Encontros e Desencontros

29 Capítulo 30 - Minha namorada


Notas iniciais
apesar de poucos reviwes no cap. anterior, eu trouxe esse a fim de coroar esses poucos, mas espero que tds gostem desse cap. e se encoragem pra comentar...
boa letura...

Na entrada da casa na praia havia um bilhete o qual Gaara desprendeu da porta e leu em voz alta.

_Na esperança de coroar o amor de vocês preparamos uma surpresa, esperamos que apreciem sem moderação. Assinado, amigos que lhes amam muito. –ele encarou a loira em dúvida. –Imagina o que armaram?

_Acho que sim. –ela ficou sem graça e baixou os olhos.

_Nossa, o que é? Parece ruim...

_Não, não é ruim, mas é difícil explicar...

Ele a encarou em duvida, mas deu de ombros, levando a mão à fechadura.

_Talvez a gente devesse não entrar, deveríamos dar uma volta pela praia... –ela disse segurando a mão dele.

_Essa surpresa tá me deixando até com medo, o que há dentro que eu não posso ver? –ele desvencilhou da mão dela e abriu a porta, vendo a sala ter o piso coberto por pétalas de flores, um tapete macio no centro, garrafa de champanhe no gelo na mesinha de canto, e tudo mais que pudesse ornamentar um momento romântico e intenso a dois.

_Bem, não é nada que você não possa ver, mas talvez possa não querer. –ela não o encarou.

Gaara olhou pra mulher ao seu lado, estava vestida com uma saia leve branca de babados, uma blusa roxa de estilo nadador, sandálias de salto baixo pretas, os cabelos presos em um rabo de cavalo com uma mexa sobre o rosto iluminado por uma maquiagem leve, os lábios convidativos estavam ainda mais convidativos, volumosos, e não podia mesmo resistir aquele belo par de pernas torneadas a mostra.

_Porque pensaria isso?

_Não sei... Talvez porque eu não lhe atraia tanto ao ponto de...

Ele não esperou ela terminar, apenas a tomou nos braços e a beijou de maneira muito intensa, agarrando sua cintura e lhe retirando completamente o ar, fazendo ela ter a sensação de leveza tão grande que por um momento ela realmente acreditou que podia voar.

Sem muitas cerimonias ou voltas, ele a suspendeu do chão, ainda a abraçando contra si, e entrou em casa, cuidando da porta com o pé, a empurrando e apenas ouvindo ela bater, enquanto ainda carregava a loira nos braços, sem que parassem de se beijar, de uma forma tão intensa e constante que eles simplesmente não se deram conta e que nem sabiam como podiam ficar sem respirar.

Ino se entregou completamente a ele naquele momento, estava louca de desejo e de amor por ele, e nada que um bom e belo momento a dois que não curasse os resquícios de uma briga e de duvidas. Ela deslizou as mãos pelos cabelos dele e pela nuca, passando as costas, enquanto sentia-se sendo carregada sem saber pra onde.

Por fim, Gaara parou no centro da sala, e a colocou no chão, mas não parou de beijá-la. Levou as mãos a nuca dela, e com uma soltou seus longos e dourados cabelos, e com a outra, lhe segurava a nuca e o rosto, a trazendo pra mais perto, se é que era possível.

A boca volumosa dela era tomada com fúria por ele, mas ela não deixava por menos, lhe tomava os lábios também com frenesi, enquanto suas línguas se entrelaçavam de modo sensual.

Ino sentiu as mãos dele descendo pelas laterais de seu corpo até a cintura, que ele apertou com força, exigindo posse sobre ela, e ela amoleceu ainda mais o corpo; aquelas mãos eram capazes de derretê-la, de tão firmes e precisas que eram.

O ruivo de vagar, foi entornando seus corpos sobre o macio tapete, coberto por flores tão perfumadas quanto sua mulher ali presente, e ela foi sendo guiada, enquanto dava cabo da camiseta que ele usava, a jogando em um canto qualquer.

Ino fez força, e ele finalmente interrompeu o beijo, mas tudo de vagar, ela queria era lhe apreciar, e seus olhos arderam no fogo do desejo por ele. O peito nu, forte, os ombros largos com leves sardas sobre a pele bronzeada, cada musculo definido, sem precisar ser muito aparente e sobressalente, tudo no devido ligar e lhe parecendo muito apetitoso. A tempos que não tinha aquela visão e a tempos que não sentia tanto tesão, estava ensandecida pela vontade e pela realização desta que acontecia com o homem mais lindo e perfeito que ela já conhecera.

Mais lindo e perfeito foi o beijo que trocaram em seguida aquele olhar de cobiça. Algo tão profundo que parecia ser o encontro das duas almas prestes a sair de seus corpos por tamanho êxtase surreal.

Ele levou as mãos a blusa dela, e as colocou sob sua blusa, sempre sem parar de lhe beijar, mas agora alternando a boca e o pescoço, e lhe tocou a pele macia da barriga, aumentando a intensidade dos toques aos poucos, depois, uma das mãos passou as suas coxas, e um calor foi emanando entre as pernas dela , que sentia ele subir cada vez mais a mão, sem eu corpo. Gaara lhe tocou o sexo sobre a calcinha e ela gemeu muito auto nos lábios dele, o que o deixou tonto de tanta vontade.

