Encontros e Desencontros

3 Capítulo 3 - A médica


Notas iniciais
estou tão inspirada q cá está mais um...
boa leitura...

Era só mais uma viagem chata, mais um lugar estranho, desconhecido e solitário, mais uma temporada longe de casa e de minha esposa, era só mais uma estadia em que eu poderia fugir das coisas que me assombravam... Mas lá estava ela, tão linda, tão cálida, tão...

Ainda perco o ar quando me lembro dela, e mais ainda de como eu fui tão canalha com todos, ou melhor, todas, mas vamos aonde tudo começou...

Final de ano, semana do saco cheio, todo mundo louco pra matar serviço e começar as festas de fim de ano, e por isso prepararam uma viagem para comemorar, me escolhendo como orientador e responsável. Ainda não sei porque, até mesmo a professora horrenda e mal cheirosa era melhor opção do que eu, sempre fui rígido, distante, mas mesmo assim havia uma dúzia de alunos que eu ouvia dizer que gostavam de mim e das minhas aulas.

Por mais de uma vez eu já havia recebido essa proposta, organizar uma viagem de terma e já fizera isso antes, só não achei que essa seria diferente.

Pois bem, comecei os preparativos para a viagem, mas não disse nada a minha esposa, até mesmo porque ela não se importava, ele não se importa, acho que gosta de ficar sozinha ou até de me trair.

Não, não se assustem com isso, não achem que eu me iludo com a idéia de que ela me é fiel, porque é muito provável que não seja ou que tenha sido. E não, eu não tenho provas de que ela me trai, nunca a peguei com outro homem e jamais desconfiei de nada, mas mesmo assim, seria tolice e egoísmo achar que ela fosse fiel ao relacionamento que temos.

Eu e minha mulher nos conhecemos na casa dos pais dela, éramos muito jovens, na casa dos quinze anos, e ali selaram nosso destino. Nosso casamento fora arranjado, mas nós não discutimos. Eu estava no auge dos hormônios quando nos casamos, e ela estava se descobrindo, ela era linda, ela dizia que eu também o era, assim resolvemos que mal não faria se nos casássemos... Estávamos completamente enganados!

Dois anos depois de nosso casamento, que aconteceu quando tínhamos dezesseis anos, esperava-se que tivéssemos um filho, mas este não veio, e assim, depois de um ano com tentativas frustradas e nosso relacionamento esfriando, descobrimos que ela era estéreo, jamais poderia ter uma criança.

Minha mulher começou a definhar, cada vez mais se entristecer e se afastar de mim, e por falta de maturidade, nunca falamos abertamente sobre o assunto e cada vez mais nos afastávamos.

Agora, depois de mais de dez anos de casados, quase não nos falamos, eu dou graças pelos momentos que posso me afastar de casa. Antes que perguntem, eu nunca havia traído ela, por mais que meu desejo pedisse, ainda tenho um carinho e um respeito muito grande por ela, mas a paixão que nutria foi se esvaindo, então quando me senti aquelas mãos sobre mim, foi quando perdi completamente a razão...

Mas não era ai que eu tinha parado, estava falando dos preparativos para a viagem... Pois bem, preparei um ônibus, reservei um quarto de hotel e precisava de alguém, uma enfermeira ou algo do gênero para seguir com a turma, foi assim que acabei no hospital.

Andando pelos corredores, me deparei com aquela mulher... Assim... que mulher... Tinha seis fartos, pele aveludada, lábios vermelhos e uma roupa branca bem justa sob um jaleco que ela abotoava. Era impossível não lhe reparar, então me aproximei dela.

_Olá.

Um belo par de olhos me encarou.

_Oi.

_Me deixe te perguntar, eu preciso de uma pessoa, uma enfermeira, ou algo do gênero para seguir numa excursão, a senhora poderia me dizer como posso conseguir isso?

_Olha, creio que o senhor terá de ir ao centro de enfermagem, lá eles poderão explicar melhor e te dar mais informações, porque médicas, a não ser que possa ficar longe aqui do hospital, não vão poder te ajudar muito.

_Poderia me dizer então onde é esse centro?

_Claro, eu te levo até lá.

