Encontros E Desencontros - 2 Temporada

35 Capítulo 35 - Sacrificios


Notas iniciais
boa leitura...

Jhon beijava Linda com tudo o que tinha, tudo o que sentia, enquanto ela retribuía da mesma forma. Suas bocas se possuíam em um deleite de prazeres, suas mãos se exploravam como se tudo fosse acabar ali, e nesse entre meio, o calor só fazia crescer.

Linda tirou a camiseta dele, e beijou seu pescoço, depois olhou pro seu tórax definido, os ombros largos, e o peito forte, e sorriu maliciosa, ele não agüentou aquela provocação, levantou o corpo, a pondo sentada sobre ele e levantou o vestido dela, acariciando suas coxas, e chegando até a virilha, sem alcançar seu alvo, a deixando louca de ansiedade.

_Pro meu quarto. –ele sussurrou no ouvido dela, a erguendo em seus braços fortes, e ela fez que sim com a cabeça, deixando suas mãos passearem pelo corpo dele e sua boca brincar com a orelha dele, o deixando arrepiado.

Ele a deitou na cama e tirou o vestido, sorrindo com o que viu. Ela estava com uma calcinha preta com bordados em roxo, o sutiã da mesma cor, seus seios fartos bem instaurados ali, e a sua boca carnuda a sua disposição.

Jhon a beijou e lhe tocou os seios, os apertando nas mãos grandes e firmes, enquanto via ela abafar os gemidos em meio aos seus lábios. Linda, arqueou o corpo quando ele tocou os bicos rígidos de seus seios, e seu membro já ereto lhe roçou a intimidade de baixo da roupa.

Ela estava deliciada com os toques dele, e aproveitou que ele tirava seu sutiã, levando as mãos ao cós de sua calça a desabotoando, pra depois a tirar, com a ajuda de seus pés mesmo.

Ele sorriu sacana antes de abocanhar seus mamilos rosados, e ela gemeu alto, sentindo a língua quente naquela região, e depois mais alto gemeu o sentindo sugá-los com prazer.

Ambos se sentiam vestidos de mais, e por isso ele foi descendo os beijos até a calcinha dela, depois a retirou com a boca, voltando a beijá-la por inteiro, até lhe invadir a intimidade com a língua ávida, vendo ela se contorcer de prazer, e sussurrar seu nome.

_Diz de novo. –ele pediu, sugando o clitóris dela em seguida.

_Jhon... Ah Jhon... Isso é tão gostoso. –ela gemeu em seguida.

Ele ficou ensandecido, e a explorou por inteiro, com a boca e os dedos, arrancando muitos gemidos e gritinhos dela, que ele nem soube dizer quantas vezes ela se contraiu e nem quantas se derramou, e então ele voltou a beijar o corpo dela, que pediu pra ele tirar a cueca.

_Mas já?

_Já? Você quer me matar com essa tortura? Por favor, Jhon, por favor.

Ele sorriu e então fez o que ela pediu, tirou a cueca e se ajeitou entre as pernas dela, que o enlaçou, e ele alargou mais o sorriso, ela ser alta e ter pernas longas era perfeito, o enlaçava de forma esplêndida com as pernas quentes e gostosas.

Ele apertou a cintura dela e a beijou, enquanto entrava dentro dela, e sentia ela cravar as unhas em seus costas, mas ele não ligou, passou a se mover de vagar dentro dela, até que ela gemeu de novo e pediu pra ele fosse mais rápido, e como uma ordem ele obedeceu.

Ambos se beijavam e se moviam naquele ritmo frenético e intenso em que seus corpos se chocavam e bailavam de forma sensual e sincronizada, enquanto se beijavam com paixão e luxuria, ambos entregues e rendidos aquele amor que só fazia crescer dentro deles.

Linda se sentiu invadida por um liquido quente e depois o viu relaxar sobre si, enquanto ela fazia o mesmo, depois de se derramar, e ambos suspiraram. Ela o puxou pra mais um beijo, e desta vez foi calmo, medido, e muito bom.

Ele se deitou na cama, e a puxou pra si, lhe acariciando os cabelos e observando seu corpo, até que uma mancha lhe chamou a atenção e ele ergueu o corpo, encarando a tal mancha.

_Me desculpe por isso... –ela disse sem graça.

_Por que não me disse Linda?

_Ah, achei que não fosse preciso.

