Encontros e Desencontros
50 Capítulo 51 - Minha noiva
Notas iniciais
boa leitura...
Hinata sentiu o coração acelerado, ver Naruto sorrir daquela
forma sempre mexia com ela, e ver que ele não a esquecera, que estava ali na sua grande noite e que fora capaz de estender uma flor sobre seu nome, com certeza a perturbava e foi nisso que passou a noite toda pensando, durante o jantar com seus amigos e seu pai.
Depois do jantar Hiashi pediu pra conversar a sós com filha, assim os outros foram pra casa, levando as flores dela e ela seguiu com o pai,
até o parque central da cidade. Dentro do parque, eles caminhavam lentamente, lado a lado, mas Hinata tinha a rosa que pegou no chão nas mãos, não conseguiu se afastar dela, então a girava nos dedos, enquanto seu pensamento vagavam a esmo.
Hiashi se sentou em um banco de pedra e segurou a mão da filha,
a fazendo se sentar ao se lado, ela colocou a flor de lado e encarou seu pai que a olhava com cuidado.
_Hinata, preciso muito conversar com você, algo que vai mudar muito as coisas... –ele disse de vagar e sério, deixando ela preocupada,
com certeza era algo serio e preocupante.
_Pode dizer, estou ouvindo. –ela o encorajou.
_Naquele dia que nos encontramos, você parada na frente da lanchonete, eu só pude pensar que foi uma providencia divina, porque eu
precisava te encontrar, mas nem sabia por onde começar a procurar, foi então que me dei conta do pai horrível que sempre fui pra você. Eu tenho uma filha no auge de seus vinte e poucos anos e eu nem sei os lugares que ela freqüenta, não do que ela gosta, sua comida favorita, tão pouco sabia que ela tinha um namorado... –ele parou na ultima palavra, achou que tinha ido longe de mais, porém ela apenas continuou a encará-lo com os olhos aguçados, concentrada no que ele dizia, então ele continuou. –Eu cometi mesmo muitos erros e esses erros me afastaram de você. Eu era uma pessoa terrível e tudo o que me disse naquele dia era verdade, mas eu juro que pensei que você não fosse me perdoar, você mudou tanto...
_Tive que aprender a ser diferente, a me endurecer, as pessoas passaram a me usar e a me pisar de tal maneira que não suportei, no fim
eu só pensava que você tinha razão, eu era uma tola e uma louca por pensar que daria pra ser diferente...
_Não, não diga isso. Você é diferente, tive certeza disso hoje, e eu sou tão grato aos céus por você ser diferente... Você é humana minha
filha, é gentil, é doce, e meiga, se parece muito com sua mãe, e eu me orgulho disso, e é por você ser assim que eu me toquei do monstro que sempre fui, no entanto, algo teve que desencadear essa percepção, e não digo que foi feliz o que me aconteceu, mas no fim tudo tem um propósito, e acho que o propósito da minha vida pro futuro é reparar o mal que causei e por isso precisava muito do seu perdão, minha menina. –ele disse gentil tocando o rosto sereno da filha.
_Mas o que está havendo, porque essa mudança?
_Hina, a alguns meses eu sofri um desmaio, meu corpo já não suportava os esforços da vida no campo, e eu me sentia cada vez mais fraco, as vezes podia sentir meu coração parar, e então os desmaios vieram para piorar tudo. Fui ao médico, fiz vários e vários exames, no fim descobri que tenho um grave problema no coração.
_Minha nossa. –ela disse assustada.
_É, parece que o destino gosta mesmo de pregar peças e rir de nós, porque justo eu que sempre fui taxado de ter coração de pedra acabei com o coração mais humano e frágil que já viram.
_Mais tem cura não tem? –ela indagou aflita, e ficou ainda mais aflita quando o viu balançar a cabeça pacientemente.
_Não existe cura, os remédios são escassos e os tratamentos
são quase inexistentes e ineficazes, são poucas as coisas que podem fazer por mim, a não ser retardar um sintoma ou outro, mas minha vida está por um fio.
Hinata ficou com a boca aberta e seca, seus músculos foram tomados por um tremor perceptível e lágrimas lhe invadiram os olhos. Tivera muita magoa daquele homem, mas nem por um milésimo de centésimo de segundo quis o mal dele ou que algo como aquilo acontecesse.