Ela me acompanhou e como eu tenho um tique nervoso de ficar pondo e tirando a aliança do dedo, acabei deixando ela cair e rolar pelo chão do hospital.

_Droga! –eu bufei me ajoelhando no chão e procurando o bendito circulo dourado.

_O que foi? –ela perguntou.

_Perdi meu anel.

_Que anel?

Comecei a me amaldiçoar em pensamentos, pensando que aquilo só poderia ser um castigo por eu ter pensamentos impróprios com outra mulher que não minha esposa, porque só poderia ser, nunca na vida havia acontecido tal coisa.

Enquanto procurava, não percebi que fiquei no caminho de uma porta, então um homem, vestido de branco, a abriu com força e bateu a porta na minha cabeça. Eu cai tonto no chão, vendo as paredes rodarem a luz branca me queimar os olhos, enquanto a linda mulher vinha ao meu encontro, se ajoelhando ao meu lado.

Não dizer o que se passou depois disso, eu acabei apagando, só acordei algum tempo depois, deitado em uma maca, com a moça vestida de branco ao meu lado.

_Você está bem? Como se sente?

_Estou bem... –me sentei ainda meio zonzo.

_O anel devia mesmo ser importante, nem viu a porta...

_Eu estava tão concentrado no chão que esqueci o resto. –forcei um sorriso, envergonhado e receoso de dizer que havia perdido minha aliança de casamento.

_O médico responsável por você já está vindo, acho que você já vai poder ir pra casa.

_Obrigado.

_Não por isso.

Alguns minutos depois em que eu conversava com a moça, o médico entrou e deu logo uma boa olhada na moça, me deixando um tanto desconfortável. Confesso que por orgulho masculino, me senti um tanto enciumado, afinal, a vira primeiro, mas tratei logo de afastar tais pensamentos, me lembrando da minha “querida esposinha em casa”.

Eu recebi alta e voltei pra casa, imaginando como minha esposa reagiria, mas quando cheguei descobri que ela havia saído e deixado um recado que estaria de volta para o jantar.

Subi para o quarto, e tirei a roupa, depois fui para o banheiro tomar um banho, quando saí, minha esposa já estava de volta, sentada na cama, mexendo na bolsa.

_Olá querida. –me aproximei para beijá-la, como sempre fazia, e então trocamos um selinho, frio como sempre.

_Oi...

_O que está fazendo? –disse seguindo até o guarda roupas.

_Não sei onde enfiei minha correntinha... Aquela que minha mãe me deu.

_Oras, você nunca a tira do pescoço...

_Por isso mesmo. Tenho certeza que saí com ela de casa, mas não onde está agora.

_Não tirou ela no salão ou algo assim?

_Não fui ao cabeleireiro... Será que ela arrebentou e eu não vi?

_Pode ser. –peguei uma troca de roupa e voltei para o banheiro, mais não fechei a porta, a deixei encostada enquanto me vestia.

_Que droga, eu gosto tanto daquela corrente.

_Não se preocupe, providenciamos outra.

_Mas não vai ser a mesma... –ela disse com u ar triste.

_Hoje deve ser o dia das perdas... Acabei perdendo minha aliança, enquanto fazia uma visita ao hospital. –eu disse olhando pra ela depois de me vestir e voltar ao quarto.

_Isso é o de menos, manda-se fazer outra.. Ou nem manda... –ela parecia distraída, como se pensasse algo.

_Não se importa de ter seu marido andando por ai sem aliança. –eu forcei um sorriso e um tom divertido.

_Eu deveria me importar?

Perdi o sorriso com o tom que ela usara, e ela continuou a me olhar indiferente.

_Não sei, acha que deveria?

_Não sei. –ela disse simplesmente, e se ergueu, revirando suas caixinhas de jóias.

_Eu me importo de você andar por ai sem a sua. –eu continuei, queria ver até onde iríamos, já estava cansado de sempre fugir das discussões e das coisas que tínhamos vontade de falar.

_Eu sei que você se importa de perder a posse de algo... –ela se baixou e olhou sob a penteadeira. –Será que não caiu no carro? –ela disse baixinho, continuando seus pensamentos.

