Encontros, desencontros e novos encontros
8 Capítulo 8:
Notas iniciais
Grajaú.( Brasil).
Sofia lia uma revista sentada ao sofá do casarão, quando escutou a voz de alguém pedindo para entrar.
– Oi posso entrar. – Sidney parou-se em direção dela.
– Não tem ninguém, o pessoal saiu pra fazer compras pro jantar de comemoração da mamãe e do Ronaldo. – Sofia respondeu com os olhos fixos em sua revista.
– Tudo bem, eu vim falar com você mesmo. – Sidney falou caminhando até ela.
– Eu não tenho nada pra falar com você Sidney, nossos assuntos são lá na empresa, e aqui olha que chato eu estou de folga. – Sofia disse, fechando a revista e lhe olhando por um instante.
– Sofia, eu só queria saber se você conseguiu resolver o problema com teu carro. – Ele argumentou sentando-se de frente para ela.
– Resolvi, era só isso. – Sofia afirmou o encarando.
– Na verdade, não, eu vim te pedir desculpas, acho que eu fui meio grosso com você ontem. – Sidney falou.
– Grosso, você, Sidney porque de repente você se preocupou com isso, você já foi tão grosso comigo principalmente lá atrás. – Sofia respondeu com ressentimento.
– Eu fui, e não tenha um só dia de que eu não me arrependa disso. – Sidney confessou entristecido. – Mais também você já me tratou muito mal. – Sidney completou olhando fixamente para a loira.
– É foi, eu não vou mentir. – Sofia acabou confessando a ele.
– Então, Sofia, vamos começar de novo, a gente trabalha juntos agora, eu não quero passar o resto da minha vida preso a isso tudo. – Sidney confessou.
– Nem eu, talvez você tenha razão, o tempo passou, as coisas mudaram, e eu não quero perder meu emprego por conta disso, o meu trabalho é a única coisa que me realiza Sidney. – A loira confidenciou concordando com ele.
– Certo então, vamos começar de novo, prazer Sidney dono da marca pra qual você esta trabalhando. – O garoto disse estendendo sua mão a ela.
– Sofia. – Ela apertou a mão dele sorridente.
– Então será que eu posso te falar umas ideias que eu tive, se você não estiver ocupada claro. – Sidney perguntou, com uma certa alegria pela presença da garota ali.
– Pode eu não estava fazendo nada mesmo, você quer beber alguma coisa, um suco talvez. – Sofia proferiu levantando-se e colocando a revista sobre a mesa.
– Bom se não for incomodo, eu aceito um suco sim. – Sidney afirmou.
– Eu vou pegar, nada supera o suco de laranja da mamãe. – Sofia respondeu contente, com Sidney a acompanhando até a cozinha.
– Pior que eu vou concordar com você. – Ele afirmou.
– Suco, aqui achei ai tá pesada. – Sofia disse tirando a jarra da geladeira.
– Ai nossa, caramba. – Sofia acabou tropeçando no pé da mesa.
– Cuidado, assim você cai um tombo e tanto. – Sidney falou a segurando.
– É, eu, é. – Ela gaguejou. – Obrigada, você me salvou de um desastre. – Sofia respondeu tensa com a presença dele.
– Não foi nada. – Sidney a olhou com o olhar fixo, aproximando seu rosto do dela.
– É, o suco, vou ver os copos pra gente. – Sofia desviou se desvencilhando dele, abalada com a presença do garoto.
– Tá bom, vamos. – Sidney respondeu com um sorriso.
– Aqui o copo. – Sofia falou alcançando um copo a ele, ela não pode evitar de trocar certos olhares com ele.
– Tá muito bom o suco mesmo, você tinha razão. – Ele afirmou a ela.
– Não falei que estava. – Sofia respondeu com um sorriso.
Londres. (Inglaterra).
– Aqui moço o dinheiro. – Meg dizia pagando o taxista.
– Chegamos, agora não tem mais volta. – Anita afirmou com um suspiro com as duas chegando ao aeroporto.
– Anita, fica tranquila vai dar tudo certo. – Meg respondeu entregando as malas a ela.
– Claro, eu não vou mais me preocupar Meg, seja lá o que tiver que acontecer. – Anita falou paciente.
– Isso ai, você não deve nada a ninguém, relaxa. – Meg respondeu gostando da atitude dela.
– Vamos. – Anita disse a convidando.
– Rumo ao Brasil. – A loira falou com felicidade.
– É, agora bateu uma saudade sabia. – Anita afirmou com um sorriso alegre.
– Também, lá virou minha terra não é, bem ou mal. – Ela disse lembrando-se dos momentos bons.
– Sem dúvidas, você passou a fazer parte daquela família também, e virou minha amiga, se naqueles tempos dissessem isso pra gente, nós íamos dizer que era piada. – Anita rindo.
– Nossa, total. – Meg concordou com ela rindo também.
– Vamos entrar agora vai. – Ela convidou-a.
– Sim. – Meg concordou alegre.
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