Hiashi abraçou a filha pequena e frágil com carinho e lhe acariciou os cabelos.
_Todos iremos morrer um dia minha querida, uns mais rápidos, outros mais lentamente, uns jovens, outros velhos, mas é a certeza de nossa vida, um dia ela se acaba.
_Mas porque assim? Porque tão rápido? Oh papai, não quero lhe perder, nunca quis. Sofri muito quando me mandou embora, doeu de mais ouvir que não era mais sua filha, não é justo que o senhor parta agora.
_Foi preciso a partida ficar próxima pra que nós dois estivéssemos aqui agora, dessa forma. Não chore minha doce menina, não chore,
tudo está e ficará bem.
_Tem de ter alguma coisa que se possa fazer, algo que ainda não tentaram... –ela o olhou desesperada, com lágrimas lhe correndo pela face.
_Psiu... Não se afobe assim, hoje é dia de festa, não de choro, hoje é seu dia minha princesa. Seu velho pai já viveu muito, já errou muito, está na hora de acertar um pouco e ser feliz, e eu estou feliz, muito feliz. Passei os últimos meses ajudando pessoas, salvando vidas, usando minha fortuna pra garantir um pouco de paz aos outros e adivinha só, eu estou super em paz com o mundo, comigo. Estou tão alegre de ver Neji e a família, aquele garotinho é meu sobrinho neto e é a coisa mais linda e esperta do mundo, a mulher dele é maravilhosa, tão cativante e corajosa, e você... Minha filha, como estou feliz de ver a mulher esplêndida que você se tornou, e só não fico mais feliz por você, porque sei que sofre pelo fim de seu namoro com o homem que ama tanto.
_Ele me...
_Neji me contou tudo, me contou inclusive que ele tentou se explicar... Hinata, querida, vê o que acontece? Você me deu essa chance, me deu a oportunidade de me explicar, de me desculpar e está aqui comigo, me apoiando e tudo mais, então poderia dar uma chance a ele também. Eu vi o modo com que ele olhou pra você, o jeito com que queria estar perto e o sorriso dele quando jogou a flor sobre seu nome, ele te venera, ele te ama, por favor, minha linda, não seja rude e dura como seu pai era, não se arrependa do que não fez, não sinta a duvida de talvez ter algo a mais pra saber, a certeza, mesmo que ruim, é melhor que a duvida e insegurança.
Ela encarou o pai e depois o abraçou, finalmente se sentia segura e amparada, finalmente tinha um pai de verdade e melhor , finalmente
tinha uma família que amava, alem dos amigos.
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
A campainha tocou e acordou os três homens que estavam nele,
um deles ainda sonolento abriu a porta e viu um jovem mulher para a porta, segurando uma rosa.
_Por favor, aqui mora Naruto Uzumaki?
_Minha nossa, que gata, tem certeza que veio procurar o Uzumaki, aposto que sou muito mais interessante. –disse o rapaz ruivo e sardas
erguendo a sobrancelhas.
_Preciso falar com ele urgente, ele está ou não? –ela disse um pouco mais firme, mas ainda com medo do homem a sua frente.
_O que foi Chris? Quem é?
_É uma linda gatinha que está a sua procura.
_Quem? –Naruto foi até a porta e a sonolência passou em um segundo, ficando de olhos bem abertos com a mulher a sua frente.
_Nossa, gata ela em? Nossa onde arrumou essa delicia? Podemos dividir...
_Vá pro inferno Chris, suma daqui. –disse o loiro empurrando o companheiro de casa pra dentro, mantendo os olhos dele bem longe da morena ali parada.
_Fala sério Naruto, a gente ajuda a...
_Mais uma palavra eu vou fazer você engolir sua língua! –bradou Naruto.
O amigou saiu rindo e levando o outro colega consigo.
_Hina... Ou melhor, Hinata... Ah... Me desculpe, eu...
_Está tudo bem. Posso entrar?
Ele ficou na dúvida, mas por fim deixou ela entrar, deixá-la no corredor do prédio é que não poderia e mandá-la embora não era parte de seus planos.
_Claro, entre. –ele deu passagem a ela.
Hinata adentrou o apartamento e olhou em volta, tirando uma coisa ou outra fora do lugar, até que o lugar não era tão ruim, até mesmo porque era limpo tendo cinco homens coabitando ali.
