Encontros E Desencontros - 2 Temporada
40 Capítulo 39 - Julgamento
Notas iniciais
boa leitura...
_Bom dia. –disse Linda a mãe na cozinha, tomando café.
_Bom dia, minha filha.
As duas ajeitaram o cabelo e se serviram suco.
_Bom dia, coisas lindas. –disse Bily dando um beijo no rosto de cada uma.
_Bom dia querido.
_Bom dia maninho.
_Gente, o dia tá lindo, a vida é linda e eu estou louco pra pegar minha namorada pra gente ir acampar. O Cris é rápido, em um dia arrumou um acampamaneto pra gente, tudo isso pra satisfazer a Tamie.
_Nossa, que felicidade toda é essa? –indagou Ino ao filho. –Cris eu entendo porque, voltou com a Tamie, mas e você, o que anda aprontando?
_Eu descobri que todo mundo, mesmo que apronte, tem um lado bom. –ele sorriu.
_Pois eu não acho. –disse Gaara entrando na cozinha furioso.
_O que houve, querido?
_Olha isso ai Ino. –ele jogou um jornal e uma revista sobre a mesa com raiva.
_O que é isso, papai?
_É obra do teu namorado, minha filha.
Ino pegou o jornal e Linda a revista, Bily ficou encarando aquilo com o queixo caído.
_Jhon escreveu um dossiê contra você. Usou momentos nossos em família, com nossos amigos e momentos de vocês, inclusive a noite que você passou com ele. –disse Gaara soltando fogo pelas ventas, principalmente na última parte.
Linda estava com os olhos cheios de água lendo a matéria da revista, ele escrevera sobre tudo o que eles conversarão e aquilo ia acabar com a vida dela.
_Mas como conseguiu isso? –indagou Bily por fim.
_Por sua causa. –ele disse com raiva. –Ligou pro meu acessor ontem, não foi?
_Pai eu...
_Eu não te bato por não ter me contado porque evitou que isso chegasse as bancas, mas você tinha que ter me dito.
_Desculpa pai, eu quis impedir que isso fosse pras bancas, eu realmente não...
_Você sabia disso? –indagou Linda.
_Eu descobri ontem, mas...
_E não me disse nada? Não me contou que Jhon fez isso comigo e deixou eu passar minha noite de ano novo com um canalha?
_Linda, Jhon a ama, ele...
_Me ama? Ele me usou como se eu fosse um objeto qualquer.
_E você o estava encobrindo.
_Não pai, eu não estava, eu ia dizer, mas como tinha conseguido impedir isso, achei que poderíamos conversar isso com calma.
_Com calma? –Linda e Gaara cuspiam as palavras em brasa.
_Calma gente, por favor. –pediu Ino. –Primeiro, isso não foi pras bancas mesmo?
_Não, o Bily conseguiu impedir. –disse Gaara.
_Então pronto, um problema a menos.
_Mas o pessoal do partido viu, todos fizeram questão de pegar uma copia, logo isso vai vazar, vão fazer alianças com essa informação, e todos vão saber do mesmo jeito.
_Mas a culpa é do seu partido e não minha ou do Jhon.
_Aquele cretino escreveu isso.
_Sim, não estou negando, mas ele teve os motivos dele.
_Você devia estar do meu lado e não do dele.
_Eu estou do seu lado Linda, por isso sei que você o ama, então me escute, ele está se sentindo mal por tudo isso, me ajudou a impedir que fosse pras bancas, até criou coragem de pedir ajuda pro pai dele que ele não conversa.
_Ele me disse que não tinha pai.
_Linda...
_Já chega, eu não agüento mais vocês, não agüento mais todo mundo mentir pra mim, minha vida ser uma mentira, eu estou farta. –ela disse jogando um copo na parede e saindo em seguida.
_Satisfeito?
_Não pai, eu não queria isso, eu só...
_Pare de se meter naquilo que você não conhece, acabou piorando tudo.
Gaara saiu bravo.
_Mãe, eu juro que só quis ajudar, eu...
_Vem cá, meu filho... –Ino abraçou o menino. –Seu pai está de cabeça quente, Linda também, você fez o que devia fazer.
_Eu só queria ajudar... –ele repetiu, deixando uma lágrima cair.
_Não se preocupe, tudo vai se acertar.
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
Alguns meses se passaram, Gaara pediu desculpas pro filho, Linda entendeu o irmão, mas não aceitava as explicações de Jhon, se sentia traída, machucada e por isso ia até o fim pra fazer aquelas calunias e usurpação pagar muito caro.
Um processo havia sido instaurado, o jornal queria o direito ao dossiê de volta, Jhon não queria entregar, ao mesmo tempo em que ele próprio era acusado de várias coisas.