_Não é questão de posse, é questão de sermos um casal, você é minha esposa.

_É, eu vou olhar no carro... antes que ela passasse pela porta, a segurei pelos ombros e a fiz me encarar.

_Você está me ouvindo? Será que um dia me ouviu? Eu estou falando com você.

_Eu sei que está falando comigo, mas o que importa isso, assinamos um contrato, não podemos nos separar e você não pode dizer que estamos felizes juntos, então vamos evitar nos magoar e esquecer esse assunto.

_Já estou magoado, será que não percebe? Eu tenho feito de tudo por este casamento, principalmente nos últimos tempos, mas você só faz se afastar e afundar ainda mais a nós dois nesse buraco lamacento que nos metemos.

_Você pode ter o que você quiser, pode ser o que quiser e eu, que fui criada para ser esposa e mãe nunca poderei ser, porque eu sou uma imprestável.

Ela me olhou com os olhos cheios de dor e lágrimas, que me atingiram profundamente, ela sempre se culpou por ser estéreo.

_Nós temos a nós, não precisamos abrir mão disso também. –eu disse a abraçando forte contra mim, precisava me convencer e ale e também que poderíamos nos amar.

_Me quer feliz, então me dê um filho.

_Um filho é o que quer? Então tudo bem, nós adotamos um e...

_Não, quero um filho seu pra mim.

Ela agora tinha um olhar estranho, que eu nunca vira em sua face antes, um olhar verdadeiramente profundo e estranho.

_O que quer dizer? –indaguei.

_Quer saber... –ela desviou o olhar e me afastou. –Esqueça tudo isso, nada pode nos salvar, estamos fadados a essa infelicidade até que a morte nos separe.

Ela saiu e foi para o carro, enquanto eu fiquei no quarto tentando entender o que tudo aquilo significava.

Uma semana depois eu estava partindo de viagem, tudo tinha se ajeitado de modo certo para seguirmos, e eu fui com a turma da escola onde eu dava aulas.

O primeiro dia foi praticamente todo dentro do ônibus, chegamos já com o por do sol, depois de longas horas dentro de um ônibus e de enfrentar toda a burocracia da fronteira do país para entrarmos, assim deixei que eles ficassem livre a noite para fazer o que quisessem, desde que estivesse todos de volta até a meia noite, afinal eu também estava muito cansado.

E pra piorar a situação, eu não me acertara com minha esposa, estávamos ainda mais distantes, ela até tinha mudado de quarto, agora não dividíamos nem mais a cama para dormir, porque como amantes não dividíamos a muito mais tempo.

Estava me sentindo sozinho e muito cansado, de modo que resolvi sair pra tomar um ar, acabei entrando em uma livraria, onde funcionava também um café e pedi uma bebida alcoólica, me sentei em uma mesinha e comprei um livro, ficando lá lendo e relaxando.

Depois de quase meio livro lido, ouvi uma voz que me fez erguer os olhos e descobrir que eu não estava enganado, era a jovem médica do hospital, que me ajudara.

_Gosta de café e rum? Indaguei quando ela passava por mim para ir embora.

_Oras vejam só... O que faz aqui? –ela veio até mim e me cumprimentou.

_Estou de responsável em uma viagem de escola.

_Sério? Isso não faz o seu tipo. –ela riu animada e se sentou a minha frente.

_Também acho.

Eu contei pra ela sobre minha turma, falamos sobre meu trabalho, a educação de crianças e jovens e no fim ela se mostrava tão conhecedora daquilo e tão inteligente, que fiquei admirado com ela. Não só um rostinho em um corpinho formando um lindo conjunto, ela tinha conteúdo e opiniões, de modo que passamos um longo tempo conversando.

_Minha nossa, acabei demorando de mais, amanha tenho uma reunião e vai ser muito cedo. –ela olhara no relógio e pegava suas coisas.

_É, já passam da meia noite, esqueci da hora e aqueles fedelhos vão aprontar se eu não estiver lá.

Nós dois rimos e saímos do café.

_Meu hotel fica daquele lado. –ela apontou.

_O meu também, estou no resort.

_Eu também.