_Senta. –ele apontou o sofá.
_Obrigada. –ela respondeu se sentando.
_Quer alguma coisa? Uma água? –ele ofereceu depois de um tempo sufocado pelo silêncio.
_Não, estou bem.
_Certo...
Eles continuaram em silêncio sem se encarar, até que ela ergueu os olhos e ele a desviou o olhar pra ela.
_Eu vim aqui porque precisava te fazer uma pergunta... –ela começou, sua voz estava baixa, mas ele entendeu perfeitamente o que ela dizia.
_Tudo bem, pode perguntar. –ele disse se ajeitando no sofá, estava inquieto, mas com toda a sua atenção voltada pra ela.
_Ainda me ama? –ela foi direta, e sua voz estava mais nítida.
Naruto esperava um milhão de perguntas. Você me traiu? Por quê? Naruto, porque pode fazer aquilo comigo? Ou ainda, não fui suficiente pra
você? Mas em nenhum momento, nem mesmo por um segundo ele pode sequer sonhar com uma pergunta como aquela.
_Co-como? –ele gaguejou, parecia não ter entendido o que ela dizia.
_Perguntei se ainda me ama. –ela disse de novo, da mesma forma.
_Hinata, eu...
_Desculpa atrapalhar, mas eu tinha que ver a garota, Chris está tagarelando que nem louco do quanto a mulher é bonita, então tive que vir
conferir.
_Sebastian! –disse Naruto entre os dentes.
_Minha nossa, ela é bonita mesmo, em que catalogo conseguiu?
Naruto voou contra o outro, vendo ele correr sala a fora, e se fechando em seu quarto.
O loiro estava ofegante de tanta raiva, e bufando sentiu uma mão leve sobre seu ombro.
_Há algum lugar nessa casa em que eles não possam entrar? –indagou Hinata tranqüila, mas sem sorrir.
_Há dois, o banheiro e meu quarto, mas acho que nenhum desses lugares é uma...
_Onde é seu quarto? –ela perguntou de vagar.
Ele a olhou ainda mais surpreso, mas por fim apontou a porta no fim do corredor, e ela passou por ele, se encaminhando pro aposento que ele
mostrara, e depois de mais alguns momentos de atordoamento, Naruto a seguiu. Eles entraram no quarto e Naruto fechou a porta, Hinata estava a sua frente, ambos de lado pra porta, e assim ela trancou o quarto coma chave que já estava na fechadura.
_Mais uma vez me desculpe...
_Só me pergunto se estou vestida como uma portituta... –ela disse olhando pras próprias roupas.
_Não, claro que não. –ele a analisou de cima a baixo pra responder, apesar de saber a resposta, e ela estava linda com uma blusa branca,
saia azul e sapatilhas pretas, com o penteado já desfeito, deixando seus
cabelos caírem em suas costas. –É que eles não sabem o que é uma mulher que não esteja em catálogos e afins, e como você é dona de uma beleza de perfeição ficam dizendo essas asneiras.
_Perfeição... –ela murmurou, e se afastou um pouco dele.
“Idiota, vá com calma, quer mandá-la embora, seu pervertido metido a Dom Juan.”
_Hinata eu não quis...
_Eu te amo Naruto. –ela disse sem se virar pra ele. –Eu te amo muito, te amo da mesma forma que disse que amava a alguns meses e por mais que eu queira e eu tenha tentado, eu não pode te esquecer, não pude acabar com esse sentimento, e por isso te perguntei, ainda me ama?
Naruto olhou profundamente nos olhos dela e ela achou que iria se afogar na imensidão de seus olhos, ao mesmo tempo os viu límpido, calmo e cheio de luz, por isso o que veio a seguir foi ainda mais sentido e
verdadeiro.
O loiro levou as mãos ao rosto dela e a beijou ternamente, provando o sabor delicioso dos lábios dela, que o enchia de saudade, e explorando sua boca, enquanto acariciava sua pele macia e aveludada, e quando o
ar lhes faltou, ele continuou a segurar seu rosto e disse:
_Eu sempre vou te amar, sempre. Jamais menti pra você.
Hinata, que maninha a flor em uma de seus mãos, enquanto o abraçava agora, sentiu os olhos arderem, mas segurou firmemente as lágrimas.