Sua intimidade úmida, a carne tenra de seu corpo, os beijos abrasivos e as mãos habilidosas dela em seu corpo eram bem mais poderosos que qualquer entorpecente, o deixavam alucinado, e então pediu com todas as suas forças que aquilo não fosse um sonho e que jamais tivesse fim, não saberia viver sem ela que lhe era tão intensa de todas as formas e ocasiões.

Ino levou as mãos à calça dele e o tirou de qualquer pensamento racional que ele pudesse ter, desafivelando o cinto e abrindo os fechos desta, mas antes que ela pudesse fazer mais alguma coisa, ele apenas tirou qualquer força que ela poderia ter, lhe afastando a calcinha molhada e a invadindo com os dedos, tirando um espasmo imediato, junto a um grito de prazer, que a ele servia como música.

Corpo dela já estava tremulo, mas ele não parou, passou a massagear o seu clitóris, enquanto se livrava de sua calcinha, e quando jogou a peça de lado, ele lhe tomou a intimidade com a boca, a fazendo tremer de um orgasmo iminente, e ele não parou até ela se derramar na boca dele, que deixava tudo ainda mais avassalador enquanto lhe massageava os seios ainda sobre a blusa.

Tudo o que ele apenas insinuava já era o suficiente pra tirar dela tudo o que ele quisesse, mas ele não pretendia ficar só com a insinuação.

O Sabaku retirou a camiseta dela e lhe tomando os seios com a boca, usou as mãos pra tirar o sutiã que ela usava e que deixava seus seios ainda mais bonitos ali ornamentados, mas peça era inútil e foi parar um canto qualquer.

Ela não deixou por menos, juntou todo seu desejo em forma de força de vontade e lhe tocou o membro já latejante entre as pernas, ainda dentro da cueca, e lhe arrancou um suspiro comprido e sonoro, enquanto ele não a deixava.

A calça dele foi para um lado, a saia dela pra outro, as caricias eram cada vez mais intensas e passaram a preencher todos os seus corpos, e no fim todas as peças de roupas estavam espalhadas, e então ela se pôs sentada sobre ele, que sorriu de canto com a visão perfeita do corpo dela, que iniciou uma cavalgada leve sobre ele, que mordeu o lábio inferior, contando o grito abafado em sua garganta.

De vagar ele a ajudava nos movimentos, e ela descia e subia os quadris sobre ele, enquanto suas bocas se encontravam e se deliciavam, e as mãos faziam o mesmo pelos seus corpos.

Gaara adorava aquilo, mas gostava ainda mais de vê-la completamente mole e entregue, de forma que inverteu suas posições, e se arremeteu fortemente contra ela, que de súbito gemeu de prazer. As estocadas seguiram o ritmo forte e profundo, que a fazia gemer cada vez mais em seu ouvido, com a voz rouca e inebriada, e ele lhe provava os seios, e lhe apertava fortemente a cintura.

A loira sentira tanto prazer de forme seguida e múltipla que nem percebeu quando se derramou sobre o membro dele, que pouco tempo depois também se derramou nela e ambos sorriram satisfeitos, assim como exaustos.

Ele a tomou ternamente nos braços, e aspirou o perfume do local, depois o de seus cabelos, e nada no mundo lhe parecia mais perfumado que ela. Os dois ficaram ali em silêncio, enquanto suas respirações de tão ofegantes eram audíveis a metros de distancia, como se tivessem corrido por quilômetros.

_Ino...

_Oi...

_Você é minha namorada certo?

_Bom, você nunca fez o pedido oficial, mas sim, eu sou. –ela sorriu.

_É nunca fiz... –ele disse pensativo.

_Mas isso não importa, estamos juntos agora.

_É, tem razão, estamos, e é por isso que quero dizer que a quero como minha namorada.

_Já disse que eu sou, oras.

_Então se é assim, quero que venha comigo ao jantar do partido esse fim de semana. –ele disse de vagar.

Ino se sentiu paralisar, mas por fim respondeu:

_Está bem, nós iremos.

Foi a vez dele de se congelar, mas foi depois que conseguiu fazer eles se olharem.

_Aceitei ficar com você e pedi que voltasse pra mim, sei o que isso acarreta, e agora estou certa que posso enfrentar tudo isso. Não vou lhe prometer que me adaptarei, mas posso com certeza tentar, você vale a pena tudo isso. –ela sorriu e lhe deu um selinho.

_Vou lhe apresentar como minha namorada, Catarine vai vir com tudo atrás de nós, apesar de termos a conversa gravada e tudo mais, aquela criança que ela está carregando ainda pode ser meu filho e...

_Já cuidei de Catarine uma vez, posso muito bem fazer quantas vezes forem necessárias, e quanto ao seu filho, prefiro que as coisas aconteçam e a gente veja no que vai dar, vamos deixar que as coisas simplesmente aconteçam, não adianta sofrer por antecipação. De vagar se chega ao longe.

_Fútil e cabecinha de vento? Realmente quem diz isso não te conhece. –ele sorriu e a beijou.

Ambos ficaram juntos até o anoitecer, depois tomaram um banho e a noite foram pra praia, encontraram os amigos lá e aproveitaram o luau, logo teriam de voltar pras suas vidas, mas ao menos agora estavam todos juntos e felizes, num amor completo e realizado.

Notas finais
bem é isso ai, espero q gostem e q comentem, por favor, quem puder recomendar tbm seria ótimo, pq sempre tento fz o melhor pra vcs...
um grande bjo e até o proximo...