Sasuke como promotor não pode intervir, mas arrumou um colega muito competente que estava com Nayumi como estagiaria e por isso montavam um caso bem feito, enquanto a defesa tentava de todas as formas pregar Jhon como santo e o jornal como sério e respeitado.
Havia sido marcada uma audiência para se discutir o caso, ouvir as testemunhas e resolver de uma vez por todas o que aquele dossiê iria valer e se seria publicado.
Todos os amigos estavam na tribuna, enquanto Nayumi assumia do lado de seu patrão a pose de advogados durões.
_Vai mesmo testemunhar contra mim? –indagou Linda antes de entrar na sala.
_Não faço isso contra você Linda, faço apenas a favor do Jhon, eu sei como ele foi importante naquela noite.
_Nunca deixaremos de ser irmãos, mas me deixa muito triste saber que não posso contar com você.
_Linda, você está me pondo contra você, eu sempre estive e estarei do seu lado, eu juro, mas ele precisa de ajuda, e depois quem sabe você não deixa ele falar e se explicar.
_Não há explicação pro que ele fez.
_Até eu tinha uma explicação naquela nossa briga, então ele pode ter também.
_Ele tem, mas não me convence.
_Porque está fugindo de ver a verdade, está sendo orgulhosa, mas não importa, sei que deve estar doendo o que aconteceu, então deixa que o tempo dirá.
A audiência seguiu todo um protocolo, foram se ouvindo as testemunhas, inclusive Bily, que falou como Jhon tentou tirar sua matéria do jornal e como quis tirar seu nome de tal reportagem que lhe foi roubada, mas a empresa tentava dizer que tinha direito sobre os aparelhos de trabalho dos jronalistas, que eram donos daquilo que publicavam, que a ação de Jhon e Bily havia custado muito dinheiro e várias outras coisas, mas então chegou a vez de Jhon.
_Jhon Clinton, sabe por que está aqui hoje?
_Sim.
_Sabe que está respondedo a dois processos concomitantes?
_Sim, senhor.
_Ótimo, pode se sentar. O jornal primeiro.
_Jhon, vamos lá. É verdade que trabalha pro jornal e pra revista que figuram primeiramente como acusação contra o senhor?
_Sim.
_É verdade que foi pago pra escrever uma matéria, parecida com as que já fizera antes, para a empresa?
_Sim.
_E não é verdade que a idéia foi sua de usar a idéia de conquaistar a moça pra poder conseguir as informações que queria?
_Sim e não.
_Poderia explicar melhor?
_Eu aderi à idéia que meu chefe deu, então sim, fui de comum acordo e dei prosseguimento da idéia do meu modo, mas não, eu não fui o primeiro a falar nisso.
_E porque aceitou essa idéia?
_Porque me pagariam bem pra praticá-la.
_Sendo assim era um subordinado, fazendo um trabalho, bem pago e usando os recursos da empresa.
_Na maioria sim.
_E quer que eu acredite que se arrependeu do montante de dinheiro, facilidade e comodidade por apenas querer mudar de vida, do nada, quando sua vitima é a mulher mais influente do país no momento e estava disposta a te fazer muito mais bem sucedido do que jamais seria no jornal?
_Como está se auto-representando senhor Jhon, não precisa responder. –disse o juiz.
_Mas eu posso responder se eu quiser, senhor?
_Sim, se for sua vontade.
_Então eu respondo, eu não quero que o senhor acredite em nada, me fez perguntas e eu respondi, acredite no que quiser, mas a afirmação é apenas sua.
Nayumi encarou Jhon, seus olhos púrpuras, seu semblante muito bonito sério, e o modo de falar desafiador, ao mesmo tempo firme, estava impressionada com o jeito dele, apesar de suas mãos estarem no colo se mexando nervosas.
_Não tenho mais perguntas, excelência.
_Dr. Hei, sua vez.
Nayumi rabiscou qualquer coisa no rodapé da pagina de perguntas e deu ao patrão, ele leu com cuidado e depois sorriu pra ela, que sorriu de volta.
_Dr. Hei, vai indagar a testemunha?
_Sim, senhor, me perdoe excelência, já o farei... Jhon, Jhon, Jhon... O senhor está bem encrencado, não?
_Acho que sim.
_Não precisava responder, mas já que respondeu, porque acha que sim?
_Porque sou o elo mais fraco dessa cadeia, então provavelemnte estou encrencado de qualquer jeito.
_Acha que será condenado? Mas já, eu nem comecei?!
_Não sei o que vai acontecer hoje, mas eu sei que não vou mais escrever nem tirinhas de livros infantis, sei que não poderei mais morar no mesmo lugar, acho que se eu quiser uma cahnce de arrumar outro trabalho nem na cidade vou poder ficar.
_Acha injusto?
_Não.