_Então por que...
_Aquela que viu comigo na lanchonete é praticamente minha irmã. Quando eu estava no orfanato, encontrei com ela, nós acabamos muito
amigos, ela era um pouco mais velha e me ajudava com os problemas por lá, depois, quando eu fui adotado, ela continuou lá, ela jamais foi adotada, jamais teve uma família, então me pediu ajuda com um problema em que se meteu agora.
_Ela lhe beijou, como uma irmã pode...
_Eu fui adotado com nove anos de idade, já era um garoto crescido, quase já não tinha esperanças de eu ser adotado, ela então... Estava
na casa dos doze anos. Um dia, ela me levou pra brincar com os garotos maiores, uma brincadeira que eu não conhecia até então, se chamava verdade ou conseqüência, no meio da brincadeira a fizeram me beijar, eu fiquei assustado, mas não foi ruim, por isso, por algum tempo, mesmo que pequeno, até eu ser adotado, ela foi minha namorada, ou quase isso. Eu era uma criança, mas era divertido e era bom ter carinho de alguém, então quando ela me viu, me deu um selinho, disse que era em nome dos velhos tempos, claro que eu fiquei bravo, não seria capaz de te trair de forma alguma, mas ela é meio desmiolada mesmo, acabei rindo, no fim não vi maldade, e nós falávamos sobre um assunto sério, jamais pensei que daria toda essa confusão.
Ela achava aquela historia muito mirabolante, mas por isso mesmo acreditou nela, e depois, não conseguia encontrar mentiras naquele olhar
carregado de tanto sentimento e admiração.
_Qual é o problema dela?
Ele sentou Hinata em sua cama e um em frente ao outro ele voltou a falar:
_Ela saiu do orfanato depois de arrumar um emprego, trabalhava como garçonete e estava estudando a noite, queria retomar os estudos, fazer faculdade, essas coisas, mas o dinheiro era curto, ela ganhava
apenas pra comer, e suas contas não eram pagas. Morava no subúrbio, em um apartamentozinho chinfrim, quase sub humano de tão pequeno e sujo, mas ainda sim tinha de pagar aluguel, e ela não tinha como, então o dono do lugar ofereceu uma troca, ela poderia continuar morando ali, se fizesse alguns favores em troca, e esses favores era na cama dele.
_Minha nossa, que horror!
_Pois é... Sem alternativa ela aceitou, precisava de um lugar pra morar, e assim começou a freqüentar a casa desse homem, lá ela conheceu outros homens, estes ofereceram dinheiro pra que ela também fizesse esses favores a eles, então ela viu uma chance de conseguir dinheiro e continuar abrigada. Daí em diante você pode imaginar o que aconteceu... Alguns anos depois ela tinha o suficiente pra mudar de vida, pra sair dali e começar a realizar seus sonhos, e foi embora, mudou de cidade e de estado, arrumou um apartamento com outra estudante, voltou a estudar, trabalhava como babá aos fins de semana e no resto dos dias era vendedora em uma loja bacana, a noite ia a escola, e sua vida estava ótima, até que ela descobriu que a colega de apartamento usava drogas, ela dizia que era só pra curtir de vez em quando, e no fim chegou o dia em que minha amiga experimentou, em pouco tempo o mundo dela estava destruído e com ele veio a conta enorme que ela devia aos traficantes. Ela apanhou, foi torturada, e usada como quiseram, eram varias ameaças,
e ela estava na sarjeta, literalmente, e foi ai que ela me viu na televisão,
por isso voltou e veio me procurar. Posso sanar as dividas dela, dar a ela uma ajuda pra começar uma nova vida, mas tudo dependia da nossa conversa na lanchonete, eu precisava saber se ela quer mesmo ajuda, ou se vai mudar tudo de novo, entende?
Hinata estava atônita, como poderia imaginar uma história como aquela?
_Eu ia te contar tudo, ia te explicar e te apresentar a ela, mas não pensei que você fosse nos ver e nem entender as coisas tão erradas.
Sinto muito pelo mal que lhe fiz, sinto muito por ter feito você sofrer, mas
isso nunca foi algo que eu quis fazer. –ele disse rapidamente.
_Naruto, eu não sei o que dizer.
_Só diz que acredita em mim, já estará muito bom pra começar.
