Notas iniciais
Sofidney!!!!!!

– Acho que essa foi a ultima loja. – Dizia Sofia, caminhando na calçada com Sidney.

– Deus ouviu minhas preces. – Sidney brincou exausto.

– Não reclama tá bom, foi você que quis vir junto. – Afirmou Sofia as gargalhadas, pela cara de cansaço do garoto que era evidente.

– Ok, ok, você tem razão, mais como você aguenta, meu deus que pique. – Respondeu ele, parando na frente dela.

– Ué simples, eu precisava de ótimo descontos pra conseguir comprar tudo que eu preciso pra fazer o vestido da mamãe, o meu também, e ainda tem a Giovana e a Anita, eu vou falar com elas quem sabe assim elas consigam esquecer de vez todas as burradas que eu fiz, e veem que eu não sou nem um pouco aquela garota imatura do passado. – Explicou à loira, querendo a aceitação das irmãs. – E mais a Meg, quer dizer não sei se ela anda merecendo. – Disse ela, lembrando-se da conversa que presenciou entre Sidney e a americana no portão de casa.

– Sofia, Sofia! – Ele deu uma risada sem graça. – Lá vem você implicar com a Meg. – Afirmou o garoto a encarando.

– Eu? – Implicar, não é isso, é só que, ah Meg bem que já foi muito apaixonada por você. – Soltou ela disfarçadamente, para que ele não percebesse seu incomodo pela situação. – E se você tá pensando que vai me fazer de trouxa, ah Sidney, pode esquecer, porque se antes eu não era boba, agora muito menos. – Disse Sofia, fazendo uma cara séria.

– Hahahah, ai Sofia. – Falou Sidney soltando uma risada. – Desculpa, mais é que, você as vezes é vem com essa de a vingativa, se você soubesse como você fica engraçada. – Justificou ele, tentando se conter.

– Eu sou Sidney, eu não permito que ninguém me faça de idiota, e saia vencedor. – Afirmou ela o fitando, Sidney apenas continuou com as gargalhadas. – E cala a boca, vai ficar rindo da minha cara agora. – Sofia resmungou, jogando as sacolas que estavam em sua mão contra ele.

– Que isso, vai me espancar agora, sai dessa, por favor. – Disse Sidney tomando as sacolas dela.

– Tá achando que eu sou o que. – Ela proferiu, fazendo cara de birra.

– Tá bom, foi mal parei, não esta mais aqui quem pensou e falou, certo. – Respondeu Sidney sorrindo para ela, que retribuiu.

– Eu vou te dar essa chance. – Disse ela, meio com desdém. – Mais vem cá, vamos comer alguma coisa, eu to morrendo de fome. – Sugeriu a garota. – Ah eu vi, quando a gente tava passando, mas cedo um restaurante ótimo na outra rua, vamos lá. – Especulou Sofia, com cara de quem queria coagi-lo.

– Vamos, eu nem almocei também, boa ideia. – Concordou ele.

– Ótimo, vamos logo. – Falou ela com animação. – Toma, leva pra mim. – Argumentou Sofia entregando as outras sacolas a ele.

– Que isso, virei teu empregado agora. – Reclamou Sidney, da audácia dela.

– Ué, não custa você me fazer esse favor vai, até porque você tem muito mais força do que eu, e também foi você que fez o favor de deixar o carro estacionado a umas duas quadras daqui, a gente vai ter que ir andando. – Se justificou ela. — E eu to morta. – Fez uma cara de cansada para convence-lo.

– Eu vou carregar mais é só porque, hoje eu estou de bom humor, não vai se acostumando não. – Disse Sidney pegando as sacolas.

– Obrigado, lembrarei disso. – Sofia respondeu com um sorriso, e os dois foram caminhando até o restaurante.

Já no restaurante...

– Ai que foi Sidney. – Sofia questionou segurando o sanduíche.

– Nada, é que se tava com fome mesmo. – Respondeu ele aos sorrisos.

– Tava não, eu to, vou mandar o garçom trazer outro desse aqui. – Disse ela, tomando um gole de suco. – Isso aqui tá maravilhoso. – Afirmou à loira, saboreando o sanduíche. – E se você me chamar de esfomeada, lembre-se de uma coisa, eu mal tomei café da manha hoje. – Sofia justificou, ao encarar o semblante debochado de Sidney a encarando.

– Claro, quanto a isso tudo certo, mais só uma coisa, pra onde vai isso tudo, porque você parece um palito, se ficar parada no meio de uma tempestade de vento, ele te leva, o segredo é o que, vai no banheiro depois e coloca tudo pra fora. – Brincou ele.

– Eu não tenho culpa, se deus foi generoso comigo. – Disse ela brincalhona. – E eu malho tá, não sempre, mais de vez em quando, quando eu tenho um tempo. – Afirmou Sofia. – Agora me deixa comer em paz, pessoa chata. – Disse Sofia voltando-se para seu prato.

– Vai continua aí então, o draga. – Sidney implicou rindo, tomando seu copo de suco em seguida.