Encontros E Desencontros - 2 Temporada
50 Capítulo 50 - Especial - parte III
Notas iniciais
boa leitura...
Paul levou Jum até um restaurante na colina, próximo a praia e tomaram café juntos, ela ficou o atormentando todo o trajeto pra saber o que ele estava aprontando, mas ele não disse nada, ficou calado o tempo todo, inclusive durante o café.
Jum já estava irritada, ele sabia ser muito mais paciente do que ela poderia supor, mas queria que ele disse alguma coisa, e por isso o atormentava, mas ele não dizia nada, apenas caminhava e ela ia atrás sem saber como e porque.
Cansada de falar sozinha e irritado por ser vencida, Jum se calou, então Paul a segurou pela mão e foi caminhando de vagar, até que a encarou e sorriu.
_Não precisa ficar brava, já verá onde iremos.
_Mas custa você dizer pra onde vamos?
_É uma surpresa.
_Beleza, mas...
_Nada de mais minha flor, estamos chegando.
Ela então se calou de novo, e continuaram caminhando, até chegarem a um luxuoso hotel na saída da cidade.
_O que estamos fazendo aqui?
_Achei que você ia gostar de um banho de chuveiro. –ele sorriu tranqüilo.
_Me fez andar que nem uma idiota pra tomar banho de chuveiro? Quando voltarmos vou ter que tomar outro banho, e frio, não vai adiantar nada.
_Nossa, você está convivendo de mais com a minha irmã, já está marrenta. Quer confiar em mim? –ele continuava sorrindo a irritando ainda mais.
_Na boa Paul, eu já não sei se confio mais na sua mente anormal, você está ficando maluco.
_Bom, se você diz que te dar um dia de SPA é maluquice minha, beleza, vamos voltar pro acampamento. –ele deu de ombros.
_SPA? –os olhos dela brilharam, adorava ser paparicada e bem cuidada.
_Esse é o maior risort da região, tive que fazer das tripas coração pra conseguir um lugar pra você pra hoje, mas eu devo estar maluco mesmo. –ele foi andando e se afastando.
_Espera ai. –ela o viu se voltar com um sorriso nos lábios. –Tlavez você não seja tão anormal assim... –ela sorriu também.
Paul a segurou pela mão e a levou pra dentro do hotel.
Eles passaram um dia agitado nas piscinas de águas quentes, nos banhos de lama, e mais um monte de coisas, já que Jum fez questão do namorado ficar com ela o tempo todo, por mais que não gostasse muito daquilo.
No fim do dia ela foi fazer uma massagem e ele aproveitou que não podia ir com ela ao salão das mulheres e correu pra um quarto que deixara reservado. Lá ele arrou a cama com flores, acendeu velas, pediu uma garrafa de vinho, morangos, ligou o som e depois saiu de novo, indo encontrar com ela.
_Nossa, essa massagem não foi divina?
_Oh se foi...
_Vamos jantar?
_Não é melhor voltarmos, está ficando tarde.
_Relaxa, ainda temos muito tempo. –ele a pegou pela mão.
_Mas eu não tenho roupa pra irmos ao restaurante do hotel super chique.
_Já cuidei disso.
Ela não entendeu, então foi conduzida até uma loja de roupas que tinha no lugar e lá lhe entregaram um vestido, sandálias, e ela escolheu uma flor pra por nos cabelos, e se trocou na loja mesmo.
Paul ao por ao olhos nela sorriu de orelha a orelha, ela era linda de mais, ainda mais naquele belo vestido vermelho rodado, com detalhes de pedras no busto, as sandálias douradas e a flor branca nos cabelos róseos.
_O que acha? –ela indagou se aproximando dele.
_Eu acho que eu tenho gosto. –ele sorriu divertido.
_É verdade, você me conhece muito bem.
_Vou conhecer cada dia mais. Agora venha, vamos jantar.
Ela deixou ele ir na frente e deu uma bela olhada nele por trás, aquela calça social tinha deixado ele com a bunda ainda mais bem desenhada.
