado pra si mesma que jamais um homem voltaria a gritar com ela e lhe machucar (literalmente), por isso acabou brigando com ele de novo, mais quando ficava vermelha em sua presença, era de vergonha e não raiva, ele tinha o poder de a deixar sem graça com aquele olhar penetrante.

Foi conversar com ele porque de certa forma se sentia culpada pelo trágico acontecimento da vida dele com a namorada, mais ao saber o quão safada a menina era ficou inconformada, o que ele queria, voltar com a cadela?

“Homens... como podem ser tão burros e só pensar com o membro entre as pernas, não vê que existem milhares de mulheres pela terra que adorariam estar com ele de forma séria?”

Ficou assustada com o próprio pensamento e por isso até omitiu essa parte enquanto contava a historia as amigas, mas o restante ela contou, e contou o que aconteceu com ela quando saiu da padaria e foi pra casa com ele afim de trocar as valises.

Em um ímpeto de desejo, ao qual ela nunca se entregara, ela havia lhe abraçado pelo pescoço e pedido que a beijasse, e foi ótimo, porque pela primeira vez se entregara completamente a uma coisa, tirando os momentos em que batia no saco de areia, por ali também esquecia, mas era a primeira vez que um homem conseguia isso, e foi com essa sensação que acabou na cama com ele, adormecida em seus braços.

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_E bem, agora sei que ele é o piloto de corrida prodígio.

_Para tudo! Quer dizer que aquele home lindo que vi de relance na academia é meu ídolo das corridas e eu não me dei conta? Eu vou me matar.

_Tenten para com isso, não vê que a Hina ta apaixonada por ele?

_Eu só quero um autógrafo amiga e uma foto, depois deixo ele todinho pra você.

_Não, eu não estou apaixonada.

_Como não, só de falar nele seus olhinhos ficam brilhando...

_É só a luz. Eu não quero homem nenhum, muito menos um play boy que põe a vida em perigo numa coisa maluca como aquela.

_Primeiro, aqueles carros são super, hiper, mega, blaster, máster seguros e segundo... Bem segundo eu não tenho anda a dizer, porque ele deve mesmo ser um play boyzinho metido a besta.

_Está vendo e de metido a besta me bastou meu último namorado.

_Mas as flores e os recadinhos são lindos.

_Isso não importa, tudo é lindo no começo, quero só ver depois de um tempo o que é que vira.

_O pior é que ela tá certa.

_E assim chegamos no final das contas, a ultima que falta... És tu Ino.

_Preciso mesmo, não quero falar mais nada não...

_Nem vem com essa, é sua vez sim, pode por tudo pra fora.

_Acho que ouvi meu celular tocando...

_Volte já aqui sua patricinha metida, e fala logo.

A loira baixou a cabeça e respirou fundo, não tinha escapatória, assim achou que o melhor remédio era mesmo começar a falar de uma vez.

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_Gente eu acho que a Ino não está legal.

_A você acha é, por quê? Só porque ela não comeu nada o dia todo, não foi fazer o cabelo e está a duas horas assistindo a vida do salmão durante um dia e até agora ele só andou em silêncio? Será que ela está bem? É obvio que ela não está bem!!!!

_E o que fazemos?

_Vamos lá tentar animar ela.

As quatro se aproximaram dela e desligaram a televisão a qual ela pareceu nem notar que tinha sido desligada.

_Ino...

_Hum...

_Eu preciso comprar roupas novas, vamos ao shopping?

_Não, estou sem vontade.

_Sem vontade é... Bem, já que não quer ir com ela, então vem comigo, decidi que vou tosar o cabelo e preciso de umas dicas.

_Desculpe, mas estou sem idéias.

_Ino, que é isso, uma unha lascada? Temos que ir a manicure.

_Ah, está lascada é... Hum...

_Ino, porque não vem comigo, podemos ficar vislumbrando aqueles homens enormes e lindos se matando de treinar e levantar peso pra impressionar a gente.

_Não quero não, obrigada. –ela suspirou e se pôs deitada de barriga pra cima, encarando o teto branco e vazio.

_Ah, já chega, você não quer ir ao shopping, nem ao salão e nem a academia, oq eu é que está havendo?

_Nada...

_Ino Yamanaka! –elas sacudiram a loira que pareceu pegar no tranco, as encarando com os olhos marejados. –O que é que está havendo?

_Eu quero morrer. –ela começou a chorar desenfreadamente e as outras se assustaram se afastando um pouco.

Ela chorou por longos minutos, até que o soluço tomou conta dela e as lagrimas diminuíram, em um esforço enorme dela para parar de chorar.

_O que foi amiga? –as meninas se aproximaram novamente e se sentaram envolta dela que agora estava sentada.

_O Sai... Ele me abandonou.

_O que?

_Ele está com outra e levou ela na floricultura hoje de manhã, e comprou flores pra ela.

_Não fique assim...

_Eu fiz de tudo pra ele, mas ele me deixou e já está com outra.

_Não fique assim querida, ele sempre foi um lerdo e um sem graça, você merece coisa muito melhor.

_Mas eu quero ele, eu quero ficar com ele, porque... –as lágrimas voltaram. –Porque eu amo ele.

_Não fique assim. Porque vocês terminaram?

_Ele disse que eu sou fútil, egoísta e egocêntrica, e eu não sei porque ele disse isso.

As outras se entre olharam.

_Vocês concordam. –ela começou a chorar de novo.

_Não, não a gente não concorda... Inteiramente...

_É só que você é um tanto...