_É o primeiro que diz isso, senhor Jhon... Bom, deixa eu ver se eu entendi, você trabalhava pra essa empresa, tinha salário, algumas regalias e tudo o que tinha de fazer era escrever uma matéria, certo?
_Sim.
_Até onde sei aquilo que qualquer pessoa escreve pertence a ela, então acha que a empresa lhe roubou algo...
_Na verdade todos os contratados pela empresa assinam um termo dizendo que vendem certos direitos de posse sobre o que escrevem, o que daria mais poder a empresa.
_Assinou esse contrato?
_Não, eu não figurava na folha de pagamento.
_Protesto excelência, já provamos o vinculo dele com a empresa, até por documentos, isso o que ele está dizendo é uma infâmia e uma tentativa de ludibriarnos.
_Eu posso explicar, excelência. –disse Jhon.
_Pode explicar então. Protesto negado.
_Eu assinava todos osrecibos e folhas de pagaemento, tinha um registro dentro da empresa, mas nunca assinei nenhum contrato, eu poderia ir embora quando eu quisesse, então não vendi nenhum direito meu, e entes que tenham duvidas, eu não tinha registro porque a empresa dizia não ter como pagar todos os tributos referentes à lista de funcionários.
O juiz franziu o senho e disse:
_Anota-se pra que se cumpra uma declaração detalhada dos bens, serviços e registros da empresa para que se averigúe alguma sonegação fiscal. Agora prossiga Dr. Hei.
_Bom Jhon, então você se arrependeu de ser como seu chefe e quis tirar de circulação seu trabalho, é isso?
_Eu não queria nem que entrasse em circulação, disse que a matéria é minha e não assinaria, eles me chutaram pra fora e deram a causa como encerrada.
_Porque desistiu Jhon?
_Porque não queria publicar o que escrevi.
_Pode nos dizer por quê?
_Não posso dizer sem que me achem brega e mentiroso, então não, eu não posso dizer.
_Sabe Jhon, todas as informações políticas que cocolou lá é apenas especulação, o dano seria pequeno no âmbito geral, claro que a política ficaria comprometida, mas seria fácil fazer as pessaos esquecer, então me diz... –ele fez uma pausa e encarou Nayumi, esta fez sinal positivo. –Porque pisar na honra e na moral da minha cliente dessa forma? Porque os relatos de vida íntima?
_Eu não pisei na moral dela, só escrevi sobre os seus feitos políticos, e muito menos relatei nada íntimo.
_Mesmo? –ele pegou uma revista e deu a ele. –Pode ler a parte grifada? –Jhon suspirou.
_ “Quem vê a garota imaculada acenando na TV, não imagina o que ela é por dentro. Nas noites ela se transforma, pode saciar até o mais desejoso e odiaso ser que dela queira, e ela se entrega...”
_Acha que isso não é íntimo? Poderia saber de outra forma sem lhe ser íntimo?
_Eu não escrevi.
_A assinatura é sua.
_Eu já disse, perdi a matéria e a influencia sobre ela, não escrevi isso.
_Não escreveu sobre como ela é dispodorada?
_Não. –ele disse sério.
_Não escreveu como ela é manipuladora?
_Na política sim.
_E na cama também.
_Não. –ele disse bravo.
_O que vemos aqui mais a baixo é só ilusão.
_Eu já disse, não fui eu que escrevi.
_E como prova isso? Partes de anotações sobre essa matéria foi encontrado na sua casa, porque deveríamos acreditar em você?
_Peguem a matriz que o jornal usou pra fazer as impressões, poderão achar duas versões da noticia.
_Achamos apenas uma, havia sido modificada, mas não sabemos até que ponto.
_Eu não escrevi isso.
_Sinto muito Jhon, mas você usou minha cliente, a manipulou, escreveu injurias e deve pagar por elas, e como não há provas de que você não escreveu isso, não posso fazer nada a não ser que seja condenado por tudo.
Jhon baixou a cabeça por um momento, e ficou pensativo, o advogado se dirigiu a cadeira que ocupava, mas antes de sentar a voz dele veio.
_Eu posso provar que não escrevi aquilo. –Jhon ergueu a cabeça.
_Quer apresentar nova prova? –indagou o juiz.
_Se possivel...
_Há a possibilidade de juntar no processo contra a empresa, mas contra a Linda Sabaku, não.
_Então posso apenas responder ao advogado como eu provaria? Ele me perguntou se eu tinha provas.
_Permissão concedida, pode responder.
_Na sua revista há uma palavra riscada, sabe por quê? Quando a matéria começa a ser impressa e encontram um erro a tempo, mandam riscar, assim poupa mais uma nota no erramos, onde tem de se desculpar pela falha. A baixo do risco da sua revista há uma data, apenas meio legível, eles riscaram a data, porque na escrita é como se eu dissesse que havia passsado a noite com Linda, mas acontece que tive um jantar de negócios nessa noite, eles sempre pagavam os jantares e nós ficávamos com os ticktes, eu teria o meu, provaria que estavam errados, então prefiriram fazer como se fosse um erro de digitação.