Jum sorriu e abanou a cabeça, afastando os pensamentos pecaminosos e depois o seguiu, e foram jantar, ele havia pedido o prato favorito dela, sua sobre mesa favorita e foi mais que um cavalheiro o tempo todo.
_Você é incrível sabia, estou muito feliz.
_Que bom, era bem essa a idéia.
_Nada poderia deixar o dia ainda melhor.
_Tem certeza? –ele sorriu enigmático.
_Você ainda aprontou mais?
_De pende... Está cansada?
_Não. O dia foi bem cheio, mas tudo foi tão relaxante, estou me sentindo revigorada.
_Ótimo saber disso. Vem, tem mais uma coisa que quero te mostrar antes de irmos.
Eles foram de mãos dadas pelos corredores até o quarto, mas no meio do caminho, Jum não agüentou a curiosidade.
_Na massagem estavam comentando que levaram mais de dois meses pra arrumarem um lugar aqui nesse hotel, como você conseguiu de um dia pro outro?
_Você tem idéia de quanto é o faturamento desse lugar? Se eles aplicassem em ações de empresas que prestam serviços a eles, seriam sócios desses lugares, logo gastariam menos, lucrariam mais e poderiam espandir a cadeia de hotéis pelo país todo em um perido mais curto. Bom, tive essa conversa com o gerente do hotel, que primeiro ficou desconfiado, mas depois expliquei que era filho de Shikamaru Nara, ele olhou bem pra mim, sorriu e disse que falaria com o seu chefe, hoje me ofereceram um emprego e uma estadia sem prazo de fim.
Ela sorriu pra ele, com certeza ele era muito esperto e habilidoso, e tinha muito orgulho dele.
Eles chegaram a porta do quarto, Paul encarou Jum e sorriu tranqüilo.
_Se não quiser ficar, não tem problema nenhum, ouviu?
_Como assim?
_Só quero saber se você entende isso, se quiser, nóa vamos embora, tudo bem?
Ela abanou a cabeça em sinal afirmativo, mas morrendo de curiosidade pra ver o que tinha atrás daquela porta.
Paul abriu o quarto de vagar, e deixou Jum passar pra dentro primeiro, depois entrou em seguida, mas deixou a porta antre aberta, pra dar garantia a ela que poderiam ir embora se quiisesse.
Jum olhou em volta admirada, aquilo era tudo o que ela sempre sonhou pra sua primeira vez. O quarto branco e vermelho, a cama de edredons macios, a musica favorita dela tocando, o cheiro delicioso de vinho e flores, o quarto iluminado apenas pelas velas, tudo era incrível de mais, e perfeito de mais.
_Tudo é lindo.
_Que bom que gostou, mas podemos apenas dormir, ou ir embora, se você quiser.
_Paul, você tem certeza que quer o que pode acontecer aqui hoje? Quer dizer, você também nunca fez e...
_Eu já te disse, esperei por você esse tempo todo, mas quero que você tenha certeza.
Ela ficou calada, olhou em volta mais uma vez e foi na direção dele, depois passou por ele sem o encarar, e levou a mão a maçaneta. Paul respirou fundo, se sentia um pouco frustrado, mas contente por ela não se sentir obrigada a nada, então foi indo até ela.
Jum viu que ele estava próximo, e fechou a porta, passando a chave nesta, depois o encarou nos olhos e ele pode ver aquele par de pedras ônix o encarar de forma abrasiva.
_Eu quero tanto isso... Não poderia ser em melhor hora e nem com alguém mais especial.
_Não se sinta obrigada, eu só bquis fazer uma surpresa.
_E fez mesmo, a melhor surpresa de todas. –ela se aproximou ainda mais dele. –Tivemos alguns percalços, demoramos a assumir o que sentíamos, mas eu estou muito feliz ao seu lado, e quero me sentir completa com você.
_Eu te amo muito Jum, nada pode me separar de você, mesmo que tentem com força. Nós teremos muitas outras dificuldades, problemas, medos, e mais um monte de coisas, mas não importa, desde que nós permaneçamos juntos e firmes.