_Não gente, vamos ser realistas, Ino, você é uma patricinha que se acha a ultima bolacha do pacote, a última coca-cola do deserto, e isso é fato.

_O pior é que ela está certa, você é mesmo o que a gente apelida de sisi ou então taxi.

_Meninas!

_A para, ela precisa de um choque de realidade. Tudo bem que aquele Sai não podia reclamar de nada e ele não deixa de ser um cafajeste por a tratar assim, mas é realmente fato que ela precisa mudar certas coisas.

_Mas o que eu faço?

_Eu já sei, vou te levar comigo essa noite.

_Eu não acho uma boa idéia...

_Não, é isso. Essa idéia é perfeita Tema, eu vou com você. Com certeza posso aprender muita coisa com você.

_Mas Ino, ela...

_Não importa onde você vá, que eu não sei onde é, mas com você com certeza vou sentir um choque de realidade! –Ino se animou e até sorriu.

E assim...

_Eu não vou sair de casa desse jeito. Isso é uma péssima idéia.

_Eu avisei. –disse Tenten mordendo uma maçã sentada no para peito da janela.

_Para com isso vocês duas. Um show de rock faz milagres pela gente e depois, a gente sempre encontra vários gatos.

_O pior é que ela tem razão. Roqueiro bonito existe aos montes. –disse Sakura sorrindo.

_Mas olhem pra mim, estou parecendo uma aberração.

_Relaxa Ino, você vai fazer muito sucesso, eu garanto.

_Eu não vou.

_Ah, você vai, deu um trabalhão conseguir o seu ingresso, então você vai, nem se for amarrada.

Depois de muito discutirem, elas foram para o show, e com o passar do tempo, as coisas não pareciam mais tão ruins e assustadoras. Música era indecifrável, mais a batida forte e pulsante dava uma sensação gostosa, como se o ela é que comandasse deu coração.

E a coisa ficou melhor quando o amigo de Temari se aproximou, as cumprimentando. Ele era lindo, e era moreno, bronzeado, bem diferente da coisa lavada que era Sai.

Temari não imaginou que os dois ficariam ali conversando e muito menos que sairiam dali, mas foi o que aconteceu e aos poucos Ino foi achando ótimo estar com ele e a coisa ficou ainda melhor quando viu Sai passando por ela e quase tendo um troço ao vê-la daquela forma, por isso mesmo ela lascou um beijo no rapaz moreno de tirar o fôlego, deixando o outro vermelho de raiva.

A carona até sua casa foi muito boa, era uma maneira tentadora de terminar a noite, mais ficou ainda melhor quando ela o convidou pra subir. Achou estranho ele não ligar pra batida, mas deixou isso passar, estava mesmo era interessada em descobrir as curvas de seus músculos sob a camiseta.

Eram pensamentos pervertidos, mas estava tão feliz de poder se vingar que faria isso por completo, e por isso adorou quando os dois se perderam em desejo, e foram para em seu quarto.

Pela manhã, ela até contou que trabalhava em uma floricultura, achou que seria de mais mentir sobre tudo, já que ela nem ao menos sabia quem era a banda que ele adorava e tinha tocado na noite anterior, e depois se despediram, como se nada tivesse acontecido, mas o sentimento de vitoria e triunfo persistiram de uma maneira confortadora e saborosa.

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_Tá zuando, você dormiu com... com... –Temari perdeu até o fôlego.

_O candidato a governador? Eita, mais ta podendo mesmo. Só na nata né espertinha?

_Está brava por eu ter ficado com seu amigo Tema?

_Ele não é só meu amigo Ino, ele é...

_Me desculpe, não sabia que gostava dele. Você deixou a gente lá, eu pensei que...

_Ele é meu irmão Ino.

_Seu... Seu...

_Xiiiiii... –disse Tenten se afastando, junto com Hinata e Sakura, sabiam o quanto Temari era possessiva e ciumenta com o irmão que ela nunca havia apresentado.

_Não acredito que dormiu com meu irmão.

_Eu não sabia. – a outra estava mais arrependida ainda.

_E o piro de todo é que ele gostou de você, mandou presentes e...

_Me perdoe, eu não sabia.

_Como pode?

Ino não sabia mais o que dizer, se desculpar mais uma vez não adiantaria de nada.

_Eu não acredito nisso. –disse Temari depois de alguns momentos.

_Olha Tema, eu realmente não sabia. Você deixou a gente lá, ele me chamou pra dar uma volta, eu tava afim de esquecer aquele fantasma do Sai, então...

_Se você tivesse ficado com ele porque queria algo com ele beleza, eu não falava nada, ia até ficar feliz da gente ser cunhada, mas você ainda gosta daquela coisa pálida e só ficou com o Gaara pra se vingar, eu não posso aceitar que você o tenha usado.

_Eu sei que começou assim, mas no fim gostei dele... Tá, não estou afim de compromisso sério, mas...

_Mas nada. Não quero mais saber desse assunto. Aliás, isso já foi longe de mais.

Temari foi para seu quarto e as outras também se espalharam, o que prometia ser um belo fim de semana, se transformou em um pé de guerra, com pensamentos de como por um fim no que havia acontecido com os rapazes e de trazer a paz e amizade de volta ao apartamento.

Notas finais
bem é isso... não gosto de fz amigas brigarem por homens e mto menos por um q parece q está sem chance de ser nd mais q só uma lembrança, mas no caso a briga foi por causa de cuidados de irmã mais velha, então esporo q entendam...
se puderam, deixem reviwes, estou precisando de animo depois do balde de agua fria q me jogaram...
até mais...