_Eu acredito sim, mas você não foi o único errado, eu não devia ter sido tão dura com você e os outros, deveria ter deixado você falar, no entanto...
_Eu te entendo. Sei o quanto você sofreu com seu ultimo relacionamento, e sei que eu também fui intransigente, mas eu nunca seria capaz de te fazer algo que fosse te magoar, e se fiz, foi puramente sem querer.
Ele a abraçou forte e ela retribuiu, depois encarou a flor em suas mãos e o viu sorrir de canto.
_Não sabe como fiquei feliz de ver que você se importava comigo a ponto de ir a minha apresentação.
_Eu não perderia isso por nada. É a estréia da grande estrela. –ele sorriu aberto e cativante.
Ela não resistiu e o abraçou, o beijando em seguida, ele retribuiu prontamente, feliz da vida, a mantendo bem perto de si. Eles se beijaram profundamente, quase sem se lembrar que o ar existia, e prolongaram o
beijo ao máximo, e quando o primeiro terminou veio o segundo, o terceiro e assim foi seguindo. Eram muitos beijos, abraços, carinhos e saudade.
Naruto a deitou na cama, e se deitou ao seu lado, a flor para a mesinha de cabeceira e eles continuaram a se beijar e a se abraçar, a se
acariciar, e então ele desceu os beijos da boca para o pescoço dela, a fazendo suspirar mais alto e longamente, ele sorriu de canto e continuou com aquilo, ela levou as mãos pra baixo da blusa dele, lhe tocando o tórax e lhe beijando o pescoço. Ele então desceu mais os beijos, lhe tocando o colo e os seios no decote de sua blusa, enquanto ela se livrava da camiseta dele, lhe arranhando as costas.
_Hinata cuidado, você sabe o quanto eu te...
Ela colocou o dedo indicador sobre os lábios dele e sorriu marota, lhe mordendo o lóbulo em seguida, o fazendo fechar os olhos e estremecer.
Quando ele abriu os olhos de novo, ele viu os olhos claros dela o cegarem pelo brilho e ardor de desejo e carinho, então também sorriu e
lhe beijou, enquanto retirava a blusa dela...
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
_Naruto...
_Fala minha linda. –ela disse acariciando os cabelos dela, enquanto os dois ainda nus se abraçavam.
_Ainda quer se casar comigo?
Ele se ajeitou na cama, levantando o corpo e ela também se ergueu e olhou pra ele.
_Porque a pergunta?
_Eu queria saber, se não desistiu de se casar comigo.
_Não, nunca, mas eu sei esperar e...
_Eu aceito. –ela disse meiga e enrubescendo.
Naruto abriu e fechou a boca algumas vezes, seus olhos quase saltavam das orbitas, mas não disse nada.
_Se quiser mesmo se casar comigo, eu aceito. Quero ser sua esposa, sua mulher e ficar o resto dos meus dias do seu lado, então não tem mais o que esperarmos, não acha? –ela ficou ainda mais vermelha, e se encolheu de baixo do lençol que os cobria.
Naruto sorriu imensamente e a abraçou forte, lhe beijando os lábios com muito amor.
_Sim, eu acho. Tudo o que mais quero é te fazer minha mulher.
Os dois se beijaram mais uma vez e então ele pegou uma caixinha na gaveta da mezinha de cabeceira e tirou de dentro dela um par de alianças antigas.
_São as alianças dos meus pais. Mamãe as deu pra mim depois
da corrida em que fui campeão, ela disse que não precisaria delas no hospital e muito menos de baixo da terra, como sempre ela é exagerada, mas enfim, ela me deu e disse que queria a aliança no seu dedo, porque você é a melhor garota que ela já conheceu e quer que sejamos felizes. –ele segurou uma das alianças e com a outra mão suspendeu a mão dela. –Hinata, minha noiva. –ele colocou a aliança no dedo dela e sorriu.
Hinata ficou com os olhos marejados, mas no fim o abraçou forte, e ele fez o mesmo, com certeza ele era o homem de sua vida.
Notas finais
esperando os reviwes e em breve virá mais um cap...
até o proximo...
ps. minha cara leitora me lembrou de uma coisa, Biah vc está absolutamente certa, feliz 2012, pra tds nós. bjos
Fale com o autor