_Você tem razão. E eu quero dar esse passo pra que possamos nos unir ainda mais.
Ele sorriu tranqüilo, do jeito que ela tanto gostava e depois foi beijada por ele, carinhosamente, explorando sua boca quente e desejosa da dele, nunca cansava de o beijar, e quando começava, não tinha vontade e nem coragem de parar.
Paul era envolvente, paciente, e sempre vivia tudo de maneira intensa, como um verdadeiro Sabaku, mas era gentil, atencioso e observador como realmente é um Nara. Com certeza os pais dele eram uma combinação improvável e explosiva, mas tinha gerado frutos incríveis, haviam formada um ser que pra Jum não poderia ser mais perfeito.
Ele a conduziu até a cama, ambos se deitaram nessa e continuaram se beijando e se acariciando por cima das roupas sem pressa, teriam a noite toda pela frente, mas internamente, Paul desejou que a noite durasse pra sempre, porque nunca estaria tempo de mais com sua rosada.
Jum abriu alguns botões do colarinho dele e lhe beijou o pescoço longo e másculo, ele sorriu com a forma delicada que ela podia assumir, e cuidou de retribuir o favor na pele delicada e lisa dela, descendo da orelha até o inicio de seu colo.
Ambos intermediavam os beijos com olhares intensos, se tocavam às vezes também se encarando, pareciam que se ligavam mais a cada gesto.
Enquanto Paul se perdia nos belos ônix de Jum, ela não sabia dizer qual era o mistério dos olhos esverdeados dele, mas o que mais gotava era sua boca de lábios medianos e de toque suave.
_Eu te amo. –ela sussurrou contra o ouvido dele antes de lhe morder o pescoço e levar as mãos pra de baixo da camisa dele.
_Eu também a amo. –ele respondeu sentindo as mãos dela lhe queimarem a pele, ela era muito intensa.
Ele a abraçou mais forte contra si, e passou a beijar o decote dela, chegando parcialmente a seus seios cálidos, e por fim os envolvou, lhe beijando a boca, descobrindo sensações cada vez melhores, o deixando cada vez mais insano.
Sem mais muitas delongas, Jum arrancou a camisa dele, e tocou seus músculos, com certeza já o observara várias vezes, ele era grande, muito forte, mas agora, o tocando tão de vagar, o sentindo tão bem, via que seu corpo era rígido, era quente, era forte e seus braços eram firmes, assim como uas mãos, a segurando pela cintjura, enquanto ainda lhe beijava a parte exposta de seu corpo.
Ele não tinha pressa nenhuma, mas queria a conhecer cada vez mais, então levou as mãos as pernas torneadas dela, eram macias, delicadas, e assim como lhe era familiar, ele a toxou de modo firme, queria sentir e a fazer sentir que era real e era muito intenso tudo o que ele sentia por ela, inclusive seu desejo.
Jum sentiu ele ir erguendo o vestido dela de vagar, sem deixar de lhe beijar, e depois o viu acompanhar o trajeto do vestido com a boca, sentindo cada parte que ia sendo exposta de seu corpo, então deixou leves gemidos lhe escapar dos lábios, estava queimando e sentia uma calor, um formigamento, ou seja lá como poderia descrever, subir de sua intimidade e a consumir por inteiro, levando ela a o querer cada vez mais.
Depois de retirar o vestido dela, Paul encarou seu corpo, e sorriu de canto, ela era mesmo incrivelmente linda, não poderia perdê-la, não suportaria pensar ter mais ninguém a tocando, a sentindo e a fazendo ficar rubra de vergonha.
Por mais que o amasse, que quisesse aquilo, Jum estava envergonhada, nunca se despira na frente de outro homem, nunca se sentira tão intima e tão exposta como ali, mas aquele olhar, aquele sorriso, aquele homem a deixava tão segura, tão relaxada, que se sentia confiante, por mais que não pudesse clarear as maçãs de seu rosto.