_Caramba Linda, claro que precisava. Até senti, mas achei que fosse coisa da minha cabeça porque queria ser o primeiro da sua vida, não que era sério.

_Me desculpe, não queria parecer boba. Achei que não fosse saber, algumas mulheres não sangram. –ela disse baixando os olhos.

_Não precisa ficar com vergonha, mas devia sim ter me dito antes.

_Se eu tivesse dito, mudaria alguma coisa?

_Claro, mudaria tudo.

Ele havia desvirginado a mulher que iria destruir o coração na melhor noite da vida dele, se soubesse não teria feito aquilo, ela não merecia mais quilo só por uma briga política.

_Está arrependido?

_Nunca. Já disse isso. Eu te amo Linda, de verdade, mas sei lá... Você esperou até agora, de repente poderia esperar mais até ter certeza do cara com quem queria fazer isso.

_Esperei até agora porque não tinha achado o cara certo ainda, mas cá está você, não poderia ser com mais ninguém.

Ele se sentiu muito mal, estava cada vez pior sua situação, não devia ter se apaixonado, não podia ter se apaixonado.

_Bom, agora está feito. Me desculpe se não fui tão gentil como deveria ser.

_Você foi maravilhoso. –ela lhe deu um selinho.

_Por isso me arranhou com tanta força... Eu devia ter parado.

_Para, desse jeito vou pensar que você não gostou, que não queria isso.

_Eu queria muito, mas não quero que se arrependa de nada.

_Não vou me arrepender, ainda mais agora que disse que me ama pela primeira vez. –ela sorriu.

Ele parou e se deu conta, havia dito mesmo, não tinha jeito, estava entregue a ela e com a espada sobre a cabeça.

_Me ama mesmo ou foi só o momento? –ela disse por fim.

_Eu te amo mesmo, muito, você é a melhor coisa que me aconteceu.

_Você também. Eu sei que não se deve falar isso a um homem, ainda mais a um homem que tem medo de compromisso, mas eu adoraria passar o resto da minha vida com você.

Ele a abraçou com carinho e bem forte.

_Eu também Linda, eu também queria passar o resto da minha com você, seria bom de mais pra ser verdade.

Quando ele aliviou o abraço ela o beijou, começou como um beijo calmo, mas logo se tornou mais intenso, então ela cochichou pra ele:

_Não sei muito bem como se faz essas coisas, vai ter que ter um pouco de paciência.

_Você é perfeita Linda, não há nada que você não faça direito.

_Será mesmo? Então vejamos uma coisa... –ela beijou a barriga dele em seguida.

_Linda... –ele advertiu.

_O que foi meu bem? –ela beijou seu baixo ventre.

_Linda, cuidado, eu... –ele foi interrompido pela língua dela contornando a ponta de seu membro que pulsou involuntariamente.

Ela sorriu maliciosa olhando nos olhos dele, e ele foi invadido pelos olhos castanhos de chocolate dela, enquanto ela mergulhava nos olhos misteriosos dele, e fazia o mesmo movimento de novo.

Aos poucos ela foi lambendo todo o seu membro ereto, e depois o colocou na boca, dando leves chupadas, que o deixava pirado. Ele tentou fazer alguma coisa pra pará-la, queria manter seu juízo perfeito, mas era impossível, e mais impossível ficou quando ela se aproximou mais dele, e o chupava com gosto, enquanto seus seios tocavam em seu membro e mãos dela passeavam por todo seu corpo. Linda viu ele jogar a cabeça pra trás e deixar alguns gemidos espaçados saírem de seus lábios, fazendo ela sorrir em meio a ação.

Ele quase não se agüentava mais, observou ela, e ela lhe olhou nos olhos, sem parar o que fazia, aquilo o provocava em demasia. Parou ela, a segurou firme e a sentou sobre si, deixando seu membro a adentrar.

_Você já me enlouqueceu há muito tempo, o que mais quer de mim? –ele indagou dando inicio aos movimentos de vai e vem, mordendo o pescoço dela em seguida.

Linda não conseguiu responder, o prazer que sentia era inigualável, e só conseguia beijá-lo e morder o corpo dele até onde alcançava, sentindo ele a invadindo a cada movimento, em um prazer monumental.

Ela subia e descia sobre o membro dele, com a ajuda daquelas mãos sedutoras e fortes, apertando seu corpo, enquanto se sentiam tão unidos, como se seus corpos fossem se fundir.