_Não esteve com Linda nesse dia?
_Não, há umas doze pessoas que podem confirmar isso, inclusive a prórpia Linda, que estava em um jantar do partido no mesmo local.
_Devemos então considerar apenas as malicias da política?
_Eu jamais falaria ou escreveria sobre uma noite que passei com ela.
_Porque não quer que ela seja falada por isso... –ele disse sínico.
_Não quero é que estrague a única coisa de verdade que passei com ela nesse tempo.
_Quer me convencer que teve algo de verdade nisso?
_Teve muita coisa de verdade, amor, divertimento, copanherismo, e a única mentira foi o motivo pelo qual a convidei pra sair.
_Amor?
_Não achou mesmo que seria outro motivo, não é? Eu perdi minha carreira, meu emprego, minha vida, meu dinheiro, minha casa, e tudo graças à loucura de impedir só mais uma matéria igual a outras que já escrevi, acha que não a amo por isso?
_Eu acho que está é tentando nos manipular novamente.
_Linda é uma garota muito esperta, não poderia ser tão enganada a ponto de se deitar com um homem sem saber que ele a ama.
_Quer dizer que se deitou com ela?
_Quero dizer que ela saberia a diferença, e ela realmente sabe, mas isso já não importa. Eu não escrevi sobre nada intimo entre nós, tudo o que consegui com a matéria foi de forma licita, apesar de não ser moral, e nem tudo o que é moral é direito, e se quer saber o que eu penso, não posso ser condenado pela publicação dessa matéria, mas se ainda sim querem minha condenação, eu concordo com ela, mas serei punido por jogar fora a única pessoa que realmente esteve ao meu lado, que realmente se importava comigo e com meus senhos, por não ter agido a tempo para protegê-la, e ai sim mereço qualquer condenação, nenhuma será severa de mais ao mal que causei jna vida dela.
Nayumi olhou pra Jhon e sorriu de canto, ele não entendeu o sorriso dela, mas pode ver Linda sair da sala de audiência, com as mãos no rosto, e ele quis ir atrás dela, mas não pode, a voz dojuiz o interrompeu.
_Masi alguma pergunta dr. Hei?
_Não excelência.
_Declaro a corte em recesso até amanhã as doze horas, quando proferirei minha sentença.
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
_Hoje é o seu grande dia, minha filha.
_Sim pai. –ela disse sem animo.
_O que houve?
_Me sinto sozinha, papai.
_Ainda esta mexida por tudo o que aconteceu, não é?
_Eu queria saber detectar o que é verdade o que é mentira... Não consigo me esquecer daqueles olhos púrpuras translúcidos dizendo que me amava no banco dos réus.
_Se aquiete, no momento certo você vai conseguir esquecer.
_É tão difícil. –ela suspirou.
_Não pense mais nisso, logo todos os problemas do estado lhe ocuparam a mente.
_Assim espero. Onde Bily está?
Gaara se calou, não sabia como responder.
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
_Você devia estar com ela.
_Eu estarei, em meia hora.
_Bily, eu sei que nos acertamos, mas ela...
_Não se preocupe cara, eu sei lidar com minha irmã.
_Está bem, você que sabe.
_Já decidiu pra onde vai?
_Vou voltar pra casa. Minha mãe deixou a nossa velha casinha no interior no meu nome, vou ver o que consigo fazer pra reerguê-la e vou fazer uma entrevista pra dar aulas de português em uma escola particular lá, aliás, é a única escola desse tipo por lá e ainda é nova, mas pode dar certo.
_Vai se sair bem, com certeza. Agora pare de suspirar por ela, uma hora ela acaba entendendo.
_É fácil falar, você não perdeu a mulher que ama.
_Opa, para ai, eu perdi por um tempo sim e foi por sua causa, e veja, agora estamos muito bem.
_Não é tão simples, Linda jamais me perdoaria, e depois, eu estou indo embora pra nunca mais voltar, quero que ela seja feliz na capital e se arrume com outra pessoa. –ele disse triste.
Bily olhou pro lado por um segundo e depois voltou a atenção para o transito, com certeza aquele era um novo Jhon, pena que não teria oportunidade de memonstrar.
O ruivo se despediu do morebno no aeroporto e depois ele se foi. Não fora condenado judicalmente, mas a vida lhe dera o pior dos castigos, voltaria a ser sozinho e desta vez de forma ainda pior, sofrendo por amor.
Notas finais
sem mais delongas, vou pedir os comentarios de sempre e caprichem dessa vez, fiz um esforço mto grande pra lhes presentear com esses cap. hehehehehe
bjos e até o proximo...
Fale com o autor