De vagar, Paul se livrou do sutiã dela, e passou a beijar seus seios, sentindo-os enrijecer e aumentando seu desejo por eles, e por ela, então se colocou sentado sobre a cama e a colocou em seu colo, podia sentir mais o cropo dela assim, tinha mais acesso aos seios dela assim, então ia se deliciando com ela, enquanto sua ereção ficava mais evidente, se é que era possivel, e ela não pode fingir não perceber.
Com certeza era perfeito dar e sentir prazer, e ele estava adorando aquilo, no entanto, ao sentir ela lhe abrir o botão da calça, ele a encarou e engoliu em seco, de repente se dava conta de que não sabia fazer aquilo, tinha medo de fazer errado, de a decepcionar, de deixá-la com uma péssima impressão, mas queria aprender com ela, queria descobrir o que era sentir tudo o que aquele momento podia lhe dar, mas estava receoso.
Jum notou que ele a encarava de um jeito diferente, ainda com desejo, mas estava mais compenetrado, sabia que a mente dele nunca parava de funcionar e por isso se preocupou com o que ele estaria pensando, se preocupou que talvez ele estivesse se arrrependndo, que ela não o fazia sentir o que ele fazia com ela.
_Algum problema? –ela perguntou delicada, lhe afagando os cabelos e beijando de leve seu pescoço.
_Ainda acha que é uma boa idéia? –ele respondeu também beijando o pescoço dela.
_Bom, eu acho, e estava acreditando que você também achava.
_Eu não sei direito o que fazer, não quero te decepcionar.
Ela sorriu contra o ouvido dele.
_Eu também estava pensando a mesma coisa, mas não tem como isso acontecer, nós nos amamos e vamos descobrir isso juntos.
_E se você não gostar?
_Paul, você só vai saber como é, assim como eu saberei, fazendo, descobrindo, e não vou deixar você descobrir isso com outra garota pra depois ficar comigo. –ela disse gentil, mas séria.
_Eu nem pensei nisso, claro que quero só você, mas e se...
_Para de pensar, para de supor, deixa as coisas acontecerem.
_Bom, eu racionalizo dez vezes mais coisas por hora do que a maioria das pessoas, então fica meio complicado.
_Então temos que fazer você parar de pensar em qualquer coisa.
_Impossivel, nunca consegui isso.
Ela sorriu travessa.
_Me deixa tentar.
Ele ficou intrigado com aquele sorriso e mais ainda com ver ela se levantar de seu colo, apesar de adorar ter a visão completa do corpo dela de novo, depois a viu se colocar na frente dele, e o deitar na cama.
Ele tentou dizer alguma coisa, mas ela não deixou, o beijou profundamente e passou as mãos pequenas pelo corpo forte dele, depois foi descendo os beijos, alternando mordicadas do pescoço até seu tórax, indo em direção a sua calça, a desabotoando de vagar, e depois retirando-a, e repetindo o que ele fizera com ela, provando cada parte do corpo dele que ia sendo exposta.
Paul suspirou de prazer com aquilo, sentia o corpo tremer pelas ondas quentes que lhe invadiam, e aos poucos ia ficando mais relaxado, mas Jum tinha mais coisas em mente, sabia várias coisas na teoria, estava na hora de testar na pratica, e reparando que a cueca dele parecia muito apertada, ela foi a retirando, e depois deu beijos de leve sobre o membro ereto dele.
O loiro quase pulou da cama de susto, mas de prazer também, e ela lhe sorriu travessa de novo, como ele adorava ver nela, aquela mistura de minina e mulher o facinava, então sorriu de canto e a puxou pra si, lhe devia muito agora, por isso tomou o corpo dela, até tirar a calcinha, beijava, mordia e sentia todo o corpo delicado e envolvente, até que a sentisse completamente molhada entre as pernas.
Com delicadeza, ele a deitou na cama, e se acomodou sobre ela, lhe beijando a boca ferozmente.
_No que está pensando? –ela perguntou baixinho, seu corpo tremia por o sentir beijando-a e a tocando em sua intimidade.