_Sendo assim, quer companhia?

_Mas é claro. –ela sorriu e segurou em meu braço, enquanto caminhávamos.

O assunto mudou pro tempo, pro céu e aquela aproximação, quase que cumplicidade, eu me sentia muito bem, de uma maneira que não me sentia com uma mulher muito tempo.

Chegando ao hotel, ela estava em um quarto no andar de cima do meu, então pegamos as chaves na recepção e subimos, me despedi dela e fui pelo corredor, checando os quartos, e por algum bem maior, todos os garotos e garotas estavam de volta, e se preparavam para dormir.

Quando voltava pelo corredor, encontrei a moça saindo do elevador.

_Oi...

_Oi.

_Acabei pegando isso sem querer, é seu? –ela me estendeu o livro que eu lia no café.

_É meu sim, obrigado. Acabei me esquecendo que lia antes da gente começar a conversar. –peguei o livro da mão dela.

_Bom gosto o seu, é um ótimo livro.

_Eu gostei do que li até agora e eu gosto muito do autor.

_Eu também, ele escreve com maestria.

_Você é primeira pessoa que vejo que gosta deste autor. –não pude evitar sorrir.

_É verdade, você também é o único que conheço que gosta dele. –ela também sorriu. –Tenho outros títulos dele que sempre carrego comigo, não quer ver?

Ela me pareceu realmente ingênua, o tom dela não tinha nada subentendido e por isso resolvi aceitar o convite, e depois, era tão bom ser notado e respeitado por uma mulher de novo.

Subi para o quarto dela e nós dois ficamos parecendo dois ratos de biblioteca, vendo livros e discutindo sobre eles, até que ela foi pegar algo perto da cama e enroscou o pé no tapete, caindo sobre mim no sofá.

_Que coisa não? –ela riu divertida, sem ter noção do quanto aquilo me excitava.

_Pois é, que coisa. –disse a afastando e me pondo de pé.

_O que foi? Te machuquei? Está doendo alguma coisa? –ela indagou preocupada.

Como poderia dizer a ela que sim, houve alguma coisa, minha consciência gritava, meu peito apertava e meu membro entre as pernas ardia?

_Não é nada, e estou bem. Você não disse que tinha que acordar cedo? Estou aqui te atrapalhando.

_É verdade eu tenho, mas...

_Não, eu não vou mais te atrapalhar. Até mais ver. –eu me dirigi para a porta e levei a mão a maçaneta, mas ela me segurou a mão.

_Não minta pra mim. Porque está fugindo?

Ela era direta de mais, e eu sabia que ela era assim, desde que pusera meus olhos nela. O jeito firme de se postar, a postura ereta, o jeito atento de observar, tudo era sinal de que ela era firme e muito guerreira.

_É sinceridade que quer? Então tá... Não estou bem aqui, me sinto tentado com sua presença e eu não gosto disso.

Ela enrubesceu um pouco, mais ainda se mantinha firme.

_Me desculpe, eu não queria...

_Está tudo bem, eu só acho melhor eu ir agora.

Ela fez que sim com a cabeça e soltou minha mão, então girei a maçaneta e sai do quarto, fechando a porta atrás de mim.

Ao ouvir a chave virando na fechadura, eu me encostei na porta e como se meus joelhos amolecessem, eu escorreguei as costas pela madeira, me pondo sentado, com a cabeça entre os joelhos encostados em meu peito, enquanto tentava fazer minhas entranhas voltarem ao normal.

Enquanto fiquei ali parado, comecei a me lembrar de minha esposa, e de repente me peguei com raiva dela. Por tantas vezes a procurei cheio de carinho, varias e varias vezes tentei me aproximar, lhe dar presentes e até isso ela negava, chegou a jogar um buque de flores fora na minha frente, e se distanciava cada vez mais de mim.

Eu tentava entender o que foi que eu fizera de tão errado e eu não conseguia supor o que era, porque apesar dos pesares, eu buscava nos resgatar, mas ela não deixava, e ali estava eu, cheio e remorso por sentir desejo e querer outra mulher, com o coração apertado vendo que eu me simpatizava muito mais com uma quase desconhecida do que com a mulher que eu dividira a maior parte da minha vida, enquanto queria aquela mulher, naquele quarto, com cada fibra de meu corpo.