Logos os dois gozaram de novo, e Linda ficou sobre o peito de Jhon, ouvindo seu coração, sendo embalada pelo sono que chegava. Jhon ao contrario tinha a cabeça fervendo, várias coisas passando-se com ele, e uma vontade imensa de fazer tudo parar, tudo acabar de uma vez e deixar o coração dela intacto.

Ela dormiu docemente em seu peito e ele ficou zelando seu sono, precisava fazer alguma coisa pra se redimir, pra evitar que ela sofresse, e só tinha uma semana pra isso.

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_Cansada? –indagou Cris vendo Tamie com a respiração acelerada ao seu lado no carro, enquanto ele dirigia.

_Bastante. Aquela mulher acabou comigo hoje, ela é muito linha dura. –disse Tamie divertida.

A loira havia passado a manhã inteira, logo após o natal, fazendo fisioterapia, ela tinha chances de voltar a andar, mas eram muito pequenas, de qualquer forma, eles insistiam.

_Pelo menos está fazendo efeito.

_Isso sim, com certeza. Hoje senti que minhas mãos estão bem mais ágeis, o videogame de corrida foi mole. –ela disse alegre, era muito bom estar viva depois dos dias terríveis no hospital que não compensavam nem serem narrados.

_Isso, vai treinando, assim fica mais fácil quando voltar. –ele sorriu de canto.

_Ah não, isso não, meu pai está decidido a me por na faculdade.

_Ele só ficou assustado, todos ficamos, mas logo passa.

_Não sei não, e depois, nem eu sei se quero correr de novo, acho que vou ficar na engenharia mesmo.

_Tamie Uzumaki desistindo de alguma coisa, me belisca, acho que estou sonhando.

_Na verdade não estou desistindo, estou mudando de planos, algo mais seguro. –ela sorriu.

Ele abanou a cabeça, será que ela jamais perdia a alegria? Ela ainda não tinha aquela risada alta de alegria suprema, mas nunca parecia abatida, mesmo enfrentando sérias dificuldades com a cadeira de rodas e a vida do dia a dia.

_Quer comer alguma coisa? Já passou da hora do almoço faz tempo, deve estar com fome. Conheço um lugar bacana pra gente ir.

_Ah, sei lá... Eu... Essa cadeira...

_Não seja boba, eu te ajudo, e depois o lugar é politicamente correto, você não vai ter nenhuma dificuldade.

_Não é bem isso, é só que as pessoas ficam olhando, comentando, não gosto disso.

_É só não ligar pra elas. Garanto que a comida é ótima. –ele disse alegre.

Ela suspirou, achava ruim como as pessoas tratavam e olhavam pros que eram diferentes do que consideravam normal, mas acabou aceitando, Cris estava sendo muito legal com ela todo aquele tempo, ficou sem graça de recusar o convite.

Cris estacionou e depois pegou a cadeira de rodas dela, a preparou e pegou Tamie no colo, a colocando na cadeira.

_Se continuar assim acabo mal acostumada, eu já disse que não precisa ficar me carregando. Se a Bety te visse ia te dar uma bronca. –ela disse sorrindo, se arrumando na cadeira.

_Ah, é só dessa vez, garanto que ela me perdoa.

Bety era a fisioterapeuta de Tamie, uma mulher de meia idade, com cara e voz de brava, mas que era muito dedicada e cuidadosa com os pacientes.

Tamie recusou a ajuda dele, Cris era sempre atencioso, gentil e prestativo, mas ela sabia se cuidar e gostava de sentir que podia fazer tudo sozinha, não gostava da idéia de ser completamente dependente, por mais que soubesse que um pouco sempre seria.

Os dois adentraram o restaurante e Cris afastou uma cadeira em uma mesa, logo uma moça veio atendê-los, lhes deu o cardápio e eles ficaram lendo este, mas um moço não parava de olhar pra Tamie, ela se sentia incomodada, encarou ele algumas vezes pra ver se ele desconfiava, mas nada, até que ela perdeu a paciência.

_O que foi? Perdeu alguma coisa?

_Desculpe, mas você é Tamie Uzumaki, certo?

_Sou, por quê?

_Nossa, você está na cadeira de rodas... –ele disse como se aquilo fosse coisa de outro mundo.