_Pra ser sincero, em nada. –ambos sorriram. –Claro que quero te dar prazer, ir com calma e tudo mais pra que se sinta confortável, mas não estou conseguindo pensar em mais nada, meu corpo está doendo de desejo.
_O meu também. –ela sorriu.
_Então quer tentar terminar isso?
Ela respondeu o ouxando pra ainda mais perto, e o beijando com fugor. Paul deixou de tocá-la com as mãos e sentiu seu membro se encaixando na entrada úmida dela, sentindo espasmos de desejo, que ele não podia mais controlar, mas tinha de ser forte e ir de vagar.
Aos poucos ia introduzindo seu membro latendo, observando com cuidado a expressão dela, pra saber o que ela estava sentindo e em determinado momento ela apertou os olhos fechados.
_Está doendo?
_Um pouco. –ela apertou fortemente os ombros dele.
Ele parou o movimento e lhe beijou a face com carinho, lhe acaciando os cabelos.
_Podemos parar.
_Não, não, só me deixe acostumar.
Ele não disse nada, continuou a acariciar o corpo dela, e lhe beijar ternamente, até senti-la pedir que fosse mais pra dentro, e assim ele o fez, sentiu exatamente quando a rompeu por completo, e sentiu também o aperto mais forte em seus ombros, pensou em se arrepender do que fazia, mas ela o enarou atentamente.
_De vagar. –ela disse pedindo e o encorajando a se movimentar.
_Se não quiser, eu paro.
_Por favor, não faz isso agora.
Ele a beijou de novo e foi se movendo de vagar, ainda meio sem jeito, não sabia ao certo o que fazer, apesar de já ter pego vários filmes com os amigos e assitido, porque aquilo era bem diferente, a começar por ser um sentimento forte e real, com uma mulher muito especial.
Jum foi se soltando, sentindo ele de vagar ir se movimentando dentro de si, e com isso foi relaxando, como sempre ele lhe dava muita segurança, e isso fez com que ela fosse gostando cada vez mais do que acontecia.
Ambos iam se soltando, se beijando, se tocando, e os movimentos aumentavam de rítimo, de profundidade e intensidade, e sem se darem conta, o prazer ia os consumindo e os fazendo ainda mais desejosos, em um ciclo vicioso e delicioso, que os deixava ainda mais empolgados e contentes.
Paul deixou o corpo cair exausto ao lado de Jum, e a juntou a si, ambos completamente satisfeitos, depois de se despejarem juntos.
_Essa foi a melhor sensação que já tive.
_Nem me fala, é tão boa que dá vontade de repetir.
Ele olhou pra ela meio assustado e elea riu a vontade.
_Vou incrível Paul, jamais poderia ser melhor.
_Eu digo o mesmo. Valeu cada zuada que recebi por ainda não ter feito, pelo menos foi perfeito e no momento certo.
Ela sorriu contente, com certeza se sentiam mais especiais e próximos um do outro.
_Não devia ter duvidado de você com aquela vadiazinha.
_Não devia mesmo, mas eu te entendo, eu ficaria maluco no seu lugar, mad deixe isso pra lá.
_Não, não deixo não, amanhã vamos a praia e nos encontrar com ela.
_Pra que? –ele disse erguendo uma sobrancelha.
_Pra poder agradecer a ela, afinal, conseguiu fazer com que eu tivesse a noite mais perfeita de toda minha vida, e sabe o que é melhor, o homem lindo e maravilhoso é que me proporcinou isso, e ela nunca vai poder sentir o mesmo.
Paul sorriu de canto e a abraçou.
Logo ambos dormiram juntos, e tudo parecia mais leve.
Notas finais
ps. tem nova fic original escrita por mim e pela Karis123, tenho ceteza q vcs vão adorar pq tem td pra ser uma fic bem movimentada e cheia de suspressas... é só procurarem no meu pefil a fic "Casamentos e suas complicações", tenho certeza q ñ vão se arrepender...
ps2. dedico esse cap. a Hatake, q vem comentando arduamente nas minhas fic's... obrigada pelo carinho e incentivo, flor...
um bjo a tds e até o proximo...
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