Estava tão cansado de ser deixado de lado e de levar uma via morna que eu não me contive, bati na porta do quarto e rezei para que ela atendesse, e aqueles dez segundos que ela demorou, foram mais longos que os dez anos de martírio dentro da minha casa.

_Você... –ela disse surpresa ao abrir a porta, vestida com um roupão branco.

Em um rompante, eu a segurei pela cintura com uma mão e com a outra lhe segurei o rosto, lhe beijando a boca com frenesi. Ela se assustou e tentou se afastar, mas eu estava obstinado a lhe provar a boca, e enquanto insistia, torcia para ela retribuir, e assim ela fez após alguns segundos, me beijando com a mesma intensidade e urgência, então passei para dentro do apartamento, sem a soltar e sem interromper o gesto, e fechei a porta com o pé, enquanto a abraçava mais forte contra mim.

O laço do roupão afrouxou e eu pude ver seu seio direito sob uma lingerie, enquanto a manga do roupão caia de lado. Acabei de abrir o atoalhado branco e descobri que ela era ainda mais linda e perfeita do que poderia supor.

Lhe beijei o pescoço e o colo, enquanto a conduzia para a cama, onde ela retirou minha blusa e me arranhou de leve o peito, me fazendo arrepiar, com isso lhe tomei os seios com a boca, enquanto a sentia abrindo minha calça, de modo que achei que tudo aquilo estava indo rápido de mais. Se fosse para me matar de remorso depois, então que pelo menos fosse por uma coisa bem feita e bem aproveitada.

Segurei os pulsos dela sem machucá-la, mas de modo firme, e passei a beijar seu corpo bem de vagar, da orelha a intimidade sobre a renda da calcinha, vendo ela se contorcer de prazer, enquanto sua respiração se tornava pesada. A virei de costas e repeti o processo, alternando os lábios e saliva com mordiscadas leve sobre a pele macia e cheirosa.

Lhe retirei o sutiã e ainda de costas pra mim, colei seu corpo contra o meu, lhe massageando os seios com uma mão, enquanto com a outra, lhe descia pelo corpo com certa pressão, até lhe dedilhar seu ponto mais sensível, afastando a calcinha, o que a fez dar um pulo involuntário pelo prazer. Segui com o movimento, enquanto mantinha minhas mãos em seus seios e a boca em seu pescoço, alternando com a nuca e a orelha, vendo ela ter espasmos de prazer e orgasmos avassaladores, sentindo ela se derramar em meus dedos, enquanto seu corpo se tornava mole.

A deitei novamente de frente pra mim, mas ela ficou ali, apenas esperando, pelo contrario, fez com que eu me deitasse e me retirou as peças de roupas faltantes, para em seguida tomar meu membro, já rijo, com a boca em uma fúria deliciosa.

Eu tivera duas mulheres até ali, uma antes de me casar, uma namoradinha escondida com a qual eu perdera a virgindade e depois minha esposa e nenhuma delas fizera tal coisa ou se quer cogitara a possibilidade, mas ali estava ela, tão surpreendente na cama como já se mostrara no resto, fazendo com que eu tivesse um prazer nunca antes sentido e nunca antes tão intenso.

Ela se entregava totalmente e eu o mesmo, de modo que sentindo o ápice chegando, a fiz parar, acabei de tirar as peças que lhe cobriam o corpo e então a penetrei, pondo ela em meu colo. Estávamos sentados de frente um pro outro, e as mãos dela me tocavam de uma maneira deliciosa, com um toque quente e sedutor, enquanto ambos gemíamos de prazer.

Quando nos satisfizemos, ela ainda me beijou o corpo docemente, sem desejo, apenas carinhos, enquanto meu corpo se acalmava e meus sinais vitais se normalizavam, depois a puxei para mim e lhe dei um beijo profundo na boca, então a prendia a mim e nós dormimos juntos, repletos de contentamento e prazer.

Notas finais
e ai? o q acharam? espero comentarios sinceros...
até o proximo...