_Nossa, você sabe o que é isso... Agora que já viu o que é e quem sou eu, porque não dá atenção a essa garota que você provavelmente quer impressionar e para de agir como um idiota encarando minha cadeira de rodas da última moda.

O cara ficou sem saber onde por a cara, todo mundo olhava pra ele o repreendendo, a moça a frente dele ficou vermelha e não olhava pra ele, queria sumir dali, então Tamie encarou Cris, este apertava os lábios, se contendo pra não rir, até que não agüentou mais, começou a rir baixinho.

_O que foi?

_Você.

_O que tem eu? –ela indagou sem entender.

_Você não faz idéia do quanto é engraçado te ver brava. É uma coisa tão surreal, tão impossível de ver que é muito engraçado.

Ela não agüentou, começou a rir também.

_Ah, ele estava me dando nos nervos.

_Bem feito pra ele. Vai ganhar sobremesa extra por essa, foi incrível, nem eu falaria ou faria melhor. –ela via o quanto ele ficava lindo sorrindo e sendo amável.

_Você faria sim, é o rei da patada.

_Tenho meus momentos, depois posso te ensinar algumas, mas não é porque você precisa de ajuda, se vira muito bem.

_Sou uma garota moderna, eu preciso aprender, certo? –ela sorriu abertamente.

Cris sorriu de volta, ela era incrivelmente linda, e se revelava cada vez mais mulher, com certeza aquela garotinha sardentinha e mirrada havia ficado pra trás há bastante tempo, ela se firmava cada dia mais como mulher independente e firme.

Depois do almoço, Cris a levou pra casa, mas Naruto e Hinata não estavam, encontraram Bily e Kira na sala, discutindo algum tipo de idéia política sobre organização e educação que eles não entendiam.

_Como foi com Bety hoje?

_Difícil, mas muito bom, estou cheia de energia, até mesmo porque preciso gastar as calorias acumuladas nessas pernas. –ela sorriu.

_Deixa de ser besta, você está mais linda que nunca. –disse Bily safado.

_Valeu cunhadinho, você sabe mesmo como elogiar uma mulher, mas é preciso se cuidar né? E bem, vou trocar de roupa, essa aqui está me matando de calor.

_Quer ajuda? –ofereceu Kira.

_Valeu maninha, mas eu me viro.

_Beleza, vai lá.

Cris observou ela se afastar e quando sumiu de suas vistas, Bily deu um empurrão nele.

_Para de babar, assim mancha o tapete.

Cris sorriu sem graça.

_Está tão evidente assim?

_De mais, se ela não percebeu é porque não quer. –disse Kira.

_Não posso fazer nada, amo aquela menina, mas prefiro continuar como estamos, pelo menos estamos em paz.

_Ela está muito grata por tudo o que fez, então é só não pisar na bola.

_Não vou pisar Kiki, aprendi a lição, e se aprendi, mas to num beco sem saída, o intercambio saí na semana que vem, acho que vou ser selecionado, mas não sei se devo, ou se eu quero ir.

_Nossa, mas esse intercambio é seu sonho desde guri.

_Eu sei Bily, mas tenso, não queria deixar ela sozinha.

_Decisão difícil...

_Você iria? –Cris perguntou sincero a Bily.

O ruivo olhou pro amigo, olhou pra Kira , e depois pensou um pouco.

_Não sei Cris, teria que levar muita coisa em consideração... É complicado.

_Está vendo, esse é o problema. Tudo o que eu queria era esse intercambio, mas eu não teria que abrir mão de nada, só que agora é diferente. Bem, vou pensar com calma, e depois decido isso, até mesmo porque até as aulas começarem de novo tem tempo.

_É faz isso, pensa com calma. –disse Kira.

_Mas agora senta ai, eu e a Kira íamos ver um filme, assiste com a gente. –disse Bily.

_Vou fazer pipoca na manteiga. –disse Kira sorrindo, sabia que Cris adorava.

_Se é assim eu não resisto. –disse Cris se sentando.

_Não resiste a que? –indagou Tamie.

_Filme e pipoca na manteiga.

_Vixe, já estacionei, podem começar. –disse ela pondo a cadeira ao lado do sofá.

Os outros riram, então Kira foi fazer pipoca e os outros escolhiam o filme, seria uma tarde animada.

Notas finais
reviwes?
bjos e até o proximo...